O chapéu vive...!
Um artefato que acompanhou a história de sociedades e de culturas ainda tem mercado, carisma e serve de proteção para o sol, da chuva e ainda hoje imprime respeito. Imagine um senhor tocando no seu chapéu, levantando um pouco a peça de abrigo da consciência, flexionando o rosto em sinal de atenção e retornando o chapéu à sua cabeça... Este gesto perdura! http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0042/noticias/sem-tirar-o-chapeu Sempre que ouve alguém dizer que certo lugar fica longe, bem longe, lá na casa do chapéu, o empreendedor Paulo Cury Zakia, de 53 anos, abre um sorriso. "Casa do chapéu é a minha casa", diz. É literal — Zakia é um dos sócios da Cury, fábrica de chapéus de Campinas, interior de São Paulo, fundada por seu avô em 1920.