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terça-feira, 15 de maio de 2012

MPE de Goiás vai instaurar inquérito sobre acidente da aeronave da Polícia Civil


Órgão quer apurar responsabilidades sobre queda de aeronave da polícia

por Wanda Oliveira - Cidades (DM.com.br) - há 1 hora
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O Ministério Público Estadual (MPE) instaura inquérito civil para apurar a aptidão técnica legal da Fênix Helicópteros e a responsabilidade da empresa quanto à revisão da aeronave Koala da Polícia Civil, que caiu no dia 8, na zona rural de Piranhas, a 312 km de Goiânia. O MPE também investiga o comportamento dos servidores da Fênix e dos agentes do Estado em relação ao depósito e a retirada do helicóptero da manutenção um dia antes da tragédia que provocou a morte de cinco delegados, dois peritos e do assassino confesso da chacina em Doverlândia (GO), em abril.

A promotora de Defesa do Patrimônio Público e responsável pela 89ª Promotoria de Justiça de Goiânia, Marlene Nunes de Freitas Bueno, explicou ao Diário da Manhã que o MP não questiona se houve problema técnico na queda da aeronave. A apuração é necessária, segundo ela, para esclarecer de fato se a Fênix estava regular junto à Agência Nacional de Aviação (Anac) na época em que foi firmado o contrato de manutenção dos helicópteros, principalmente do Koala, prefixo PPCGO, com o governo de Goiás. 
Para a promotora, é possível que a Fênix tenha recebido a aeronave da polícia após o ato de suspensão pela Anac, conforme nota à imprensa do próprio órgão federal. “Se isso for confirmado, a empresa será responsabilizada”, afirma. O MP quer saber também se o Estado tinha conhecimento desta restrição. Uma série de documentos será solicitada à empresa e à Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre o contrato.
Um outro fator será investigado. De acordo com a promotora, o inquérito visa desvendar ainda o comportamento da Fênix e do Estado quanto ao depósito e a retirada do helicóptero. “Queremos saber em que circunstâncias e quais foram os termos usados para que a aeronave deixasse o pátio. Na ocasião, os agentes da Polícia Civil estavam cientes que a máquina foi ou não revisada? E a empresa autorizou essa retirada ou até mesmo houve revisão?”
A promotora ressalta que, inicialmente, as investigações concentram em provas documentais. Se estas forem deficitárias, serão coletadas informações testemunhais. O MP também vai reportar ao Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para ter acesso ao material já fornecido pela Fênix e o Estado ao órgão federal. 
O MP tem até um ano para concluir o inquérito civil, mas a promotora Marlene Bueno espera finalizar os trabalhos em 90 dias. O DM procurou a direção da Fênix em Goiânia e uma das secretárias informou que quinta-feira (17) os representantes da empresa devem falar oficialmente com a imprensa. De acordo com assessoria de imprensa, a Secretaria de Segurança Pública não vai se manifestar nesse momento sobre o assunto. 
SUSPENSÃO 
A Anac informou que, desde o dia 2 de maio, as atividades da Fênix Manutenção e Ruceperação de Aeronaves estão suspensas por uma série de requisitos que não foram cumpridos pela empresa. Entre as não conformidades apontadas estão às condições de instalação da empresa, identificação e rastreabilidade de peças, equipamentos não adequados, ferramentas não certificadas e calibrações vencidas, além de treinamento, habilitação e registro de mecânicos ausentes e não devidamente registrados. 

A revolução da CPI do Cachoeira - ÉPOCA | Roberto DaMatta

A revolução da CPI do Cachoeira

A grande novidade desta CPI é a pressão igualitária que arrebanha setores da oposição e do governo

                                                              ROBERTO DAMATTA
ROBERTO DAMATTA é antropólogo, autor de Carnavais, malandros e heróis (1979) e Pé em Deus e fé na tábua (2010) (Foto: Guillermo Giansanti/ÉPOCA)
Se você excluir o Executivo, os outros dois Poderes de uma sociedade republicana – essa experiência francesa e americana do século XVIII, inventada, entre outros, pelo Barão de Montesquieu e teorizada por Alexis de Tocqueville – são múltiplos ou coletivos. Tanto Judiciário quanto Legislativo são ocupados por muitos atores que, como magistrados ou legisladores, ordenam a vida cívica e política. Se o Executivo tem um centro impossível de esconder e apenas um ator que, por isso mesmo, simboliza o próprio país, nos outros Poderes há um papel, mas muitos atores. No nosso Legislativo Federal, o Senado tem 81 membros e a Câmara dos Deputados – pasmem! – 513 representantes.

O contraste é marcante. Ele foi desenhado para contrapor (e controlar) o exercício do poder de modo pessoal nas figuras de prefeitos, governadores e, acima de tudo, do presidente – aqueles que, como os reis, “executam”, administram as atividades, serviços e bens públicos de modo exclusivamente individual daqueles que gerenciam conflitos, disputas e contradições entre pessoas e leis e também entre as leis (caso dos magistrados nos tribunais); e daqueles que inventam as normas como a coletividade deve conviver.



Mensagem conjunta da ONU e da Unesco - | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito


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Liberdade de expressão é um dos nossos direitos mais preciosos. Sustenta toda a liberdade aos outros e fornece uma base para a dignidade humana. Imprensa livre, pluralista e independente é essencial para o seu exercício. Esta é a mensagem do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. A liberdade de imprensa implica a liberdade de ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras, como previsto no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa liberdade é essencial para as sociedades saudáveis e dinâmicas.
As mudanças no mundo árabe demonstraram o poder das aspirações de direitos, quando combinado com novas e velhas mídias. A recém-descoberta liberdade de imprensa está prometendo transformar as sociedades através de uma maior transparência e responsabilidade. É abrir novas formas de comunicar e compartilhar informações e conhecimentos. Poderosas novas vozes estão mais altas – especialmente as dos jovens – onde ficavam caladas antes. É por isso que este ano o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é centrado no tema “Novas vozes: a liberdade da mídia ajudando a transformar sociedades”.
A liberdade de imprensa também enfrenta pressões severas em todo o mundo. No ano passado, a Unesco condenou o assassinato de 62 jornalistas que morreram em decorrência do exercício da função. Esses jornalistas não devem ser esquecidos e os crimes não devem permanecer impunes. Como a mídia se move virtualmente, outros jornalistas online, incluindo blogueiros, estão sendo perseguidos, atacados e mortos por seu trabalho. Eles devem receber a mesma proteção que os trabalhadores tradicionais da mídia.
Em 13 e 14 de setembro de 2011, foi realizada na Unesco a primeira reunião interinstitucional das Nações Unidas sobre a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade. Foi produzido um plano de ação da ONU para construir um ambiente mais livre e seguro para os jornalistas e profissionais de mídia em todos os lugares. Ao mesmo tempo, continuaremos a fortalecer as bases legais para a mídia livre, pluralista e independente, especialmente em países submetidos à transformação ou à reconstrução após conflito. Em um momento de sobrecarga de informação, temos que ajudar especialmente os jovens a desenvolver habilidades críticas e um melhor conhecimento de mídia.
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é a nossa oportunidade de levantar a bandeira na luta para avançar na liberdade dos meios de comunicação. Apelamos aos Estados, meios profissionais e organizações não governamentais em todos os lugares para unir forças com as Nações Unidas para promover a liberdade online e offline de expressão, de acordo com princípios internacionalmente aceitos. Este é um dos pilares dos direitos individuais, uma base para sociedades saudáveis e uma força de transformação social.

Vídeo e foto: se eles podem, por que não podemos? | Ricardo Setti - VEJA.com

10/05/2012
 às 18:50 \ Tema Livre

Vídeo e foto: se eles podem, por que não podemos?

se-ele-consegue
Se ele consegue... (Foto veiculada no Facebook)
Preservar o meio ambiente é manter limpa, organizada, funcional e agradável nossa própria casa. Utilizar bem os recursos naturais é garanti-los para o uso de todos amanhã. Inúmeras vozes se destacam, no mundo inteiro, entoando, ensinando, repetindo essas lições óbvias, mas que ainda precisam ser sempre e sempre reprisadas.
O que pode nos parecer bobagem de eco-chatos, burburinho e mumunha de ativistas é algo natural e espontâneo para os maiores especialistas em meio ambiente — os bichos –, mesmo os já adaptados a ambientes urbanos.
Como vemos na foto acima e no divertido vídeo abaixo, peça de uma campanha pela preservação da água produzida pela TV News 9, uma das maiores emissoras da Índia.

Salir de la inercia ?a la izquierda o a la derecha? / Yoany Sánchez


Salir de la inercia ¿a la izquierda o a la derecha?

12mglobal
Todavía no tenía edad para ir a la escuela y estaba en ese parque que los vecinos de la zona llaman de “Carlos III”, aunque los mapas insistan en rotular como de “Carlos Marx”. Mi hermana y yo jugábamos en la fuente seca y saltábamos de un banco a otro. En un momento miramos hacia la sede de la logia Masónica que hace esquina en la calle Belascoaín y el globo terráqueo sobre su azotea echaba un humo gris, se incendiaba lentamente frente a nuestro ojos. Recuerdo que le gritamos a mi padre “¡Papi, el mundo se quema!” y los tres corrimos hacia el custodio del edificio para decírselo. En pocos minutos llegaron los bomberos y desde ese día no volvió a girar aquella reproducción del planeta, su mecanismo rotatorio dejó de funcionar… durante décadas.
En ese mismo parque de mi infancia, el Observatorio Crítico realizó el sábado un encuentro en solidaridad con el movimiento mundial de los indignados. Horas antes de que llegaran los convocados, las inmediaciones habían sido tomadas por la policía política y también por guardias uniformados. Varios activistas y periodistas resultaron detenidos antes de llegar y conducidos hacia barrios distantes para que no participaran. El evento se sucedió finalmente, aunque marcado por la premura y por la baja asistencia. No obstante, pudieron desplegar un par de carteles anticapitalistas, tomarse algunas fotos y recordar en la distancia una corriente de inconformidad que sacude países como España, Inglaterra y Estados Unidos. Los asistentes cantaron la Internacional y algunos habituales del lugar descubrieron -sólo entonces- el rostro del autor de El Capital cincelado en aquel muro. Quince minutos después ya el #12MGlobal terminaba en La Habana y los chiquillos volvían a hacer suya la fuente vacía, los bancos y el busto en relieve de un hombre nacido en la Alemania de 1818. En la noche, el noticiero estelar reportaría las protestas en Londres y Madrid mientras guardaba silencio sobre la demostración en territorio nacional.
A pesar del limitado número de asistentes y del estrecho margen ideológico de la convocatoria, lo ocurrido es algo enriquecedor para la sociedad civil cubana. El sectarismo oficial no distingue entre inconformes de izquierdas o de derechas, sospecha de todos los que osen criticarlo sin importarle mucho cuál es su filiación. En las oficinas de la Seguridad del Estado le tienen un expediente abierto tanto a José Daniel Ferrer como a Pedro Campos, le siguen la pista con sospecha a la Unión Patriótica de Cuba y también al Observatorio Crítico. Para un totalitarismo, no importa si sus disidentes dicen abrazar la misma doctrina de los manuales otrora oficiales, basta con criticar para ir a parar al mismo saco de los enemigos. Este país varado en la inercia política necesita echar a andar, le urge emprender el sendero de la pluralidad y la democracia. Como esa bola del mundo en la esquina de Carlos III y Belascoaín, Cuba debe comenzar a moverse. Quizás en un primer momento gire hacia la izquierda o hacia la derecha, dé algunos tumbos u oscile hasta encontrar su propio ritmo. Pero desde ahora nadie puede imponerle una sola dirección, nadie tiene derecho a atenazarla en un solo camino.
bola_del_mundo

Visite NOVA YORK sem sair de casa....

Entre no site abaixo e faça uma visita virtual à cidade, com seus prédios tradicionais, estátuas , praças, documentos históricos, bustos de pessoas que têm relação com a cidade, etc 
(retirado de uma crônica de Lucas Mendes no blog de Ricardo Noblat)


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Estamos presos as letras, as normas, as leis, aos gêneros...



Recebi e repasso

Os(as) Patrulhadoros(as) da Língua (a vingança)

Desde que me entendo por genta, aprendi que a letra “o” é condizenta com o sexo masculino, e que a letra “a” é correspondenta ao sexo feminino, isso nas vezes mais frequentas. Mas aprendi também que existem palavras que são pertencentas aos dois gêneros, sem que esteja evidenta aí nenhuma discriminação a qualquer dos dois (ou a qualquer dos três, dos quatro, dos cinco... sem preconceitos, ok?).
Mas, desde que passamos a ter uma representanta do sexo feminino na presidência, a coisa ficou muito diferenta. Agora temos uma presidenta! Os homens deveriam reclamar: afinal, antes falávamos “presidente”, e não “presidento” – o que, em tempos politicamente corretos, pode significar uma atitude bem inconvenienta, se vista sob a ótica masculina sabidamente deficienta, é bem verdade.
Enfim, nos tempos de escola, em que eu era uma boa estudanta, sempre presenta às aulas, os mestres e mestras continuavam a ensinar dessa maneira decadenta. Nada a ver! O certo, agora, é chamar de gerenta a moça que me atende no banco, de pacienta a velhinha com dores que procura o(a) médico(a), de adolescenta a garota que masca chicletes, de quenta a tarde em que faz 40o, de urgenta a correspondência que tem que chegar logo, e ainda ficar contenta por estar sendo tão obedienta à linguagem mais recenta! 
Mas, e se o outro gênero se revoltar? Afinal, nós, mulheres conscientas, sabemos muito bem que esses caros são todos muito machistos (e às vezes bem egoístos)! E se eles começarem a ficar divergentos a essa revolução tão pertinenta na língua e se mostrarem resistentos, exigentos, prepotentos? E se, de forma totalmente independenta, resolverem fazer mudanças correspondentas? Um exemplo condizento: e se eles exigirem ser chamados de jornalistos competentos? Ou de artistos dissidentos, pianistos excelentos, alpinistos valentos, humoristos inteligentos? E, se ainda por cima, ficarem se fazendo de vítimos impotentos?
Já vi que nada disso é uma atitude prudenta, minhas colegas e meus colegos. Por isso, depois de ter o maior trabalhão pra escrever esse texto tão deprimento, sou obrigada a um ato anarquisto: não voltarei a ser coniventa com essa atitude tão incoerenta! Não vou mais escrever “presidenta”! (e esta foi a única vez, fiquem cientos(as)...)

Construção de prédio em 9 dias....na China

China completa prédio em nove dias

Em apenas nove dias, um pédio inteiro foi construído na província de Hunan, na China central.
Parece rápido, mas a empresa que o construiu diz que o cronograma inicial de 24 horas foi atrasado por chuvas torrenciais, entregas de material e um feriado nacional.
China
O prédio na província de Hunan teria sido atrasado por chuva, entregas e um feriado nacional
O segredo da velocidade são quatro módulos de15 metros que são montados por gigantes sobre colunas metálicas.
Os trabalhadores precisam apenas ajustar os encaixes.
No ano passado, a mesma companhia a BSB construiu um hotel de 30 andares em apenas 15 dias.
Agora, a empresa planeja construir um prédio de 220 andares - que pode vir a ser o mais alto do planeta - em apenas quatro meses.

New York e seu carisma! / Lucas Mendes


Enviado por Ricardo Noblat - 
14.5.2012
 | 15h03m
GERAL

New York City, a vaidosa, por Lucas Mendes

Lucas Mendes, BBC Brasil
A paisagem do Rio é imbatível. Paris é a mais linda. Roma assombra. Londres é história com charme, inteligência e bom gosto. Mas Nova York é monumental. E campeã de vaidade. Nenhuma outra cidade posou tanto para os fotógrafos. Nem Tóquio.
Podem dizer que minha pesquisa é superficial. Provavelmente. Aprecio correções e críticas.

A vaidosa em 1932

Não fui tão a fundo em dois dias de pesquisas, mas pelo que apurei na internet, nenhuma cidade tem um arquivo com mais de 2 milhões de fotos com todos os prédios, casas, garagens, enfim, qualquer construção que entrasse na frente da câmera levava um clique.
A coleção começou em 1830 e, em duas décadas, as de 40 e 80, os prefeitos pagaram para fotografar a cidade inteira.
A vaidade novaiorquina tinha e ainda tem razões práticas: impostos, seguros e históricas. Pelo endereço do bloco e tamanho da casa, era possível calcular os impostos.

Ainda, e com toda a razão vaidosa, em 2011 (e sem photoshop...)

As seguradoras usavam e usam para compensar perdas de segurados e a cidade tem um arquivo de todas as fachadas históricas que não podem ser alteradas.
Deste vasto arquivo, 870 mil foram digitalizadas e estão disponíveis na internet (nyc.gov/records). Além das fotos publicadas na semana passada, ainda há preciosas coleções de desenhos e a mais completa coleção de fotos relacionadas à justiça criminal no mundo.
Leia a íntegra em Vaidade monumental 

sin EVAsión » Pensamiento manco o lobotomía ideológica

sin EVAsión » Pensamiento manco o lobotomía ideológicaun blog con antifaz provisional, pero con voluntad permanente

Pensamiento manco o lobotomía ideológica

Barco fantasma
. Imagen tomada de un sitio en Internet
Evidentemente la disputa entre izquierdas y derechas en asuntos de política está resultando estrecha para adelantar soluciones a los conflictos globales en los tiempos actuales. Más que estrecha, es absolutamente simplista. Si tal aserto es aplicable a nivel mundial, en el caso de Cuba quedamos a millones de años de retraso, a juzgar por una contradicción que frisa en lo absurdo: la incapacidad de las llamadas izquierdas para proponer o participar en la política de un gobierno totalitario que se declara  a sí mismo “de izquierda”, es decir, que se autodefine a partir de la dirección total de la nación por parte de un partido único “comunista”.
Y así estamos. Cualquier manifestación de pensamiento que no se inscriba entre la parentela izquierdista es inmediatamente desautorizado, ignorado, silenciado y hasta encarcelado, aunque no se trate exactamente de ideologías “de derechas”. Pero tampoco las izquierdas tienen voz si no se subordinan incondicionalmente a los designios de la élite.
Hay que reconocer que, así como dentro de la oposición no existe un pensamiento único, también dentro de la izquierda insular se mueven actualmente numerosas variantes, desde grupos completamente sujetos al pensamiento oficial, meros papagayos de las directrices gubernamentales, hasta los sectores más avanzados que adelantan propuestas audaces, no solo en el plano de las reformas económicas, sino también en lo tocante a las transformaciones sociales y políticas inclusivas que deberían acompañar los cambios en Cuba.
Entre ambos extremos de la misma cuerda –y estamos hablando de izquierdas y solo de ellas– hay un diapasón no muy amplio de voces intermedias. Estas últimas son los que quieren cambios, pero no tantos; propugnan un periodismo crítico, pero “socialista” y “revolucionario” –recordemos otra vez aquel dictado fascista, parteaguas de la vida cultural e intelectual de los cubanos desde 1961 y mordaza de toda libertad de pensamiento: “Dentro de la revolución, todo…”– y apelan constantemente a “lo que ha dicho el compañero Fidel” o “lo que dice el Presidente Raúl” como fuentes legitimadoras y suficientes que sustituyen por sí mismas la necesidad de argumentos. Estos son los que no creen necesarias las aperturas: basta con algunas hendijas, de preferencia protegidas con mallas, para que no se cuelen los “males” que acompañan siempre a las libertades.
Pero para los señores del poder, por su parte, no existen matices: se es de izquierdas o de derechas; y este principio trasciende a toda la vida social del país. Después de esta macroclasificación, lo demás es pan comido. Así, los de izquierda tienen como supuesto denominador común la adhesión a los versículos de esa otra Biblia escrita por Carlos Marx, El Capital; la práctica del odio al imperialismo; y el reconocimiento a la guía indiscutible del Partido Comunista para gobernar al país. Mientras los opositores, la disidencia en general y el periodismo independiente en todas sus variantes, forman parte de un pretendido bloque “de derechas”, son traidores mercenarios al servicio del gobierno de EE.UU. y en virtud de ello reciben jugosos financiamientos del Departamento del Tesoro de ese país, sin mencionar los asesoramientos de la CIA, aunque nadie se explica cómo es posible que con tales credenciales no estén todos encarcelados.
Visto de esa manera tan ramplona, diríase que el pensamiento político cubano está signado por la lobotomía ideológica: eres de izquierdas –y asumes totalmente los roles dictados para ello– o eres de derechas –con todas las consecuencias que ello entraña. Si no te defines de esa primitiva forma, sencillamente NO ERES.
Es por eso que un amigo politólogo extranjero con el que intercambio una correspondencia bastante regular me ha dicho que cuando visita Cuba y se reúne con los representantes de la intelectualidad oficial tiene la impresión de enfrentarse al “pensamiento manco”. Así, mientras el mundo anda en busca de nuevas soluciones políticas para superar los desafíos de los tiempos actuales; mientras la globalización avanza dejando rezagadas las viejas concepciones de encontrar remedios regionales para males universales y las tecnologías de la información y las comunicaciones imprimen un ritmo vertiginoso al pensamiento y desarrollo humanos, el escenario político cubano se empobrece a la par que el sistema y la nación toda.
De seguir a  este paso, estaremos condenados a ser eternamente una minúscula aldea perdida en medio del torbellino de transformaciones que giran a nuestro alrededor y no nos tocan. Más que un naufragio, Cuba amenaza convertirse en el buque fantasma de la posmodernidad: sin puerto, sin destino, sin mando y sin tripulación.

Olhe para o alto e descubra ideias interessantes ou bizarras...


DUPLA CRAVA ESCADA EM FACHADA DE PRÉDIO

São apenas 17 degraus entre uma porta de ferro e outra. Uma distância que não exige muito esforço para ser percorrida, se não estivesse cravada na fachada de concreto de um arranha-céu de Biel-Bienne, uma pacata cidade na Suíça.
Apesar de estar do lado de fora do prédio, a escada de aço e alumínio não tem corrimão nem outro tipo de proteção — ela passou apenas por um processo de anodização, que protege as peças metálicas de corrosão. Mas ninguém usa a plataforma suspensa no ar a não ser a mente curiosa das pessoas que passam ali por baixo.
Os arquitetos Sabina Lang e Daniel Baumann projetaram a peça para borrar as fronteiras de percepção do público e obrigá-lo a encarar a rotina de outro jeito. A suíça e o norte-americano, conhecidos na Europa pela sigla L/B, criaram a série Beautiful Steps propositalmente na encruzilhada entre arquitetura, artes visuais, design e utopia.
A obra faz um convite para um rápido mergulho no lado onírico dos objetos do dia a dia. E ainda enfeita as paredes com a ajuda do pôr-do-sol.
(Clique em qualquer uma das imagens para vê-las em galeria)