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sexta-feira, 3 de março de 2017

quinta-feira, 2 de março de 2017

O Brasil tem dificuldade em ser feliz... Complica tudo! Falta Educação !




Turista cega é ameaçada de prisão por causa de cão-guia na praia

Falta de informação provoca confusão na beira da praia, em Santa Catarina.


Uma turista do Rio Grande do Sul foi alvo de uma grande injustiça em Balneário Camboriú na semana passada. Olga Souza, uma professora de 57 anos, curtia a praia acompanhada de Darwin, seu cão-guia, um flat coated retriever. Para espanto de muita gente, uma banhista não concordou com a presença do cão e acionou a PM.
Com a chegada da polícia a confusão aumentou. Os agentes desconheciam a lei que assegura cães-guias acompanharem seus donos. O cenário ficou tenso. Os argumentos de Olga não foram aceitos e quase a levaram presa.
Darwin foi treinado especialmente para ser cão-guia no Instituto Federal Catarinense (IFC) em Balneário Camboriú.
Ele simplesmente leva Olga para todos os lugares, inclusive ao trabalho. Ambos têm a companhia um do outro desde 2016, mas foi a primeira vez que a situação alcançou a este extremo. Foi explicado para a banhista incomodada que Darwin não ficou solto nenhuma vez, mas de nada adiantou.
Antes que fosse levada para a delegacia, Olga entrou em contato com os técnicos do Curso de Treinadores e Instrutores de Cães-Guias do IFC. A partir disso foi feita uma ligação destes com a PM. Para acabar de vez com a confusão, o oficial responsável pelo policiamento se deslocou até a praia e esclareceu aos PMs e demais banhistas que assistiam a cena que o cão podia ficar com Olga e sua presença é amparada por lei, já que o animal é um cão-guia.

A falta de informação rendeu desdobramentos e o oficial contou que realizará palestras sobre a legislação que versa sobre os cães-guia. Tudo isto para não repetir o constrangimento que Olga passou.
Para quem não sabe, estabelecimentos privados que não aceitarem cães-guias podem ser multados e interditados. Confira o que diz a lei:
A Lei no 11.126, de 27 de junho de 2005, que dispõe sobre o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhada de cão-guia e dá outras providências.
– Cães-guias têm o direito de ingressar e permanecer em todos os locais públicos ou privados de uso coletivo
– Treinados e escolhidos a dedo, cães-guias são dóceis e não precisam usar focinheira
– Qualquer tentativa de impedir ou dificultar o acesso de um cão-guia é ilegal e ato de discriminação
– Ou usuário ou o socializador de cão-guia têm direito de mantê-lo em casa, independente de regras de condomínio
– O cão-guia só não pode entrar em locais esterilizados em hospitais, como centros cirúrgicos e UTIs, além de áreas de manipulação e processamento de alimentos

Como resolver este mistério ? Desconfio do filho do casal !

http://g1.globo.com/mundo/noticia/o-misterio-da-familia-que-desapareceu-na-franca-deixando-como-unico-rastro-manchas-de-sangue.ghtml

O mistério da família que desapareceu na França deixando como

 único rastro manchas de sangue

Os Troadec - pai, mãe, filho e filha - sumiram misteriosamente em meados de fevereiro; sangue foi encontrado

 na escada, no relógio da mãe e no telefone do filho.

Os Troadec: Pascal, Brigitte, Sebastien e Charlotte que, desde 16 de fevereiro, sumiram misteriosamente na França (Foto: Police Judiciaire/AFP)Os Troadec: Pascal, Brigitte, Sebastien e Charlotte que, desde 16 de fevereiro, sumiram misteriosamente na França (Foto: Police Judiciaire/AFP)
Os Troadec: Pascal, Brigitte, Sebastien e Charlotte que, desde 16 de fevereiro, sumiram misteriosamente na França (Foto: Police Judiciaire/AFP)
Como pode uma família inteira desaparecer deixando como único rastro algumas manchas de sangue?
Essa é a pergunta que a polícia francesa tenta responder desde meados de fevereiro, quando foi aberta uma investigação para apurar o que aconteceu com os Troadec. Pai, mãe, filho e filha sumiram misteriosamente.
Nada se sabe sobre o paradeiro de Pascal e Brigitte, ambos de 50 anos, tampouco do filho deles, Sebastien, de 21, e da filha, Charlotte, de 18. Tampouco foram registradas transações bancárias ou chamadas telefônicas de membros da família.
Eles foram vistos pela última vez em 16 de fevereiro. Seu desaparecimento foi comunicado à polícia pela irmã de Brigitte.
Até agora, a única pista mais concreta são manchas de sangue encontradas na casa da família, perto de Nantes, no oeste do país. O DNA do sangue coincide com o de três integrantes da família.
Há informações de que o pai sofria de depressão e o filho tinha problemas psicológicos.
Investigadores encontraram manchas de sangue no telefone do filho e no relógio da mãe, informou o procurador Pierre Sennes. Também há sangue nas escadas da casa de dois andares.
Para Sennes, parece que alguém tentou apagar por completo a existência da família.
Ao entrar na casa, a polícia encontrou camas sem lençóis - alguns deles estavam na secadora de roupas - e roupa úmida na máquina de lavar. Restos de comida estavam apodrecendo na geladeira.
"É como se a casa tivesse congelado no tempo", observou o procurador francês que cuida do caso.
Polícia bloqueia entrada de rua que leva até a casa dos Troadec (Foto: Jean-Sebastien Evrard/AFP)Polícia bloqueia entrada de rua que leva até a casa dos Troadec (Foto: Jean-Sebastien Evrard/AFP)
Polícia bloqueia entrada de rua que leva até a casa dos Troadec (Foto: Jean-Sebastien Evrard/AFP)

Falta um carro

Os dois carros da família também foram encontrados em frente à casa, mas os investigadores ainda procuram pelo veículo de Sebastien, o filho.
Em 2013, quando ainda era menor de idade, ele foi condenado a fazer trabalhos comunitários por fazer ameaças de morte através de seu blog.
Segundo o jornal francês "Le Monde", no passado, Sebastien publicou em um fórum online sobre videogames frases como: "O que mais odeio? Meu reflexo" e "O que me deixa mais triste? Minha vida".
No Twitter, um de seus posts dizia: "Se alguém realmente soubesse o que há em minha mente, pensaria que sou louco e não tenho moral".
A investigação trabalha com diferentes hipóteses, como sequestro e assassinato.

STF sofre remorso. ..

http://peloamordedeus.com/vergonha-demais-stf-quer-voltar-atras-e-punir-renan-calheiros-por-descumprimento-de-ordem-judicial-compartilha-brasil/

quarta-feira, 1 de março de 2017

Frases ... Olavo de Carvalho


No Brasil toda lei vem acompanhada de 'camisinha'

As "FARCS" urbanas do Brasil tiveram uma derrota em Rondonia

http://lavajatosergiomoros2.blogspot.com.br/2017/03/arrastao-8-bandidos-mortos-em-confronto.html?m=1

ARRASTÃO: 8 bandidos mortos em confronto com a PM de Rondônia. VEJA AQUI







O comando do 7º Batalhão da Polícia Militar  em Ariquemes (Rondônia) divulgou na a lista completa com a identificação dos oito bandidos mortos na segunda-feira, após um confronto contra policiais na BR 421, entre as cidades de Monte Negro e Campo Novo de Rondônia.

Um acreano está entre os bandidos mortos no confronto. Trata-se de Juzenir Alves do Nascimento, o “Cachaça” , de 28 anos, natural de Sena Madureira, mas que residia em Porto Velho. Segundo a PM, Nascimento foi um dos últimos a ser identificado pela família. Seu corpo foi levado para a capital de Rondônia pela a esposa e o cunhado para ser velado. 
Juzenir tinha passagem pela policia por roubo a estabelecimento comercial e direção perigosa.

Aos 50 anos, rei Kazu, continua calçando chuteiras e jogando futebol

Kazu, 50 anos: o aprendiz que veio ao Brasil com um sonho e voltou ao Japão para ser rei

  http://flip.it/GxMS58
Kazu Miura escreveu (e ainda escreve) uma história ímpar no futebol. De tão incrível, sua trajetória por vezes costuma ser comparada à de Oliver Tsubasa – por mais que a verdadeira inspiração de ‘Super Campeões’ seja outro jogador japonês. Ainda assim, a epopeia vivida pelo atacante possui capítulos tão sensacionais que nem mesmo o anime ou o mangá foram capazes de imaginar. Miura saiu do Japão para desenvolver seu talento no Brasil e, quando voltou, se transformou em um dos maiores craques da história da Ásia. É reverenciado nos gramados nipônicos por quase três décadas, como segue acontecendo até hoje. Neste domingo, o ‘Rei Kazu’ comemorou 50 anos do jeito que mais gosta: calçando chuteiras, vestindo a camisa do Yokohama FC e vencendo seu jogo na rodada inaugural da segunda divisão da J-League. Obviamente, para receber as honras dignas de um rei.
A aventura de Kazu começa graças a um pai apaixonado por futebol. Nabuo Naya era um homem rico, herdeiro de uma cadeia de lojas. Encontrou tempo para incentivar o sonho de jovens jogadores, ao criar a Associação Nipo-Brasileira de Intercâmbio Futebolístico. A partir de 1982, começou a trazer os aspirantes do Japão ao Brasil, abrindo portas para que pudessem aprender um pouco da arte exibida nos gramados daqui. Sua cobaia, aliás, foi o próprio filho. Kazu desembarcou no país um tanto quanto mirrado, aos 15 anos, e sem falar mais do que o básico em português. Passou alguns meses no Juventus, até se mudar para o interior. O XV de Jaú fazia um trabalho referendado nas categorias de base. O ambiente perfeito para o habilidoso atacante se desenvolver.
Kazu se juntou aos juniores do Galo da Comarca no final de 1984. Teve seus momentos de provação, pensando em retornar ao seu país. Mas sua motivação vinha ao observar as crianças correndo atrás da bola nas ruas. Em 1985, excursionou com outros garotos do XV de Jaú ao Japão. Já em novembro daquele ano, aos 18, estreou pelos profissionais. Entrou no segundo tempo de um jogo pelo Campeonato Paulista, no qual o clube do interior venceu o Palmeiras por 3 a 2. Também participou da Copa São Paulo de 1986.
A partir de então, Rei Kazu passou a rodar pelo país, tentando se firmar. Teve uma breve passagem pelo Santos, clube com o qual seu pai havia feito parceira, montando uma verdadeira colônia nipônica na base – incluindo o outro filho, Yasutoshi, dois anos mais novo que Kazu e que pouco depois voltaria para Tóquio, defendendo o Yomiuri. O craque da família, no entanto, não durou muito tempo na Vila Belmiro. Passou pelo Palmeiras, disputando a Copa Kirin em seu país. Também defendeu o Matsubara, clube estabelecido por uma família de imigrantes japoneses. No entanto, sua eclosão no futebol brasileiro aconteceria a partir de julho de 1987.
Vestindo a camisa do CRB, Kazu se transformou em fenômeno no Campeonato Alagoano. O japonês veloz e de dribles insinuantes ganhou a simpatia dos torcedores alvirrubros. E deu sua contribuição na reta final do título estadual, assim como no Módulo Branco do Campeonato Brasileiro. Em 1988, voltaria ao XV de Jaú, para ser idolatrado no Estádio Zezinho Magalhães. Seu primeiro gol pelo clube, aliás, veio em grande estilo: abriu o caminho para a vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, pelo Campeonato Paulista. Tento que rendeu muito repercussão não só no Brasil, mas também no Japão, com o jovem atacante figurando nos jornais de lá.
Nos últimos meses de 1988, Kazu foi contratado pelo Coritiba. No Alto da Glória, viveu os seus melhores momentos no Brasil. Sob a confiança de Valdir Espinosa, figurou entre os melhores pontas do Campeonato Brasileiro, concorrendo até mesmo à Bola de Prata da revista Placar. Uma das suas partidas mais emblemáticas aconteceu contra o Sport: saiu do banco de reservas e infernizou a defesa rubro-negra com uma porção de dribles, até cruzar para Roberson anotar o gol da vitória. Após a partida, o nipônico explicou que se inspirava em Garrincha, assistindo aos vídeos do eterno camisa 7. Na capital paranaense, ainda conquistou o estadual em 1989, arma recorrente na equipe treinada por Edu – irmão de Zico, outro homem que elevaria o futebol japonês de patamar.
A última passagem de Kazu no futebol brasileiro ocorreu, mais uma vez, com a camisa do Santos – enfim, realizando o sonho de se firmar entre os profissionais do Peixe. Sua reestreia veio em fevereiro de 1990, pelo Campeonato Paulista. Já na partida mais marcante, dois meses depois, o japonês foi titular no ataque durante o clássico e anotou o gol que abriu a vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras. Por isso mesmo, ganhou o apelido de “Exterminador Verde” da torcida santista.
O retorno de Kazu Miura ao Japão aconteceu ainda em 1990. Voltou ao país para ajudar a desenvolver o futebol, prestes a se tornar profissional, e a seleção. Acabou coroado também como rei. O atacante integrou o forte Yomiuri, ao lado do irmão Yasutoshi e do reverenciado Ruy Ramos. Virou protagonista em um time já multicampeão, passando da ponta esquerda ao comando do ataque e ressaltando sua veia artilheira. Do Brasil, além da experiência e do amadurecimento, levou também a alegria na comemoração dos gols, com sua tradicional dancinha – inspirada em Careca. Conquistou os dois últimos títulos do Campeonato Japonês antes da profissionalização e se ratificou como craque na primeira edição da J-League, em 1993. Não contente em ser campeão com o rebatizado Verdy Kawasaki e em marcar o tento do título sobre o Kashima Antlers de Zico, também foi eleito o melhor jogador da competição e do continente naquele ano. Fez 20 gols em 36 partidas na campanha vitoriosa.
Ao mesmo tempo, Rei Kazu brilhava na seleção japonesa. Sua estreia aconteceu em 1990 e, dois anos depois, já faturava o inédito título da Copa da Ásia, dono da camisa 11 na equipe de Hans Ooft. Mas o ápice ficou guardado para as Eliminatórias da Copa do Mundo de 1994. O atacante assinalou nove tentos nas etapas preliminares, até o hexagonal decisivo disputado no Catar. Balançou as redes mais quatro vezes. Inclusive no famoso empate com o Iraque por 2 a 2 na última rodada, que acabou tirando os Samurais Azuis do Mundial por conta de um gol sofrido aos 46 do segundo tempo. O craque também simbolizou a famosa “Agonia de Doha”.
Se não viajou aos Estados Unidos em 1994, Kazu ao menos fez história na Itália, a partir de agosto daquele ano. Tornou-se o primeiro japonês a entrar em campo pela Serie A, contratado pelo Genoa. Sua estadia no Estádio Luigi Ferraris, contudo, não foi das mais felizes. Fraturou o nariz logo em sua estreia, contra o Milan, após um choque com Franco Baresi. Reserva durante a maior parte da temporada, anotou um gol, justamente no clássico diante da Sampdoria, o que não evitou a derrota por 3 a 2. Independentemente disso, sublinhou seu papel como embaixador do futebol asiático ao resto do planeta – além de realizar um desejo, morando na terra de ‘O Poderoso Chefão’, trilogia da qual é fanático. Em 1995, retornou ao Verdy Kawasaki, sem ser campeão, mas empilhando gols na J-League. Inclusive, foi artilheiro do campeonato em 1996.
Kazu continuava arrebentando na seleção japonesa, por mais que o elenco tenha se desmanchado desde o trauma em Doha. Os nipônicos começaram a bater de frente contra seleções europeias e latino-americanas, com o astro liderando vitórias sobre adversários como Uruguai, México, Equador, Croácia, Iugoslávia e Polônia. Em 1996, integrou até mesmo na ‘seleção do mundo’ que disputou amistoso contra o Brasil. E quando surgiu a segunda chance de disputar uma Copa do Mundo, o Rei Kazu se esforçou. Foi ainda mais destrutivo nas Eliminatórias, anotando 14 gols – quatro deles em uma mesma partida da fase final, contra o Uzbequistão. E estava em campo para desfrutar do “Júbilo de Johor Bahru”, o jogo-extra em que os Samurais Azuis derrotaram o Irã por 3 a 2, com um gol de ouro no segundo tempo da prorrogação. O país comemorou pela primeira vez a classificação a um Mundial.
Todavia, Kazu não foi convocado à Copa de 1998. Chegou a ser pré-selecionado ao elenco de 26 jogadores, mas acabou cortado em maio, em decisão bastante contestada (e até hoje considerada inexplicável) do técnico Takeshi Okada. Diante da fraca participação na França, o comandante acabou demitido. E, aos 31 anos, o atacante fez apenas mais algumas aparições esparsas na equipe nacional. Encerrou sua trajetória com 55 gols em 89 jogos. Precisou se contentar com a Copa do Mundo de Futsal de 2012, integrando o elenco nipônico aos 45 anos.
Depois da frustração com Okada, Kazu se aventurou mais uma vez pelo futebol europeu. Jogou pouco pelo Croatia Zagreb (atual Dinamo), mas faturou o título nacional. Até estabelecer novamente o seu reinado eterno no Campeonato Japonês. Atuou por Kyoto Purple Sanga e Vissel Kobe, até assinar com o Yokohama FC em 2005. Naquele mesmo ano, teve uma rápida passagem pelo Sydney FC, compondo ataque ao lado de Dwight Yorke. A partir de então, defendeu apenas as cores do Yokohama. Auxiliou o time no acesso à primeira divisão da J-League em 2006, permanecendo por uma temporada. E, apesar da realidade modesta da segundona durante a maior parte do tempo, Rei Kazu não se afastou do status de lenda. Pelo contrário, apenas o renova, ano a ano.
Aos 50 anos, Kazu ainda desfruta de sua maior paixão. Pode não exibir os mesmos dribles deslumbrantes e o mesmo faro de gols de outros tempos, mas sua principal virtude permanece intacta: o caráter. A vontade de fazer o seu melhor e vencer. Enquanto as pernas ainda aguentarem, ele estará lá, de chuteiras. Neste final de semana, durante as homenagens pelo meio século de vida, foi enfático: “Já cansei de falar o quanto eu amo o futebol. Desde criança era a única coisa que eu fazia. Pretendo ficar na ativa enquanto meu corpo e minha paixão permitirem. Estar em campo aos 50 anos junto com meus companheiros é uma alegria muito grande. Acho que vou tentar seguir assim até os 60”. Vida longa ao rei.