terça-feira, 11 de agosto de 2015

Uma discussão entre Razão e Emoção... / Vídeo / BBC, You Tube

11/08/2015

O QUE É SER CONSERVADOR? OU: UM PODEROSO ANTÍDOTO CONTRA A DESTRUIÇÃO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.


A dica de O Antagonista cai como uma luva. O livro “Como Ser um Conservador”, do filósofo inglês Roger Scruton, já está disponível nas livrarias traduzido para o português pelo grande Bruno Garschargen, com o selo da Record que se vem notabilizando como a melhor editora brasileira. Como podem notar na coluna ao lado acima, logo embaixo do cabeçalho do blog, este livro super importante já está disponível para ser comprado aqui mesmo no blog, que é afiliado da Amazon. Basta clicar sobre a foto da capa do livro para ir direto a Amazon e efetuar a compra. Quem fizer isso, além de adquirir uma obra importantíssima, ainda ajuda na manutenção deste blog.
Feito este rápido ‘comercial’, vamos ao que interessa, que é a obra de Scruton. Por isso estou postando acima um vídeo com uma entrevista do filósofo que dá uma ideia muito precisa do conteúdo do livro. O vídeo é curto e vale a pena ver.
O Antagonista na nota em que recomenda esta obra, oferece como aperitivo de dois excertos que aguçam o nosso interesse de imediato. De quebra estabelece uma relação entre a reflexão do filósofo com os tormentosos momentos em que vive o Brasil sob o açoite de Lula e seus sequazes. Vale ressaltar ainda que foi Olavo de Carvalho, um dos destacados pioneiros no Brasil a referir-se a obra de Roger Scruton, como se pode conferir aqui.
Diz o Antagonista: “Destacamos dois trechos, como aperitivo:
"O conservadorismo advém de um sentimento que toda pessoa madura compartilha com facilidade: a consciência de que as coisas admiráveis são facilmente destruídas, mas não são facilmente criadas. Em relação a tais coisas, o trabalho de destruição é rápido, fácil e recreativo; o labor da criação é lento, árduo e maçante."
E mais:
"Um mercado pode fazer a alocação racional dos bens e serviços somente onde há confiança entre os integrantes, e a confiança só existe onde as pessoas assumem a responsabilidade por seus atos e se tornam responsáveis por aqueles com quem negociam. Em outras palavras, a ordem econômica depende de uma ordem moral."
No Brasil, o trabalho de destruição tem sido ultrarrápido e intenso, em meio a uma ordem moral praticamente inexistente. Precisamos agir logo.”