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Ira reaceneende a guera no Oriente

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Projeto do vereador número 6

                                                     Aos senhores Vereadores
           O projeto em questão é do vereador 6 e tem a seguinte redação:

  1. O projeto tem a intenção de criar um novo cargo ligado ao Departamento de Posturas; é um cargo em que o funcionário deverá percorrer um bairro e anotar as diversas infrações dos cidadãos, necessidades do bairro; melhoramentos para aquela área. 
  2. O título do novo cargo será "Apontador de melhoramentos do Bairro";
  3. No seu tempo de trabalho ele fará anotações de situações que atrapalham: o pedestre; o ônibus; o trânsito, etc. Além disso, ouvirá os moradores daquele bairro e levará à reunião com o chefe do Departamento de Posturas a  sugestão, a reclamação do cidadão que conduzirá aos órgãos competentes para avaliação e, em outras ocasiões - caso seja possível - providenciará por sua conta o processo de atendimento do resultado do trabalho;
  4. Por sua iniciativa promoverá serviços de corte de árvores; recapeamento de ruas; vai fotografar as calçadas que devem ter piso de acordo com as normas de uso do cidadão; vai fotografar outras desobediências que serão motivo de estudo do Departamento de Posturas;
  5. Cada novo titular de Apontamentos receberá um curso para atuação do cargo que será ministrado por um grupo de psicólogos, pedagogos, médicos, dentistas que usarão os conhecimentos de cada grupo de conhecimento para habilitar o titular para a nova função;
  6. O projeto prevê um tempo que se chamará de 'laboratório' e que deverá ser aplicado em três bairros da cidade;
  7. Depois de 90 dias ele será avaliado e se tornará oficial a partir dos resultados e também da avaliação do morador do bairro onde se ocorreu a prestação deste serviço novo. 

          O projeto está à disposição dos senhores vereadores que poderão dar sugestões, fazer ampliações, discutir, reprovar com apresentação de razões para tal, e mais outras observações que mereçam.
          Para discussão do projeto usem seus endereços eletrônicos ou telefone.
         
          Campos, 30 de junho de 2011
          Enéas do Amaral - secretário

           A foto é um exemplo do trabalho do cargo proposto. Nela se vê os ramos das árvores tomando o espaço aéreo da rua e por isso impedindo o trânsito normal de ônibus e caminhões, hoje cada vez maiores.
          A foto foi tirada no cruzamento das ruas São Bento com Salvador Correa.


sábado, 28 de maio de 2011

Ainda há tempo para seu sonho tornar-se realidade

Aproveite seu talento...


A competição entre o visível e o invisível

                                      Os segredos do visível e o invisível

Existe um hiato entre o que acreditamos e o que não aceitamos. Uma forma de avaliar essas diferenças está em nossas crenças. É mais fácil crer no que vemos e mais difícil crer naquilo que não podemos ver. A distância entre as formas de aceitação de fenômenos naturais e psíquicos promove um distanciamento nas discussões que permeiam as matrizes de fé, de religião, de ideologia. 
Um dos segredos da vida é aprender a utilizar as grandes correntes de forças espirituais, místicas, lógicas, sociais e empregá-las eficazmente para transformar nossos desejos e necessidades em realidade.
Estudiosos, idealistas ou pessoas comuns, conscientemente ou não, a utilizaram e conseguiram atingir seus objetivos políticos, religiosos, científicos, esportivos, comunitários e invadiram o altar da eternidade.
Hoje, essas forças estão identificadas e encontram-se disponíveis a todos; a oração, a meditação, a reflexão, a intuição são ferramentas de suporte aos alvos programados para uma existência plena. Esses instrumentos reatam os fios partidos de nossa comunhão com as forças imanentes de cada indivíduo e contribuem para a sua harmonização com o Universo.
Algumas personalidades tornaram-se conhecidas por suas intervenções originais nos ambientes em que suas aptidões foram ratificadas por ações excepcionais de cunho sociopolítico ou científico ou esportivo ou religioso ou comunitário.
Muito do reconhecimento de inventos, processos, leis, bulas, artefatos permanecem como húmus que fertilizam a criatividade da humanidade e promove bem-estar, conforto, segurança, saúde, alimento e agora faz parte do patrimônio social do planeta. Cada parcela de inovação alcançou o patamar de grandeza e respeito entre os homens e produziu seguidores e apaixonados. 
Essa soma de esforços que homens de criatividade e percepção sutil tornaram disponíveis aos humanos é produto de muitas gerações de pesquisadores, de intuitivos, de paranormais, de religiosos, de aplicados observadores de várias correntes de conhecimento e de complexidade de concepção que hoje pendem como fruição de um trabalho de partilha e de injunção.
Alguns desses empenhos notáveis merecem ser lembrados. Foram através deles que uma parcela da humanidade pode usufruir ora com sabedoria, ora com conforto, ora com certeza e em outras ocasiões históricas com intenções destituídas de ética, com atitudes de arrogância e de ganância que alguns poderosos utilizaram o arsenal acumulado por invenções e processos empreendedores para uso de atos convencimento, de expansão de território, de aumento de poder, etc.
Como sempre, uma competição entre estes opostos tem uma visão pessoal de quem visualiza uma meta; ela  aparece a partir de um fluxo de  projeção mental, de convicção pessoal.
Cuide-se!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Publicidade da LG em Berlim

http://youtu.be/XVTga6GmbGw
´E sensacional!

Aprenda com Içami Tiba/ Contribuição de Zilnete de Moraes


Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/09.

O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Em pesquisa realizada em março de 2006, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
  • 1º- lugar: Sigmund Freud;
  • 2º- lugar: Gustav Jung;
  • 3º- Lugar: Içami Tiba
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa.
Não são todos que conhecem.
Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome
. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado.
Tem que entender. 
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
21. Pais e mães não podem se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype,é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
22. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja,para um templo, para uma doutrina espiritual, não vai buscá-lo na cadeia..."

_Contr_,_._,___





sexta-feira, 20 de maio de 2011

Alzheimer

Alzheimer...A Condenação à Inexpressão ! 
Sobre o Alzheimer (Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor)
Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase que me dá arrepios.
E o que fazer.... para evitarmos essas drogas?
Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.
Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer.
Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro.
Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha?
Hum.. Preocupante).
Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade.
Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.
Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale à pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?
FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).
A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.

Esteja atento

Está na moda do crime explodir caixas eletrônicos. Preste atenção: o dinheiro roubado fica alterado. Uma face da nota recebe uma tinta rosada ou avermelhada e a identifica como vinda de um caixa estourado.
Não a aceite! 

Frase pra pensar

'Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?'
(Dorival Caymi)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Economia crística



 A foto exibe um esforço notável para colocar o pinheiro, símbolo da festa de Natal, na posição vertical no Rockfeller Center, em Nova York.  Esta árvore demonstra como a tradição do calendário natalino é respeitada nos EUA. No resto do mundo essas ações se repetem.     
       Nova York sempre fez da festa de Natal um evento de marketing e ao mesmo tempo um ato de religiosidade. Nós, do mesmo modo, temos esta preocupação com o Natal; a árvore da Lagoa Rodrigues de Freitas no Rio é um exemplo de que valorizamos a data natalina. Lá como cá, Cristo merece orações, homenagens, festividades, mas, seu nome e este acontecimento são usados como commodity, ou um produto de uso comercial. Esse comportamento, que se repete em Dezembro em todos os continentes, é abençoado pelo Comércio que usa a simbiose entre a crença e o dinheiro para usufruir do carisma do Natal. Acredita-se que três terços do comércio do mundo têm utilizado a data natalina como um incentivo de alavancar compras. Os adjetivos colados ao seu nome avalizam essas ações.
       Cristo é ícone da religião; tema do comércio; indulto de pecadores; esconderijo de criminosos; tábua de salvação de descrentes; conforto de covardes. É um nome, é um anjo, um Homem que pertence ao inconsciente coletivo de grande parte da humanidade. Cerca de um terço da população mundial usa seu nome em várias oportunidades para ultrapassar obstáculos. Por meio de atos de fé, de orações, de sacrifícios os cristãos confiam no filho de Deus para alcançar as graças pedidas... Seus atributos são grandiosos.
        A movimentação de recursos em nome de Cristo no ambiente da economia de serviços do mundo supera muitos PIB’s de muitas economias no Planeta. Esse colosso da soma de dinheiro enlaçado em torno de Cristo revela a importância da religião como fonte de recursos econômicos.
       Essa particular e sublime conexão que atua em nome de Cristo, em volta da Terra, é insofismável e reconhece a integral de reverências e da qual resulta em uma economia crística. As reservas dessa economia são sustentadas por uma população que alcança um número perto de dois bilhões de pessoas espalhadas em todos os continentes.
        Diante dos números estimados por órgãos de acompanhamento do setor de serviços da economia mundial, a economia da fé – judaísmo, islamismo, hinduísmo, protestantismo, budismo, cristianismo e outras - somariam uma importante fatia do bolo da riqueza do mundo. Um estudo recente da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - estipula o Setor de Serviços detém 70% do PIB mundial – (65 trilhões de dólares) - e revela, por conseqüência, como o principal braço da economia do planeta
       Sem fazer muitos cálculos e levantando o patrimônio físico de todas as religiões como catedrais, mesquitas, igrejas, sinagogas, seminários, colégios, editoras, movelarias, tipografias e outros bens tangíveis como a rouparia,  livros sagrados e profanos, aparelhos de ampliação de som e outros instrumentos compulsórios de cada religião; viagens, encontros, concílios pode-se alcançar uma conta de uma dezena de trilhões de dólares.      
       A força que as religiões injetam na sua forma de instruir os seguidores de sua doutrina, os seus métodos de disciplina, as técnicas de convencimento de aproximação de simpatizantes são admiradas e copiadas por instituições ultranacionais de diversas abas do setor mais importante da riqueza mundial. O modelo de gestão do grupo de religiões é, pode-se dizer, um case que venceu séculos e que permanece notavelmente operoso e confiável para cada uma das crenças.
Fifica Nunes Campos

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

De quem tirar mais dinheiro?





Contribuição de Zilnete

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV:
Colbert - ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV
  
Mazarino
 - Cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Ele era um notável coletor de arte e jóias, particularmente diamantes, e ele deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris
REPASSANDO 0- mh

Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar [o contribuinte] já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...

Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criam-se outros.

Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E então os ricos?

Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: Então como havemos de fazer?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres.  É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para  compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.

Aprenda outra língua

Mulher corajosa

Aprendendo outra língua

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fotos com movimento







Colaboração de Marcelo Novo

ECONOMIA CRÍSTICA




 A foto exibe um esforço notável para colocar o pinheiro, símbolo da festa de Natal, na posição vertical no Rockfeller Center, em Nova York.  Esta árvore demonstra como a tradição do calendário natalino é respeitada nos EUA. No resto do mundo essas ações se repetem.     
       Nova York sempre fez da festa de Natal um evento de marketing e ao mesmo tempo um ato de religiosidade. Nós, do mesmo modo, temos esta preocupação com o Natal; a árvore da Lagoa Rodrigues de Freitas no Rio é um exemplo de que valorizamos a data natalina. Lá como cá, Cristo merece orações, homenagens, festividades, mas, seu nome e este acontecimento são usados como commodity, ou um produto de uso comercial. Esse comportamento, que se repete em Dezembro em todos os continentes, é abençoado pelo Comércio que usa a simbiose entre a crença e o dinheiro para usufruir do carisma do Natal. Acredita-se que três terços do comércio do mundo têm utilizado a data natalina como um incentivo de alavancar compras. Os adjetivos colados ao seu nome avalizam essas ações.
       Cristo é ícone da religião; tema do comércio; indulto de pecadores; esconderijo de criminosos; tábua de salvação de descrentes; conforto de covardes. É um nome, é um anjo, um Homem que pertence ao inconsciente coletivo de grande parte da humanidade. Cerca de um terço da população mundial usa seu nome em várias oportunidades para ultrapassar obstáculos. Por meio de atos de fé, de orações, de sacrifícios os cristãos confiam no filho de Deus para alcançar as graças pedidas... Seus atributos são grandiosos.
        A movimentação de recursos em nome de Cristo no ambiente da economia de serviços do mundo supera muitos PIB’s de muitas economias no Planeta. Esse colosso da soma de dinheiro enlaçado em torno de Cristo revela a importância da religião como fonte de recursos econômicos.
       Essa particular e sublime conexão que atua em nome de Cristo, em volta da Terra, é insofismável e reconhece a integral de reverências e da qual resulta em uma economia crística. As reservas dessa economia são sustentadas por uma população que alcança um número perto de dois bilhões de pessoas espalhadas em todos os continentes.
        Diante dos números estimados por órgãos de acompanhamento do setor de serviços da economia mundial, a economia da fé – judaísmo, islamismo, hinduísmo, protestantismo, budismo, cristianismo e outras - somariam uma importante fatia do bolo da riqueza do mundo. Um estudo recente da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - estipula o Setor de Serviços detém 70% do PIB mundial – (65 trilhões de dólares) - e revela, por conseqüência, como o principal braço da economia do planeta
       Sem fazer muitos cálculos e levantando o patrimônio físico de todas as religiões como catedrais, mesquitas, igrejas, sinagogas, seminários, colégios, editoras, movelarias, tipografias e outros bens tangíveis como a rouparia,  livros sagrados e profanos, aparelhos de ampliação de som e outros instrumentos compulsórios de cada religião; viagens, encontros, concílios pode-se alcançar uma conta de uma dezena de trilhões de dólares.      
       A força que as religiões injetam na sua forma de instruir os seguidores de sua doutrina, os seus métodos de disciplina, as técnicas de convencimento de aproximação de simpatizantes são admiradas e copiadas por instituições ultranacionais de diversas abas do setor mais importante da riqueza mundial. O modelo de gestão do grupo de religiões é, pode-se dizer, um case que venceu séculos e que permanece notavelmente operoso e confiável para cada uma das crenças.
Fifica Nunes Campos

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma aula de companheirismo, de confiança

fifcanunes@yahoo.com.br

Uma aula de companheirismo

http://www.facebook.com/video/video.php?v=10150238993941093

Imaginem um animal de 2 toneladas se aproximando de você em uma praia...
Aproveitando uma mensagem de Carla Vescheleiser

O valor do passado



                                           O VALOR DO PASSADO
De sábado para domingo, no Skorpius, um bar do hotel Antares, quatro amigos tentaram retomar uma conversa interrompida há 40 anos na rua Formosa em torno de uma mesa de jantar, onde se jogava ‘futebol de botões’. Para reforçar a memória, um ‘time inteiro’ saiu de uma caixa de sabonete Phebo, uma caixa redonda de madeira e, com o carinho de quase meio século foi juntar-se  aos copos de cerveja e aos pratos de iscas.
Ainda envolto em talco, junto a papeis de seda, mas sem o brilho das parafinas, eles começaram a escorregar pressionados por uma palheta, que nada mais é do que o anteparo de uma chupeta de criança, atrás de um grão de milho, a bola oficial.
Os craques que antes serviram a capas, paletós ou roupas femininas eram tratados com precisão, com delicadeza e até com arte. Depois de preparados, raspados com pedaços de lâmpadas nas suas bordas, lixados no seu fundo, escovados com flanela no seu topo, eles ficavam com o aspecto de ‘jogador de futebol’. Conforme o tamanho, a altura eles ocupariam uma posição no ‘gramado’. Os mais leves tinham a incumbência do ataque. Os mais pesados e mais altos eram escalados na defesa. Os atacantes, mais habilidosos, tinham que vencer o goleiro adversário - a caixa de fósforos com chumbo dentro – que guardava uma meta em que sobrava um centímetro de cada lado e no alto. Apesar da dificuldade, o aproveitamento era sempre em torno de 70% das tentativas. Com jogos lá e cá, em residências diferentes, as oportunidades eram equilibradas.
No final do ano, como eram donos de times, os amigos tornavam-se ‘cartolas’ e saiam trocando Geninho por Pedro Amorim... Passados alguns dias os botões ganhavam outros nomes e se transformavam em Orlando ou Pirilo.
Uma caixa redonda de madeira reacendeu emoções contidas e arremeteu como um pavio de pólvora os sentimentos de pessoas com cabelos brancos e com a velocidade de pensamento percorreu quatro décadas. A partir daí fez com que cada um vestisse um uniforme que se compunha de uma calça com dólmã cinza...
Na segunda-feira, à tarde, em Udine no norte da Itália, uma torcida entre saudosa e angustiada prestava uma homenagem a uma carreira brilhante de um jogador de futebol, Zico. Um jogador acima das paixões futebolísticas  porque sua arte deixou de pertencer aos seus torcedores flamenguistas para ser internacionalizada pelo seu talento, pela sua criatividade.
No pequeno espaço de tempo em que Zico deixou de jogar naquela cidade italiana as marcas de saudade podiam ser vistas nas faixas que os torcedores registravam sua admiração – ‘una magica notte per um único amore, Zico nel cuore’- e também pelas várias ocasiões em que o homenageado tratava a bola com arte dos mestres e a humildade dos puros. A atenção que os italianos dedicavam ao seu ídolo era um presente a uma obra em que os melhores quadros ou lances não podem ser guardados porque são solos sem partituras, óleos sem tela, versos sem palavras, esculturas esculpidas ao vento, frases sem verbo, como um passe de mágica, quase uma ilusão...
Ainda que os meios de comunicação consigam absorver boa parte dessas obras desses nobres do esporte muita coisa boa se perde. Sobra para nós a certeza de que esses expoentes são os verdadeiros agitadores desta difícil arte de jogar futebol e, é exatamente por meio destes lideres carismáticos, como Zico, que o futebol perpetua sua posição de atividade esportiva mais popular em todo planeta. Grazzia Zico...
Na quarta-feira, dia 29 de março, no Calçadão, um documento histórico, o Pelourinho, recebia uma desrespeitosa e perversa homenagem. Era coberto com um manto negro com a intenção de chamar a atenção, não sobre o monumento e sim para o artista que concebeu o gesto. Como se não bastasse o Pelourinho recebia uma ameaça: seria retirado dali para o Cemitério...
Uma idéia como essa, além de cruel, e exatamente igual a uma demolição. - lição do demônio – e fica muito próxima do que se fez com o Trianon...
Fifica Nunes Campos

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Frase de Vargas Llosa

“O objeto que representa a civilização e o progresso não é o livro, o telefone, a Internet ou a bomba atômica”, ensinou Mário Vargas Llosa ao receber o Nobel de Literatura. “É a privada”

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O vôo do buquê de noiva

                                          O VÔO DO BUQUÊ DE NOIVA 

O cerimonial do casamento no mundo tem tradição que vence o tempo. Seu ritual  de milhares de anos permanece em uso sem grandes mudanças. Seu sistema  atravessa fronteiras, infiltra-se em culturas de diversas nações, e impõe-se como tradição.

Com cerimônias acordadas pela experiência ora religiosa, ora profana, ora cultural, ora  financeira elas acompanham os casais como um patrimônio sentimental ou um conceito de valor. Distribuem, assim, suas inúmeras possibilidades de tratar um momento de sagração, de um processo de sedução.

Os noivos caminharam pela passagem do namoro, noivado e chegaram ao altar de consagração de um contrato nupcial. Passaram por jogos de atração, pelos embates de convencimento, por fim, pelo pleito da eleição.

A certificação do processo iniciado, em geral anos atrás, torna-se pública. A diplomação cartorial habilitará o casal a cingir seus sentimentos guardados entre si. A cerimônia religiosa vai nomear uma rainha de branco que fará todos se levantarem à sua chegada à nave nupcial e causará rebuliço, admiração, aprovação, quem sabe inveja. Ao mesmo tempo, aguçará o senso crítico das mulheres, provocará lágrimas,

No altar, desfilam promessas, cânticos, fotos, filmagens, flores,  velas. Ali está o início da jubilação. Um rito de passagem. Uma despedida de um roteiro que nomeia o tempo anterior em jazigo de solteirice. Segue-se um protocolo de afirmação de intenções misturado com os sentimentos de alegria e espanto do futuro par. Somos convidados a levantar os braços e dirigir a palma da mão e torná-las um carimbo de bênção ao casal. E de repente, a emancipação, o selo de independência para os noivos: marido e mulher!

A partir daí, no roteiro da cerimônia, os noivos descem três ou dois degraus , do nível do sagrado, e chegam a outro patamar: o chão da igreja. Ainda assim, seguem acolchoados pela proteção do espaço interior da igreja,  do carisma que ela possui, das metáforas que ela abriga e prega com fé; pelos votos das suas famílias, mais as expectativas dos amigos e padrinhos. Passo a passo, deixam para trás os suspiros da assembléia de esperanças, e percorrem os últimos metros até encontrar outros degraus e tocam o piso da vida: a rua.

Nesse instante tudo muda. Sem bênçãos e carinhos ficam de costas para igreja e passam a serem cobrados por sorrisos, contorções para poses... Estão na companhia dos fotógrafos e cinegrafistas.

Vencem a etapa de transição do momento religioso para a cerimônia laica e sentem-se mais à vontade em seus novos papéis ao se encontrarem com os convidados de sua festa no salão lotado. Quase de imediato todo o roteiro profano modifica o ambiente por causa do movimento que a noiva faz. As meninas atentas percebem que está chegando a hora do buquê da noiva voar até elas. A platéia feminina começa a se organizar para o momento da loteria. Quem será premiada com o ramalhete de flores? 

Tudo pronto. A rainha da festa posiciona-se de frente para o futuro, dá as costas para o passado e atira o símbolo da vitória na direção do sonho de suas amigas presentes. As flores mágicas fazem um percurso de menos de um segundo e voa na direção das mãos de uma delas. O ‘troféu’ é apertado entre os dedos nervosos, esperançosos da sorteada e fica pronto para competir com a desconfiança que se opõe ao mito do buquê de noiva.