quinta-feira, 22 de junho de 2017

Krishnamurti e a Religião...

RELIGIÃO ESTÁ MUITO ALÉM DISSO TUDO

“E para produzir uma UNIDADE de todos os seres humanos, somente a RELIGIÃO pode fazer isto. Unir todos nós!
Não a Política.
Não a Ciência.
Alguma nova Filosofia.
Ou alguma Economia ampla.
Ou várias organizações, políticas, religiosas...
Nenhuma delas irá nos unir... como um todo.
Penso que deve-se perceber muito profundamente que nenhuma organização, religiosa, política, econômica ou as várias formas de organizações de Nações Unidas irão unir os seres humanos.

Somente a ‘Religião’, no sentido profundo dessa palavra, pode unir todos nós.
Religião – com essa palavra queremos dizer NÃO tudo isso que está acontecendo no mundo: as várias superstições, a imposição, a estrutura hierárquica, os dogmas, os rituais, as crenças...

RELIGIÃO ESTÁ MUITO ALÉM DISSO TUDO!
É um MODO DE VIVER DIARIAMENTE!”

(J. Krishnamurti - Brockwood Park 1979 - Primeira Palestra Pública - O que nos fará mudar?)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

"Janot, o homem mais poderoso e perigoso do Brasil "

quarta-feira, junho 21, 2017
JANOT, O HOMEM MAIS PODEROSO (E PERIGOSO) DO BRASIL - RODRIGO CONSTANTINO GAZETA DO POVO - PR - 20/06
Uma ala da direita preferiu fingir que Rodrigo Janot não dava todos os sinais de parcialidade em sua cruzada contra a corrupção só para poder atacar “todos que estão aí”, o sistema como um todo, sem distinções. E a bola da vez era Temer com seu PMDB e o apoio do PSDB. É compreensível a revolta contra todos os principais partidos, todos eles de esquerda, diga-se, ainda que seja cegueira ou burrice não perceber que o PT é mil vezes pior, por não ser “apenas” corrupto, e sim totalitário e bolchevique. Saber quem atacar primeiro não é ter bandido preferido; é questão de prioridade. Mas, no afã de posar de purista jacobino contra todas as forças do mal, eis que uma turma à direita fechou os olhos e “casou” com Janot. Com Janot! O mesmo que hibernou em cima dos processos contra os petistas graúdos. Fazer pacto com o diabo pensando no curto prazo é sempre muito perigoso. Carlos Andreazza, em corajoso artigo, mostra como esse apoio a Janot serve apenas aos interesses dos próprios petistas. Não dá para ser inocente útil da extrema-esquerda, que já deu todas as provas de jogar sujo, de não medir esforços e não ter escrúpulo algum em sua busca pelo poder. Diz Andreazza, expondo o duplo padrão do procurador-geral da República: Note o leitor que, na investida de Janot, muito mais que um movimento contra Aécio Neves, vai explícita a criminalização da atividade política. É da ordem da barbárie difundir uma reunião entre políticos como conspiração contra a democracia. Mas essa generalização — que a todos iguala por baixo — serve a um projeto. A reabilitação do PT, especificamente a de Lula, só está em curso porque se enterrou a política na lama. Escolhido por Dilma Rousseff e reconduzido ao cargo por ela, Janot é hoje — mérito consequente de muita determinação — o homem mais poderoso do Brasil, trabalhador incansável por fazer justiça, guerreiro cujo entusiasmo por acusar poderosos é outro desde que o PT saiu do Planalto. Está aí um patriota a quem o impeachment liberou. Senhor da agenda que pauta — e paralisa — a vida pública no país, há semanas tem o presidente sob a ameaça de uma denúncia ao Supremo, com cujo ritmo brinca como se fosse João Gilberto com o tempo de uma canção. Nesse período, diariamente, vaza-se à imprensa que talvez a cousa seja formalizada amanhã, mas que, bem, pode ser na semana que vem. Depende. Depende — digo eu — do momento. Do momento político. De um em que Michel Temer se encontre vulnerável. Andreazza chama a atenção para o arbítrio do procurador-geral, do uso seletivo de seus poderes, do uso abusivo de seus poderes, resumindo ser ele hoje “a única autoridade que faz o que quer neste país”. E como a alvo é Temer ou Aécio, que ninguém quer defender, que não contarão jamais com um exército paralelo para gritar nas ruas “heróis do povo brasileiro”, como fazem os petistas com seus bandidos, então a turma faz vista grossa aos abusos. Mas isso é extremamente perigoso. Afinal, se o arbítrio é tolerado hoje, ele poderá ser usado amanhã também. “Até o dia em que esses métodos se voltarem contra um dos nossos. Aí, será o quê? Estado policial?”, pergunta o autor. Andreazza conclui lembrando das possíveis intenções políticas de Janot: Não sem aviso, chegamos ao momento em que um tipo como Joesley Batista diz que Temer é líder da “maior e mais perigosa organização criminosa deste país” — e fica tudo por isso mesmo. Ai, ai… Os desconfiados — teóricos da conspiração — atrapalham o Brasil. Essa é a verdade. Dificilmente, contudo, atrapalharão o movimento orgânico dos que militam para que Janot se candidate a senador em 2018, pelo Estado de Minas Gerais, na vaga a ser aberta por Aécio Neves. Mas pode ser a governador. Será pelo PT? Ou disfarçaremos numa linha auxiliar? Rede?

Uma nova lei que não 'pegaria' no Brasil seria essa...

terça-feira, junho 20, 2017

MBL LANÇA CAMPANHA PARA ACABAR COM SEMIABERTO E ENDURECER PUNIÇÕES


GAZETA DO POVO - PR -19/06
O Movimento Brasil Livre (MBL) lança hoje uma campanha pela aprovação do projeto que endurece as condições para a progressão de penas e acaba com o regime semiaberto. Pela proposta, que já está em tramitação na Câmara, para ter direito a progressão a pessoa que cometeu o delito deve ter cumprido pelo menos dois terços da pena, além de passar pela avaliação de uma comissão interdisciplinar para verificar se o apenado tem, de fato, condições de ir para o sistema aberto.

No caso de crime hediondo, o movimento defende que seja necessário o cumprimento de quatro quintos da pena. Atualmente, a legislação penal brasileira permite que a progressão seja concedida após o cumprimento de um sexto da pena no regime anterior, além do atendimento do critério de bom comportamento carcerário, comprovado pelo diretor do estabelecimento em questão. No caso de crime com menor potencial ofensivo, o apenado deve cumprir dois quintos da pena para depois ter direito à progressão.

A campanha promovida pelo MBL vai começar com um vídeo de exposição com dados sobre o regime semiaberto e a taxa de condenados que progridem de regime e voltam a cometer crimes. Além disso, o grupo incentivará a população a telefonar para gabinetes dos líderes congressistas e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que o projeto seja pautado o mais rapidamente possível. Uma equipe do MBL, em Brasília, ficará incumbida de ir de gabinete em gabinete cobrar uma posição dos deputados. Caso a proposta vá para votação, o movimento pretende fazer mobilizações nas dependências da Casa.

“Nossos critérios para a progressão de regime estão entre os mais frouxos no mundo. Ao mesmo tempo, o que os dados das secretarias de segurança de diversos estados do país mostram é que a maioria dos que progridem voltam a cometer crimes”, disse Kim Kataguiri, do MBL. “Na prática, o criminoso cumpre um sexto da pena e já está livre para voltar a roubar, matar. Temos muitos presos? Temos, mas o fato é que, hoje, a maioria dos condenados que vão para a cadeia nunca deveriam ter saído dela, daí a importância de revermos o semiaberto e os critérios para a progressão de regime”, acrescentou.

A iniciativa merece aplausos e apoio ativo por parte da população ordeira. Sabemos que a impunidade é o maior convite ao crime, não as tais “desigualdades sociais”, como alega a esquerda. Pobreza não precisa ser sinônimo de bandidagem. Ninguém mata a sangue frio uma vítima inocente porque precisa comer. Estamos falando de marginais da pior espécie, reincidentes, quase sempre casos perdidos. Não serão recuperados com “educação”, como acreditam os filhos de Rousseau.

O primeiro grande problema é a enorme quantidade de crimes não resolvidos, o que gera o clima de impunidade total. O segundo problema maior é quando se consegue pegar o marginal, mas ele pouco tempo depois já está solto, de volta às ruas. É acabar com essa molezinha absurda que o MBL pretende com essa campanha. E não consigo imaginar uma pessoa decente sendo contra o arrocho da punição para bandidos perigosos.

O podcast Ideias mais recente, comigo, com Leandro Narloch e Alexandre Borges, foi justamente sobre a impunidade e o ambiente de “justiçamento”, tomando como base o caso do garoto que teve a testa tatuada. A sensação de impunidade ajuda a explicar o pulo da civilização para a barbárie quando cada um resolve fazer “justiça” com as próprias mãos.

A iniciativa do MBL, repito, merece total apoio. Liguem, mandem mensagens, atormentem a vida dos deputados, pois é esse exercício de cidadania que os brasileiros de bem precisam aprender a fazer com maior frequência. Os nossos representantes precisam saber o que queremos. Enquanto a esquerda organizada faz barulho com suas ONGs de “direitos humanos”, nós ficamos apenas lamentando nos bares e no Facebook.

Chega! Vamos mostrar que queremos esses marginais atrás das grades, não soltos pelas ruas do nosso país, que já tem 60 mil assassinatos por ano!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

domingo, 18 de junho de 2017

No início da Copa das Confederações, Rússia vence Nova Zelândia por 2 a 0. Veja mais no Placar UOL. Acesse: http://uol.com/bpkdg3

Tá feia a 'coisa' na Venezuela...

Confira o Tweet de @RenovaMidia: https://twitter.com/RenovaMidia/status/873907767660224512?s=09