quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O brasileiro perdeu a paciência com seus políticos. Veja a PEC. que chegou ao Congresso. ..

POR ESSA O GOVERNO, NÃO ESPERAVA!

PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO DE INICIATIVA POPULAR ENTREGUE ONTEM AO CONGRESSO NACIONAL  COM O NÚMERO RECORDE DE 2. 500. 000. 000 (DOIS MILHÕES E QUINHENTAS MIL ASSINATURAS!!  MAIOR DO QUE O DA "FICHA LIMPA"! ) ORGULHOSAMENTE REPASSO.
LUCIANA UCELLI
A cobra vai fumar
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2013 (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

🇧🇷1. Fica abolida qualquer sessão secreta e não-pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as suas sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.

🇧🇷2. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

🇧🇷3. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

🇧🇷4. Os senhores congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

🇧🇷5. Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

🇧🇷6. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

🇧🇷7. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

🇧🇷8. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

“A petição com os dois milhões e meio de assinaturas chegou ontem no congresso nacional.Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA!

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO 🇧🇷🌈

Se você concorda com o exposto, REPASSE.  Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

🌈Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.🌈

Não se acomode!
Não adianta apenas reclamar!!!
Não custa repassar!!!
Apoiado!👊🇧🇷🌈

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Notícias inacreditáveis de Brasília..// Cláudio Humberto

14 DE FEVEREIRO DE 2018
Apesar do monopólio na produção de petróleo e seus derivados, principalmente gasolina, e de controlar o mercado, a Petrobras presidida por Pedro Parente acha relevante gastar mais de meio bilhão de reais (exatos R$550 milhões) durante 30 meses em propaganda. Para ter tanto dinheiro em caixa, a Petrobras mantém margens de lucro elevadas com a política de preços que explora o consumidor brasileiro.
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A Petrobras justifica a exploração com “preços internacionais”, mas não se conhece qualquer país com gasolina tão cara quanto a brasileira.
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Pedro Parente convenceu o presidente Michel Temer e reproduzir a sua lorota dos “preços internacionais”, na qual poucos acreditam.
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Até o Paraguai, que não produz petróleo, vende gasolina da Petrobras, nos postos da petroleira, a R$2,45 o litro (R$2,62 a gasolina aditivada).
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A estatal Petrobras gastou quantia superior a R$3,71 bilhões com publicidade e propaganda, nos últimos quinze anos.

Chegam ao fim, este ano, os mandatos dos senadores Pastor Bel (PRTB-MA), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Hélio José (Pros-DF), Pedro Chaves (PSC-MS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Vanessa Grazziontin (PCdoB-AM) e, com eles, a presença desses partidos. Se não forem reeleitos, essas siglas desaparecerão do Senado. PDT e PR podem virar partidos com um único senador.
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Representante único da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues lidera as pesquisas, no Amapá. É o único caso entre partidos de um senador só.
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O senador Pedro Chaves acertou sua saída do PSC e ingresso no PRB de Eduardo Lopes, que precisa renovar o mandato.
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O PTB tem dois senadores: Telmário Mota (RR) e Armando Monteiro (PE). O pernambucano não será candidato à reeleição.
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Carlos Siqueira, está cada vez mais isolado no comando do PSB. A bancada do partido na Câmara continua alinhada ao PT de Lula e Dilma, mas o resto do partido está cada vez mais nos braços do PSDB.
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Projeto de iniciativa popular, do grupo Foro de Brasília (criado em contraposição ao “Foro São Paulo”), estabelece o Crime de Lesa-Pátria, “baseado nos crimes cometidos pelo PT contra a Nação”.
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O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, tem sido apontado como um dos principais articuladores da aliança nacional do seu partido, o PSB, com o PSDB de Geraldo Alckmin. Os dois vivem conversando.
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Sofreu - e muito - o projeto de Lei que regulamentaria a profissão de relações institucionais, o lobby. Estava quase aprovado na Câmara. Mas, relatado por Cristiane Brasil (PTB-RJ), foi para a geladeira.
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Antonio Reguffe e Kátia Abreu são os únicos senadores sem partido. Pouco antes do impeachment de Dilma ele deixou o PDT, que apoiava a petista. E ela foi expulsa do PMDB... por apoiar a petista cassada.
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Entre os partidos de “esquerda” no Amazonas, o principal pré-candidato ao Senado é o ex-deputado Francisco Praciano (PT). Para manter mandato, Vanessa Grazziotin (PCdoB) pode tentar a Câmara.
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O deputado Izalci Lucas (DF), que queria ser o candidato tucano ao governo do DF, procura um novo partido. É que o seu PSDB vai fechar com o PSB do governador Rodrigo Rollemberg. Lucas não gostou.
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Projeto do deputado Carlos Gaguim (Pode-TO) obriga o uso da taxa de R$257 apenas para emissão do passaporte. Atualmente o dinheiro vai para o caixa único e, por isso, faltou dinheiro para a emissão em 2017.
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...esta quarta-feira de cinzas é o primeiro dia do ano, mas o problema é que está todo mundo curtindo a maior ressaca.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

'Doctor Zhivago' estreou este ano em Cuba pela TV oficial

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‘Doctor Zhivago’, un viejo conocido se estrena en Cuba

El libro formaba parte de la colección privada de un escritor que partió al exilio y el título no parecía atractivo, pero me aventuré, aburrida en medio de la sequía editorial de los años 90. En sus páginas se narraba un país que conocía, pero descrito como un lugar diferente, convulso, injusto y duro. Doctor Zhivago llegó a mis manos cuando la Unión Soviética había desaparecido y me brindó parte de las respuestas para explicar aquel descalabro.
Un cuarto de siglo después, la televisión cubana ha transmitido finalmente la conocida película inspirada en la novela homónima y dirigida por el director británico David Lean. El filme, estrenado en el lejano 1965, estuvo ausente de las pantallas de la Isla hasta que el pasado 22 de enero fue proyectado, no sin que antes el comentarista del programa advirtiera sobre las distorsiones ideológicas de la cinta.
Una aclaración innecesaria, pues la historia de Yuri Zhivago es harto conocida en esta Isla gracias a la infalible fórmula de que “no hay nada más atractivo que lo prohibido”. Durante décadas la obra escrita por Boris Pasternak circuló de mano en mano, forrada su carátula con algún ejemplar del aburrido Granma para evitar los ojos indiscretos o, en los últimos años, en ese esquivo formato digital que burla fácilmente a los policías del pensamiento.
El filme, estrenado en el lejano 1965, estuvo ausente de las pantallas de la Isla y fue proyectado este enero después de advertir a los televidentes sobre las distorsiones ideológicas de la cinta
A diferencia de 1984 de George Orwell, Doctor Zhivago no fue proscrita por vaticinar un futuro totalitario que encajaba en muchos puntos con nuestra Cuba socialista, sino porque describía un pasado incómodo para quienes querían presentar a Rusia como un país donde los proletarios habían alcanzado el parnaso de la igualdad, el compañerismo y la justicia.
En lugar de esa visión maniquea que se impartía en las escuelas cubanas, la obra de Pasternak se enfocaba en un individuo atormentado, sacudido por los vaivenes sociales y más preocupado por salir ileso de las circunstancias que de inmolarse por una causa. Era un antihéroe alejado del “hombre nuevo” y del ideal soviético.
Las peripecias que debió sortear el libro también sirvieron de argumento a los que esgrimían las tijeras en las editoriales de la Isla. Su publicación en 1957 en Italia, el Premio Nobel que le granjeó a Pasternak y las presiones oficiales que lo obligaron a rechazar el galardón contribuyeron a que se negara su lectura a los cubanos.
En lugar de esa visión maniquea que se impartía en las escuelas cubanas, la obra de Pasternak se enfocaba en un individuo atormentado y sacudido por los vaivenes sociales
La “camaradería” en el bloque comunista incluía tales acciones. Un autor censurado en uno de los países que conformaban la vasta geografía roja también caía en la lista negra en las otras naciones que orbitaban alrededor del Kremlin. La Habana no faltó a esa máxima y fue fiel a su madrastra patria, privando a sus nacionales de un obra antológica del siglo XX.
La censuraron en Cuba no solo por complicidad ideológica con el país que sostenía económicamente todas la excentricidades de Fidel Castro, sino porque en sus páginas la Gran Revolución Socialista de Octubre salía mal parada, era un amasijo de delatores, policías, presiones de todo tipo y mentiras. Un escenario asfixiante donde el individuo apenas podía resguardar su privacidad y su yo.
Cuentan que cuando fue excluido del poder, en 1964, Nikita Jrushchov leyó la novela de Pasternak. “No deberíamos haberla prohibido. Tendría que haberla leído. No hay nada antisoviético en ella”, reconoció entonces.
Los censores cubanos, sin embargo, no han esbozado una disculpa, tampoco es que haga falta. La Historia se ocupó de lanzarles una sonora trompetilla: el país que intentaban proteger de las supuestas calumnias del escritor dejó de existir hace casi tres décadas; en cambio, Doctor Zhivago sigue siendo una novela vibrante e inolvidable.
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