Feira Livre 30/01/2015 às 7:20 \ Direto ao Ponto A Madrinha dos Corruptos e Ineptos guarda os pitos públicos para subordinados sem voz No vídeo gravado em fevereiro de 2011, durante o encontro de governadores do Nordeste ocorrido em Aracaju, a presidente está combatendo simultaneamente o raciocínio lógico, o idioma em geral e a gramática em particular quando sucumbe à emboscada da toponímia. Voltada para o pernambucano Eduardo Campos, ela se refere a uma cidade que abriga um projeto federal com cara de quem não sabe se o nome está certo. “Em Botirama, né, ô Eduardo?”, hesita. “Apicultura… em Botirama…” Outra pausa. Alguém sopra alguma coisa. A impaciência já virou irritação. “É Poquitama?”, confere a voz de professora decidida a reprovar do primeiro ao último aluno da classe. “Eu falei pra vocês que não era Ibotirama!”, começa o pito. Depois de passear entre o leste e o oeste à caça de culpados, o olhar que mira a plateia é iluminado por um brilho...