Postagem em destaque

Ferreira Gullar no blog de Ricardo Noblat

POEMA DA NOITE Traduzir-se Ferreira Gullar 04/12/2016 -  23h00 Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é nin...

domingo, 24 de abril de 2016

Resumo da coluna de Augusto Nunes em Veja


23/04/2016
 às 16:12 \ Opinião

Fernando Gabeira: Estamos falando da Mesma coisa?

Publicado no Estadão
Brasília – Acordei na segunda-feira com um travo na garganta. A Câmara dos Deputados votou o impeachment. Era o desejo da maioria. Mas a maneira como o fez, com aquela sequência de votos dedicados à família, a filhos, netos e papagaio, com Bolsonaro saudando um torturador… fui dormir como se estivéssemos entrando na idade das trevas.
23/04/2016
 às 12:53 \ Opinião

Carlos Alberto Sardenberg: Foi Lula que começou

Publicado no Globo
A presidente Dilma tem razão. Ela não é a única culpada pela crise brasileira. Lula iniciou os estragos. É difícil marcar datas em política econômica — os erros, assim como os acertos, demoram a aparecer — mas pode-se dizer que Lula começou a introduzir um viés de esquerda-populista por volta de 2005, quando reagia ao Mensalão. Nesse ano, em junho, Dilma Rousseff assumiu a Casa Civil, passando a ser um contraponto ao então todo poderoso ministro da Fazenda Antonio Palocci.» Clique para continuar lendo
23/04/2016
 às 9:14 \ Opinião

Valentina de Botas: Os que absolvem a máfia lulopetista se escandalizam com erros de concordância e homenagens à família

O que sinaliza em cada um de nós a trilha dos nossos desterros – de sonhos, histórias, ganhos, perdas, caos e paz? Nas repugnantes homenagens dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) ao terrorista Marighella e Jair Bolsonaro ao torturador coronel Ustra – covardes glorificando covardes –, domingo passado, vimos criaturas desterradas da noção de democracia e de liberdade.» Clique para continuar lendo
23/04/2016
 às 6:06 \ Opinião

Oliver: Calado é um poeta

VLADY OLIVER
Impressionam alguns efeitos colaterais da trágica queda da ciclovia no Rio. Os corpos fotografados esperando reconhecimento, enquanto uma pelada de futebol seguia seu curso a metros de distância, evidenciam o profundo descaso com a vida alheia, especialmente por parte daqueles que deveriam cuidar da dignidade dos mortos.