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Ira reaceneende a guera no Oriente

domingo, 11 de março de 2012

Use sua intuição e crie. O vídeo do filme da vida de Glenn Miller é exemplar e confirma que a música tem alma e pode ser um conteúdo inspirador para as pessoas

Mais Glenn Miller...
O vídeo mostra o momento de inspiração, de intuição de Glenn Miller quebrando o protocolo e adicionando um valor não previsto pelos rituais das Forças Armadas dos EUA. No final, o conflito entre a dureza da burocracia e da beleza internalizada na memória de cada soldado teve a vitória da intimidade da alma ao se deixar penetrar por sons, pausas e alegria. A vitória foi da sensibilidade, do bom senso. Salve a Música!

Glenn Miller para encantar um domingo....

At Last
Moonlight Serenade

Do blog de Claudio Humberto....

A Colunas nos Jornais
10/03/2012 | 00:00

Partidos aliados ameaçam até devolver cargos

Os partidos aliados resolveram se unir contra o avanço do PT no aparelhamento do governo Dilma Rousseff, segundo acordo fechado  informalmente pelos respectivos líderes de bancada, no Senado e na Câmara. Também combinaram devolver, em bloco, os cargos que lhes restam no governo, caso a situação não se altere em curtíssimo prazo. A rejeição ao diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) “foi apenas um aviso”, adverte um deputado do PMDB.

Outra foto de Dudu Linhares em O Globo....!



                                  Dudu Linhares - mosca sobre bromélia
Demais

Hotel gay em Nova York... The Out

Enviado por Ronald Villardo - 
10.3.2012
 | 
9h00m

Nova York ganha o primeiro hotel...gay

NOS TEMPOS atuais, não sei se faz ainda muito sentido existir um lugar exclusivamente para gays, como o hotel The Out, que acaba de inaugurar em Nova York. Fica em  510 West 42nd (acionando Google Earth em 5,4,3...), em Hell's Kitchen, SImpson Reisner, um dos sócios-gerentes do hotel diz que o hotel é gay mas "straight-friendly". Entre as atrações que estão sendo usadas na promoção do The Out está o spa (sei...) e o bar, que estará aberto para hóspedes ou não-hóspedes. Se você estiver a caminho da Grande Maçã e quiser checar os preços e ver mais imagens do hotel, vá para www.theoutnyc.com

UM MODELO de paixão e de eficiência: DC-3!

10/03/2012
 às 14:03 \ Tema Livre

Vídeo emocionante e fotos: DC-3, o avião amado por gerações

Pouco mais de 16 mil fabricados desde 1935, 500 deles ainda voando e prestando serviços: é o velho e bom Douglas DC-3
Gerações de passageiros de todo o mundo voaram a bordo desse velho, bom e sólido avião — o popularíssimo DC-3, que começou a ser construído pela Douglas Aircraft dos Estados Unidos em 1934, ficou pronto em 1935 e foi aprovado pelas autoridades em 1936.
Em diferentes versões e, às vezes, sob diferentes nomes, mais de 16 mil desses aviões extremamente confiáveis, movidos a motor a explosão e, naturalmente, sem cabine pressurizada, foram construídos — 10 mil deles na versão militar, o C-47, como parte do brutal, inigualável esforço industrial empreendido pelos EUA para que os Aliados vencessem a II Guerra Mundial.
Os velhos aviões, tinindo de conservados, no aeroporto de Rock Falls, Illinois, nos Estados Unidos (Foto: douglasdc3.com)
Cerca de 500 deles continuam voando pelo mundo, em muitos casos em mãos de colecionadores, mas em outros prestando bons serviços, 76 anos depois de seu voo inaugural. Num fim de semana de julho de 2010, celebrando os 75 anos da construção do primeiro DC-3, dezenas deles acorreram para festejar no aeroporto de Rock Falls, no Estado de Illinois.
O austero interior do DC-3: nada de cabine pressurizada
Como vocês verão no vídeo abaixo — uma vez mais, gentileza do amigo do blog José Carlos Bolognese –, vieram com as mais diversas pinturas, todos impecáveis. Logo no começo do vídeo, um deles realiza um pouso sensacional, com toque no solo em apenas uma roda, e a ponta da asa esquerda controlada para não bater no chão.
O vídeo começa com o start dos dois motores Pratt & Whitney R-1830, de 1.100 HP cada, de um impecável modelo de DC-3 tendo de fundo musical In the Mood, sucesso inesquecível do trombonista, maestro e arranjador Glenn Miller.
 Aproveitem o domingo e passeiem em um DC-3!

"Por precaução reforcei meu kit-terremoto..." / Karina Kovalick


Enviado por Karina Kovalick -
9.3.2012
 |
9h54m

Por precaução, reforcei meu kit-terremoto

Ao completar um ano do terremoto e tsunami que devastaram o nordeste do Japão, estou fazendo como muitos japoneses: reforçando o kit-terremoto, que - segundo orientação das autoridades - deve ter os itens necessários para sobreviver por até 3 dias, tempo máximo estimado para a chegada do socorro. Esse kit deve ter produtos como água e comida enlatada, que são vendidos em supermercados e lojas de conveniência. 

No fim de semana passado, fui à filial de Shibuya da Tokyo Hands, uma rede que vende tudo o que você puder imaginar. Ela tem um departamento só para produtos usados em caso de tragédias naturais. E estava lotado! Alguns produtos estão em falta como o filtro que parece um canudinho de refrigerante mais grosso e, numa emergência, pode ser usado até para beber água de poças da rua. Pelo menos é o que o garante o fabricante... Tentei comprar um outro que achei muito útil numa vez anterior que fui à loja: uma mochila que se transforma em banquinho.Também estava esgotada. 

Estou reforçando o meu kit porque fui um pouco descuidada antes do terremoto do dia 11 de março e quase paguei caro por isso. Logo depois da tragédia, as prateleiras dos mercados da capital japonesa ficaram vazias e passei por apuros por não ter água e comida suficientes estocadas em casa. Comi chocolate por quase uma semana. Era tudo o que tinha restado nas lojas de conveniência. Cheguei a perder quase 5kg. No auge da vontade de comer uma coisinha salgada, cheguei a experimentar o patê do Toulouse, meu gato. Além de não ser muito apetitoso, quase arrumei encrenca com o bichano, que não é a criatura mais solidária do mundo.
Além de alimentos, os kits devem ser equipados com artigos de limpeza pessoal, capacete, lanterna, rádio portátil, pilhas, apitos- para que as pessoas sejam localizadas mais facilmente pelos bombeiros se ficarem soterradas - isqueiros, fogareiro a gás, remédios e cobertor térmico. Os mais sofisticados vêm até com barracas e bicicletas.
O kit-terremoto deve ser guardado próximo à saída

Comida desidratada
Água que dura até 5 anos
Apito
Cobertor de emergência

sábado, 10 de março de 2012

Foto de Thierry Raoux em O Globo /

Foto de Thierry Raoux
Ótimo personagem
.

VI Fórum Mundial da Água: Tempo de soluções... O Brasil manda comitiva de parlamentares para França onde se realiza o encontro

10/03/2012 | 15:06

Senado enviará parlamentares à França

FotoSEN. SÉRGIO SOUZA

O Senado vai enviar uma comitiva de parlamentares, na próxima segunda (12), para o VI Fórum Mundial da Água: Tempo de Soluções. O evento será organizado pelo Conselho Mundial da Água e pelo Governo da França. Os debates acontecerão em Marselha (França), de 12 a 17 de março. Serão esperados mais de 20 mil participantes, dentre os quais representantes de 180 países – parlamentares, ONGs e agências da ONU. A participação brasileira se dará com a presença em quase cem sessões oficiais do Fórum, além das atividades do Pavilhão Brasil, organizado por mais de 40 instituições, incluindo os membros da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água. Além disso, haverá um espaço dedicado à Rio + 20. “Não há como discutir recursos hídricos no planeta sem que o Brasil seja um ator protagonista no processo. Nosso desafio como membros do Congresso Nacional é ainda maior”, disse o senador Sérgio Souza, que foi indicado pelo presidente da Casa, José Sarney, para fazer parte da comitiva.

Khat (Catha edulis), planta popular da África, pode ser commodity do narcoterrorismo?



Is narcotic khat funding terrorism?

By David McKenzieLillian Leposo and Teo Kermeliotis, CNN
March 8, 2012 -- Updated 1612 GMT (0012 HKT)
<br/>The East African plant khat (Catha edulis) has been popular for centuries in the Horn of Africa and parts of the Middle East.
The East African plant khat (Catha edulis) has been popular for centuries in the Horn of Africa and parts of the Middle East.
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Khat in the Horn of Africa
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STORY HIGHLIGHTS
  • Khat is plant that once chewed gives a mellow high to its consumer
  • It's been consumed for centuries by people in the Horn of Africa and parts of the Middle East
  • Farmers in Kenya have been hit by a Dutch ban on imports of khat
  • Some analysts say there are purported links between the khat trade and terrorist funding
(CNN) -- It's an oval-shaped, bitter tasting leaf that makes you chatty after chewing it, while inducing a feeling of euphoria and alertness.
The East African plant khat, a mild narcotic, has been chewed for centuries by people in the Horn of Africa and parts of the Middle East for its stimulating effects. The green leaf is central to cultural and social activities for many communities across the area and key to the economic survival of thousands of khat farmers who grow it legally.
In recent years, high demand for the herbal stimulant by the Somali diaspora -- despite it being illegal in several western countries, including the U.S. -- has helped open up a booming industry in fertile parts of Kenya, such as the Meru county.
But now the livelihood of these farmers is under threat after the Netherlands, which has a vibrant Somali community and is a key khat hub to other European countries, announced a ban on all imports of the plant in January.
Until now, the Netherlands and Britain were the only major European countries allowing the trade and consumption of the flowering shrub.


"If the ban is accepted or if it is enforced, the whole Meru county, the economy of the Meru county will be crippled," says Kenyan khat farmer Edward Mutuura, who exports the majority of his crops to the Nertherlands. "The economy of the population here where khat is grown will be totally crippled and people will have no source of income," he adds.