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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

"Adultos fora de controle"...


rosely sayão

 

04/09/2012 - 03h30

Adultos fora de controle


A mãe de uma garota de oito anos me contou que está vivendo uma situação de conflito muito intensa com o marido cujo resultado, ela acredita, deverá ser a separação. Enquanto eles não tomam a decisão final e efetivamente se separam, vivem de conflito em conflito, diariamente.
A maior preocupação dessa mãe, além da situação estressante que ela experimenta, relaciona-se a um fato ocorrido dias atrás.
Num desses desentendimentos entre a mulher e o marido, eles trocaram acusações, xingamentos pesados e chegaram até a "pequenas agressões físicas", segundo suas palavras. O problema é que só então perceberam que a filha assistia a tudo, com expressão bastante assustada.
Desde então, a menina chora por qualquer coisinha e até mesmo sem motivo algum. Várias vezes se desespera com fatos simples de sua vida, como, por exemplo, não conseguir deixar o cabelo do jeito que gostaria. Será que a garota ficou traumatizada com o que viu? Essa é a maior preocupação dessa mãe.
Aproveito esse incidente para comentar um aspecto da vida na atualidade: a facilidade com que os adultos têm se descontrolado. Você pode observar isso, caro leitor, todos os dias.
Seja no espaço público, seja no ambiente de trabalho, nas relações sociais presenciais ou virtuais e, inclusive, na intimidade das relações familiares, tudo é motivo para justificar o descontrole de pessoas adultas.
Expressões de raiva, de irritação e de braveza, por exemplo, são distribuídas sem nenhuma economia ou constrangimento. Aliás, em geral, com uso de muita grosseria. Pessoas muito próximas (como um casal em vias de se separar), parentes e colegas de trabalho usam e abusam do descontrole verbal e até mesmo físico. Como chegamos a esse ponto?
Muitos pensadores da atualidade têm realizado análises a respeito de um fenômeno que, talvez, tenha relação íntima com esse fato: a infantilização do mundo adulto.
Tomemos um exemplo: a busca da aparência jovem e de acordo com determinados padrões estéticos. Você não se assusta, leitor, quando vê a imagem de alguém que se descontrolou nessa busca?
Faces completamente lisas e juvenis, sustentadas por pescoços envelhecidos, com lábios e bochechas exageradamente pronunciados são apenas alguns exemplos gritantes das consequências do descontrole dessas pessoas.
O que isso tem a ver com infantilização?
Quem não teve a oportunidade de observar uma criança em busca de algo que deseja e que, para obter o que quer, ignora totalmente a realidade? Adultos que buscam algo sem fazer a análise da realidade agem de modo infantil, portanto.
Falemos agora das emoções. Existe algo mais infantil do que deixar as emoções fluírem de modo desajeitado, desastrado até, sem conseguir conter sua expressão mais forte?
Esse é o comportamento típico de quem ainda não aprendeu como reagir a sentimentos agitados e só conhece uma maneira de lidar com eles: colocar tudo para fora. Isso acontece antes de a criança crescer, amadurecer e passar pelo processo de socialização.
Temos agido assim, com a maior naturalidade: os sentimentos se agitam dentro de nós? Deixamos que saiam em seu estado mais primitivo.
Não temos de nos preocupar apenas com o fato de que algumas crianças terão de arcar com consequências pessoais por terem sido testemunhas de cenas de descontrole de adultos próximos, com quem elas têm vínculos afetivos fortes.
Temos de considerar toda uma geração de mais novos vivendo rodeada por adultos que, com frequência, se comportam de maneira infantil e acham isso muito natural. Que lições são essas que temos passado às crianças?
Rosely Sayão
Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação, fala sobre as principais dificuldades vividas pela família e pela escola no ato de educar e dialoga sobre o dia-a-dia dessa relação. É autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha), entre outros. Escreve às terças na versão impressa de "Equilíbrio".

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aluysio foi meu compadre...!

Aluysio foi meu compadre...

Tive uma ‘filha’ – Maratona – que “saía” todo domingo com a Folha da Manhã. As duas faziam parceria. Foi Aluisio que escolheu o nome para a minha ‘filha’. Foi ele também seu pediatra, seu nutricionista. Foi o mentor de suas primeiras palavras e frases... “uma lauda e umas 500 palavras” e deixou livre o conteúdo que iria alimentar cada crônica.

A infância da coluna seguiu a prescrição. Seus primeiros passos foram capengas. Ela seguiu em frente conforme o receituário. A partir da sua adolescência desviou o conteúdo da proposta, mas recebeu a benção do padrinho.

Na fase adulta a afilhada estava aos pés de Fernando Sabino e passou a fazer parte da Folha em cerca de 300 domingos.

Hoje minha filha presta uma singela homenagem ao padrinho: sabe de seu esforço pelo bom combate; saúda sua passagem pela fita de chegada como um herói; festeja sua trajetória profissional; aplaude o esforço de manter e dirigir um jornal diário...!
 Agora distante de seu convívio agradece o carinho e atenção do padrinho inesquecível com um Até breve!
Fifica Nunes Campos


Quadro de medalhas dos Jogos Paraolímpicos de Londres 2012



 
PAÍS
TOTAL
1China533940132
2Grã-Bretanha23302679
3Rússia23221762
4Ucrânia18151750
5Austrália18132152
6Estados Unidos14151847
7Brasil107421
8Alemanha9111030
9Irã74112
10França691025
11Polônia57517
12Nigéria55111
13Cuba54211
14Irlanda52310
15Espanha411924
16Canadá47516
17Holanda441018
18Coréia do Sul44513
19Nova Zelândia44412
20Tunísia

Bombeiros salvam filhotes de cães de incêndio no Distrito Federal


Filhotes de cães foram retirados de um buraco pelos bombeiros (Foto: Reprodução/ TV Globo)Filhotes de cães que foram retirados de buraco próximo a chamas (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Cães tinham acabado de nascer e estavam em buraco, segundo bombeiros.
Mãe não estava no local; agentes levaram filhotes para área segura.

Eliana Calmon deixa a corregedoria do CNJ // Lauro Jardim


terça-feira, 4 de setembro de 2012
20:02 \ Judiciário

Boicote na despedida da xerife do Judiciário

Processos no plenário do CNJ
Hoje, na última sessão de Eliana Calmon na corregedoria do CNJ, seis de seus processos foram retirados de pauta, dois adiados e dez tiveram pedidos de vista feitos pelos demais conselheiros.
Foi uma reação de parte do CNJ à mulher que ganhou a opinião pública no papel de xerife do Judiciário.
Por Lauro Jardim

Charge de Sponholz /// Campanha Eleitoral


Sponholz: Campanha eleitoral: mesmice se sempre!


Conflito entre governo colombiano e as Farc pode ter fim ....


ECONOMIA
Martes, Septiembre 4, 2012

“Si somos exitosos pondremos fin a medio siglo de violencia”

Bogotá_
El presidente Juan Manuel Santos, en alocución, anunció que se firmó junto con las Farc el 'Acuerdo General para la Terminación del Conflicto', que pretende ser una hoja de ruta para acabar con la violencia en el país.
“Este acuerdo no es ya la paz ni se trata de un acuerdo final, es una hoja de ruta que define con precisión los términos de discusión para llegar a ese acuerdo final”, sostuvo el jefe de Estado.
Señaló que las conversaciones comenzarán la primera quincena de octubre en Oslo y continuarán en La Habana. Precisó, además, que los diálogos no serán indefinidos y se medirán "en meses y no años”. "Si no hay avances, sencillamente no seguimos”, puntualizó
El mandatario reiteró que no habrá zonas de despeje, ni cese de operaciones militares en el territorio nacional.  Indicó que mantendrá el perfil bajo de las conversaciones, que serán directas y con discreción, y ratificó que no habrá intermediaros para llegar al acuerdo final.
 “Luego  de las conversaciones exploratorias tengo la convicción de que estamos ante una oportunidad real de terminar de manera definitiva el conflicto armando interno. Se trata de  un camino difícil pero que se debe explorar. Cualquier gobernante responsable sabe que no puede dejar pasar una posibilidad como esta para acabar con el conflicto”, comentó.
Explicó que el acuerdo al que se llegó con la guerrilla se basa en cinco puntos principales:
1) Desarrollo rural, es decir “que las políticas del Gobierno lleguen a todos los habitantes y se reparta la prosperidad en todo el territorio nacional”
2) Garantías para la oposición política y la participación ciudadana: que pueda haber divergencia y se pueda protestar sin temor.
3) El fin del conflicto, que incluye la dejación de armas y la reinserción de insurgentes.
4) El narcotráfico, para que este proceso ayude a la disminución de este fenómeno.
5) Garantizar los derechos de las víctimas.
Señaló que esta es una oportunidad real para terminar el conflicto armado porque las condiciones, tanto nacionales como internacionales, son diferentes.
“Hoy podemos hablar de paz, porque Colombia crece. Nuestra economía es una de las más prósperas (…) Este acuerdo es diferente porque no hay despeje, ni cese de operaciones militares. No combatimos por combatir, combatimos para alcanzar la paz”, agregó el mandatario.
Santos reconoció que las Farc han trabajado con seriedad y que todo lo acordado hasta ahora se ha respetado. “Si las Farc abordan la siguiente fase con la misma seriedad tenemos buenas perspectivas”, indicó.
De todas formas, el jefe de Estado dejó claro, y le dijo al Ministro de Defensa y a la fuerza pública, que las operaciones militares continuarán con la misma intensidad. También  subrayó que no se dejará amedrentar por los "extremistas y saboteadores que suelen aparecer".
Al pueblo colombiano, le pidió paciencia ante eventuales nuevos ataques de las Farc o incremento de la violencia que, dijo, serán respondidos con contundencia.
De otro lado, Santos agradeció puntualmente a los gobiernos de Venezuela y Chile, quienes serán acompañantes en el proceso de negociación.
LR.CO

Trabalhadores da Globovision estranham atitude do Governo da Venezuela ao os culparem sobre distúrbio com um ferido

http://www.eluniversal.com/nacional-y-politica/120904/trabajadores-de-globovision-rechazan-que-se-les-vincule-con-violencia

MEDIOS | Cuestionan expresiones de voceros del Ejecutivo

Trabajadores de Globovision rechazan que se les vincule con violencia

Exigen al Poder Ejecutivo "que no se entrometa más en la investigación" que se le sigue a un camarógrafo por presuntamente disparar un arma durante una asignación. Los trabajadores también afirman "que la conducta que supuestamente tuvo un compañero de Globovision no puede comprometer al canal ni el accionar diario de más de 400 trabajadores".

EL UNIVERSAL
martes 4 de septiembre de 2012  04:01 PM
Caracas.- Trabajadores del canal de noticias Globovision emitieron un comunicado en rechazo a declaraciones de voceros gubernamentales que los acusan de promover la violencia luego de que un trabajador de la planta presuntamente accionara un arma durante una asignación en Aragua donde resultó una persona herida. Además, instan al Gobierno a no interferir en la investigación judicial y a que se respeten sus derechos humanos.

"Nosotros, los trabajadores de Globovision repudiamos las declaraciones emitidas el pasado viernes 31 de agosto por el vicepresidente Ejecutivo de la República, Elías Jaua, y el Ministro para las Relaciones Interiores y Justicia, Tareck El Aissami, quienes nos acusaron indiscriminadamente de promover la violencia, al generalizar una situación concreta y específica que presuntamente involucra a un trabajador de Globovision, cuando apenas comienza la investigación del Ministerio Público en este caso. La conducta que supuestamente tuvo un compañero de Globovision no puede comprometer al Canal ni el accionar diario de más de 400 trabajadores que laboramos en esta planta televisiva, como lo señalaron los Altos Funcionarios en sus declaraciones", dice el texto.

El comunicado expresa las acusaciones en cuestión "configuran un discurso oficial instigador de agresiones físicas y verbales" y que se ven expuestos al odio y desprecio públicos. Señalan que desde que el vicepresidente y el ministro formularon sus acusaciones, ya han ocurrido al menos tres incidentes.
"Estas acusaciones infundadas, al emanar de dos altos funcionarios que son "colaboradores inmediatos" del Presidente Hugo Chávez, fomentan la intolerancia y hostilidad por parte de algunos sectores de la población hacia nosotros, y han sido interpretadas por algunos individuos y grupos de forma tal que han derivado ya en actos de intimidación, discriminación y violencia contra los trabajadores de esta Planta Televisiva, y en obstaculizaciones a nuestra labor periodística", señalan los empleados de la planta.

"Los trabajadores de Globovision le exigimos al Poder Ejecutivo Nacional que no se entrometa más en la investigación. Al Ministerio Público le pedimos que prosiga la averiguación y esclarezca lo ocurrido; que garantice los derechos humanos de los investigados, incluyendo el de ser considerado inocente mientras no se pruebe lo contrario, y el de ser juzgado por un tribunal independiente e imparcial, sin interferencias ni presiones indebidas del presidente Chávez y sus colaboradores inmediatos; y que para prevenir las consecuencias de este discurso oficial, adopte las medidas que sean necesarias para proteger la vida, integridad personal y libertad de expresión de los periodistas, camarógrafos, directivos y demás trabajadores de Globovision, tal como la han ordenado la Comisión y la Corte Interamericana de Derechos Humanos en decisiones ya conocidas por el Estado Venezolano", se expresa en el comunicado.