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Mostrando postagens com o rótulo Machado de Assis

Leandro Karnal e o Natal / no Estadão um ano atrás

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http://condominiodeideias.blogspot.com.br/2016/12/leandro-karnal-e-o-natal-estadao.html?m=1#.WGBhDjMUqnc.facebook   Leandro Karnal               CULTURA NAZARENO Mudaria o Natal ou mudei eu? Festas tradicionais funcionam como marcos de memória Leandro Karnal 25 Dezembro 2016 | 02h00 Machado fez essa pergunta num soneto cometido próximo do fim da sua vida. Ele imagina um homem que decide registrar a data cristã do “berço do Nazareno” em versos. De repente, a personagem hesita e perde a inspiração. Diante da folha em branco, registra apenas: “Mudaria o Natal ou mudei eu?”.  Machado tem o dom de desconstruir crenças. Os contos A Cartomante e Missa do Galo indicam esse esforço de retirar metafísica do mundo. Difícil saber de onde surgia esse sentimento no autor. Amava sua esposa Carolina, mas não teve filhos. Frequentava altas rodas e era m...

Um desafio explicado por Machado de Assis ...

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Desisto do Supremo, e Machado de Assis explica por quê O capítulo 139 de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” fala a respeito com mais propriedad e do que eu conseguiria ""Este capítulo é uma sequência  que reticências (.......) pois como o autor explica no capítulo seguinte,   há coisas que melhor se dizem calando..."" Por  Reinaldo Azevedo 27 jan 2017, 16h13 eSTE  ee

Duas frases para reflexão ... Sugestão de Monica de Bolle sobre o momento socioeconômico do Brasil

“O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades.” (Vinicius de Moraes) “Suporta-se com paciência a cólica dos outros.” (Machado de Assis)

Alienação, alienista, alienada, alienígena... tudo junto e misturado / Implicando com Machado de Assis

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14/04/2014  às 14:48 \  Direto ao Ponto Machado de Assis é a nova aquisição do selo literário Dilma Rousseff: “Muitas vezes você é criticado por ter o cachorro e, outras vezes, por não ter o mesmo cachorro” CELSO ARNALDO ARAÚJO Machado de Assis, maior nome da literatura brasileira, é a nova aquisição do selo Dilma Rousseff – especializado em adaptar para o dilmês obras-primas das letras nacionais, com um grau de acurácia inferior ao do patético Google Tradutor. Seu autor favorito vinha sendo Nelson Rodrigues, o frasista perfeito ─ por via do dilmês, transformado num escriba de péssimos bofes e estrofes, capaz de cometer pecados estilísticos mortais, como “não se pode apostar no pior” ou “pessimistas fazem parte da paisagem assim como os morros, as praças e os arruamentos”. Coisas que Nelson nunca disse ou escreveu e não diria ou escreveria nem sob um ataque de apoplexia, enforcado por seus suspensórios e afogado num barril de baba elástica e bovina. Agora é ...

Um montão de adolescentes toma conta do rico Brasil....

16/05/2012  às 19:59 Sérgio Cabral decide fazer companhia a Simão Bacamarte na “Casa Verde”, sob o olhar atento de Machado de Assis, que acompanha tudo , ali na Cosme Velho Já deveria ter comentado o assunto, mas acabou me escapando. Sérgio Cabral (PMDB), a mais inimputável das figuras púbicas no Brasil depois de Lula, é mesmo um pândego. Em julho do ano passado, ele decidiu criar  um Código de Conduta  para os servidores públicos nas suas relações com entes privados. No mês anterior, um acidente com helicóptero havia matado sete pessoas, entre elas a namorada de seu filho e a mulher de Fernando Cavendish. Todos, incluindo o governador, estavam na Bahia para comemorar o aniversário do empresário. Cabral, assim, propunha um código para controlar… Cabral! O governador havia viajado num jatinho emprestado por Eike Batista. Agora, depois de revelada a sua farra de Paris, em companhia de boa parte do primeiro escalão do governo do Rio — mais o onipresente Cavendish ...

A agulha e a linha... conto de Machado de Assis / Blog Ricardo Noblat com notícias sobre política direto de Brasília - Ricardo Noblat: O Globo

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Blog de Ricardo Noblat: colunista do jornal O Globo com notícias sobre política direto de Brasília - Ricardo Noblat: O Globo ......"Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, peg..ou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha: — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima..." "Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha...