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sexta-feira, 4 de maio de 2012

1984, um vídeo da Aplle que mostra Steve Jobs interpretando Franklin Roosevelt...

Steve Jobs interpreta Roosevelt em curta da Apple de 1984
02 de maio de 2012  18h52

Curta de 1984 traz Steve Jobs no papel de Franklin Roosevelt. Foto: Reprodução
Curta de 1984 traz Steve Jobs no papel de Franklin RooseveltFoto: Reprodução
Em 1984, a Apple criou esse curta temático da 2ª Guerra Mundial para inspirar seus funcionários em um retiro da empresa no Havaí. Nele, Steve Jobs interpreta Franklin Delano Roosevelt. O NetworkWorld, que conseguiu esse vídeo surreal de um ex-empregado da Apple, diz que ele foi inspirado pelo então recente super sucesso da empresa, o comercial 1984, exibido no Super Bowl.
Assista ao vídeo e leia o texto completo no Gizmodo.

Histórias de dois amores de juventude de Obama derrubam site por acessos | Últimas notícias | Pernambuco.com - O melhor conteúdo sobre Pernambuco na internet

Histórias de dois amores de juventude de Obama derrubam site por acessos | Últimas notícias | Pernambuco.com - O melhor conteúdo sobre Pernambuco na internet
 Histórias de dois amores de juventude de Obama derrubam site por acessos 
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
04/05/2012 | 14h21 | Vanity Fair 
A primeira namorada de Obama, Genevieve >>>>                                                                             



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genevieve.jpg (500×375)Enquanto a campanha eleitoral nos Estados Unidos esquenta e Barack Obama viaja ao Afeganistão para assinar um acordo de pós-guerra, as histórias de — dois — amores de juventude do presidente fazem o site da revista “Vanity Fair” cair por excesso de tráfego. A publicação pôs no ar trechos de Barack Obama: The Story, livro escrito pelo repórter do jornal “Washington Post” David Maraniss, ainda inédito.
As seis páginas já divulgadas pela revista, com um resumo  feito pelo próprio Maraniss, contam as histórias de duas namoradas de Obama durante a faculdade: Alex McNear e Genevieve Cook. E é assim, sem revelar o rosto de um dos amores do presidente dos Estados Unidos — arrancando o doce da boca — que o leitor descobre que o relacionamento com Alex, a primeira delas, foi quase todo por meio de cartas. E que eles se conheceram em Los Angeles, no Occidental College, antes que Obama fosse estudar na Universidade de Columbia, em 1982 — quando o atual líder do mundo tinha apenas 20 anos.
Antes da faculdade de direito, de se embrenhar na política e de chegar à Casa Branca — e muito antes de conhecer Michelle, a primeira-dama —, Obama era um estudante esperto e curioso, apenas mais um dos inúmeros jovens de 20 e poucos anos que vivem em uma constante busca emocional por si mesmo. Em um dos trechos publicados na revista, o presidente é exatamente o que se espera de um rapaz introspectivo: muito contido, absorto e propenso a conversas frenéticas.
Maraniss afirma que não teve problemas em publicar detalhes sobre os relacionamentos amorosos de juventude do presidente. “O livro é, antes de tudo, uma biografia. As cartas e os diários aparecem mais como descritivos que apimentados”.
Um amor por meio de cartas
Alex McNear era uma jovem muito inteligente, um tipo meio literário, que Barack Obama conheceu antes de ser transferido para Columbia no primeiro ano da faculdade. Após meses de correspondência e namoro à distância, os dois só se reencontraram quando ela foi a Nova York, em 1982. Ali, tiveram um daqueles romances rápidos de uma noite inteira de conversa em um restaurante escuro.
Mas a relação à distância terminou rapidamente, apesar das muitas cartas trocadas entre os dois — algumas das quais estão no livro de Maraniss. “Você parece surpresa pela ambivalência irreconciliável de (T.S.) Eliot; você não concorda com essa ambivalência, Alex”, escreveu Obama em uma ocasião.
“A solidão que Obama sentia em Nova York se reflete em muitas das correspondências a Alex McNear”, diz Maraniss à “Vanity Fair”, que também publicou trechos das cartas. Ela é uma jovem que deixou apaixonado o homem que, na época, ainda gostava de ser chamado de Barry. A relação entre Barry e Alex morreu exatamente no verão de 1982.
“Eu te amo”, diz ela. “Obrigado”, diz ele.
Um ano e meio depois, em dezembro de 1983, Obama conheceu em uma festa de Natal sua primeira namorada séria, Genevieve Cook, uma mulher quatro anos mais velha, filha de um importante diplomata australiano e professora do ensino fundamental. Dias depois, ele a convidou para um jantar e os dois passaram a noite juntos. “Tudo parecia inevitável”, ela contou a Maraniss.
Sobre a rápida e intensa aproximação dos dois, Maraniss escreve: “ela tinha um diário, como ele; considerava-se uma observadora, como ele; encobria sua identidade, como ele; tinha uma mãe enérgica, independente e às vezes exasperada, como ele; e fervilhava de ideias sobre idealismo e o certo e o errado no mundo, como ele”.
O jovem casal passava um grande tempo cozinhando: ele adorava bife com gengibre e sanduíche de atum — receita ensinada pelo avô — com fatias de picles. Eles liam muitos livros, de Maia Angelou, Toni Morrison, Toni Cade Bambara, e discutiam sobre eles. Mas, apesar da aproximação, quando Genevieve lhe disse pela primeira vez que o amava, Obama respondeu com um “muito obrigado”, como se agradecesse por alguém amá-lo.
No livro, Genevieve relembra o romance de 18 meses e de seus sentimentos sobre si mesma: “O ardor sexual sempre esteve ali, mas o resto era de uma fragilidade muito grande. Enquanto ele dizia palavras doces e podia ser aberto e confiável, também havia uma frieza constante, e eu comecei a desconfiar de que nunca poderia atingi-lo. Até hoje Barack me intriga, com tanta coisa acontecendo debaixo da superfície, fora do alcance. Sempre em guarda, sempre sob controle”.
A jovem e o presidente terminaram em maio de 1985. O autor do livro conta que até ofereceu o diário de Genevieve a Obama, mas o presidente recusou a ideia, por falta de tempo graças à campanha política e à viagem ao Afeganistão. Mas que se interessou por ela: “O que ela tem feito atualmente?”, “Como ela está?”, perguntou.
Em Barack Obama: The Story, o autor revela ainda que Genevieve é a famosa mulher que o presidente descreve em seu livro Sonhos do meu pai — embora o presidente tenha escrito, na introdução, que a mulher do livro é a soma de várias, e não uma específica. O resto da história, só quando o livro chegar às livrarias. O sucesso de público da vida pessoal do presidente já está mais que garantido.
Da Agência O Globo

Uma ideia adaptada do modelo antigo faz sucesso em bares....

http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/noticia/2012/04/jukebox-voltou-ser-o-maximo.html

A jukebox voltou a ser o máximo

As máquinas de música que fazem sucesso nos bares têm cara de tablet

DANILO VENTICINQUE
FUTURISTA A jukebox TouchTunes Virtuo num bar americano. O design foi inspirado em smartphones e tablets (Foto: Bill Greene/The Boston Globe/Getty Images)
A QUERIDINHA DOS INDIES (Foto: revista ÉPOCA/Reprodução)
No início de 2009, depois de uma bem-sucedida carreira como executivo de gravadoras como Warner e BMG, o sul-africano Charles Goldstuck desistiu da combalida indústria fonográfica. Ao contrário de muitos de seus colegas, que trocaram as cadeiras nos escritórios de gravadoras por posições de destaque na saudável indústria de shows ou pela aposentadoria, Goldstuck tomou uma decisão aparentemente contraditória. Deixou de trabalhar com discos para embarcar no comando da empresa americana TouchTunesem, num negócio ainda mais decadente: a venda de jukeboxes, máquinas instaladas em lugares públicos, geralmente bares, que tocam músicas em troca de moedas.
As chances de sucesso eram remotas. As jukeboxes pareciam ter esgotado seus dias de glória havia várias décadas. Entre os anos 1920 e 1980, quando eram sinônimo de modernidade e estavam presentes nos bares mais badalados do mundo, elas invadiram a cultura popular. Foram atingidas por tiros e pontapés em filmes de ação e inspiraram videoclipes de sucesso como Faith, de George Michael. Num momento memorável do drama Quem tem medo de Virginia Woolf?(1966), a personagem Martha, interpretada pela atriz americana Elizabeth Taylor, dança na frente de uma jukebox para provocar o marido, até que ele, irritado, puxa o fio para desligar o aparelho. Hoje em dia, seria difícil encontrar uma jukebox para repetir a cena. Vítimas do sucesso do walkman e do iPod, que transformaram a experiência de ouvir música em algo individual, as jukeboxes viraram peças de museu. O número de máquinas nos Estados Unidos caiu de 150 mil na década de 1990 para 90 mil atualmente. As vendas caíam a cada ano. Até o ano passado.
Em 2011, Goldstuck anunciou ao mercado que, pela primeira vez desde seu declínio, a venda de jukeboxes começara a crescer. O motivo era o sucesso da TouchTunes Virtuo, criada para agradar aos jovens que haviam esquecido as antigas jukeboxes. Projetada pela Frog Design, a mesma empresa responsável pelas curvas delicadas do iPad, a máquina se assemelha a um grande tablet e usa uma conexão com a internet para interagir com aplicativos e redes sociais. É possível trocar a música usando um smartphone, sem sair do balcão do bar, e publicar descobertas musicais para os amigos no Facebook. A novidade conquistou o público dos bares mais descolados de Nova York e logo se espalhou pelos Estados Unidos: 52 mil máquinas já estão instaladas no país, e 1.000 são compradas por mês. Além de vender mais, a Virtuo é mais rentável que suas antecessoras. Em média, uma jukebox comum vende 200 canções por semana, a US$ 0,50 centavos cada uma. A TouchTunes Virtuo vende 600. Uma das razões é a quantidade de opções. A conexão com a internet permite que ela armazene 400 mil músicas, ante 60 mil de suas antecessoras.

Leoa de Zoológico confunde menino com zebra?

http://colunas.revistaepoca.globo.com/bombounaweb/2012/05/03/menino-com-roupa-listrada-e-confundido-com-zebra-por-uma-leoa-em-zoologico-americano/
A criança estava protegida por um vidro que separa visitantes de animais no Zoológico de Oregon

Leoa tenta atacar menino com roupa listrada em zoológio americano. Será que ele foi confundido com uma zebra?

Clque no link para ver o vídeo
Não sabemos se a leoa do zoológico de Oregon, nos Estados Unidos, estava apenas com fome ou se confundiu um menino que usava uma roupa listrada com uma zebra quando tentou atacá-lo. Seria assustador se não houvesse um vidro protetor impedindo um acidente. Mas a verdade é que o vídeo abaixo, que mostra o momento em que a leoa tenta pular em cima do menino várias vezes, é engraçado pela expressão da criança, que não se abala diante das investidas do animal. Nem seus pais ficaram preocupados e incentivaram o menino a acenar para a leoa e dizer “olá, gatinha”.

Amanhã a França escolhe outro "príncipe encantado" entre dois pretendentes...

O apelo de Marine

A ascensão da extrema direita na França traduz a desesperança de toda uma nova geração na Europa

RUTH DE AQUINO

RUTH DE AQUINO  é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA)

Pode parecer ironia. Na primeira vez em que a esquerda é favorita para retomar o poder na França depois de 17 anos, a estrela do momento se chama Marine Le Pen – e é da Frente Nacional, partido de extrema direita, fascista e xenófobo. Ela está fora da disputa da Presidência, mas seu crescimento é a maior novidade.
Marine conquistou 6,4 milhões de eleitores. Entre os operários, ela seria eleita: 29% votaram nela. Sua retórica atraiu 18% dos jovens de 18 a 24 anos. O maior equívoco que o mundo pode cometer é menosprezar o apelo de Marine. É tolice também achar que “jovens” e “operários” teriam de ser, por definição, esquerdistas e humanistas. Essa é uma generalização ingênua e ultrapassada.
Fora da República da “liberté, egalité, fraternité”, Marine é mais conhecida pelo cidadão comum e não politizado do que o socialista François Hollande. O mais votado no primeiro turno foi Hollande e, com a frente de esquerda, ele será provavelmente o novo presidente. Marine, filha caçula de Jean-Marie Le Pen, é uma personalidade mais polêmica, carismática e populista.
Seu verdadeiro nome é Marion Anne Perrine Le Pen. Advogada, tem 43 anos. Nasceu em 1968, quando os estudantes faziam barricadas nas ruas de Paris. Divorciada duas vezes, mãe de três filhos, estava no ano passado na lista das 100 pessoas mais influentes da revista Time.
Ela não se alinha com ninguém. Afirma ser “a líder dos patriotas de direita e de esquerda”. Seu discurso tornou-se sobretudo nacionalista. Marine defende o Estado forte. Menos cortes nos serviços públicos. A volta da idade da aposentadoria para 60 anos, elevada a 62 no governo de Sarkozy. Em alguns pontos, Marine parece estar à esquerda até de Hollande. E encarna “a mulher comum e batalhadora”. Para muitos, o voto na loura de voz rouca passou a ser símbolo de protesto anárquico.
O crescimento de Marine não é um mistério nem um privilégio da França. Qualquer filósofo de botequim conhece as causas. Desemprego, falta de perspectiva, crise do euro. E a alta imigração – legal e ilegal. O europeu de classe média, que na bonança adorava deixar o trabalho pesado e mal remunerado a cargo dos estrangeiros, olha agora para o imigrante como uma ameaça a seu padrão de vida.
Na Europa, em abril, o desemprego bateu recorde: 10,8%. Na França, na semana passada, o índice aproximou-se dos temidos 10%. Quase 3 milhões de franceses estão sem trabalho. Jovens são os mais atingidos.
Não é preciso eleger um presidente de extrema direita para uma nação endurecer contra estrangeiros. Basta ver como a Espanha tem agido com brasileiros nos aeroportos. As arbitrariedades espanholas se aproximam muito da xenofobia que costumamos atribuir ao fascismo. O primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, eleito no ano passado, é de direita. A taxa de desemprego é altíssima: 23,8%.

Na última semana, quem mais falou de imigrantes não foi Marine, mas Sarkozy e Hollande. De maneira constrangedora, cada um a seu modo, ambos tentam seduzir o eleitor da Frente Nacional, cujo apoio se tornou essencial no segundo turno, no dia 6 de maio.
Se existe hoje, na Europa deprimida e recessiva, uma verdade comum, é a fragilidade de quem está no poder. Líderes de esquerda e direita são derrotados facilmente pela oposição. Basta prometer mudança. É a principal bandeira de Hollande: “changement”. A crise derrubou 15 governos na Europa nos últimos três anos. Radicais de qualquer coloração política, quando não vencem a eleição, surpreendem pelo aumento da credibilidade. O centro não convence. O equilíbrio está fora de moda. Uma revista francesa estampou na capa antes do primeiro turno: “Qual dos candidatos mente mais e melhor?”.
Sarkozy prometeu reduzir à metade os novos imigrantes e propôs um teste do idioma francês para todo estrangeiro que quiser permanecer no solo da França (fico imaginando quantos imigrantes, franceses ou não, o Brasil teria de expulsar por não saber falar ou escrever direito o português).
Hollande condenou “toda imigração ilegal”. Prometeu impedir que clandestinos usem recursos dos franceses e continuem a viver na França sem dignidade. Mas defendeu o direito a voto dos estrangeiros de fora da Comunidade Europeia. Sua missão agora é convencer os eleitores de Marine de que eles estão iludidos – e que só a esquerda pode resolver os dilemas dos jovens e da classe trabalhadora, sem diploma.
O que mais dá medo não é a ascensão fulgurante de Marine ou a escalada mais discreta de partidos ultradireitistas em países como Grécia, Áustria, Dinamarca, Finlândia, Hungria e Itália. O mais amedrontador é o efeito da desesperança sobre toda uma nova geração que se sente traída e perdida com o fim do sonho europeu.