| Mensagem para o DIA DO IDOSO - 27 de setembro |
Nesta data homenageamos a 3ª Idade, a maravilhosa idade da sabedoria, das experiências vividas e do amor desprendido dos avós.
Aprenda a curtir seus Anos Dourados
Idoso é quem tem o privilégio de viver uma longa vida... velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degenerescência das células... a velhice causa a degenerescência do espírito. Você é idoso quando sonha... você é velho quando apenas dorme. Você é idoso quando ainda aprende... você é velho quando já nem ensina. Você é idoso quando se exercita... você é velho quando somente descansa. Você é idoso quando tem planos... você é velho quando só tem saudades. Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa... para o velho a vida se acaba a cada noite que termina. Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida... para os velhos todos os dias parecem o último de uma longa jornada. Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs... para o velho o calendário só tem ontens. Que você, quando idoso, viva uma vida longa, mas que nunca fique velho.
Fonte: Particip-Ação, jornal da comunidade São Carlos Borromeu, Ago/Set/Out.2002
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Hoje é DIA DO IDOSO
http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo077.shtml
"Protesto muçulmanos" /// Contardo Calligaris
contardo calligaris
27/09/2012 - 03h00
Protestos muçulmanos
O vídeo "A Inocência dos Muçulmanos", apesar de sua mediocridade, fez sucesso. Ninguém aguenta ver aquilo até o fim, mas o vídeo instigou a curiosidade dos internautas quando se soube que ele era a causa dos violentos protestos que se alastraram pelos países muçulmanos, nas últimas duas semanas.
Esquecendo os terroristas que se aproveitaram desses protestos para semear a morte, a visão dos desfiles e dos quebra-quebras foi instrutiva e desalentadora. Instrutiva por nos explicar, mais uma vez, a diferença cultural que separa o Ocidente do islã, e desalentadora porque a esperança de um entendimento recíproco parece pequena.
a) Os cristãos terão dificuldade em sentir empatia com os muçulmanos indignados pelo vídeo, pelas caricaturas dinamarquesas de seis anos atrás etc. Afinal, aqui, Jesus é uma marca de calças jeans e uma personagem de "South Park". No YouTube, encontrei um grupo francês, "Les Vampires", que, como capa de seu disco sobre a homossexualidade de Jesus, propõe o Cristo com uma mão pregada na cruz, enquanto, com a outra, ele se masturba.
Os cristãos se deleitaram com "O Código da Vinci", um best-seller, que explica que Jesus teve filhos com Maria Madalena e a igreja nos escondeu tudo isso até hoje. Qual empatia possível com os que condenaram à morte Salman Rushdie por ter escrito "Os Versos Satânicos", um grande livro, mais citado que lido, em que há sequências oníricas das quais eu nunca entendi por que seriam ofensivas para o islã? Nota: acaba de sair a autobiografia da clandestinidade de Rushdie, "Joseph Anton, Memórias" (Companhia das Letras).
b) Imaginemos, por um instante, que eu não me aguente e queira manifestar minha indignação com "Les Vampires". Uma das últimas coisas que eu faria seria atacar a embaixada da França.
Entendo que os protestos atuais passem a ser contra países cuja política seria mais favorável a Israel do que à Palestina. Mas o fato é que, neles, as massas muçulmanas reagem como se considerassem que um pensamento é a expressão e a responsabilidade do grupo ao qual seu autor pertence. No mínimo, o grupo (a nação) seria culpado porque não sabe disciplinar seus membros.
Ora, prefiro, de longe, aturar "Les Vampires" a exigir que os Estados se tornem guardiões do que pensam seus cidadãos.
Já houve épocas (não tão remotas) em que queimávamos e torturávamos pessoas que pensavam fora dos trilhos da igreja. Mesmo naquelas épocas, ninguém imaginava que os produtos das consciências individuais fossem responsabilidade do grupo ou da nação.
c) O comentário mais interessante que li nestes dias foi a citação, feita por Clóvis Rossi, de Yaron Friedman, no jornal israelense "Yediot Aharonot": "Na consciência árabe e muçulmana, Maomé e seus primeiros califas [chefes político-religiosos] do século 7º simbolizam a idade de ouro do islã e a gênese de um império árabe-muçulmano que chega ao século 12 na vanguarda do desenvolvimento cultural mundial".
"Toda ofensa feita ao profeta é cutucar a lembrança do estatuto de inferioridade no qual se encontra, desde o século 19, o mundo árabe-muçulmano em relação ao Ocidente."
É quase uma regra: qualquer suscetibilidade extrema é o sinal de uma fragilidade interna. Em outras palavras, a facilidade com o qual eu me sinto ofendido revela que eu mesmo devo concordar, ao menos em parte, com a ofensa que recebi.
Ou seja, a suscetibilidade muçulmana manifesta que deve existir, na alma muçulmana, um conflito entre o tradicionalismo religioso e uma aspiração à liberdade em suas manifestações modernas ocidentais.
d) Alguém perguntará: se estamos dispostos a aturar qualquer expressão individual, será que, para nós, nada é sagrado? Será que nenhuma opinião nos ofende a ponto de nos dar vontade, por exemplo, de manifestar?
Resposta. O que é sagrado para mim não é tal ou tal outra opinião --ainda menos a minha. O que é sagrado é o próprio direito de expressar uma opinião e de viver segundo ela manda.
Se uma mulher no Irã queima uma bandeira dos EUA ou da França, acho que é seu direito. Mas, se ela for apedrejada por ser adúltera, irei para a rua pedindo que a gente intervenha com tudo o que temos. Por ser ocidental e moderno, durmo bem com os insultos de quem pensa diferente de mim. Só não durmo bem com o grito dos indivíduos impedidos de se expressar e de viver segundo a liberdade de sua consciência.
Contardo Calligaris, italiano, é psicanalista, doutor em psicologia clínica e escritor. Ensinou Estudos Culturais na New School de NY e foi professor de antropologia médica na Universidade da Califórnia em Berkeley. Reflete sobre cultura, modernidade e as aventuras do espírito contemporâneo (patológicas e ordinárias). Escreve às quintas na vers
Cartel de Los Zetas perde líder de San Luís Potosí, norte do México
27/09/2012 - 11h45
México prende um dos principais líderes do cartel Los Zetas
A Marinha do México prendeu nesta quinta-feira em San Luís Potosí, no norte do país, um dos líderes do cartel do tráfico de drogas Los Zetas e um dos criminosos mais procurados pelas autoridades locais.DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Iván Velázquez Caballero, conhecido como Z-50 ou "O taleban", foi apresentado à imprensa nesta quinta. Ele é acusado de ser o chefe regional do Los Zetas em quatro Estados do norte mexicano desde 2007.
A recompensa por sua captura chegava a US$ 2,3 milhões (R$ 4,6 milhões). De acordo com o porta-voz da Marinha, José Luis Vergara, Velázquez desafiou o chefe do cartel, Miguel Ángel Treviño Morales, começando uma briga para controlar San Luis Potosí.
Nas últimas semanas, a revista "Proceso" informou que Velázquez acusou Treviño de ter traído alguns de seus homens e de entregá-los às autoridades mexicanas.
O Los Zetas se consolidou como um dos grandes grupos do narcotráfico no México após sua ruptura com o cartel do Golfo.
A quadrilha rivaliza sua disputa pela venda de drogas no país com o cartel de Sinaloa, comandado por Joaquín "El Chapo" Guzmán, foragido desde 2001.
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Sexo pode fazer os homens se apegarem e desejarem relacionamento sério – inclusive com prostitutas – Como as pessoas funcionam
Sexo pode fazer os homens se apegarem e desejarem relacionamento sério – inclusive com prostitutas – Como as pessoas funcionam
Sexo pode fazer os homens se apegarem e desejarem relacionamento sério – inclusive com prostitutas
Ana Carolina Prado 26 de setembro de 2012
Da série “Coisas que você não sabia sobre o amor e relacionamentos (parte II)”
Um estudo publicado em agosto na revista Men and Masculinities (disponível aqui) desmente a ideia amplamente difundida de que os homens que pagam por sexo não querem compromisso. Os pesquisadores concluíram que, embora isso seja verdade num primeiro momento, muitos homens que se tornam clientes regulares de prostitutas frequentemente desenvolvem sentimentos profundos de afeição por elas e passam a desejar uma conexão emocional além do sexo.
No estudo, foram analisadas 2.442 postagens em um fórum popular em que os usuários classificavam o serviço de profissionais do sexo e contavam sobre suas experiências. Aproximadamente um terço dessas postagens falava sobre envolvimentos emocionais com as prostitutas e muitos dos seus clientes expressaram o desejo de desenvolver relações que iam além da mera interação física.
Em outras palavras, eles muitas vezes passam a querer um relacionamento amoroso sério e monogâmico. “A provedora do sexo deixa de ser só a fornecedora de uma breve experiência e passa a ser vista como uma parceira romântica na vida real”, explica a autora principal do estudo, a psicoterapeuta Christine Milrod.
“Muitas das narrativas revelam surpresa a respeito do desenrolar dos fatos: o que era meramente uma transação de pagamento por sexo se torna algo em que sentimentos surgem e o cliente se questiona se os sentimentos do provedor do sexo são fingidos ou se baseiam em amizade mútua e sentimentos profundos partilhados”, diz o estudo.
TAGS:amor | relacionamento | sexo
Mais maluquice > Mulher é suspeita de ter matado cinco filhos recém-nascidos na Alemanha - Jornal O Globo
Mulher é suspeita de ter matado cinco filhos recém-nascidos na Alemanha - Jornal O Globo
Assassinatos foram cometidos durante período de vários anos
BERLIM - A polícia da Alemanha disse que uma mulher foi presa suspeita de ter matado seus cinco filhos recém-nascidos durante um período de vários anos.
Autoridades da cidade de Flensburg, no norte da Alemanha, disseram que a mulher de 28 anos admitiu ter matado dois bebês, cujos corpos foram encontrados em março de 2006 e em março de 2007. A identidade da mulher não foi divulgada por causa de leis de privacidade alemãs.
A polícia disse nesta quinta-feira que a mulher também é suspeita de ter matado três outros filhos logo depois que eles nasceram. Ao todo, ela responde por cinco acusações de homicídio.
Não é a primeira vez que a polícia alemã descobre um caso como este no país. Recentemente, várias mulheres foram acusadas de matar seus bebês no país. O pior caso foi a de uma mulher condenada por chacina em 2006 a 15 anos de prisão. Ela matou oito filhos seus recém-nascidos, enterrando-os em jarros de flores e em um tanque de peixes no jardim da casa de seus pais, perto da fronteira com a Polônia.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Cristina Kirchner ataca imprensa argentina em Nova York
BLOG DO ALUIZIO AMORIM
quarta-feira, setembro 26, 2012
CRISTINA KIRCHNER, A BRUXA ARGENTINA, DÁ AULA DE TIRANIA EM NEW YORK.
Em uma contínua investida contra a imprensa argentina, a presidenteCristina Kirchner disse em uma conversa com estudantes em Nova York que ‘não há jornalismo independente no mundo’ e que seu trabalho não é falar com repórteres. Cristina justificou a ausência de coletivas de imprensa em seu país com a seguinte desculpa: ‘Quando a resposta não os agrada, começam a gritar e chutar portas’
“Não há jornalismo independente no mundo. No meu país, não há imprensa independente ou objetiva”, disse Cristina aos estudantes. “Nós, os governantes, não estamos aí para dar coletivas de imprensa”, continuou.
Mas a aula de tirania aos jovens estudantes não acabou por aí. Cristina emendou uma crítica ácida aos jornalistas argentinos, a quem chamou de histéricos. “Quando a resposta não os agrada, começam a gritar, já chegaram a chutar as portas da casa do governo”, disse a presidente.
No último sábado, o governo kirchnerista lançou um vídeo ameaçando retirar as licenças do grupo Clarín em 7 de dezembro, data em que vence uma medida cautelar - que pode ser prorrogada - emitida pela Justiça para que o grupo continue operando enquanto o sistema judiciário decide se a Lei de Mídia é constitucional ou não - sancionada por Cristina, a Lei de Mídia proíbe, entre outros pontos, que as empresas privadas de comunicação mantenham mais de uma emissora de TV aberta em uma mesma localidade. Do site da revista Veja
“Não há jornalismo independente no mundo. No meu país, não há imprensa independente ou objetiva”, disse Cristina aos estudantes. “Nós, os governantes, não estamos aí para dar coletivas de imprensa”, continuou.
Mas a aula de tirania aos jovens estudantes não acabou por aí. Cristina emendou uma crítica ácida aos jornalistas argentinos, a quem chamou de histéricos. “Quando a resposta não os agrada, começam a gritar, já chegaram a chutar as portas da casa do governo”, disse a presidente.
No último sábado, o governo kirchnerista lançou um vídeo ameaçando retirar as licenças do grupo Clarín em 7 de dezembro, data em que vence uma medida cautelar - que pode ser prorrogada - emitida pela Justiça para que o grupo continue operando enquanto o sistema judiciário decide se a Lei de Mídia é constitucional ou não - sancionada por Cristina, a Lei de Mídia proíbe, entre outros pontos, que as empresas privadas de comunicação mantenham mais de uma emissora de TV aberta em uma mesma localidade. Do site da revista Veja
AM: grávida tem barriga aberta com lâmina | Cidades | band.com.br - Band.com.br
AM: grávida tem barriga aberta com lâmina | Cidades | band.com.br - Band.com.br
Daiana foi presa e confessou o crime à polícia em ManausDivulgação/Polícia Civil do Amazonas
Atualizado em
AM: grávida tem barriga aberta com lâmina
Vizinha fez parto à força para roubar o bebê e seu marido não descobrir que ela não estava gestante; vítima segue internada em Manaus
Da Redação noticias@band.com.br
A vizinha de uma grávida de Manaus, no Amazonas, usou uma lâmina de barbear para fazer uma cirurgia cesariana à força. A mulher estava com seis meses de gestação.
De acordo com a polícia, Odete Pego Barreto, de 22 anos, chegou a ficar em coma depois que a doméstica Daiana Pires dos Santos, de 21 anos, bateu com uma tábua de carne em sua cabeça e fez o procedimento. Ela segue internada no hospital João Lúcio, mas já não respira mais com a ajuda de aparelhos. O bebê também foi internado, mas passa bem.
Daiana teria sido motivada a roubar o bebê da vizinha depois de ter descoberto que não estava grávida. Ela estaria com medo do marido, que acreditou na gravidez da esposa.
De acordo com a polícia, Odete Pego Barreto, de 22 anos, chegou a ficar em coma depois que a doméstica Daiana Pires dos Santos, de 21 anos, bateu com uma tábua de carne em sua cabeça e fez o procedimento. Ela segue internada no hospital João Lúcio, mas já não respira mais com a ajuda de aparelhos. O bebê também foi internado, mas passa bem.
Daiana teria sido motivada a roubar o bebê da vizinha depois de ter descoberto que não estava grávida. Ela estaria com medo do marido, que acreditou na gravidez da esposa.
A geração 'nem-nem' - - Estadão
A geração 'nem-nem' - opiniao - versaoimpressa - Estadão

A geração 'nem-nem'
26 de setembro de 2012 | 3h 22
O Estado de S.Paulo
Um em cada cinco brasileiros entre 18 e 25 anos não trabalha nem estuda. É a chamada "geração nem-nem", dimensionada em estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Esses jovens são vítimas de um "desalento estrutural", como analisou Fernando de Holanda Filho, professor da Fundação Getúlio Vargas, ao jornal O Globo (16/9). Ou seja: são pessoas que desistiram de procurar trabalho, porque não têm quase nenhuma qualificação, e tampouco querem voltar a estudar, porque não se sentem atraídas pela escola.
No total, há 5,3 milhões de jovens que não trabalham nem estudam, indica a pesquisa coordenada pelo professor Adalberto Cardoso. Se fossem computados os jovens que ainda procuram alguma ocupação, o número saltaria para 7,2 milhões. Num país com cenário de baixo desemprego e economia em expansão (em 2010, ano em que os números usados na pesquisa foram colhidos, o PIB cresceu 7,5%), isso significa que uma parcela importante dos brasileiros não está participando do desenvolvimento experimentado nos últimos anos. Uma vez sem perspectiva, alguns deles podem cair na criminalidade.
As mulheres, principalmente em razão da maternidade, são maioria nesse grupo - elas somam 3,5 milhões, e os homens, 1,8 milhão -, o que inclui a desigualdade de gênero na equação. O impacto também é maior entre os mais pobres. Na parcela da população com renda per capita de até R$ 77,75, a geração "nem-nem" chega a 46,2%. E é notável a disparidade regional: no Norte e no Nordeste, a incidência passa dos 25%, contra 13% no Sul e 16,8% no Sudeste.
Os países ricos também têm seus "nem-nem", mas o motivo é a recessão persistente, que inexiste no Brasil. Entre os 34 integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média dos jovens que se encontram nessa situação é de 15,8% - contabilizando-se os que ainda procuram emprego e se considerando que a faixa etária usada como critério é mais larga, de 15 a 29 anos.
A OCDE afirma, no entanto, que a situação dos "nem-nem" na maioria dos países estudados é transitória e que os motivos variam de lugar para lugar, incluindo-se aí questões culturais - o que explica, por exemplo, que 77% das jovens mexicanas nem trabalhem fora de casa nem estudem, preferindo dedicar-se à formação da família.
As eventuais dificuldades econômicas dos países integrantes da OCDE - que incluem potências como Estados Unidos e Grã-Bretanha e também emergentes como Turquia e México - não impediram que o investimento em educação fosse não apenas mantido, como, em alguns casos, experimentasse sensível ampliação. Como mostra o mais recente estudo da organização, o Education at a Glance 2012, isso aconteceu com pelo menos 24 dos 34 membros durante os anos de 2008 e 2009, que foram de forte crise e recessão. Segundo a OCDE, tal cenário se explica pela conclusão generalizada de que apostar em educação traz benefícios tanto para os indivíduos quanto para a sociedade, ainda mais em tempos de dificuldades econômicas. Em 2008, um homem com instrução superior nos países da OCDE ganhou, em média, 58% mais do que aquele que possuísse apenas nível secundário. Em 2010, esse porcentual subiu para 67%.
Tal perspectiva é semelhante no Brasil, mas, ao que parece, uma parte considerável dos jovens brasileiros não consegue enxergar essa oportunidade, quer por desinformação, quer porque não se sente estimulada a enfrentar a rotina de estudos em escolas de baixa qualidade. Trata-se de um indicativo de que o crescimento econômico brasileiro pode ter seus problemas agravados no futuro próximo, porque é essa geração que terá de enfrentar um mercado de trabalho cada vez mais exigente. Portanto, a escassez de mão de obra com um mínimo de competência técnica, que é um dos entraves crônicos do desenvolvimento no Brasil, tende a se acentuar - a não ser que haja uma virada drástica e imediata no sistema educacional, de modo a atrair novamente essa massa de jovens para os estudos e a especialização, fazendo-os perceber que a educação pode significar um futuro melhor.
Rezar? -Roberto Damatta - O verbo acreditar é muito poderoso
Rezar? - cultura - versaoimpressa - Estadão

Rezar?
26 de setembro de 2012 | 3h 40
Roberto DaMatta - O Estado de S.Paulo
Rezamos todos ou a reza, como reza o hábito, é um atributo (ou um privilégio) dos que acreditam em alguma coisa? Acreditar é um verbo poderoso. Talvez o mais poderoso de todos, porque ele afirma algo que é ou não é, dependendo do ponto de vista. Eu acredito em Deus!, diz Francisco; Eu não!, responde José. Acredito que o mundo vai acabar em dezembro deste ano e que o mensalão é obra das elites reacionárias, de uma imprensa corrompida e de um Supremo Tribunal Federal golpista, dizem os defensores de Lula.
O pragmatismo inocente afirma que "gosto não se discute", mas se aplicarmos isso ao verbo crer, o mundo se abre a uma torrente de loucuras. De fato, aprendemos que o verbo acreditar também tem limites. Não há como acreditar em Papai Noel ou que a morte não exista fora dos simbolismos culturais e religiosos. Crer é um direito e um ato de fé.
Há quem acredite em X, Y e Z - e há quem não acredite em X, Y e Z. Então X, Y e Z têm um lado oculto (ou tenebroso) que a suposta luminosidade do crer não alcança. O não crer obriga o crente a ver o todo. O crer, por seu turno, leva o cético a ver o lado que lhe falta e que ele imaginava não existir.
* * * *
Esta pobre meditação é o resultado de um fato concreto e do meu mal-estar relativo ao mundo político brasileiro.
Primeiro, o fato.
Morre uma professora dedicada. Eu não a conheci, mas pelas mensagens que recebo, relembro como é dura a reconciliação com a presença concreta da morte para seus entes queridos. Eis que, no meio das mensagens, um padre solidário com a perda espera não constranger os seus colegas ateus com suas preces. Poucas vezes me deparei com um exemplo de tamanha delicadeza e sensibilidade. Que os ateus me desculpem, eu não rezo para ofendê-los, diz o padre.
Como um conforto ao sacerdote, eu desejo sugerir que todos rezam. Uns acreditando, outros sem acreditar. Mas, perguntaria um crente: como rezar sem um Deus? Ora, responderia o ateu, e como rezar para divindade se o rezar é um ato pelo qual se aceita o mundo tal como ele é? Na sua bondade e maldade, nas suas trevas e luzes? Mais do que reconhecer, suplicar ou tentar estabelecer um contrato com as divindades, a prece é, já dizia Mauss, o ato religioso mínimo para entrar em contato com o sobrenatural que nos cerca e aterroriza, sejamos crentes ou ateus.
Rezar é reconhecer nossa finitude, fraqueza, carência, angústia e solidão. É admitir que vivemos numa totalidade que não podemos conhecer completamente. É um ato que pertence ao que Gregory Bateson chamou de "uma ecologia da mente". Pois, quando rezamos, suspendemos o aqui e agora dominados pelo eu para irmos de encontro ao todo. Rezar é admitir que há no mundo seres e situações estranhas, acima (ou abaixo) dos elos entre meios e fins. Há quem use um canhão para matar um passarinho e quem tente enfrentar gorilas com poesia. O mundo não é claro como querem os materialistas, mas também não é absolutamente escuro como desejam os crentes.
* * * *
Eu ando rezando às claras e às escuras. Vejo no Brasil que julga o mensalão um dado novo e alarmante para os poderosos de todos os matizes e de todas as estirpes.
Este é um julgamento que pela primeira vez na nossa História vai traçar limites não apenas para quem cometeu ilegalidades no poder, mas nos contextos ou situações engendradas por quem o ocupou e, sobretudo, por quem se deixou ocupar pelo poder.
Meu mal-estar com relação ao Brasil tem a ver com a força de quem tem certas crenças. E para quem tem certas crenças, os fins justificam os meios. Ser poderoso é, no Brasil, bradar pela ausência de limites. Será mesmo possível punir um poderoso no Brasil? É possível aceitar o erro de um petista, mesmo sendo petista? Pode-se admitir que os petistas, como a maioria dos seres humanos, são também ambiciosos e podem errar, como foi o caso do mensalão e, pior que isso, o aliar-se em São Paulo ao sr. Maluf?
Pode-se ser de esquerda deixando de lado o chamamento milenarista que promete um mundo perfeito quando perpetuamente governado por um messias? Seria possível ter no Brasil uma administração pública na qual oposição e situação aceitem os seus erros e tenham consciência dos seus limites?
Será que hoje não estamos num tempo em que a ética tem sido comida pelo político e pela "política da coalizão", que foi a alma do fato em causa? Politizar negativamente é impedir a visão do todo como sendo feito de parcelas diferenciadas. Se você, leitor, concorda comigo, reze. Se não concorda, reze por mim.
Cão da raça mastin inglês ocupa cama de sua dona com mais de 100 quilos...
http://colunas.revistagalileu.globo.com/buzz/2012/09/26/viral-cao-gigante-toma-conta-da-cama-de-sua-dona-e-nao-quer-levantar/
Viral: cão gigante toma conta da cama de sua dona e não quer levantar
12:24, 26 DE SETEMBRO DE 2012
LUCIANA GALASTRI ANIMAL, VÍDEO TAGS: CACHORRO, CACHORRO RABUGENTO,CÃO, MASTIFE INGLÊS, MASTIM INGLÊS
LUCIANA GALASTRI ANIMAL, VÍDEO TAGS: CACHORRO, CACHORRO RABUGENTO,CÃO, MASTIFE INGLÊS, MASTIM INGLÊS
A dona de Lincoln, o cachorrão da foto, resolveu filmar sua rotina diária para acordá-lo. O resultado é um vídeo de três minutos de reclamações caninas e muita manha. Confira a filmagem que já alcançou mais de 60 mil visualizações:
Lincoln, caso você esteja se perguntando, é um mastife (ou mastim) inglês, raça de cães grandes que pode chegar a medir 75cm de altura (sobre as quatro patas) e pesar 110 kg.
Quer ver mais vídeos de cachorros rabugentos? Então conheça o
Olimpíada e Copa: os cartolas não aceitam largar o osso... - Esporte - Notícia - VEJA.com
Olimpíada e Copa: os cartolas não aceitam largar o osso... - Esporte - Notícia - VEJA.com
Enquanto isso, Nuzman e Marin ainda seguem a velha cartilha da cartolagem brasileira. Na noite de terça, uma das funcionárias demitidas da Rio-2016 divulgou uma carta enviada a Nuzman depois de sua punição. Ela nega ter furtado dados em Londres e diz que dois dos demitidos nem chegaram a usar os computadores no escritório do comitê britânico. O chefe, no entanto, ordenou a demissão coletiva na tentativa de abafar o escândalo e de se distanciar ao máximo do episódio. Assim como José Maria Marin, 80 anos, ex-jogador de futebol que há décadas circula pelos bastidores do esporte, Carlos Arthur Nuzman, ex-atleta da seleção brasileira de vôlei, tem longa trajetória na cartolagem: já são 37 anos no ramo. Durante 21, foi o principal dirigente do vôlei brasileiro. Está no comando do COB há dezessete anos, desde 1995. Entre as grandes potências olímpicas, não há casos semelhantes ao dele. Em entrevista exclusiva publicada na edição de VEJA da semana passada, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu o fim dos mandatos quase intermináveis dos cartolas do país. De acordo com ele, "é preciso limitar o tempo de mandato dos dirigentes a três ou quatro anos, com direito a apenas uma reeleição". "Democratização e profissionalismo são as palavras-chave", afirmou. Ao que parece, falta incluir esses termos no vocabulário dos dois principais dirigentes do esporte brasileiro.

26/09/2012 - 12:35
Olimpíada e Copa: os cartolas não aceitam largar o osso...
Nuzman e Marin concentram poder e contrariam modelo de sucesso de eventos em todos os outros países. Escândalo de 2016 mostra como isso é prejudicial
Carlos Arthur Nuzman: aguardando a reeleição, ele não falou sobre o furto de dados (Ian Walton/Getty Images)
O modelo adotado pelos brasileiros fecha as portas da Copa e da Olimpíada ao envolvimento de pessoas capazes de transformar e revolucionar esses eventos
O escândalo do furto de dados de Londres-2012 por integrantes da Rio-2016 ainda tem muitas perguntas sem resposta, mas pelo menos uma coisa ficou clara: a concentração de poder no comando dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos tem consequências nefastas para a organização do evento. Carlos Arthur Nuzman, de 72 anos, ainda não se pronunciou publicamente a respeito do episódio. Era de se esperar que o chefe do comitê organizador explicasse pessoalmente o ocorrido em Londres. Nuzman, porém, não é só o presidente da entidade criada para a realização dos Jogos. Ele é também o dirigente máximo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que realiza, no mês que vem, uma nova eleição presidencial. O cartola não tem rivais na disputa e sua reeleição já está garantida. Ainda assim, sinalizou a interlocutores que não pretendia falar sobre o furto de dados porque temia a "exploração política" do ocorrido. O sumiço de Nuzman em meio a um caso tão constrangedor como o da semana passada mostra bem por que o responsável pela organização de uma Olimpíada (ou de uma Copa do Mundo) não deve acumular outras funções, especialmente as que contêm um elemento político. Em meio a um caso grave, com repercussão internacional, Nuzman deveria cumprir seu papel de presidente do comitê organizador, mas está ocupado demais sendo o presidente do COB, em campanha por mais um mandato.
Leia também: Rio-2016 volta a 'lamentar' furto, mas ainda não explica o caso
Presenteado com a chance de organizar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada num intervalo de apenas dois anos, o Brasil já mudou - e para pior - um aspecto importante da realização desses eventos. Nas últimas décadas, as duas principais festas esportivas do planeta já passaram por países ricos e outros nem tanto, por nações do Ocidente e do Oriente, pelas mais variadas culturas. Em todas elas, havia pelo menos uma coisa em comum: o presidente do comitê organizador do evento não era o mesmo dirigente que comandava a federação de futebol local, no caso da Copa, ou o comitê olímpico do país, no caso dos Jogos (confira no quadro abaixo). Em Londres-2012, Sebastian Coe se consagrou ao organizar uma grande Olimpíada, e Colin Moynihan comandou uma extraordinária campanha britânica no quadro de medalhas. O primeiro dedicou-se exclusivamente a montar o evento; o segundo, à formação da delegação do país e ao desempenho esportivo dos anfitriões da festa. Essa divisão de funções não garante o êxito de um Mundial ou de uma Olimpíada, evidentemente. Mas pouca gente acredita que exista algum benefício na concentração de poder adotada pelos brasileiros. Além de Nuzman - que chefiou a candidatura vitoriosa do Rio a sede da Olimpíada e atribuiu a si mesmo a missão de organizá-la -, o presidente da CBF, José Maria Marin, também não larga o cargo de presidente do Comitê Organizador Local da Copa de 2014.
Presenteado com a chance de organizar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada num intervalo de apenas dois anos, o Brasil já mudou - e para pior - um aspecto importante da realização desses eventos. Nas últimas décadas, as duas principais festas esportivas do planeta já passaram por países ricos e outros nem tanto, por nações do Ocidente e do Oriente, pelas mais variadas culturas. Em todas elas, havia pelo menos uma coisa em comum: o presidente do comitê organizador do evento não era o mesmo dirigente que comandava a federação de futebol local, no caso da Copa, ou o comitê olímpico do país, no caso dos Jogos (confira no quadro abaixo). Em Londres-2012, Sebastian Coe se consagrou ao organizar uma grande Olimpíada, e Colin Moynihan comandou uma extraordinária campanha britânica no quadro de medalhas. O primeiro dedicou-se exclusivamente a montar o evento; o segundo, à formação da delegação do país e ao desempenho esportivo dos anfitriões da festa. Essa divisão de funções não garante o êxito de um Mundial ou de uma Olimpíada, evidentemente. Mas pouca gente acredita que exista algum benefício na concentração de poder adotada pelos brasileiros. Além de Nuzman - que chefiou a candidatura vitoriosa do Rio a sede da Olimpíada e atribuiu a si mesmo a missão de organizá-la -, o presidente da CBF, José Maria Marin, também não larga o cargo de presidente do Comitê Organizador Local da Copa de 2014.
Poder dividido: os dirigentes das últimas Copas e Olimpíadas
| ANO | EVENTO | COMITÊ ORGANIZADOR | COMITÊ OU FEDERAÇÃO LOCAL |
| 2012 | Olimpíada de Londres | Sebastian Coe | Colin Moynihan |
| 2010 | Copa da África do Sul | Danny Jordaan | Kirsten Nematandani |
| 2010 | Olimpíada de Vancouver | John Furlong | Marcel Aubut |
| 2008 | Olimpíada de Pequim | Liu Qi | Liu Peng |
| 2006 | Copa da Alemanha | Franz Beckenbauer | Theo Zwanziger |
| 2006 | Olimpíada de Turim | Valentino Castellani | Giovanni Petrucci |
| 2004 | Olimpíada de Atenas | Gianna Angelopoulos-Daskalaki | Minos Kyriakou |
| 2002 | Copa da Coreia e Japão | Yun-Taek Lee e Yasuhiko Endo | Chung Mong-joon e Shuni Okano |
| 2002 | Olimpíada de Salt Lake City | Mitt Romney | Marty Mankamyer |
| 2000 | Olimpíada de Sydney | Sandy Hollway | John Coates |
| 1998 | Copa da França | Michel Platini | Claude Simonet |
| 1998 | Olimpíada de Nagano | Eishiro Saito | Hironoshin Furuhashi |
| 1996 | Olimpíada de Atlanta | William Porter Payne | LeRoy T. Walker |
Além das desvantagens mais óbvias - como as dificuldades para conciliar as duas funções e os possíveis conflitos de interesses decorrentes do acúmulo dos dois cargos - o modelo adotado pelos brasileiros fecha as portas da Copa e da Olimpíada ao envolvimento de pessoas capazes de transformar e revolucionar esses eventos (leia mais no quadro abaixo). Nos Jogos de Los Angeles-1984, por exemplo, o presidente do comitê organizador foi Peter Ueberroth, um executivo que conseguiu salvar as Olimpíadas ao criar um modelo financeiro saudável depois do desastre de Montreal-1976. A receita de Ueberroth - que envolve forte participação da iniciativa privada para que o país-sede não precise arcar sozinho com todos os custos do evento - é adotada até hoje. O candidato republicano à Presidência dos EUA, Mitt Romney, foi presidente do comitê dos Jogos de Inverno de Salt Lake City, em 2002. Assumiu o cargo depois de uma série de escândalos que ameaçou até mesmo tirar os Jogos da cidade. O caixa do evento estava no vermelho. Em três anos na função, Romney reorganizou o comitê, conseguiu verbas adicionais e fechou a Olimpíada deixando Salt Lake City com lucro de 100 milhões de dólares. O sucesso olímpico colocou o republicano sob os holofotes - e hoje, em sua campanha eleitoral contra Barack Obama, Romney costuma listar a experiência nos Jogos como um dos principais pontos de seu currículo.
Os gerentes de Copas e Olimpíadas
Seis presidentes de comitês organizadores que não eram cartolas mas foram um sucesso
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Sebastian Coe
O ex-corredor assumiu o comando da candidatura londrina na reta final do processo. Foi tão decisivo para a vitória no COI que acabou sendo escolhido para chefiar a organização.
Enquanto isso, Nuzman e Marin ainda seguem a velha cartilha da cartolagem brasileira. Na noite de terça, uma das funcionárias demitidas da Rio-2016 divulgou uma carta enviada a Nuzman depois de sua punição. Ela nega ter furtado dados em Londres e diz que dois dos demitidos nem chegaram a usar os computadores no escritório do comitê britânico. O chefe, no entanto, ordenou a demissão coletiva na tentativa de abafar o escândalo e de se distanciar ao máximo do episódio. Assim como José Maria Marin, 80 anos, ex-jogador de futebol que há décadas circula pelos bastidores do esporte, Carlos Arthur Nuzman, ex-atleta da seleção brasileira de vôlei, tem longa trajetória na cartolagem: já são 37 anos no ramo. Durante 21, foi o principal dirigente do vôlei brasileiro. Está no comando do COB há dezessete anos, desde 1995. Entre as grandes potências olímpicas, não há casos semelhantes ao dele. Em entrevista exclusiva publicada na edição de VEJA da semana passada, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu o fim dos mandatos quase intermináveis dos cartolas do país. De acordo com ele, "é preciso limitar o tempo de mandato dos dirigentes a três ou quatro anos, com direito a apenas uma reeleição". "Democratização e profissionalismo são as palavras-chave", afirmou. Ao que parece, falta incluir esses termos no vocabulário dos dois principais dirigentes do esporte brasileiro.
Ricardo Moraes/Reuters
José Maria Marin ao assumir a CBF: ele imitou Ricardo Teixeira e abraçou também o comitê da Copa
Um dos argumentos que a cúpula da Rio-2016 usa para afastar qualquer pedido de explicações do governo sobre o furto de informações confidenciais do comitê Londres 2012 por dez funcionários do comitê brasileiro é o de que como não há verba pública na Rio 2016, não há explicações a dar para Brasília. Independentemente de ser um argumento que despreza a opinião pública, não chega a ser 100% verdadeiro: todo o eventual déficit da Rio 2016 será coberto pelo governo federal. E o comitê já avisou que em meados de 2013, o primeiro déficit quase que certamente aparecerá.
Vídeo: Augusto Nunes comenta o furto de dados em Londres:
Vídeo: Augusto Nunes comenta o furto de dados em Londres:
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