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Mostrando postagens de janeiro 15, 2017

Tudo é muito difícil no Brasil por causa das leis frouxas, fluidas...

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José Casado: Nas mãos de Cármen Lúcia Em qualquer decisão, porém, o regimento terá de ser aplicado em fina sintonia com uma realidade política, na qual o Supremo tende a zelar por sua imagem Por  Augusto Nunes access_time 21 jan 2017, 14h12 chat_bubble_outline more_horiz A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, se reúne com os presidentes dos 27 tribunais de Justiça do país - 12/01/2017 (José Cruz/Agência Brasil) Publicado no  Globo Com a ausência do juiz Teori Zavascki abre-se um novo ciclo para 364 pessoas e empresas investigadas por corrupção na Petrobras e outras empresas estatais. É a presidente do tribunal, Cármen Lúcia, quem vai decidir o destino das oito dezenas de inquéritos, nos quais se destacam 48 políticos acusados e com processos em andamento. Será uma determinação solitária — e, talvez, a mais relevante — a ser tomada por essa mulher de 62 anos, disciplinada nos hábitos espartanos de uma família de portugueses pobres que m...

Em momento político nenhum o Brasil consegue ser racional, prático... A sociedade não é atendida, os políticos sim!

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O espólio de Teori Zavascki 21/01/2017 -  01h17 Ministro Teori Zavascki em sessão plenária (Foto: Gervásio Baptista / SCO / STF) A sucessão de Teori Zavaski no STF é a mais politizada de que se tem notícia, num tribunal que, embora não exclua a política, não a tem (pelo menos não a deveria ter) na sua essência institucional. Pela primeira vez, os partidos se envolvem ferozmente na indicação de um ministro daquela Corte – e isso, claro, deriva da Lava Jato. A vaga de Teori tem carga dupla: agrega à de ministro a de relator dos processos da Lava Jato com direito a foro privilegiado. Estão em jogo, na verdade, duas vagas. Teori morreu dias antes de homologar as delações premiadas de 77 executivos da empreiteira Odebrecht, que, entre outros, cita o presidente da República, Michel Temer, alguns de seus ministros e ex-ministros, os dois ex-presidentes da República que o precederam (Lula e Dilma) e cerca de duas centenas de parlamentares – do alto e do baixo clero, indistin...

"Lula é réu em cinco processos criminais - e em breve o será de outros mais, podendo ser preso a qualquer momento." / Ruy Fabiano

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A cartada final de Lula 14/01/2017 -  01h25 Lula continua encenando o papel de presidenciável. Sabe que as chances reais de exercê-lo de fato são tão remotas quanto as de Dilma Roussef voltar à vida pública. Lula é réu em cinco processos criminais - e em breve o será de outros mais, podendo ser preso a qualquer momento. Queixa-se com frequência de que já não pode comparecer a locais públicos sem ouvir desaforos. Viajar em aviões comerciais, nem pensar. Viaja em jatos particulares, cedidos por amigos. Hoje, só fala a plateias amestradas – e mesmo aí já enfrenta resistências. Na quinta-feira, por exemplo, num encontro em Brasília, foi vaiado pelo PSTU, legenda da esquerda radical que o considera um traidor da causa. E a causa, óbvio, é a revolução, abandonada ou negligenciada na medida em que Lula enriquecia e se aburguesava. Com todas essas credenciais adversas, Lula insiste, como disse esta semana em Salvador, em que, “se for necessário”, voltará a disputar...

Charge de Miguel no blog de Ricardo Noblat

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HUMOR A charge de Miguel 19/01/2017 -  06h02

Charge de Moisés...

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HUMOR A charge de Moisés 19/01/2017 -  06h03

A Revolução do Novo

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A Revolução do Novo Economia 'A Revolução do Novo' debate um mundo de revoluções diárias Fórum organizado por VEJA e EXAME reúne 150 executivos para discutir o desafio de uma geração: adaptar-se à velocidade das mudanças de hábitos e pessoas 'A Revolução do Novo' Eduardo Giannetti: códigos de ética não são o bastante 'A Revolução do Novo' Karnal: Decifrar o mundo exige fazer as melhores perguntas 'A Revolução do Novo' Consumidores querem empresas preocupadas com o meio ambiente 'A Revolução do Novo' Coca: estamos preparados para um futuro indefinido 'A Revolução do Novo' Celular define novos padrões de consumo, diz diretor do Google 'A Revolução do Novo' Realidade aumentada é futuro das redes, diz diretor do Facebook 'A Revolução do Novo' 'A ética nas empresas não se limita a manual de boas práticas'

"O país da gambiarra" Mary Zaidan

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O país da gambiarra 15/01/2017 -  01h25   Mary Zaidan Desde a carnificina no presídio de Manaus, seguida pela matança em Boa Vista, especialistas na questão penitenciária são unânimes em criticar a ausência de planejamento para o setor. Nada de novo. O Brasil não tem plano nem para o sistema prisional nem para coisa alguma. É e sempre foi o país das gambiarras, dos remendos. Mais de 100 mortes depois, o que se vê agora são medidas requentadas, muitas delas acertadas, mas que não precisariam ser emergenciais tivessem sido cumpridas em urgências anteriores e se tornado práticas permanentes. Um exemplo é o esforço concentrado reivindicado pela presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, para que os Tribunais de Justiça dos estados acelerem o exame dos processos de presos, muitos deles sem julgamento ou com pena já cumprida. Em 2008/2009, o Mutirão Carcerário do Conselho Nacional de Justiça fez exatamente isso, libertando 45 mil presos. Não se sabe por que parou...