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Mostrando postagens de fevereiro 4, 2018

O Politicamente Incorreto ganha mais incentivador ....

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O filósofo coreano que ataca as redes e se tornou viral Entenda os motivos do sucesso de Byung Chul-Han, um dos maiores críticos do uso da Internet e da sociedade contemporânea Otros Conéctate Conéctate Imprimir JUAN CARLOS GALINDO Twitter Madri  10 FEV 2018 - 18:01 BRST Byung Chul-Han em Barcelona.   M. MINOCRI   EL PAÍS MAIS INFORMAÇÕES “Hoje o indivíduo se explora e acredita que isso é realização” O filósofo que analisa as virtudes do fracasso, de Thomas Edison a Steve Jobs 'A obra de Judith Butler para entender os discursos de ódio contra ela Fala da alienação e dominação, do inferno do igual, da sociedade do cansaço e da exploração a que nos submetemos. É um filósofo de origem  sul-coreana  que fez sua carreira na  Alemanha  e em alemão, inspirado na obra de alguns dos mais célebres – e mais difíceis – pensadores desse país, de Hegel a Martin Heidegger. Tem um livro, inclusive, cha...

A Política está em baixa na 'bolsa de admiração' da população mundial...

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Pacífico terá cidades flutuantes para que moradores 'se libertem de políticos' POR  FERNANDO MOREIRA 18/12/2017 17:58 Detalhe do projeto de cidade flutuante no Pacífico | Reprodução da internet Um consórcio de empresas americanas sob o nome de The Seasteading Institute - que é bancada pelo bilionário fundador do PayPal, Peter Thiel - vai começar a construir no meio do Oceano Pacífico, em 2019, a  primeira de uma série de cidades flutuantes . A ideia é oferecer aos futuros moradores a  chance de "se libertarem de políticos, patrões e burocratas" com a criação de nova nações oceânicos que criem as suas próprias regras como sociedade . O projeto é chamado "Blue Frontiers" (Fronteiras Azuis). Detalhe do projeto de cidade flutuante no Pacífico | Reprodução da internet Um acordo já foi assinado entre o Seasteading Institute e o governo da Polínésia Francesa, que não vai intervir na administração das novas cidades. A partir de 2020, deze...

As praias brasileiras não podem sustentar sozinhas o poder de sedução e atração de capital externo para investimentos no país...

Tributo menor lá fora dificulta nosso caminho à competitividade PEDRO LUIZ PASSOS FOLHA DE SP - 09/02 País em que as empresas são sufocadas por impostos e burocratismo não tem futuro A recente decisão dos EUA de reduzir o Imposto de Renda corporativo colocou uma lente de aumento sobre nossa perda de competitividade no palco internacional, alimentando a ameaça nada desprezível de afugentar o capital externo num futuro não muito distante. Planejar, empregar e produzir num país em que tudo é complicado, de crédito caro e tributos elevados à burocracia pesada e infraestrutura inadequada, se tornou atividade de risco. E poderá ficar pior, com eventos como a reforma tributária nos EUA. O país se mantém relativamente bem no mapa do investimento estrangeiro é —o 7º no ranking da Unctad. Mas a atratividade da economia está nos estertores. O crescimento ainda é capenga, o investimento, irrisório, sobretudo em infraestrutura, a falta de inovação é chocante. E o senso de urgência é nenh...

"Que tiro foi esse ? / Arnaldo Jabor

Que tiro foi esse ? /  Arnaldo Jabor Texto que dispensa comentários e abre-nos a uma profunda reflexão: acorda Brasil!!!! *QUE TIRO FOI ESSE?* *Arnaldo Jabor* Que tiro foi esse? Que deram nos cérebros brasileiros roubando-lhes a capacidade de pensar sobre o que cantam e não proclamar o que encanta. Que tiro foi esse? Que acertou os tímpanos do nosso povo fazendo-os ouvir lixo achando que é música. Que tiro foi esse? Que acertou os olhos de uma nação fazendo-os cegos às mazelas do nosso país. Que tiro foi esse? Que paralisou o nosso povo impedindo-os de reagir aos constantes assaltos aos cofres públicos. Que tiro foi esse? Ah, Brasil! Que tiro foi esse que nos acertou em cheio, que roubou o nosso brilho e que nos fez retroceder? É verdade que nós não sabemos de onde veio o tiro, mas é bem certo que esse tiro já derrubou muita gente. Que Deus nos ajude!!!

"A quem interessa que a reforma não passe? " / Rogério Furquim Werceck

sexta-feira, fevereiro 09, 2018 A quem interessa que a reforma não passe?   ROGÉRIO FURQUIM WERNECK O GLOBO/ESTADÃO - 09/02 Entre os minimamente bem informados, há amplo entendimento de que contas da Previdência se tornaram insustentáveis No início desta semana, acumulavam-se sinais de que o governo poderia estar prestes a jogar a toalha e, para efeitos práticos, dar por oficialmente abandonada a longa batalha pela aprovação da reforma da Previdência no atual mandato presidencial. E já se notava certa tensão, entre o Planalto e o Congresso, em torno da ingrata divisão do ônus político de tal desfecho. Nos últimos dias, o governo entendeu que era preciso desfazer essa impressão. Anunciou que o Planalto estava empenhado em novo e decisivo esforço de mobilização da bancada governista para tentar aprovar, até o fim de fevereiro, uma proposta um pouco menos ambiciosa de reforma. Será a última ofensiva do governo em um longo jogo que se revelou ainda mais difícil ...