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Será a doença mais forte do que o amor? Estamos dispostos a adoecer junto com quem amamos?

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RUTH DE AQUINO -  11/01/2013 22h56   - Atualizado em  13/01/2013 16h19 TAMANHO DO TEXTO A - | A + "Amor" RUTH DE AQUINO RUTH DE AQUINO é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA)  Um título pode dizer muito ou nada. “Amor” é uma palavra batida e banalizada que ganha uma dimensão épica no filme indicado, na semana passada, a  cinco estatuetas do Oscar .  Amor , do diretor Michael Haneke, Palma de Ouro em Cannes, retrata um casal de octogenários, Georges e Anne, professores aposentados de música clássica. A história narra nossa impotência diante da doença e da morte.  Em duas horas de cinema ou um ano de vida real, dois atores magistrais, Jean-Louis Trintignant, de 82 anos, e Emmanuelle Riva, de 85 (a belíssima protagonista de  Hiroshima meu amor  em 1959), nos transformam em passageiros da agonia humana. A agonia diante do sofrimento da pessoa que amamos. O que fazer quando o doente nos faz prometer q...