quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Quase tudo pronto para o Brasil virar uma nação comunista... / O Financista / blog e Aluízio Amorim


quinta-feira, novembro 05, 2015


SALVE-SE QUEM PUDER: VEM AÍ O PIOR NATAL DA HISTÓRIA DO BRASIL. É O COMEÇO DO EPÍLOGO DE UMA DESGRAÇA ANUNCIADA.
Esta é a foto com a qual o site O Financista ilustra a matéria. Vamos aproveitar a ler enquanto os Senadores e Deputados não tiram do ar os sites e blogs independentes.  

Se você, estimado leitor, pensa que a situação econômica brasileira está muito ruim, infelizmente você ainda não viu nada. Matéria de Veruska Goeking, do site O Financista, oferece um aperitivo do que será o Natal dos brasileiros este ano e nos próximos. Transcrevo com link ao final para leitura completa. Digo nos próximos porque foi assim que aconteceu na Venezuela. A mesma coisa foi em Cuba há 53 anos. É que o dito 'socialismo do século XXI', é aplicado apenas para adoçar o bico da galera. Depois ocorre o pega para capar. A destruição da economia começa arrasando primeiro os princípios morais e éticos mergulhando a população no estado geral budalelê onde tudo é permitido, tudo é moralmente e eticamente válido. Quando a população acorda desse desvario que promete o céu na Terra é chamada para pagar a conta da orgia.

É aí que começa o tal bolivarianismo, eufemismo para um regime comunista cuja crueldade faria inveja a Lenin e Stalin.

Tudo começa com a falta de papel higiênico como ocorreu na Veneazuela. Depois falta o pão de cada dia. Quem ousa reclamar é confinado num presídio político, quando não é simplesmente eliminado pelos bandoleiros armados até os dentes livres, soltos e agasalhados pelo manto da impunidade.

Na Venezuela foi asssim que tudo começou. Lá também os mega empresários foram, como ocorre agora no Brasil, os principais cúmplices desse golpe de estado em câmera lenta. Por isso lá eles são denominados de 'boliburgueses', ou seja, burgueses bolivarianos, isto é, não apenas fazem parte da camorra comunista, são os chefes da canalhice, são os financiadores da desgraça do povo para imperarem alegres e felizes saqueando os cofres públicos. Na ponta estão Maduro, na Venezuela; no Brasil está o Lula; na Argentina da bruxa Kirschner; na Bolívia, o índio cocaleiro Evo Morales e no Equador - onde está a sede da famigerada Unasul, a entidade operadora do Foro de São Pualo - domina o psicopata Rafael Correa.

E não esqueçam que neste momento os sindicaleiros da CUT, que dominam a Petrobras, resolveram paralisar os trabalhos e já se especula a possibilidade de haver falta de combustível. Tudo previamente planejado nos mínimos detalhes para espalhar o caos e a anarquia.

O texto de O Financista, ao qual me referi no início deste prólogo, revela o seguinte:

A combinação de recessão econômica, aumento do desemprego e pagamento do 13º salário de servidores públicos e aposentados formam o combo que deve elevar o déficit fiscal de 0,45% do Produto Interno Bruto (PIB) para, pelo menos, 0,90% no último trimestre do ano.
Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, o déficit primário somava R$ 25,7 bilhões, ou 0,45% do PIB, enquanto o governo projeta rombo de R$ 51,824 bilhões, ou 0,9% do PIB. O valor ainda inclui a receita de R$ 11,050 bilhões vindas de concessões e permissões de leilões de hidrelétricas, que podem ou não ser confirmadas em novembro, e ignora o pagamento de pedaladas fiscais, previstas em R$ 57 bilhões.
De acordo com economistas consultados por O Financista, o aumento do rombo das contas públicas será decorrente das despesas com o 13º salário de servidores públicos e aposentados, especialmente porque o adiantamento do benefício que costuma ser pago em setembro foi adiado para outubro.
Além disso, a receita também deve ampliar o ritmo de queda que vem aprofundando desde março, quando acumulou recuo de 2,5% no ano, piorou para -3,5% no quadrimestre encerrado em maio até alcançar declínio de 4,7% no acumulado de janeiro a agosto.
“Não é novidade que a receita vem caindo e essa queda vem se intensificando. As despesas já são mais difíceis de cair. A curva de receita cai e da despesa fica, no máximo, estagnada”, afirma Fábio Klein, analista da Tendências Consultoria.
Parte da perda de receita no quarto trimestre deve ser decorrente da recessão, que tem pressionado a produção industrial, o setor de serviços e de varejo e, assim, sua arrecadação de impostos.
A previdência também é afetada. Com o fechamento de 658 mil postos de trabalho de janeiro a setembro e a perspectiva de que esse número supere 1 milhão até o fim do ano, a contribuição também vem caindo. Leia tudo no site O Financista