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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Notícias de levantar os cabelos vêm de Brasília / coluna de Claudio Humberto

COLUNA DE CLÁUDIO HUMBERTO

20 DE SETEMBRO DE 2016
A crítica do ministro Gilmar Mendes ao comportamento de Ricardo Lewandowski no conchavo do “fatiamento” do impeachment”, abriu uma crise no Supremo Tribunal Federal (STF). O desabafo de Gilmar, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode levar o STF a rever o acordo tácito de não deliberar sobre o fatiamento para não desautorizar Lewandowski, ainda que os ministros critiquem a medida.
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Lewandowski se queixou a colegas das declarações de Gilmar, para quem “cada um faz de sua biografia o que quiser”.
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Além de Gilmar Mendes, o ministro Celso de Mello, decano do STF, já havia criticado publicamente o “fatiamento” do impeachment.
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Gilmar já havia chamado de “bizarro” o fatiamento: a Constituição vincula o impeachment à perda de direitos políticos por 8 anos.
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Os ministros combinam que o STF não seria instância de recurso do impeachment, até porque é órgão julgador e não 

O apresentador de TV Roberto Justus parece levar a sério a lorota de que seria o “Donald Trump brasileiro”, porque certa vez protagonizou a versão brasileira do programa “Aprendiz”, imitação do show televisivo protagonizado pelo candidato republicano à presidência dos Estados Unidos. Pior é que Justus parece se orgulhar da comparação: ele estaria tentando se viabilizar, acredite, como candidato a presidente.
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Justus tem assumido posições políticas. Antes do impeachment, disse que se Dilma voltasse ao cargo seria “a maior tragédia” para o País.
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Por considerá-lo politicamente ingênuo, “bobo”, um ex-sócio de Roberto Justus acha que ele seria “uma tragédia” comparável à de Dilma.
Roberto Justus tentou conversar com o presidente Michel Temer, mas só foi recebido por assessores, no Planalto.
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), investigada por corrupção tanto quanto o seu líder, o seu marido e tantos outros aliados seguiu à risca a orientação: apareceu no Senado vestindo vermelho. De vergonha?
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O senadores petistas Ângela Portela (RR), Gleisi Hoffmann (PR), Humberto Costa (PE), Jorge Viana (AC) e Lindbergh Farias (RJ) ainda respondem a ações no Supremo Tribunal Federal (STF).
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Roberto Justus tentou conversar com o presidente Michel Temer, mas só foi recebido por assessores, no Planalto.
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O jornal financeiro inglês Financial Times, concluiu que “as acusações contra o ex-presidente Lula não têm motivação política”, mesmo com o “timing” da denúncia do MPF logo após o impeachment.
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...o tour de Lula para apoiar candidatos a prefeito do PT começa pelo Nordeste, mas tem tudo para terminar em Curitiba.