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Ira reaceneende a guera no Oriente

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ministério da Justiça não sabe ainda o valor da vida do brasileiro que vota, paga impostos, sofre assaltos, canta o hino...paga passagem de avião, paga serviços de segurança, de residência, de carro, de saúde

A Colunas nos Jornais
15/04/2013 | 00:00

Ministro da Justiça é contra aumentar pena para traficantes

O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) pediu ao deputado Osmar Terra (PMDB-RS) – médico e ex-secretário de Saúde do Rio Grande do Sul – para modificar projeto de sua autoria que aumenta de cinco a oito anos de prisão a pena mínima a traficantes de drogas. Para Cardozo, a medida vai “sobrecarregar ainda mais” os presídios. A matéria, a ser votada na terça (16), institui também internação involuntária do viciado.

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15/04/2013 | 00:00

Indefensável

Trocando em miúdos, o governo prefere traficantes soltos, viciando mais pessoas, sobretudo jovens, do que “sofrendo nas penitenciárias”.

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15/04/2013 | 00:00

Desinteresse

Osmar Terra denuncia: o segundo escalão no governo (áreas de Saúde e Justiça principalmente) trava o Programa de Combate ao Crack.

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15/04/2013 | 00:00

Eles estão no poder

No Ministério da Justiça, a turma do ex-secretário Pedro Abramovay, a favor de descriminalizar “pequeno traficante”, boicota ações antidrogas, segundo o deputado Osmar Terra.

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15/04/2013 | 00:00

Deixa como está

PT e PSOL trabalham para derrubar o projeto que, segundo eles, “só radicaliza” e não soluciona o consumo e tráfico de drogas no país.

Charge de Sponholz // blog Prosa & Política // Adriana Vandoni

Dilma sonha com Lula

Os bandidos fazem a parte deles que é infernizar valores, matar pessoas, desqualificar instituições... "Quando os senhores (políticos) vão fazer a sua ?"


Enviado por Téta Barbosa - 

15.4.2013
 | 11h02m

Estatísticas, por Téta Barbosa

Victor tem 16 anos e mora no Recife. Ele sabia que poderia ser assaltado qualquer dia desses. Sabia também que deveria entregar o celular sem reagir. Sabia inclusive que, ao chegar em casa, eu diria: vão-se os anéis, ficam os dedos – frase muitas vezes repetida na família.
Victor tinha certeza de que morando em uma das cidades mais violentas do Brasil, mesmo que o Pacto pela Vida criado pelo governador diga o contrário, faria mais cedo ou mais tarde parte das estatísticas. As estatísticas do Estado e da família.
Eu tive três carros roubados, a ponto de ser gentilmente convidada a me retirar da seguradora. A minha irmã teve sua casa invadida e assaltada. O meu irmão sentiu a frieza de um revolver apontado em sua testa. Victor sabia disso e levava consigo a sina familiar de classe média que vive assustada e olhando para os lados.
O que Victor não sabia, no entanto, é que ser assaltado faz a perna da gente tremer. Ninguém avisou que o coração dispara como um cavalo de corrida.
Não sabia da humilhação, do sentimento de impotência, do medo que passará a acompanhá-lo toda vez que sair à rua. Victor nunca soube que fazer parte dos índices faz a gente suar frio enquanto lavas quente de pânico percorrem nossas veias. Ele não sabia da raiva.
Agora, infelizmente, sabe.
Imagina que os homens de bicicleta e armados são analfabetos e, por isso mesmo, coitados, não leram as últimas declarações que anunciam a queda vertiginosa da criminalidade no Recife. Os números apontam, as porcentagens não mentem, o Recife é uma cidade mais tranquila, dizem.
O menino, que deveria estar preocupado com namoradinhas e provas de química, agora discorda do discurso político de quem está mais interessado no próximo cargo público, presidência quem sabe, do que no bem estar de um adolescente.


No mesmo dia que Victor foi assaltado, um outro Victor, este de São Paulo, não teve a mesma sorte. Perdeu o celular e a vida. E assim caminha o país do futuro.
Vão-se os anéis, é certo. E com eles, vão-se também a inocência, a paz e um pedaço do amor que a gente tem pela cidade e pelo Brasil.
Não somos um número, seu moço. Não somos índices nem gráficos. Temos nome, sobrenome e sonhos. Pagamos impostos, atravessamos a rua na faixa de pedestres, comemos de boca fechada, damos bom dia ao porteiro, aguamos as plantas, olhamos para os dois lados antes de atravessar a rua.
Fazemos nossa parte. Quando os senhores vão começar a fazer a de vocês?



Téta Barbosa é jornalista, publicitária, mora no Recife e vive antenada com tudo o que se passa ali e fora dali. Escreve aqui sempre às segundas-feiras sobre modismos, modernidades e curiosidades. Ela também tem um blog - Batida Salve Todos.

Frase do dia ... // Blog Ricardo Noblat // Henrique Capriles



FRASE DO DIA
Não reconhecerei o resultado da eleição até que sejam recontados todos os votos.
Henrique Caprilles, candidato da oposição a presidente da Venezuela, derrotado

Foto de cédula de votação de candidatos à Presidência da Venezuela....

domingo, abril 14, 2013


MADURO, O CANDIDATO CHAVISTA, APARECE 

14 VEZES NA CÉDULAS DE VOTAÇÃO E 


OPOSITOR CAPRILES APENAS UMA VEZ!

Fiscal exibe cédula usada por venezuelanos que moram na Espanha (Foto: Terra)
Nicolás Maduro, candidato presidencial do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), concorre à frente de uma coalização formada por diversos partidos. Por este motivo, ele aparece 14 vezes na cédula eleitoral. Enquanto isso, seu opositor mais forte, Henrique Capriles, aparece apenas uma vez, no canto inferior esquerdo da cédula. 

"Basicamente, esta é uma estratégia muito bem utilizada por Hugo Chávez. Ao se apresentar como a opção de outros partidos de esquerda mais moderados, cortava as oportunidades do candidato opositor", disse em entrevista ao Terra o professor de Ciências Políticas da Universidade Internacional da Flórida, Eduardo Gamarra.

O analista foi mais além e disse que é muito provável que Maduro e sua maquinaria estejam por trás disso, e não seria surpreendente que ele "esteja financiando parte da campanha para estes partidos". "Ainda que não seja uma prática legal, tampouco é explicitamente uma prática ilegal porque é muito difícil de provar que aconteceu", afirmou o professor. LEIA MAIS

MEU COMENTÁRIOO que está ocorrendo na Venezuela é uma vergonha. Cadê a tal "comunidade internacional" sempre invocada pela grande mídia para protestar contra essa trapaça da canalha chavista?

Não há dúvida: a grande mídia internacional, com raríssimas exceções, e seus jornalistas amestrados fazem parte dessa absurda montagem que vem ocorrendo na Venezuela com o concurso da ditadura cubana.

domingo, 14 de abril de 2013

"O liberal é humilde... " // Raymond Aron // Prosa e Política


Pensamento do dia

“O liberal é humilde. Reconhece que o mundo e a vida são complicados. A única coisa de que tem certeza é que a incerteza requer a liberdade, para que a verdade seja descoberta por um processo de concorrência e debate que não tem fim. O socialista, por sua vez, acha que a vida e o mundo são facilmente compreensíveis; sabe de tudo e quer impor a estreiteza de sua experiência – ou seja, sua ignorância e arrogância – aos seus concidadãos.”
Raymond Aron

Saúde Mental // Rubens Alves


Saúde Mental – por Rubem Alves


“Faço uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras foram alimento para a minha alma.
Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E assusto-me.
Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se.
Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakoviski suicidou-se.
Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental?
Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine (se ainda não viu, veja o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou.
Pensar é uma coisa muito perigosa… Não, saúde mental elas não tinham… Eram lúcidas demais para isso.
Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental.
Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa. Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.
Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de loucos e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos.

Nós somos muito parecidos com computadores. O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente “equipamento duro”, e a outra se denomina software,
“equipamento macio”.
O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito.
O software é constituído por entidades “espirituais” – símbolos que formam os programas e são gravados.
Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso.
O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo “espirituais”, sendo que o programa mais importante é a linguagem. Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também.
Quando o nosso hardware fica louco há de se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos; somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Eles podem vir de poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas…
Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que o seu software produz. Pois não é isso que acontece conosco?
Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado. Imagine um aparelho de som; imagine que o CD e os acessórios, o hardware, tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover.
Imagine mais; imagine que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio:
A música que saia de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou…
Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, a “saúde mental” até o fim dos seus dias:
Opte por um software modesto. Evite as coisas belas e comoventes. A beleza é perigosa para o hardware.
Cuidado com a música… Brahms, Mahler, Wagner, Bach são especialmente contra-indicados.
Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Tranquilize-se; há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento.
Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito.
Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. E, aos Domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato.
Seguindo essa receita você terá uma vida tranquila, embora banal. Mas como você cultivou a insensibilidade, não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos.
Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram…”
Rubem Alves

Vitrine de jornais e revistas do Brasil e do Mundo

14/04/2013 - 07h30

Veja as manchetes dos principais jornais e revistas deste domingo

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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
*
Jornais nacionais
O Estado de S.Paulo
'Inflação não precisa de tiro de canhão', diz Mantega
O Globo
Moradias Populares: ex-servidores fraudaram Minha Casa Minha Vida
Correio Braziliense
Morte de bebês fecha maternidade do HRC
Estado de Minas
Clubes S/A
Zero Hora
Graça Foster: "Meu negócio é vender combustível"
*
Revistas
Veja
Inflação - Dilma pisou no tomate
Época
Ameaça da Inflação - Por que o governo pisou no tomate
IstoÉ
Exclusivo: Traição e Caixa 2
Carta Capital
Surpresas na Política
Exame
Da lojinha de rua ao bilhão na Internet
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Orçamento de Obama ressuscita benefícios como fator divisor
The Washington Post (EUA)
A agenda de Obama em uma conjuntura crucial
Le Monde (França)
Hollande: transparência ou populismo?
El País (Espanha)
Juízes se organizam para frear despejos até reforma da lei
Clarín (Argentina)
56 crimes em 100 dias

Festival de fotos na Escócia.... /// BBC



Foto Ted Leeming e Morag Paterson
Foto Ted Leeming e Morag Paterson
O festival Spring Fling é um evento que reúne o que há de melhor em artes visuais e artesanato na Escócia. Entre as obras expostas este ano está uma série de imagens feitas pelos fotógrafos de paisagem Ted Leeming e sua esposa, Morag Paterson. Acima, Assynt, na região noroeste das Highlands, as Terras Altas do norte da Escócia.





Primeira página de Clarín de domingo 14/04/2013



Para Alberto Fernández, Cristina "busca subordinar el Poder Judicial al Ejecutivo"

El ex jefe de Gabinete kirchnerista sostuvo que el proyecto de reforma "al único que beneficia es al Estado". Y reveló que varios diputados oficialistas le confesaron que el plan del Gobierno "es un disparate".

AUDIO

"Durante años, la Presidenta promovió lo contrario", dijo Fernández sobre la reforma (Mitre)

HUMOR POLÍTICO

El origen del zafarrancho

POR ALEJANDRO BORENSZTEIN

Alejandro Borensztein

RELEVAMIENTO DE CLARÍN EN CAPITAL Y PROVINCIA

Hubo 56 crímenes por la inseguridad en 100 días

POR ESTEBAN MIKKELSEN JENSEN

Fueron víctimas de robos y asaltos entre el 1° de enero y el 10 de abril de este año. La mayoría fue asesinada cuando intentaba defender su auto o su casa.

POR MARCELO LARRAQUY

Con una ley débil e insuficiente, en 2012 se cuadruplicaron las denuncias por delitos informáticos. Por el uso que hacen de Internet, los chicos son los más vulnerables frente a pedófilos y abusadores.

GESTO SIN PRECEDENTES EN EL VATICANO

Bergoglio nombró un consejo de 8 cardenales para gobernar la Iglesia

Todos lo apoyaron en el Cónclave. Apunta a cambios estructurales muy amplios en la Curia.

CAPITAL

Circulan 1,8 millón de autos pero apenas llevan al 21% de la gente

Según un estudio, usan el 62% de calles y avenidas en un día hábil. Mientras, unos 10 mil colectivos sólo ocupan el 7% del espacio pero trasladan al 71% de las personas.

TRAS LA EXPROPIACIÓN

Un año de YPF estatal: suba de 24% en precios y producción estancada

La compañía vale un 38% menos y crecen las importaciones.

DILUVIO Y MUERTES

Calles cortadas en barrios del sudoeste de la ciudad de Santa Fe por las lluvia caida durante la noche y la mañana de hoy. Foto José Almeida
Se creó en 1999, pero quedó en papeles. Por su falta de implementación, hubo alertas tardías, improvisación y prevención nula durante las catástrofes que afectaron al país en los últimos años.

MERCADO EDITORIAL

El libro digital avanza y convive con el de papel sumando diversidad

Más títulos, más baratos y menos barreras son algunas ventajas de los electrónicos, explican los editores. Además, puede publicar usted mismo: sepa cómo.

HAZAÑA DE UN ARGENTINO

La Bandera hasta el Polo Norte

Lo hizo el montañista Juan Benegas.
El punto. Benegas y la foto de rigor en el Polo Norte, tras la travesía.
La semana en fotos

FOTOGALERÍA

La semana en fotos HD

ATAQUE A LA PRENSA INDEPENDIENTE

La embestida oficial contra Clarín: cinco años de una escalada sin precedentes

El nuevo spot institucional del Grupo Clarín repasa los principales ataques lanzados desde el Gobierno y sectores paraestatales, con el objetivo de difamar y destruir a la prensa que no depende del oficialismo.
VIDEO. Los cinco peores años de la escalada oficial 
contra Clarín.