Postagem em destaque

Ira reaceneende a guera no Oriente

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O ministro deveria remarcar suas aulas em universidades da Suiça?

Quarta-feira, Maio 02, 2012

LEWANDOWSKI NA SUIÇA. MENSALÃO VOLTA PARA A GAVETA.

Ou Mensalão vai para o forno...
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa desistiu de levantar uma questão de ordem sobre o mensalão nesta quarta-feira. Motivo: o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo, está em viagem oficial à Suíça e ficaria de fora da discussão. A convite do governo suíço, Lewandowski fará palestras nas universidades de Berna e Lucerna.
A princípio, Barbosa queria que os ministros definissem hoje os procedimentos a serem adotados durante o julgamento do mensalão, como o tempo de duração de cada sessão. Mas achou melhor aguardar a volta de Lewandowski. A revisão é a única etapa que falta para que o Supremo coloque o processo em pauta. Do site da revista Veja

Arquivos do Google Drive são só seus, garante Google - Notícias - TechTudo

Nem tudo foram flores no lançamento do Google Drive. Muitos boatos correram na Internet acusando a gigante da Internet de estar se apropriando dos arquivos enviados por usuários para o seu serviço de armazenamento na nuvem. Isso porque um trecho do texto que o usuário precisa aceitar para criar sua conta diz que a companhia “tem licença para usar, reproduzir e modificar” os documentos. Mas calma. Não é preciso se desesperar.
Google Drive (Foto: Reprodução)Google Drive, seus arquivos na nuvem do Google
(Foto: Reprodução)
A intenção do Google não é, como pode parecer para muitos, “roubar” o seu conteúdo. Pelo contrário. Como o Google Drive é um serviço para que o usuário armazene seus arquivos, os termos de responsabilidade têm que dizer que você autoriza o Google a cuidar deles. Sem que você o faça, ele não pode permitir que o usuário guarde os documentos nos servidores da companhia. A questão permite mais de uma interpretação, é verdade, mas a explicação para isso é simples.
O que acontece, de fato, é que em nenhum lugar do texto o Google diz querer assumir o controle do seu conteúdo. Ele simplesmente avisa que, se você realmente quiser utilizar o Drive, precisa permitir algumas coisas. O que é bem comum em qualquer contrato e que pode ser considerado um risco, mesmo que mínimo, na maior parte das vezes. Além disso, é sempre bom lembrar que ninguém é obrigado a hospedar seus arquivos no serviço do Google. Afinal de contas pra quem sempre utilizou os serviços da empresa, os emails, a agenda, os contatos, as músicas, já estavam na nuvem da empresa, só restava seus arquivos.

A liberdade vigiada - Comentário para o programa radiofônico do OI, 27/4/2012 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito

A liberdade vigiada - Comentário para o programa radiofônico do OI, 27/4/2012 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito

DIGITAL vs. ANALÓGICO

A liberdade vigiada

Por Luciano Martins Costa em 28/04/2012 na edição 691
Comentário para o programa radiofônico do OI, 27/4/2012
De onde vem a ameaça dos novos meios digitais de comunicação contra as chamadas mídias tradicionais? Provavelmente vem de um aspecto da revolução tecnológica a que pouca gente ainda prestou atenção, e que assombra não apenas os chamados gatekeepers da informação, mas todos os setores que de alguma forma tentam manter sob vigilância os portões de acesso à plena cidadania para todos: o risco para essas instituições é a transformação do consumidor em cidadão.
As tentativas de controle do espaço cibernético tem se manifestado de diversas maneiras. As mais recentes de que tivemos notícia respondiam pelas siglas SOPA, que em inglês significa ato para interromper a pirataria online, e PIPA, que quer dizer ato de prevenção contra ameaças reais à criatividade econômica e roubo de propriedade intelectual.
As duas medidas, que foram bloqueadas pelo governo dos Estados Unidos, aparentemente positivas, na verdade carregavam em seus bojos instrumentos de interferência do Estado sobre as atividades dos cidadãos na internet.
A ampla reação da sociedade, que ameaçou com atos de desobediência civil em larga escala, e a atitude do presidente Barack Obama, que rejeitou formalmente medidas oficiais contra a liberdade de expressão na rede mundial de computação, conteve o ímpeto do autoritarismo.
Valor real
Mas o risco não terminou: o deputado republicano Michael Rogers, do Michigan, acaba de propor uma nova lei, denominada CISPA, cuja finalidade, ao sustentar a defesa dos interesses públicos e privados dos Estados Unidos na internet, pretende reforçar o Ato de Segurança Nacional de 1947.
O parlamentar repercute a paranoia americana que vê ações de invasão cibernética da China, Rússia e Irã em seus computadores, tablets e smartphones – a versão cibernética da Guerra Fria.
Na vida real, a proposta consiste em obrigar todas as empresas privadas, inclusive Facebook, Google, Pinterest, Youtube ou operadoras de telefonia, a entregar os dados de qualquer cidadão a qualquer órgão do governo diante de qualquer suposta ameaça cibernética.
O alerta, publicado pelo jornalista Samuel Biddle, editor do site Gizmodo (ver aqui, em inglês), especializado em estilo de vida digital, informa que o projeto foi aprovado discretamente pela Câmara dos Representantes na noite de quinta-feira (26/4), e tinha votação de urgência no Senado marcada para o dia seguinte. Segundo o jornalista, o presidente Barack Obama estaria disposto a vetar também essa proposta.
Voltando ao princípio destas observações: por que a mídia tradicional e outras empresas dominantes no cenário chamado de indústria cultural são e se sentem ameaçadas pelas mídias digitais?
Dizer que a razão é o fato de que as amplas possibilidades de interação e protagonismo abertas pelos novos meios tiram os indivíduos da circunstância limitadora do consumo e os insere no ambiente mais amplo da cidadania é apenas o ponto de partida dessa nova realidade.
Ainda assim, a maioria dos observadores do fenômeno da comunicação e os gestores das empresas dominantes no negócio parecem não ter atentado para esse aspecto: visto como consumidor, o indivíduo é menos valioso socialmente. Vale basicamente pelo que pode comprar.
Quando se vê e se percebe cidadão, ele se dá conta de seu valor real como ser humano, e passa a exigir ser tratado como protagonista nos fatos sociais e econômicos, não apenas como “público”, “audiência” outarget de publicidade e marketing.
O muro de vidro
Há outra questão ainda mais crucial: o que as mídias digitais estão proporcionando é o acesso direto a fontes de conhecimento, reduzindo o valor da informação mediada e filtrada pelos meios tradicionais.
Quando consegue olhar através dos portões onde vigiam os guardiães da informação, o cidadão compreende que sua visão de mundo vem sendo condicionada por um viés progressivamente limitador, porque os gatekeepers da imprensa são cada vez mais homogêneos ideologicamente e o produto informativo que oferecem é progressivamente limitado, do ponto de vista da diversidade de interpretações.
Sem os gatekeepers da mídia tradicional, o cidadão fica mais vulnerável a boatos sem fundamento, notícias falsas ou falsificadas, conhecimento irrelevante ou falso conhecimento? Ninguém pode afirmar que tal não acontece com as informações filtradas pelos meios tradicionais.
A imprensa é um muro de vidro, e vale mais quanto mais translúcida for.
Há muito mais ainda a se considerar sobre esse tema, e certamente teremos que voltar ao assunto, mas uma certeza se pode ter: quem olhou por cima do muro, mesmo que o muro seja de vidro, nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito.

Uma pista para a imprensa de papel - Ricardo Noblat: O Globo

Uma pista para a imprensa de papel - Ricardo Noblat: O Globo

Enviado por Ricardo Noblat - 
25.03.2012
 | 
14h02m
IMPRENSA

Uma pista para a imprensa de papel

Elio Gaspari, O Globo
Um estudo do instituto americano Pew informa: “Um número crescente de executivos prevê que dentro de cinco anos muitos jornais circularão em papel somente aos domingos.”
Nos outros dias servirão aos leitores em edições eletrônicas.
É impossível prever o futuro dos meios impressos, mas talvez esteja aí uma boa pista. Em 2007, Arthur Sulzberger, dono do “The New York Times”, disse o seguinte: “Eu não sei se daqui a cinco anos estaremos imprimindo o ‘Times’. Quer saber? Não me importo com isso.”
Passaram-se os cinco anos, ele investiu na versão do jornal na internet, e hoje a empresa, que controla também o “Boston Globe” e o “Herald Tribune”, tem 406 mil assinantes eletrônicos.
Surpreendentemente, no ano passado a carteira de assinantes do “Times” dominical impresso subiu 0,2%, depois de cinco anos de queda. Está em 992 mil exemplares. Atribui-se esse movimento ao fato de a assinatura de papel da edição de domingo dar pleno direito à eletrônica, sem custo adicional.
Mais uma vez, o “Times” sinaliza o futuro. Seu conteúdo não está blindado. O público tem direito a dez artigos mensais, e, diariamente, suas principais notícias estão acessíveis na rede. Além disso, está aberto o acesso a textos cujos links foram colocados em redes sociais.
A má notícia vem da Pew: para cada US$ 10 que o mercado americano de publicidade no papel perdeu, só ganhou US$ 1 no mundo eletrônico. Como as edições dominicais são as mais gordas e versáteis para a publicidade, o gradual desaparecimento das edições impressas nos dias de semana não seria o fim do mundo.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Chacina de Goiás tem dúvidas sobre motivação e mandante dos crimes..


Polícia investiga motivação e mandante de chacina

por Jairo Menezes - Cidades (diariodamanha) - às 10h46
Compartilhar Desativar hifenizaçãoAtivar leitura limpaA+A-Palatino Linotype Salvar
Célio Juno Costa da Silva e o co­mer­ci­ante Al­cides Ba­tista Barros estão presos na car­ce­ragem da Po­lícia Civil em Goi­ânia. Eles são sus­peitos de par­ti­cipar da maior cha­cina já re­gis­trada em Goiás. Célio é so­brinho do fa­zen­deiro Lá­zaro de Oli­veira Costa, 57, uma das sete ví­timas es­gor­jadas (corte no pes­coço, mais de­ta­lhes no boxe) no crime. Al­cides seria pai da noiva de Le­o­poldo Rocha Costa, 22, filho de Lá­zaro. Le­o­poldo e a filha de Al­cides se ca­sa­riam no pró­ximo dia 12, con­forme in­for­ma­ções da Po­lícia Civil. A par­ti­ci­pação de um pis­to­leiro iden­ti­fi­cado apenas como José de Ri­bei­rão­zinho não foi des­car­tada pela po­lícia. O pis­to­leiro seria da ci­dade de Ri­bei­rão­zinho (MT), a 70 quilô­me­tros de Do­ver­lândia, onde acon­teceu o crime, e ainda es­taria fo­ra­gido até a noite de ontem. Agentes da Po­lícia Civil es­ti­veram na ci­dade ma­to­gros­sense a pro­cura do sus­peito. Man­dante e mo­ti­vação ainda são in­ves­ti­gados pela po­lícia.
O crime acon­teceu no úl­timo do­mingo (29), em Do­ver­lândia, a 412 quilô­me­tros de Goi­ânia, na re­gião Su­do­este do Es­tado. Célio e Al­cides te­riam sido de­tidos du­rante o ve­lório de Lá­zaro, Le­o­poldo e do va­queiro e fun­ci­o­nário, Heli Fran­cisco da Silva, 44, na ci­dade mi­neira de Frutal.
Dia De­ci­sivo
Hoje é um dia de­ci­sivo para as in­ves­ti­ga­ções, que po­derão chegar a mais pes­soas sus­peitas de co­meter o crime. Os dois presos po­derão ter prisão tem­po­rária de­cre­tada. Caso isso acon­teça, po­derão ficar de­tidos por 30 dias, pror­ro­gá­veis por mais 30, até que a in­ves­ti­gação seja con­cluída.
Se­gundo in­for­ma­ções da Po­lícia Civil, os sus­peitos te­riam sido presos por que Apa­re­cido Sousa Alves, 23, também de­tido, con­fessou ter par­ti­ci­pado da cha­cina e apontou os dois como com­parsas da ma­tança. Apa­re­cido seria tra­zido a Goi­ânia na tarde de ontem, mas du­rante a vi­agem para a Ca­pital ele es­cla­receu al­gumas arestas de seus de­poi­mentos e os in­ves­ti­ga­dores pre­fe­riram voltar a Do­ver­lândia, para en­con­trar novos de­ta­lhes do caso, con­forme a de­le­gada-geral, Adriana Ac­corsi. “Temos a cer­teza ma­te­ri­a­li­zada de que ele (Apa­re­cido) é um dos par­ti­ci­pantes desse crime bár­baro. Na casa dele foram en­con­tradas uma ca­ra­bina, de Lá­zaro, o ce­lular de Tames Mar­ques Mendes da Silva, 24, e um re­vólver ca­libre 38, que foi usado para in­ti­midar as ví­timas e uma ca­mi­seta suja de sangue, que pode ter sido usada por ele no dia da cha­cina”, disse Ac­corsi.
“Ele (Apa­re­cido) con­fessou tudo, mas temos que ser cau­te­losos com as de­cla­ra­ções do sus­peito. Apa­re­cido pode usar ar­ti­ma­nhas para lu­di­briar as au­to­ri­dades que in­ves­tigam o crime”, alertou a de­le­gada, que está no caso desde o início. Ainda na se­gunda-feira (30), Ac­corsi vi­ajou à ci­dade e so­bre­voou a fa­zenda Nossa Se­nhora Apa­re­cida, a 45 km da ci­dade. Ou­tros pes­soas podem ser presas a qual­quer hora, con­forme in­for­ma­ções da Po­lícia Civil. Rixa, am­bição e la­tro­cínio são hi­pó­teses de mo­ti­vação, mas como a in­ves­ti­gação é pre­li­minar, a causa é um mis­tério para a po­lícia.
Apa­re­cido teria che­gado de moto à chá­cara por volta das 15h do do­mingo e foi di­reto à casa do va­queiro Heli. Ele foi visto pelo filho do va­queiro, um jovem de 14 anos, que prestou de­poi­mento ainda no do­mingo ao de­le­gado Vi­ní­cius Ba­tista da Silva. O ga­roto es­taria no pasto da fa­zenda, quando notou a che­gada de Apa­re­cido, numa moto. “O rapaz teria es­cu­tado o pai con­versar com o pró­prio as­sas­sino. Ele disse que ouviu o sus­peito per­guntar do dono da casa e pai res­pondeu in­di­cando a casa, sede da fa­zenda. O ga­roto não soube des­crever com de­ta­lhes como as ví­timas foram mortas, mas contou que viu o pes­soal ir em di­reção ao as­sas­sino e não voltar”, conta Vi­ní­cius.
Con­forme o de­le­gado Antônio Gon­çalves, di­retor da po­lícia ju­di­ciária, que também está em­pe­nhado no caso, o casal de amigos e fu­turos pa­dri­nhos de ca­sa­mento de Le­o­poldo, Jo­a­quim Ma­noel Car­neiro, 61, e Mi­raci Alves de Oli­veira, 65; o filho do casal, Adriano Alves Car­neiro, 22, e a noiva dele, Tames Mar­ques, foram mortos por que es­tavam no lugar er­rado e na hora erados. “Eles che­garam num Fiat Uno da fa­mília, que mora em Rio Verde. Ao notar a pre­sença dos vi­si­tantes, os sus­peitos ma­taram todos eles para evitar iden­ti­fi­cação de tes­te­mu­nhas.
Leia mais no link>>>


Tiroteio entre Exército e traficantes deixa 12 mortos no México

Tiroteio entre Exército e traficantes deixa 12 mortos no México


Atualizado em  2 de maio, 2012 - 18:54 (Brasília) 21:54 GMT
Um tiroteio entre o Exército mexicano e supostos traficantes de drogas nesta quarta-feira deixou pelo menos 12 mortos, entre eles dois soldados, no Estado de Sinaloa, no oeste do país.
Segundo autoridades locais, homens armados usaram granadas e armas automáticas em uma emboscada contra uma patrulha militar.
O Estado de Sinaloa é um dos mais afetados pela violência relacionada ao tráfico de drogas no México e é sede do cartel comandado por Joaquín "El Chapo" Guzmán, o traficante mais procurado do país.

Novos tipos de estacionamento de carros para diminuir o impacto ambiental de 600 milhões de automóveis...

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120501_estacionamento_crise_fn.shtml#TWEET136618

Livro propõe alternativas para melhorar design e impacto de estacionamentos