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Mostrando postagens com o rótulo Operação Monte Carlo

Tá preso, tá solto, tá preso, tá solto... Bem Brasil!

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http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/06/15/interna_politica,307521/desembargador-concede-habeas-corpus-a-cachoeira-mas-ele-continua-preso.shtml Desembargador concede habeas corpus a Cachoeira, mas ele continua preso Diego Abreu Publicação:   15/06/2012 17:53   Atualização:   15/06/2012 18:37 O desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Tourinho Neto, concedeu nesta sexta-feira (15/6) um habeas corpus determinando soltura do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A decisão revoga o decreto de prisão relativo à Operação Monte Carlo. No entanto, ao analisar outro pedido de liberdade apresentado pela defesa do bicheiro, a juíza Ana Cláudia Barreto, da 5ª Vara Criminal de Brasília, negou a medida, o que garante, por ora, que Cachoeira continuará detido. Procurado, o advogado Márcio Thomaz Bastos, defensor de Cachoeira, afirmou que está entrando com uma nova petição na Justiça do Distrito Federal para q...

Um "arquivo-bomba ou uma bomba em arquivo...

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http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2012/05/o-arquivo-bomba-da-policia-federal.html Quinta-feira, Maio 10, 2012 O "ARQUIVO-BOMBA" DA POLÍCIA FEDERAL Deputado Fernando Francischini Delegado da Polícia Federal por profissão, o deputado  Fernando Francischini  resolveu se debruçar sobre o que considera ser o “arquivo-bomba” da Operação Monte Carlo. Segundo Francischini, os agentes federais reuniram em um arquivo batizado de “@PLX” todos os grampos que citam políticos envolvidos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Quantos grampos desta natureza existem no inquérito da Operação Monte Carlo? Simplesmente 3 753 ligações telefônicas citando políticos. Francischini diz que o termo “@PLX” é uma forma de indexador de informações da PF para facilitar a pesquisa de grampos nos arquivos do Guardião. Diz Francischini: – Reunindo todos os grampos “@PLX” nós chegaremos inclusive a escutas ainda não reveladas sobre um número incerto de políticos envolvidos com o Cac...

Cachoeira negociou compra de partido em Goiás, diz PF - Yahoo! Notícias

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A Economia está inaugurando, ou já existia e se falava pouco dela, uma ferramenta na sua plataforma universal: o crime . Ele ganha força, espalha regras simples, ditatoriais e foco único - sempre ganhar! E   dissimuladamente, participa do PIB dos países. Sua porcentagem de pouca transparência no desfile da tabela de componentes de classificação do Produto Interno Bruto das economias exibe recato para desviar atenção.  Porém, diante da voracidade dos protagonistas do capital internacional ou mesmo nacionais; dos personagens do capital intelectual de diferentes áreas de conhecimento e de atuação na governabilidade de um país; da indigência das regras de leis de capacitação de parcerias entre capital privado e capital estatal; da nítida emocionalidade de tribunais de gerenciamento de conflitos; da volatização do conjunto de valores do mundo ocidental; das covardes regras de convivência entre pessoas; da falência de regras universais de direitos do homem; da crônica derrota do di...

Deputado atira pedras, sem medo, do telhado de vidro de sua organização partidária

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Deputado afirma que revista Veja financiou atividades ilegais de Cachoeira 23/4/2012 12:13,  Por Redação, com Rede Atual Brasil - de Brasília O deputado Fernando Ferro (foto) questiona a ética jornalística e o denuncismo da revista Veja Depois de subir à tribuna da Câmara e dizer que a revista  Veja  é “o próprio crime organizado fazendo jornalismo”, o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou em entrevista à  Rede Brasil Atual  que o veículo de comunicação “fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento”, referindo-se à rede ilegal de atuação do contraventor  Carlinhos Cachoeira . O deputado defendeu que os responsáveis pela revista prestem esclarecimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a rede ilegal de atuação de Cachoeira e que sejam tratados como réus. Escutas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostraram conexões entre o...

Mais insanidade para ser apreciada... ou para o Político pode tudo ...!

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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pena-de-morte-a-quem-vaza-dados-diz-promotor No Conselho Nacional do Ministério Público, Tito Amaral, ex-assessor de Demóstenes Torres, falou em punir procuradores responsáveis pela Operação Monte Carlo, que revelou ligação do senador com Carlinhos Cachoeira Levado para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com o apoio decisivo do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), o conselheiro Tito Amaral, promotor de Justiça em Goiás e ex-assessor do parlamentar, criticou o vazamento de informações que comprometem o antigo chefe . Na sessão desta semana do órgão, Amaral falou em punir com "pena de morte" os procuradores da República responsáveis pela Operação Monte Carlo, que seriam coniventes ou responsáveis pelo vazamento de informações que apontam ligações entre Demóstenes e o contraventor Carlinhos Cachoeira. O conselho votava um processo contra o procurador da República em São Paulo, Matheus Baraldi Magnani, por...

Será que os políticos ganhariam a confiança do povo brasileiro em algum dia?

Rede de bicheiro em gabinete de governador Bem-vindo ao clube Nextel" Autor(es): agência o globo:Jailton de Carvalho O Globo - 04/04/2012   Comparsas celebram ingresso entre os VIPs BRASÍLIA. O senador Demóstenes Torres (GO) não era o único a usar um Nextel habilitado nos Estados Unidos para manter conversas secretas com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Todos os integrantes da cúpula da organização usavam o aparelho, supostamente à prova de grampo, para falar com o chefe Cachoeira. A existência do "clube Nextel", uma espécie de distinção dentro da organização, é descrita em conversas do próprio grupo, captadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo. Em 28 de junho de 2011, a polícia registrou uma curiosa conversa entre o então chefe da Divisão de Combate ao Crime Organizado da PF de Goiás, Deuselino Valadares, e Gleyb Ferreira da Cruz, um dos sócios de Cachoeira. No diálogo, Gleyb celebra a entrada de Deuselino na lista de VIPs ...