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Leandro Karnal e o Natal / no Estadão um ano atrás

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http://condominiodeideias.blogspot.com.br/2016/12/leandro-karnal-e-o-natal-estadao.html?m=1#.WGBhDjMUqnc.facebook   Leandro Karnal               CULTURA NAZARENO Mudaria o Natal ou mudei eu? Festas tradicionais funcionam como marcos de memória Leandro Karnal 25 Dezembro 2016 | 02h00 Machado fez essa pergunta num soneto cometido próximo do fim da sua vida. Ele imagina um homem que decide registrar a data cristã do “berço do Nazareno” em versos. De repente, a personagem hesita e perde a inspiração. Diante da folha em branco, registra apenas: “Mudaria o Natal ou mudei eu?”.  Machado tem o dom de desconstruir crenças. Os contos A Cartomante e Missa do Galo indicam esse esforço de retirar metafísica do mundo. Difícil saber de onde surgia esse sentimento no autor. Amava sua esposa Carolina, mas não teve filhos. Frequentava altas rodas e era m...

O Ódio através da Retórica... / BBC / Leandro Karnal

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Graças à internet, 'facilitamos muito para quem odeia', diz Leandro Karnal Néli Pereira Da BBC Brasil em São Paulo Há 3 horas Compartilhar Direito de imagem THINKSTOCK Historiador e um dos palestrantes mais requisitados do país atualmente, Leandro Karnal diz que o discurso de ódio sempre existiu nas sociedades mas chama a atenção para a facilidade com que ele se propaga, hoje, graças à internet. "Hoje é um clique e um site, com muitas imagens. Facilitamos muito para quem odeia. O ódio tem imenso poder retórico. Ele sempre existiu. Agora, existe este ódio prêt-à-porter, pronto, onde você se serve à la carte e pega seu prato preferido", disse ele à BBC Brasil. Como criar, buscar e enviar GIFs animados no WhatsApp Por que criamos rugas e o que podemos fazer para evitá-las? Mas apesar da maior facilidade, hoje, de propagação do discurso de intolerância, o professor de história da Universidade Estadual de Campinas diz que "os ma...

Leandro Karnal e o Natal / Estadão

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COLUNISTA Leandro Karnal           CULTURA NAZARENO Mudaria o Natal ou mudei eu? Festas tradicionais funcionam como marcos de memória 21             Leandro Karnal 25 Dezembro 2016 | 02h00 Machado fez essa pergunta num soneto cometido próximo do fim da sua vida. Ele imagina um homem que decide registrar a data cristã do “berço do Nazareno” em versos. De repente, a personagem hesita e perde a inspiração. Diante da folha em branco, registra apenas: “Mudaria o Natal ou mudei eu?”.  Machado tem o dom de desconstruir crenças. Os contos A Cartomante e Missa do Galo indicam esse esforço de retirar metafísica do mundo. Difícil saber de onde surgia esse sentimento no autor. Amava sua esposa Carolina, mas não teve filhos. Frequentava altas rodas e era mulato de origem humilde, situação que o perturbou algumas vezes. Era um gênio e estava cercado de burocratas...

Depois de palavras, insultos chegou a hora da verdade...

  Trumpillary vai à luta Semelhanças profundas entre os dois candidatos são camufladas por um tom bélico de campanha que não reflete a realidade    08 Novembro 2016 | 05h00  Leandro Karnal   O vice-presidente dos Estados Unidos da América, Richard Nixon, vivia à sombra do popular Eisenhower. Os republicanos tinham assumido em 1953, após 20 anos de domínio democrata. O fim da Guerra da Coreia (1950-1953) iniciava uma diminuição da Guerra Fria e havia um clima de otimismo econômico no ar. O californiano Nixon não era o carisma em pessoa, mas a prosperidade da década de 50 não exigia pessoas carismáticas. Nixon foi enviado para um tour diplomático pela América do Sul, em abril de 1958. A recepção no Uruguai foi morna. Em Lima, no Peru, os estudantes o hostilizaram de forma drástica, tanto na rua quanto no hotel. Em Caracas, na Venezuela, a agressão quase virou uma tragédia. Uma multidão raivosa tentou linchar o vice-presidente. A atitude de Nixon ser...