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terça-feira, 1 de maio de 2012

A Petrobrás que se cuide com o próximo Dia do Trabalho em 2013

http://br.noticias.yahoo.com/bol%C3%ADvia-morales-nacionaliza-companhia-eletricidade-capital-espanhol-162605714.html

Bolívia: Morales nacionaliza companhia de eletricidade com capital espanhol

O presidente de Bolívia, Evo Morales,
Evo Morales

O presidente de Bolívia, Evo Morales, nacionalizou nesta terça-feira a empresa Transportadora de Eletricidade S.A., gerida pela empresa Rede Elétrica Internacional, filial do Grupo Rede Elétrica, da Espanha, e ordenou às Forças Armadas sua ocupação.
"O presente decreto supremo tem por objetivo nacionalizar a favor da Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE), representante do Estado Plurinacional, o pacote acionário em mãos da sociedade Rede Elétrica Internacional na Empresa Transportadora de Eletricidade", afirmou Morales em um ato público no presidencial Palácio Quemado.
O presidente também ordenou às Forças Armadas "para que realizassem as ocupação das instâncias e administração da Transportadora de Eletricidade".
A TDE foi fundada em 1997 e possui 73% das linhas de transmissão, segundo sua página oficial na internet na Bolívia.
Cerca de 99,94% de seu capital estava em mãos da Rede Elétrica Internacional e 0,06% pertencia aos trabalhadores da empresa, de acordo com a página na web da empresa.
Morales, um descentente indígena de tendência esquerdista, tomou a medida em meio de protestos de sindicatos, que exigem um incremento salarial superior aos 8% oferecidos pelo governo.
O líder boliviano já realizou outras nacionalizações no Dia do Trabalho desde que chegou ao poder em janeiro de 2006, para nacionalizar a produção de petróleo, empresas de eletricidade e de fundições.
Apesar de suas medidas nacionalistas, Morales tem evitado opinar sobre a decisão argentina de expropiar 51% da petroleira YPF, sob o controle da espanhola Repsol. "É um tema da Argentina e da Espanha", disse ele em recente coletiva de imprensa.
A expropriação decidida pela presidente argentina Cristina Kirchner "não vai nos trazer nenhum problema porque temos uma relação de muita confiança com a Repsol (...). A Repsol, como empresa, respeita todas as normas bolivianas e os investimentos que a Repsol está fazendo vão bem", afirmou.
Depois da nacionalização dos hidrocarbonetos bolivianos em 2006 e após árduas negociações, 10 petroleiras estrangeiras, entre elas a Repsol-YPF (que controlava 27% das reservas gasíferas bolivianas), alcançaram acordos com o governo Morales sobre as novas condições para operar na Bolívia.

Um ano depois: Paquistão deporta família de Bin Laden - Jornal da Imprensa - Goiânia - GO

Um ano depois: Paquistão deporta família de Bin Laden

27/04/2012 - Opinião e Notícia
Van leva família de Osama bin Laden para o aeroporto (Fonte: Reprodução/AP)
Três viúvas e 11 filhos de Bin Laden estão sendo deportados para a Arábia Saudita nesta sexta

O governo paquistanês determinou a deportação de 14 membros da família de Osama bin Laden, ex-líder da Al Qaeda morto há cerca de um ano em uma operação das forças especiais dos EUA no país.
 
O advogado da família informou que três viúvas e 11 filhos de Bin Laden estão sendo deportados para a Arábia Saudita nesta sexta-feira, 27, em um voo fretado.
 
Os membros da família do ex-líder da Al Qaeda foram detidos pelas autoridades paquistanesas logo após a operação que culminou na morte de Osama bin Laden, em maio de 2011.
 
Ilegais 
O Ministério do Interior do Paquistão informou que tinha “passado ordens para a deportação de 14 membros da família de Osama Bin Laden em cumprimento a mandados judiciais”, ressaltando ainda que “a família foi mantida sã e salva em uma casa de hóspedes”, sendo deportada “para o país da escolha deles, a Arábia Saudita”.
 
As viúvas de Bin Laden foram acusadas por um tribunal paquistanês de entrar e viver ilegalmente no país.

Fonte: Reuters


Nossas autoridades não estão à altura de suas responsabilidades republicanas...

Editorial de O Globo

Cartas de Buenos Aires: O real valor desta cidade - Ricardo Noblat: O Globo

CRÔNICA

Cartas de Buenos Aires: O real valor desta cidade

Turistas brasileiros em Buenos Aires têm reclamado que está tudo mais caro por aqui. E está mesmo. Muito mais. Quando cheguei à Argentina, há três anos, por exemplo, o trajeto do aeroporto de Ezeiza para a cidade custava 80 pesos. Agora são 200 pesos.
É o primeiro choque que o sujeito tem quando sai do avião. Mas há outros. A inflação é um dos principais problemas a ser enfrentado pelo atual governo.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INDEC) prevê para este ano uma inflação de 9,8%. Mas todos sabem que a alta do custo de vida é muito mais veloz do que a divulgada pela Casa Rosada. Economistas privados falam em 25%. Para os curiosos, sugiro espiar o sitewww.inflacionverdadera.com, que publica diariamente os preços de 150 produtos.
Na realidade não precisa de índice. Reconhecido como um dos serviços mais baratos da capital portenha, o táxi é apenas um dos exemplos de como a cidade tem ficado mais cara. Foram dois aumentos pesados somente no ano passado. Hoje, para calcular uma corrida, o ideal é consultar antes o blog viajo en taxi. O bife de chorizo também ficou salgado (não menos de 60 pesos) e valor dos alugueis temporários dispararam.
A boa notícia é que os brasileiros agora podem relaxar, deixar um pouco as compras de lado e realmente curtir a cidade, que oferece um monte de atividades gratuitas(ou quase) e está de matar de linda no Outono.
Caminhar pelos parques nesta época do ano, admirando esculturas de grandes artistas, Rodin inclusive, é uma das melhores pedidas. Entrar em qualquer museu nacional, como o de Belas Artes, recentemente reformado, também não custa nada.
Leia a íntegra em O real valor de Buenos Aires

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo, com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha

Notícias ampliadas da chacina de Goiás...

cidades_30040824.jpg (640×440)

Clique no link para ver reportagem do Diário da Manhã de Goiânia...

Do blog de Ricardo Noblat / Chico Caruso

HUMOR

A Charge de Chico Caruso


Google faz homenagem ao Dia do Trabalho | Tecnologia | band.com.br - Band.com.br

O Doodle mostra um operário segurando o logotipo do Google / Reprodução Google

O Doodle mostra um operário segurando o logotipo do Google

Facebook lança loja online de antivírus - Notícias - TechTudo

Facebook lança loja online de antivírus - Notícias - TechTudo

Facebook lança loja online de antivírus

Thiago BarrosPara o TechTudo
Facebook anunciou, nesta quarta-feira (25), o lançamento de uma loja online de softwares de proteção para o seu computador. A rede social fez parceria com algumas das principais empresas de segurança e está oferecendo uma série de antivírus no Facebook Security.
Parceria do Facebook com empresas de segurança oferece softwares de proteção (Foto: Reprodução)Parceria do Facebook com empresas de segurança
oferece softwares de proteção (Foto: Reprodução)
O AV Marketplace (Mercado de Antivírus) permite que o usuário da rede social faça o download de programas da Microsoft, McAfee, TrendMicro, Sophos e Symantec. As licenças são válidas por seis meses gratuitamente. Posteriormente, você pode comprar as versões completas dos produtos.
Os softwares disponíveis são o McAfee AntiVírus, o Microsoft Security Essentials, o Norton AntiVírus, o Sophos para Mac Home Edition e o Trend Micro internet security para PCs e Macs.
Clique aqui para acessar a loja virtual de segurança do Facebook. O site tem ainda dicas de ameaças, um guia de segurança, link para um blog e mais explicações sobre como a parceria com as empresas de antivírus funciona.
Via Facebook

Brasília e seu quintal - Ricardo Noblat: O Globo

Brasília e seu quintal - Ricardo Noblat: O Globo

Enviado por Ricardo Noblat - 
30.04.2012
 | 
17h05m

POLÍTICA

Brasília e seu quintal

Blog de Roberto Pompeu de Toledo
Que o Distrito Federal é uma ilha da fantasia, sempre se desconfiou. Mas os “Resultados gerais da amostra do Censo 2010″, divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE, transformam a suspeita em constatação oficial.
O rendimento médio nominal dos domicílios brasilienses é mais do que o dobro do Brasil. A renda média de Brasília é R$ 5.663. A do Brasil, R$ 2.653.
A desproporção da riqueza da capital brasileira é um caso único, não importa a referência. Em comparação a São Paulo, cujos moradores estão em segundo lugar no ranking de renda do país, o Distrito Federal tem um rendimento médio 63% maior - com a diferença de que Brasília só produz leis, decretos e sentenças.
Pior, a renda dos brasilienses é, em média, quase três vezes maior do que a dos maranhenses, donos do rendimento mais baixo do Brasil.Essa disparidade da riqueza dos moradores da capital federal em relação ao resto do país é incomparável em termos internacionais. Distrito federal norte-americano, Washington DC também foi fundado para ser capital da República e ocupa uma área restrita. Sua renda domiciliar é 13% maior do que a dos Estados Unidos.No Brasil, a desproporção é de 113%. Por comparação, Brasília tem 100 pontos porcentuais de renda a mais do que o país que a circunda. Quais as razões de tanto exotismo?
O principal motivo é que em Brasília os funcionários mais bem remunerados definem seus próprios salários. E estes servem de referência para quem está abaixo na hierarquia funcional.
Essa regra provoca uma – digamos - cachoeira para o resto do funcionalismo. Como os servidores do topo da carreira de cada Poder são generosos com sua própria remuneração, o efeito riqueza se espalha para boa parte dos domicílios brasilienses.
Tanto é assim que o valor dos imóveis na capital varia em função da política salarial do governo de plantão. Quando o funcionalismo tem seus rendimentos reajustados, os preços das casas e apartamentos sobem junto.
Alguém pode argumentar que é injusto comparar uma cidade-estado, como Brasília, com as demais unidades da Federação, que têm áreas muito maiores e disparidades regionais muito mais acentuadas.
Leia a íntegra em Brasília e seu quintal

Ameaça de boicote politiza Eurocopa na Ucrânia

Ameaça de boicote politiza Eurocopa na Ucrânia

Atualizado em  30 de abril, 2012 - 19:05 (Brasília) 22:05 GMT
Manifestação pró-Tymoshenko em Kiev
Desdobramentos em caso da ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko despertaram ameaças de boicote
Quanto mais a Eurocopa 2012 se aproxima, mais politizado fica o importante torneio de futebol que congrega as seleções do Velho Continente, apontam analistas.
O campeonato, que será sediado na Ucrânia e na Polônia entre junho e julho deste ano, já havia sido colocado em xeque quando o presidente da Uefa (União das Federações de Futebol Europeias), Michel Platini, queixou-se de "bandidos e trapaceiros" ucranianos que estariam inflacionando os preços dos hoteis, diz o especialista da BBC Andriy Kravets.
Os transportes e a segurança também são motivo de preocupação, sobretudo após ataques a bomba ocorridos na semana passada em Dnipropetrovsk.
Mas foram os últimos desdobramentos em torno do caso da ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko que despertaram, nesta segunda-feira, a ameaça de boicote por diversos líderes europeus.

Pressão

Figuras de destaque decidiram aumentar a pressão sobre a Ucrânia pelos supostos maus-tratos conferidos à ex-premiê, que já cumpre sentença de sete anos de prisão por corrupção e enfrenta um segundo julgamento.
Líderes cancelaram visitas oficiais ao país, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e a Comissária de Justiça do bloco, Viviane Reding, não participarão da cerimônia de abertura da Eurocopa.
A chanceler (premiê) alemã, Angela Merkel, condicionou sua presença no torneio ao destino de Tymoshenko, e o ministro do Meio Ambiente alemão, Norbet Roettgen, disse que o país deve se distanciar da Ucrânia durante o campeonato.
Além disso, os presidentes da Áustria, República Tcheca, Alemanha, Itália e Eslovênia cancelaram sua presença em uma reunião de líderes do leste e do centro da Europa nos dias 11 e 12 de maio em Yalta, na Ucrânia.

Guerra Fria

Para o analista da BBC, a Uefa deve se preparar para enfrentar mais dificuldades antes da realização do torneio cujas sedes foram escolhidas ainda em 2007.
"Organizadores da elite do esporte tentam manter distância da política. mas neste caso isto provou-se impossível. A Ucrânia argumenta que, ao prender ex-membros do governo, está lutando contra a corrupção, e classifica os anúncios da Alemanha, República Tcheca e União Europeia como reminiscências da Guerra Fria", diz Andriy Kravets.
Boicotar a reunião de cúpula de Yalta e a Eurocopa, no entanto, são oportunidades para os países da Europa Ocidental mostrarem sua reprovação às políticas da Ucrânia.
A pressão diplomática dos líderes europeus chega um dia após o segundo julgamento de Tymoshensko ter sido adiado para o fim de maio, em decorrência de denúncias de abusos e espancamentos sofridos na prisão.
A ex-premiê teria sido espancada na cadeia. Ela foi condenada no ano passado sob acusação de ter prejudicado a Ucrânia ao negociar o preço do gás natural vendido pelo país à Rússia em 2009.
Autoridades penitenciárias do país afirmaram que a levaram para o hospital contra a sua vontade, mas negaram tê-la espancado.
Para as potências ocidentais o caso tem motivações políticas.
Caso seja condenada pela segunda vez, Tymoshenko poderia ser sentenciada a mais 12 anos de prisão.