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Mostrando postagens com o rótulo Digestivo Cultural

"Me esqueci de envelhecer!"... / Digestivo Cultural / Camila Oliveira Santos

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Confira o Tweet de @digestivo: https://twitter.com/digestivo/status/632481454996353024?s=09 Sábado, 15/8/2015 Me Esqueci de Envelhecer! Camila Oliveira Santos + de 100 Acessos Quem foi que soprou o vento? E esqueceu de me dizer. Quem foi que espantou o tempo? E inventou de envelhecer. Do dia soprou-se horas, Formou-se semanas, Deu-me meses... Quem foi que espichou o tempo? Quem disse que era agora? Gritou marchando já! Quem foi que inventou o cento? Desses que vem com o vento, E esqueceu de me dizer. Segue teimoso e lento, Se esqueceu de me esquecer.

"O Brasil é um lugar chato. Dolorosamente chato de se viver. " // André Forastein / Digestivo Cultural

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+ de 8700 Acessos + 4 Comentário(s) http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=430&titulo=A_Cultura_do_Consenso Segunda-feira, 10/10/2011 A Cultura do Consenso André Forastieri       Caros amigos, é chato dizer, mas o Brasil é um lugar chato. Dolorosamente chato. Viver aqui é um porre. O Brasil não tem literatura, não tem teatro, não tem cinema, não tem estilo, não tem ciência. Tinha novelas e música. Hoje, nem isso. E não adianta jogar toda a culpa no capitalismo avançado, na globalização, ou na pobreza. A Índia, por exemplo, tão miserável e internacionalizada quanto o Brasil, é um país de verdade com uma cultura de verdade ― incluindo indústrias fonográfica e cinematográfica da pesada, uma indústria de  software  florescente, um número enorme de cientistas importantes etc. Nem é preciso ser um país continental. Qualquer Nova Zelândia tem seu cinema, qualquer Irlanda tem seu U2, qualquer lugar onde se vá se encontra al...

Crônica, um gênero brasileiro

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Segunda-feira, 8/10/2007 Crônica, um gênero brasileiro José Castello     + de 10500 Acessos + 9 Comentário(s) Nas fronteiras longínquas da literatura, ali onde os gêneros se esfumam, as certezas vacilam e os cânones se esfarelam, resiste a crônica. Nem todos os escritores se arriscam a experimentá-la, e os que o fazem se expõem, muitas vezes, a uma difusa desconfiança. Para os puristas, a crônica é um "gênero menor". Para outros, ainda mais desconfiados, não é literatura, é jornalismo – o que significa dizer, simples registro documental. Alguns acreditam que ela seja um gênero de circunstância, datado – oportunista. Não é fácil praticar a crônica. Definida pelo dicionário como "narração histórica, ou registro de fatos comuns", a crônica ocupa um espaço fronteiriço, entre a grandeza da história e a leveza atribuída à vida cotidiana. Posição instável, e nem um pouco cômoda, em que a segurança oferecida pelos gêneros literários já não funciona. Lugar para que...

Vá entender um gênio...!

  (...) gênio é gênio mesmo. Não tem a vida fácil. Gênio não passa em concurso, não tem artigo aprovado, não ganha dinheiro e pode até ser meio louco. O gênio talvez mais prestigiado dos últimos tempos foi John Nash, que ganhou o Nobel (foi premiado, sim), mas vejam o filme  Uma mente brilhante , para verem como foi sua vida. Agora, gênios são exceção. Todos os sistemas educacionais visam a formar pessoas boas, capazes, não gênios. Não sei se algum sistema educacional amplo pode ter como meta formar gênios. Em algum escaninho pode reconhecer o gênio e dar-lhe liberdade de pensar (para o gênio, isso basta). Mas, no geral, dão-se notas e avaliam-se pessoas por uma curva acima da norma ― não contra a norma. Gênio é contra. E o grande problema é: dos que são contra, a maioria esmagadora é apenas medíocre. Não é genial. E, se Espinosa ou Sócrates não publicaram, pelo menos em vida ou com suas assinaturas, isso não quer dizer que toda pessoa que não publica seja Espinosa ou Sócrate...

O PT no divã....

PT por Renato Janine Ribeiro PT. Nunca acreditei que traria o paraíso. Demorei a votar nele. Talvez por isso, minha decepção com ele seja menor do que a dos seus fiéis. Quem acreditava que ele era tão diferente dos outros caiu realmente de suas ilusões. Entendo. Mas quem não espera muito dos partidos tem menos a perder, pelo menos em termos de fantasias. Agora, mesmo assim, acho que ele deveria ter prestado contas sobre suas mudanças pós-2002, em especial a passagem da ética intransigente a uma política de resultados. Deveria ter explicado até onde iria nisso. Renato Janine Ribeiro  

Para quem gosta de literatura...

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Entrevista ao jornalista Claudiney Ferreira, no programa Jogo de Ideias, gravado em Dezembro de 2006 no Itaú Cultural.   Yuri Vieira

Leitura dos clássicos // Aula de Luiz Gonzaga de Carvalho

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Uma aula de 99 minutos 

"O texto é uma trança, cada fio, cada código é uma voz, essas vozes trançadas ou trançantes forma a escritura..."

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COLUNAS   Terça-feira, 21/8/2012 Roland Barthes e o prazer do texto Jardel Dias Cavalcanti   + de 600 Acessos   "O discurso está cansado, exausto de tanto produzir sentido". Com esse diagnóstico Roland Barthes não pretende instituir um saber, mas um certo jeito de viver o saber: "nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de sabedoria, e o maior sabor possível". Com a proposta de "saber com sabor", Barthes reinvindica, além da liberdade crítica, o prazer. Renunciando a qualquer pretensão de uma leitura sistemática, baseada em verdades linguísticas, históricas ou sociológicas. Barthes produz um texto desejado, sonhado, saboreado, transformado em texto prazeroso e deslumbrante, texto barthesiano. Sua intensão foi buscar a produtividade do texto. Essa produtividade seria sua capacidade de produzir sentidos múltiplos e renováveis, que mudam de leitura a leitura. Ler não seria, então, aplicar modelos prévios, mas criar formas únicas, que são formas virtuais...

Um conto /// " O desconhecido do MSN"

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O desconhecido do MSN Márcia iniciou o MSN e a janela com o convite se abriu: um certo Alessandro queria adicioná-la. Era bonito na foto e, no texto do convite - "Oi, te achei interessante. Posso te adicionar?"-, havia o endereço do perfil dele no Facebook. Decidiu, pois, dar uma checada antes. Viu que ele tinha apenas uns quarenta amigos - o que lhe pareceu pouco, talvez não estivesse há muito tempo naquela rede social -, notou que ele morava e trabalhava na mesma cidade, que tinham muitos interesses em comum, e o principal: pelas demais fotos via-se que era realmente um homem muito bonito, um sujeito a exalar um ar de confiança dos mais impressionantes. Claro, um piloto de helicóptero - uau! - não podia ser alguém sem auto-estima. O aparelho pode até preferir o combustível, mas os passageiros querem mesmo é alguém que lhes transmita segurança. "Ok", pensou ela, "vou dar uma chance pra esse cara", e aprovou o convite. Ele, que já estava online, iniciou...

Morte absoluta // Manuel Bandeira

http://www.digestivocultural.com/blog/post.asp?codigo=1882&titulo=A_morte_absoluta&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter Morrer. Morrer de corpo e alma. Completamente. Morrer sem deixar o triste despojo da carne, A exangue máscara de cera, Cercada de flores, Que apodrecerão — felizes! — num dia, Banhada de lágrimas Nascidas menos da saudade do que do espanto da morte. Morrer sem deixar porventura uma alma errante. A caminho do céu? Mas que céu pode satisfazer teu sonho de céu? Morrer sem deixar um sulco, um risco, uma sombra, A lembrança duma sombra Em nenhum coração, em nenhum pensamento. Em nenhuma epiderme. Morrer tão completamente Que um dia ao lerem o teu nome num papel Perguntem: "Quem foi?..." Morrer mais completamente ainda, — Sem deixar sequer esse nome. Manuel Bandeira,  no  Casmurro , um  blog  que eu acabei de descobrir.  Julio Daio Borges

Recomendo!!! Pianistas do século XX / Digestivo Cultural

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Arranje um jeito de guardar este vídeo... Vale a pena! Grandes Pianistas do Século XX  

"Alice no país de Freud, Marx ou Hegel"

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http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=362&titulo=Alice_no_Pais_de_Freud,_Marx_ou_Hegel&utm_source=twitterfeed&utm_medium= twitter COLUNAS   Quarta-feira, 16/1/2002 Alice no País de Freud, Marx ou Hegel Paulo Polzonoff Jr   + de 4200 Acessos + 4 Comentário(s) Existem leitores e leitores. Os primeiros, que são a grande maioria, quero crer, lêem por um estranho instinto que os guia página após página, até o êxtase final. Outros, lêem por uma necessidade estranha de encontrar sentidos ocultos em cada uma das frases impressas. Ao último time pertencem toda uma gama de acadêmicos, guiados por gurus como Marx, Freud e Hegel. Eles infestam os departamentos das universidades com teses que anunciam descobertas as menos interessantes possíveis: uma visão primitiva do fluxo de pensamento em Ulisses, de Joyce; uma cosmovisão da influência política da prosa dickensiana na União Soviética durante o regime stalinista; ou o falo e o totem...

"A origem da dança" - 21/2/2012 - Digestivo Cultural - Jardel Dias Cavalcanti - Colunas

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A origem da dança "A origem da dança" - 21/2/2012 - Digestivo Cultural - Jardel Dias Cavalcanti - Colunas No palco, o bailarino estende seu braço para além de qualquer gesto identificado no hábito da vida comum. Ele busca expressar alguma coisa, não sabemos bem o que, algo subjetivo,comunicado pela forma com que seu corpo gira, extendendo-se em posições desnecessárias à existência comum: ele dança. Porque ele precisa dançar para nos levar para essa zona obscura da nossa vida: a sensibilidade? De uma forma geral, diversos autores, entre eles Miriam G. Mendes, Eliana Caminada, Antonio Faro, Luis Elmerich, Dalal Achaar, atestam que a essência da dança do homem primitivo surgiu de uma necessidade emocional de se expressar, percebendo as forças da natureza, o seu poder misterioso e tendo a vontade de imitar essa força, de possuir essa força. A dança teria, então, um caráter mágico, estando ligada a rituais e cerimônias, aos desdobramentos dos poderes da natureza. Essa co...

Uma exposição do talento de Daniel Piza por Júlio Daio Borges em o "Digestivo Cultural"

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http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3480&titulo=Encontros_(e_desencontros)_com_Daniel_Piza Morre jovem o que os Deuses amam " Fernando Pessoa * Lamento, sinceramente, não ter tido mais encontros com o Daniel Piza. Perdi alguém que, além de uma admiração, foi uma espécie de mentor. Quase um irmão mais velho que o jornalismo cultural me legou. E perdi um intelocutor como poucos. Gostaria de dizer, ainda, que perdi um amigo, se não estivéssemos, muitas vezes, em arenas opostas, e se tivéssemos sabido aproveitar mais a amizade, pura e simples. O Daniel vai ficar como um dos grandes do nosso jornalismo, podendo se ombrear com os maiores de qualquer época, e de qualquer país, na editoria de cultura. Talvez como a bossa nova, na frase de Caetano Veloso, o jornalismo brasileiro não tenha sabido merecê-lo . Sua erudição era autêntica (fui testemunha) e a lista de coisas que lia e/ou acompanhava sempre me exasperava. Minha salvação, aliás, foi ter desi...

Mais sobre Daniel Piza....

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http://www.digestivocultural.com/blog/post.asp?codigo=3291&titulo=Um_Leitor_sobre_Daniel_Piza Olá, Julio Queria ter escrito logo na semana passada, mas acabou ficando só para hoje. Meu nome é Germano Stein, te sigo no Twitter. Meu objetivo era agradecer pelo  texto sobre o falecimento do Daniel Piza .  Como leitor dele de longa data, sua morte repentina me entristeceu profundamente e eu ainda procurava na internet algum obituário que lhe fizesse justiça. Eu até já havia procurado um texto teu no  Digestivo  na terça à tarde, mas não vi nenhuma menção. Achei até estranho, sabia que o Piza era uma figura tão importante para você e o  Digestivo . Por isso, foi uma alegre surpresa ver na quarta de manhã um  link  no Twitter para o " Encontros (e Desencontros) "........>>>>> Acho que isso resume meu histórico com a obra do Piza, mas não explica exatamente minha tristeza. Em primeiro lugar a trajetória do Piza lembra ― para usar term...