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Está perdido ? Leia 10 passos para quem se acha perdido... / Ivan Martins / Época

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IVAN MARTINS 10 coisas que aprendi em 2015 Uma lista de lições (muito pessoais) extraídas do ano que vai acabando, e que muitos gostariam de esquecer. Ou apagar IVAN MARTINS 23/12/2015 - 08h25 - Atualizado 23/12/2015 09h35 Comp.  (2117) Pinar  (0) Comp.  (0) Comp. Tuítar Assine já! Ouço todo mundo reclamando de que este ano não foi fácil. Eu concordo inteiramente. Aconteceu de tudo, e muita coisa foi ruim. Para mim, foi um ano de perdas como eu nunca tinha tido. Para todos, parece ter sido um ano de grande confusão – aquilo que os chineses chamavam, com enorme ironia, de “tempos interessantes”. De alguma maneira sobrevivemos e, naturalmente, aprendemos com isso. Eu mesmo aprendi muita coisa. Sobre morte, sobre separação, sobre relações passageiras e sobre o papel dos bichos na nossa vida. Muitas dessas coisas, como dizia um antigo chefe meu, são novidades apenas para mim. Outras, podem ser novas para mais gente...

Qual é o sabor de sua vida ??? /

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Cadê o beijo na boca? A gente se casa e ele desaparece. Por quê? IVAN MARTINS 12/03/2014 07h00  - Atualizado em  12/03/2014 15h17   Entre as várias coisas que acontecem depois que a gente se casa, há uma, chatíssima, que eu nunca vi discutida: os beijos na boca terminam. É isso mesmo. Você viu seus amigos casados se agarrando como faziam antigamente? Quando foi a última vez que você e seu ilustre marido trocaram um beijo de língua sensual e demorado? Se foi no mês passado, está tudo bem. Se você nem consegue se lembrar, não se assuste. Parece ser assim com todo mundo. A escritora americana Nora Ephron, que viveu até os 71 anos e teve três casamentos, disse que acontece com todos os casais. Eu me pergunto por que é assim. O sexo depois do casamento se torna menos frequente, mas a qualidade da transa aumenta muito. Com a intimidade, as pessoas ficam mais à vontade, perdem a vergonha e começam a fazer e dizer o que gostam. Tudo se torna mais inten...

"A gente se apaixona com tanta facilidade..."

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Afinidades essenciais Você não quer um olhar de incompreensão cada vez que um filme levá-la às lágrimas IVAN MARTINS in | | IVAN MARTINS É editor-executivo de ÉPOCA Quem acompanha esta coluna sabe que eu sou obcecado pela questão das afinidades. Vira e mexe, com desculpas diferentes, eu volto a esse tema. É que me parece, cada vez mais, que a forma como a gente escolhe os parceiros, ou como cada um de nós estabelece vínculos com eles, define a nossa vida. Ao menos a nossa vida afetiva, que é parte enorme de todo o resto. Quando a gente é muito jovem, ser amado parece ser o problema essencial da nossa existência. A gente se apaixona com tanta facilidade, e com tanta frequência, que encontrar alguém que retribua na mesma intensidade parece a parte mais difícil da vida. À medida que o tempo passa, se você for honesto com você mesmo, vai perceber que a parte difícil da vida é gostar por muito tempo de alguém. Vai notar que as pessoas passam, algumas mai...

Buracos negros humanos - ÉPOCA | Ivan Martins

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Buracos negros humanos - ÉPOCA | Ivan Martins IVAN MARTINS -  02/05/2012 09h26   - Atualizado em  02/05/2012 09h26 TAMANHO DO TEXTO A - | A + Buracos negros humanos Como essas personalidades atormentadas fascinam, atraem e destroem IVAN MARTINS n | IVAN MARTINS É editor-executivo de ÉPOCA Costumo me lembrar dela de duas maneiras. Em uma, é a mulher intensa, cheia de vida, que a cada dia se apaixonava por uma nova ideia que iria revolucionar a sua vida. Na outra, é uma garota ansiosa, desamparada, sempre correndo atrás de algo que não existia. Nas duas versões é um ser humano fascinante. Em ambas, uma companhia intolerável . Dias atrás, ao me lembrar dessa pessoa concreta e real, me ocorreu a imagem de um buraco negro – aquele ponto no espaço em que as forças do universo se manifestam de forma extrema e misteriosa.  Em sua sedutora confusão, ela era capaz de atrair as pessoas, roubar a luz que elas emitiam ...