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O que o Brasil tem contra o Brasil?

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Sobre a inflação da Venezuela...

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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-exporta-dinheiro-para-a-venezuela,70002419055 Reuters -25/7/2018 Com hiperinflação, Venezuela importa dinheiro do Brasil Casa da Moeda começou a imprimir bolívares este ano; inflação no país pode chegar a 1.000.000%, segundo o FMI Lu Aiko Otta, O Estado de S.Paulo 28 Julho 2018 | 17h00 BRASÍLIA - Às turras com o regime do presidente Nicolás Maduro nos foros internacionais, o Brasil ainda mantém relação comercial com a Venezuela. E, neste ano, iniciou a exportação de um produto altamente demandado do lado de lá da fronteira: dinheiro em espécie. Por encomenda, a Casa da Moeda do Brasil está imprimindo os bolívares usados no país vizinho. A demanda é grande, porque o valor das cédulas “derrete” diante da hiperinflação, que  pode atingir 1.000.000% neste ano , segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI). A produção de dinheiro começou em 2018, segundo informou a Casa da M...

Os donos do Congresso...

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"Que as mortes não nos separem " / Fernando Gabeira

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Que as mortes não nos separem   FERNANDO GABEIRA ESTADÃO - 23/03 Prevalecem discursos de ódio e a exploração política descarada do assassinato de Marielle A morte de Marielle Franco e 60 mil mortes estúpidas registradas anualmente no Brasil deveriam unir-nos. Ou, pelo menos, nos aproximar. Mas não é isso que acontece no momento. Prevalecem discursos de ódio e a exploração política mais descarada. Até autoridades engrossam o coro dos que tentam reescrever a história da vereadora, atribuindo-lhe um passado inexistente. O PT afirma que a morte de Marielle e a pena de Lula são faces de uma mesma moeda. Dilma a considera uma parte do golpe. A sensação de emergência com que vejo o problema da segurança pública no Rio às vezes me faz sonhar romanticamente com uma solução parecida com a que demos ao surto de febre amarela. Havia um problema, definiu-se a saída – vacinação – e as pessoas foram aos postos saúde. Nas filas, ninguém gritando “fora Temer”. Era um tipo de prob...

"Chamem os adolescentes..."

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COLUNISTA Lúcia Guimarães Chamem os adolescentes Os adolescentes fizeram mais do que chorar. Depois de um novo massacre escolar nos Estados Unidos, os alunos da escola da Flórida onde Nikolas Cruz matou dezessete estudantes e professores, não delegaram seu luto a políticos. Houve vigílias e reuniões de famílias, o ritual comum que seguiu os mais de duzentos massacres em escolas americanas desde Columbine, em 1999. 25             Lúcia Guimarães, O Estado de S.Paulo 19 Fevereiro 2018 | 02h00 Mas a carnificina, capturada ao vivo por celulares, provocou uma reação diferente. Os jovens da escola de Parkland se inseriram na narrativa de sua tragédia. Foram para a rede social atacar os demagogos que repetem, como papagaios, “nossas preces e pensamentos estão com as famílias.” Desmentiram com rapidez os boatos, muitos deles espalhados por bots russos. “Não quero condolências. Rezar não resolve isto. Mas control...

Um texto equilibrado de uma campeã olímpica do Vôlei do Brasil que tenta bloquear mais uma jogada esportivamente ilegal e absurda do politicamente correto ...

quarta-feira, janeiro 17, 2018 Carta aberta ao Comitê Olímpico Internacional  Furando o bloqueio contra o politicamente correto  ANA PAULA HENKEL ESTADÃO - 17/01 Esta é uma carta aberta aos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e estendida aos dirigentes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) e da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), em defesa das modalidades femininas dos esportes profissionais. Prezados, Antes de tudo, quero agradecer ao COB e à CBV pela oportunidade de representar meu país em quatro Olimpíadas e inúmeros mundiais no vôlei de quadra e de praia. Foram anos de enorme sacrifício e prazer testemunhando diariamente os valorosos ideais do Barão de Coubertin, ideais que morarão para sempre em minha alma. Poder representar meu país entre os melhores do mundo é a maior honra que qualquer atleta pode sonhar na carreira. Entre os títulos alcançados, certamente a confiança depositada em mim,...

"Os intangíveis" / Samuel Pessoa

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domingo, janeiro 14, 2018 Os intangíveis  SAMUEL PESSÔA FOLHA DE SP - 14/01 Meu primeiro curso de economia foi de "economia brasileira", como aluno ouvinte. Matéria da graduação da FEA-USP ministrada por José Roberto Mendonça de Barros no segundo semestre de 1986. José Roberto, profissional com carreira muito exitosa, tanto na academia –estudos sobre história econômica e economia agrícola– quanto no setor privado –lidera há anos sólida empresa de consultoria–, ficava a cargo da disciplina mais interessante e complexa da grade da graduação. Éramos apresentados à história econômica brasileira do período do café, a partir de 1860, aproximadamente, até a época atual, no caso, os conturbados anos 1980. O jovem físico (isto é, eu) achava, como é comum entre os físicos, que o desenvolvimento de uma sociedade resultava do domínio das técnicas mais avançadas e da produção de bens mais complexos. Achava que o orçamento da Nasa e do Pentágono e a política de compra...

Ensaio... A Democracia e suas cinco mortes... / Bolívar Lamounier

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A quinta morte da democracia  BOLÍVAR LAMOUNIER ESTADÃO - 13/01 O fator preponderante nos retrocessos e rupturas é a falta de convicção das elites Examinando as condições de atraso econômico e assustadora pobreza na virada do século 19 para o 20, Euclides da Cunha escreveu que o Brasil era um país “condenado à civilização”. Não tínhamos como ficar parados, nem como andar devagar. Precisávamos andar rápido e a direção só poderia ser a do progresso e da paciente edificação de instituições. Adepto da filosofia positivista, à qual não faltava certo viés autoritário, Euclides não percebeu que uma parte do problema já estava encaminhada desde 1824. É mais que óbvio: insistir no absolutismo herdado do período colonial ou resvalar para o caudilhismo hispânico seria o caminho mais curto para recairmos na fragmentação e na desordem. O Estado constitucional e seu corolário, o sistema representativo de governo, amenizavam as tensões e delineavam um futuro – e...

O Brasil está se esforçando para ser avacalhado em órgãos internacionais de avaliação de gestão e de desempenho econômico.../

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José Nêumanne:   A comédia bufa com a sra. Brasil O ministro da Justiça, Torquato Jardim, recebe as críticas sem humildade, com quatro pedras na mão Por  Augusto Nunes 12 jan 2018, 11h56 Presos rebelados Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte - 16/01/2017 (Avener Prado/Folhapress) Publicado no  Blog do Nêumanne Os policiais do Rio Grande do Norte não receberam seus vencimentos de dezembro nem o equivalente ao 13.º salário. Por isso pararam de trabalhar, comprometendo gravemente a segurança pública do Estado. Alegam também não ter condições de entrar em ação porque a frota está sucatada e os equipamentos à sua disposição não lhes permitem enfrentar o cotidiano arriscado e violento em condições condizentes. Não são, como se vê, só pretextos. A desembargadora Judite Nunes considerou o aquartelamento dos policiais militares e a paralisação dos civis indícios de greve dos agentes estaduais de segurança e isso não é permitido por lei. M...

"Sorte e juízo em 2018!" / Eliane Cantanhêde

COLUNISTA Eliane Cantanhêde Sorte e juízo em 2018! Além de Temer no seu último ano, brasileiros precisam de sorte e juízo na eleição 779             Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo 02 Janeiro 2018 | 03h00 A esta altura do campeonato, faltando dez meses para as eleições, o melhor a fazer é desejar boa sorte para o presidente Michel Temer. Sorte dele, sorte do País. Depois é depois, inclusive para o que vier de investigação sobre delações e vídeos de assessor. Temer, porém, não precisa só de sorte, mas de juízo, para evitar desgastes, recuos e derrotas desnecessárias. Para quê dar sorte ao azar, ou o azar à sorte, cedendo no projeto de trabalho escravo para agradar à bancada ruralista no Congresso (e no governo), desagradando a todo o resto e sendo obrigado a ceder e voltar atrás? Depois de “apanhar” de procuradores e juízes do trabalho, de entidades de Direitos Humanos, de órgãos internaci...