sábado, 31 de agosto de 2013

Mundial de Judô / Quadro de medalhas

 - Atualizado em 


Brasil é campeão no feminino, 9° no 




masculino e termina em 4° no geral


País ganha 6 medalhas individuais no Mundial do Rio, 5 delas de mulheres


         Por Rio de Janeiro


             



O ouro de Rafaela Silva, o primeiro do judô feminino brasileiro em mundiais, as pratas de Érika Miranda e Maria Suelen Altheman, e os bronzes de Sarah Menezes e Mayra Aguiar garantiram o título geral para as mulheres do Brasil no Mundial do Rio. Com uma única medalha entre os homens, a prata de Rafael Silva, o Brasil terminou apenas em nono lugar no masculino. Na classificação geral, o país terminou na quarta colocação, ficando atrás de Japão, França e Cuba.Confira o quadro de medalhas do Mundial de Judô 2013!
Info_Quadro-Medalhas_JUDO-3 (Foto: Infoesporte)

Olimpíada do Rio tem graves problemas e ameaça o evento... diz COI / Jamil Chade

Jogos do Rio correm risco, diz Comitê Olímpico Internacional

Documentos secretos do COI apontam problemas graves na preparação e financiamento do evento, que está ameaçado

31 de agosto de 2013 | 8h 00
JAMIL CHADE - O Estado de S. Paulo
LAUSANNE (SUÍÇA) - A preparação e o financiamento do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016 sofrem profundos atrasos que já colocam em sério risco o evento. Obras e estádios incompletos, esportes sem um plano claro dos locais de disputa, falta de dinheiro, de patrocinadores e um déficit crônico de quartos de hotel são apenas alguns dos desafios que a cidade enfrenta.
COI aponta atrasos na construção da Vila Olímpica - Luciola Vilela
Luciola Vilela
COI aponta atrasos na construção da Vila Olímpica
As informações fazem parte de um relatório "estritamente confidencial" do Comitê Olímpico Internacional (COI), obtido com exclusividade pelo Estado. Faltando três anos para os Jogos, o raio X da entidade revela sem meias palavras uma cidade despreparada para o evento e com problemas financeiros.

A avaliação, que se contrasta aos discursos de políticos e de Carlos Arthur Nuzman, será usada como base dos debates que começam hoje no Rio, na reunião promovida no Brasil entre o COI, governo e organizadores locais. O informe técnico classifica os 44 capítulos da preparação em três cores diferentes: verde, para as áreas que estão em dia; amarelo para aquelas sob ameaça; e vermelho nos casos de atrasos que já comprometem os Jogos. Apenas metade da preparação está em dia.

Se o COI tem adotado um tom mais diplomático para cobrar o Rio e não vem apelando à críticas escancaradas, como a Fifa fez no caso da Copa do Mundo, a realidade é que os documentos secretos mostram um cenário dramático.
Um dos pontos que preocupam o COI é a infraestrutura, capítulo que está integralmente classificado de vermelho. No segmento de transporte, o COI pede um "monitoramento muito cuidadoso" da Linha 4 do Metrô, das obras entre a Barra e Zona Sul, a Transolimpica e a Transbrasil, todas atrasadas.
A entidade também aponta para o risco de que não haja uma frota suficiente de ônibus e pede que seja desenvolvido um plano alternativo caso a Linha 4 falhe. Vários projetos foram adiados de maio para o fim do ano, inclusive um estudo que determinaria a demanda por transporte na cidade.
O COI ainda pede que projetos de infraestrutura de abastecimento de água e eletricidade sejam "cuidadosamente monitorados", classificando esses itens de amarelo. Outra obra que aparece com um alerta amarelo é a do porto. Um atraso poderia acabar afetando os planos dos organizadores de usarem navios como hotéis.
HOTELDe fato, a rede hoteleira é outra que corre o risco de gerar sérios problemas e está classificada de vermelho pela avaliação. Até agora, o número de quartos contratados é de apenas 19,2 mil. O COI estima que o evento precisará de 45 mil.
O informe também revela o adiamento dos contratos com navios que seriam usados como hotéis, no porto do Rio. O prazo era que esses contratos estivessem concluídos em março de 2013. Agora, ficarão para o final do ano. Segundo o COI, houve um "interesse mais baixo de que se esperava por parte de empresas de navio."
A situação do aeroporto do Rio também merece uma luz amarela, com o plano operacional adiado de novembro de 2013 para março de 2014.
Mas são as instalações esportivas em total atraso que mais preocupam a entidade. Segundo o COI, locais de competições ainda não estão 100% confirmados. "O plano mestre de instalações esportivas precisa ser congelado agora", alerta o COI, em uma referência às frequentes mudanças de planos pelos organizadores.
"Ainda existem muitas e frequentes mudanças de locais ou incertezas sobre a localização e especificações das instalações", criticam. Entre as incertezas estão as instalações para os esportes aquáticos, corrida de rua, o Maracanã, canoagem e outros. "Essas mudanças e incertezas têm ou poderão ter impactos negativos nas operações", indicou o informe. Segundo o COI, o Rio teria já de saber em abril a capacidade total de todas as instalações. Mas isso foi adiado para novembro.
No caso do Maracanã, o COI alerta que processos legais podem ter um impacto ainda nos planos de adequação do complexo e, na prática, paralisar a preparação do estádio para 2016.
Uma crítica dura ainda é dirigida ao plano para Deodoro, com "atrasos adicionais no processo de licitação". "Isso coloca em risco a capacidade de ter esses locais prontos no prazo para os eventos-teste e, de uma forma mais global, impacta na conclusão efetiva do desenvolvimento inteiro da zona."
O COI pede "urgência máxima" em Deodoro, no planejamento, licitações e construção. Segundo o cronograma indicado no documento, o projeto de Deodoro deveria estar pronto em maio de 2012. Mas o novo prazo é novembro de 2013.
A entidade não deixa de criticar ainda a situação do estádio João Havelange, atualmente embargado. "Um calendário integrado de construção precisa ser urgentemente exigido", apontou o COI. "Isso teria de garantir não apenas os trabalhos de correção do teto, mas outras exigências para as instalações já existentes", indicou.
O COI cobra o Rio que "demonstre com precisão" esse calendário para o Estádio João Havelange e "de garantias de que prazos e cronogramas serão respeitados sem adiamentos."
A constatação é de que o Rio está atrasado e a definição final do número de eventos, dimensão e agenda será "desafiadora diante dos atrasos nos prazos de construção". Até a garantia de energia nas instalações esportivas estaria em aberto.
DOPINGUm dos capítulos mais atrasados é o do controle de doping. No informe, o COI alertava para o risco de que o Laboratório do Rio fosse descredenciado pela WADA, que ocorreu dois dias depois da elaboração do documento. Leis que deveriam ter sido aprovadas em junho de 2012 foram adiadas para setembro de 2013.
O COI ainda exige que governo adote leis que reduzam o risco de que recursos sejam acionados na Justiça por partes de empresas que saiam perdedoras em licitações, o que evitaria novos atrasos. Outra exigência: garantir que não haja falta de material, cimento e areia para obras. 

Beleza em meio à notícias ruins.../ Ricardo Setti

30/08/2013
 às 12:00 \ Tema Livre

MULHERES LINDAS: A morenaça brasileira que está bombando em Bollywood

NATHALIA: “Voluptuosa como uma brasileira e doce como uma punjabi”
NATHALIA: “Voluptuosa como uma brasileira e doce como uma punjabi”
Entrevista concedida a Guilherme Dearo, publicada em edição impressa de VEJA

ONDE AS LOIRAS NÃO TÊM VEZ
A modelo carioca Nathalia Kaur, de 23 anos que saiu do Rio em 2011 para trabalhar por três meses na Índia conta como virou uma estrela de Bollywood

Como você virou atriz de cinema na Índia?
No Rio, eu estudava direito e trabalhava como modelo. Em 2011, me chamaram para uma campanha em Mumbai por três meses. Nesse período, acabei participando de um reality show de modelos na TV e ganhei. Fiquei famosa no país inteiro e me chamaram para fazer um filme. Deu tão certo que acabei ficando de vez. Já fiz seis longas.

Você é desconhecida no Brasil. Na Índia, as pessoas sabem quem você é?
Não consigo sair na rua quando estamos divulgando os filmes. Já fui reconhecida até em Londres e Dubai.

Você tem mesmo ascendência indiana, como diz?
Os avós do meu pai eram punjabis. Mudei meu sobrenome para Kaur, que é bem comum por aqui. Era impossível eles pronunciarem “Pinheiro”.

Você foi bem recebida desde o início?
No começo, não. Chega aqui uma brasileira altona, bronzeada, linda, maravilhosa… Sentia que eles ficavam incomodados. Mas, quando digo que tenho sangue indiano, ficam mais tranquilos. Eles me acham linda. Tenho corpo brasileiro, com mais curvas, e um rosto local. Se eu fosse loira, não teria chance.

Você se define na sua página no Facebook como “perfeita combinação da voluptuosidade brasileira com a face doce e inocente dos punjabis”. Tirando a beleza, você tem talento?
Em Bollywood, a beleza conta mais que o talento, ninguém precisa ser brilhante.
Do seu fã clube na Índia
Do seu fã clube na Índia
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(Foto: CineGoer)
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(Foto: mid-day.com)
(Foto: mid-day.com)
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(Foto: CineJosh)
(Foto: CineJosh)

Vestidos de noiva artesanais...! / "Sou do lar"

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/
31/08/2013
 às 10:56 \ Feira Livre

Cara ou Coroa: A modista

Publicado em 2009 no site de Veja
BRANCA NUNES

Costurar é desmanchar, avisa Maria Celina de Freitas Nunes, revelando o maior segredo da profissão. “É preciso fazer e refazer a mesma peça dezenas de vezes até que esteja perfeita”.
Ela sabe do que está falando. Celina aprendeu a costurar aos 14 anos com as bordadeiras da Ilha da Madeira, em Portugal. Fez o que toda garota da sua idade fazia para garantir um bom casamento: costurar, bordar, cozinhar, cuidar da casa. O mínimo. “Uma moça prendada”, diziam.
Foi também nessa época que o enxoval para o casamento ainda nem programado com o noivo que ela ainda nem conhecia começou a ser confeccionado. “Ninguém tinha dinheiro para comprar tudo de uma vez”, lembra. “Fazíamos aos poucos, com as próprias mãos”.
O de Celina demorou dez anos para ficar pronto. O vestido de noiva foi emprestado. Um dia, ela entrou na igreja. No outro, embarcou com o marido para o Brasil, segunda opção na lista encabeçada pela Inglaterra. O casal emigrou em busca de trabalho com a ideia de permanecer em terras estrangeiras o mínimo possível. Faz 34 anos.
Em São Paulo, a menina que sempre foi considerada boa costureira se transformou numa das modistas mais requisitadas da cidade. Profissão conhecida somente por quem já passou dos 50 anos, a modista, uma especialista em alta costura, além de manejar linhas e agulhas com perfeição, cria o modelo e desenha o molde. Hoje, existem costureiras, estilistas, personal stylers, produtores de moda, gestores de moda, designers de moda e outros profissionais aos montes. A modista é uma espécie em extinção.
“É preciso dedicação, disciplina e paciência”, diz Celina, enumerando as qualidades que o ofício requer. “As pessoas aprendem a costurar porque querem ganhar dinheiro rápido, mas nesta profissão a pressa é a principal inimiga da perfeição”. Quem é de uma classe social mais alta e se interessa por moda, dificilmente se propõe a “pilotar a máquina”. Esse serviço normalmente é terceirizado, e as costureiras são consideradas o degrau mais baixo na hierarquia do mundo da moda.
Celina começou por ele: costurando roupas do dia a dia. Calças de alfaiataria, tubinhos de piquê, vestidos de viscose, tailleurs. Detestava. De tanto escutar elogios de clientes como Reinaldo Lourenço, Glória Coelho, Tônia Carreiro e José Possi Neto, Celina convenceu-se de que realmente tinha mãos de fada. Decidiu especializar-se em roupas de festa.
Há 15 anos, finalmente descobriu e apaixonou-se por sua vocação: a mulher que se casou usando uma roupa emprestada agora só faz vestidos de noiva – “e o da mãe da noiva, quando elas insistem muito”. Neste ano já foram 26. O preço médio é 7.000 reais por peça, já incluído o valor do tecido (seda pura, na maioria das vezes). “Eu sei que o que faço é uma obra de arte”, fala com orgulho, esforçando-se para vencer a timidez.
Celina pode até baixar um pouco o valor, dependendo do modelo. Mas, depois de amargar muitas injustiças, aprendeu a valorizar o ofício. Serviço não falta. E até sobra. Se lhe perguntam qual sua profissão, a resposta é sempre a mesma: “do lar”. “Quando você diz que é costureira, as pessoas pedem seu telefone na hora”, diverte-se. “Todo mundo procura uma boa costureira”. Muitos correm atrás de trabalho, Celina foge.
Leia outros perfis da seção Cara ou Coroa:

Vitrine de jornais e revistas / 31/082013 / Folha.com

31/08/2013 - 06h30

Veja as manchetes dos principais jornais e revistas deste sábado

DE SÃO PAULO

Ouvir o texto
*
Jornais nacionais
O Estado de S.Paulo
PIB surpreende, cresce 1,5% e melhora previsão para o ano
O Globo
Boa notícia: PIB sobe 1,5% e surpreende com alta em todos os setores
Correio Braziliense
Alta do PIB pega até o governo de surpresa
Estado de Minas
Fim do voto secreto em 11 dias: basta querer
Zero Hora
PIB surpreende e tem maior crescimento em três anos
*
Veja
Vergonha - A preservação do mandato do presidiário Natan Donadon agride a democracia
Época
Mais médicos? Só isso não basta
IstoÉ
Fuga Fantástica
Carta Capital
Nas barbas de Patriota
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Sem apoio, EUA defendem ataque à Síria
The Washington Post (EUA)
Governo indica que ataque à Síria está próximo
The Guardian (Reino Unido)
EUA montam plano para ataque à Síria
Le Monde (França)
Hollande: 'Não é para derrubar o ditador sírio'
El País (Espanha)
EUA apresentam provas para atacar Síria sem aval da ONU
Clarín (Argentina)
Malena enviou uma mensagem à Cristina
+ LIVRARIA

PE: Circuito Brasileiro de vôlei de praia começa hoje; assista de graça - Terra Brasil

PE: Circuito Brasileiro de vôlei de praia começa hoje; assista de graça - Terra Brasil


  atualizado às 12h58

PE: Circuito Brasileiro de vôlei de praia começa hoje (30/08); assista de graça




Taiana, que formará dupla com Talita, é uma das favoritas ao título Foto: CBV / Divulgação
Taiana, que formará dupla com Talita, é uma das favoritas ao título
Foto: CBV / Divulgação

  • Felipe Held
    Direto do Recife*

   O principal torneio nacional de vôlei de praia tem início nesta sexta-feira, no Recife: o Circuito Banco do Brasil, que abre a temporada 2013/2014 com a etapa do Recife. A arena será aberta gratuitamente ao público, que poderá assistir de perto a nomes consagrados do esporte como Emanuel, Juliana, Ricardo, Alison, Maria Elisa e Talita em ação na areia da Praia do Pina.
A etapa do Recife começa às 8h (de Brasília) desta sexta-feira, quando serão realizadas as primeiras partidas. O cronograma do sábado tem início no mesmo horário, enquanto no domingo as finais feminina e masculina estão marcadas para as 9h. A capacidade da arena é de mil pessoas, e a entrada do público se dará por ordem de chegada – recomenda-se chegar um pouco mais cedo, especialmente no dia das decisões.

"Maioria licenciosa" // Dora Kramer


30/08/2013
 às 16:56 \ Feira Livre

‘Maioria licenciosa’, por Dora Kramer

Publicado no Estadão desta sexta-feira
DORA KRAMER
O que dizer diante da decisão da Câmara de preservar o mandato de Natan Donadon, ora em cumprimento de pena no presídio da Papuda (DF) por desvio de dinheiro público e formação de quadrilha?
Se ele mesmo se surpreendeu ─ “Não acredito!”, reagiu – com o resultado da votação secreta (233 votos pela cassação, 131 pela absolvição e 41 abstenções), é de se ressaltar o caráter espantoso da decisão.
O aparentemente impossível, no Parlamento acontece.
Parecia óbvio que suas excelências não cometeriam tal abuso: mais que uma agressão aos fatos, um desrespeito ao Judiciário que o condenou a 13 anos de prisão e uma afronta ao próprio Legislativo que admitiu, assim, a compatibilidade entre o exercício do mandato e a condenação penal.
Durante o dia a cassação era dada como certa. De noite, na sessão em que Donadon foi autorizado a tirar as algemas para apresentar sua defesa, nenhum discurso em prol da absolvição. Apurados os votos, contudo, emergiu a força da maioria silenciosa e, por ação e omissão, licenciosa.
Houve maior número de votos pela condenação, mas somadas as abstenções, os ausentes (108) e os favoráveis à preservação do mandato, chegamos a 280 deputados em apoio a Donadon contra 233. Faltaram 24 votos para o alcance do quórum necessário (257) à cassação.
O presidente da Câmara, Henrique Alves, fez o gesto inútil de declarar afastado do cargo o deputado que já estava afastado, confinado a uma cela desde o dia 28 de junho e, não obstante, será “excelência” ainda por um ano e meio. A maior parte de seus pares fez isso confiando na proteção do sigilo. Atingiram a todos, inevitavelmente nivelados por baixo.
O resultado não seria o mesmo se a votação fosse aberta. Nem a Câmara precisaria arcar com o inevitável acréscimo em seu robusto patrimônio de desgaste se tivesse optado pelo artigo da Constituição que determina a perda do mandato para os condenados em ações penais, e não pelo dispositivo que transfere a última palavra ao Legislativo.
As duas questões já poderiam ter sido resolvidas, caso houvesse interesse real em resolvê-las com a aprovação do fim do voto sigiloso em processos de cassação e da emenda que prevê a perda automática de mandato para condenados, ambas as propostas em tramitação no Congresso.
Mas, como ficou claro na exorbitante decisão da noite de quarta-feira, a maioria no Legislativo não está preocupada em corrigir nada. Aliás, está pouco ligando para coisa alguma que não seja a causa própria, neste caso a autoproteção.
Está criado o precedente para que os condenados no processo do mensalão continuem deputados até o início de 2015, independentemente de o Supremo Tribunal Federal daqui até lá determinar ou não o cumprimento das sentenças.
Os quatro, José Genoino, Pedro Henry, João Paulo Cunha e Valdemar Costa Neto estavam ausentes da sessão, engrossando a tropa dos que ajudaram a absolver o condenado fazendo da Câmara merecedora do troféu vergonha alheia do ano.
Fogo na roupa ─ O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, nega que haja “fragilidade no sistema elétrico” ao mesmo tempo em que atribui o apagão de quarta-feira no Nordeste à queimada em uma fazenda no Piauí.
Uma contradição em termos, pois ou o sistema não é firme e seguro o bastante para evitar que nove Estados fiquem sem luz por causa de uma queimada ou a razão da queda de energia é outra.
Em dezembro, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS) e o secretário-geral do ministério disseram que a série de apagões país afora era provocada por raios.