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Mostrando postagens com o rótulo blog de Percival Puggina

A Esquerda está organizada para dominar todas as instituições do Brasil...

Outros Autores Fique Sabendo Voltar para listagem A NEUTRALIDADE SELETIVA DE CERTAS INSTITUIÇÕES por Percival Puggina. Artigo publicado em  11.04.2020 Manifesto do Ministério Público Pró-Sociedade   O Ministério Público Pró-Sociedade tomou conhecimento da instauração de um procedimento na Corregedoria Nacional de Justiça contra o desembargador Alberto Anderson Filho que, atuando com compromisso com a Sociedade e a Justiça, denegou liminar em mais um desses habeas corpus que tentam colocar condenados e presos provisórios em nossas ruas, sem que tenha cessado a razão de sua prisão, aproveitando-se da situação de Pandemia que mudou de forma grave nosso cotidiano e causa pânico nas pessoas.   Tal instauração de procedimento intimida o exercício correto de sua função judiciária, na qual utilizou uma comparação bastante pertinente: apenas três astronautas que estão fora da superfície da terra é que não estão correndo risco de contaminação com o COVID-1...

"Uma trégua à hipocrisia, por favor " / Percival Puggina

UMA TRÉGUA À HIPOCRISIA, POR FAVOR! por Percival Puggina. Artigo publicado em  25.02.2018 Existem correntes políticas e jurídicas sem qualquer entusiasmo para combater a criminalidade. Precisam dela para “justificação” de malsucedidas teses sócio-políticas e econômicas. Parte importante de sua tarefa, aliás, consiste em convencer as pessoas de que a criminalidade é subproduto da desigualdade social. E sabem que quem acreditar nisso estará assumindo, também, que basta implantar o socialismo para a harmonia e a paz reinarem entre os homens. Sim, sim, claro... Num dos primeiros atos da intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, moradores da vila Kennedy, Vila Aliança e Coreia foram objeto de abordagem de rua com identificação para verificação de antecedentes criminais. A operação começou bem cedo, na manhã do dia 23 de fevereiro. Mais de três mil soldados retiraram barricadas instaladas pelos criminosos e passaram a fazer a identificação dos transeuntes. Enquanto isso, ...

"INSEGURANÇA COM PATROCÍNIO POLÍTICO, JURÍDICO E IDEOLÓGICO" // Percival Puggina

INSEGURANÇA COM PATROCÍNIO POLÍTICO, JURÍDICO E IDEOLÓGICO por Percival Puggina. Artigo publicado em  18.02.2018    Durante duas décadas falei quase sozinho na imprensa gaúcha contra o amplo leque de males que iam entregando a sociedade como prato feito nas mãos da criminalidade. Perdi a conta das vezes em que fui acusado de ignorar a causa que seria determinante da insegurança em que vivemos – a desigualdade social, “mãe de todas das injustiças”. Como se fosse! Como se nessa afirmação não gritasse tão alto o preconceito! Como se os arautos da afetada justiça social não vissem a miséria e a desesperança nos olhos de cubanos e venezuelanos! Mesmo assim cultivam, como manifestações da almejada luta de classes, a violência e a insegurança, que não têm ideologia e não poupam classe social. Aliás, ninguém se protege tão bem da insegurança quanto os mais abastados e poderosos; ninguém é tão vulnerável a ela quanto os mais pobres. O leitor atento destas linhas já deve ter ...

"A Revolução cubana e o direito de resistência à tirania..".

A REVOLUÇÃO CUBANA E O DIREITO DE RESISTÊNCIA À TIRANIA por Percival Puggina. Artigo publicado em  11.02.2018  Quem conversar com um defensor do regime cubano sobre as origens da anacrônica revolução, certamente ouvirá afirmações que se fundamentam na resistência à tirania. Não se surpreenda: ele estará se referindo à ditadura de Fulgencio Batista. De fato, os comunistas não veem tirania no governo da ilha ao longo destes quase 60 anos. Argumentam que o governo se legitimou pela luta contra Batista e contra os ianques; que a população legitima o regime agitando bandeirinha nas ruas em festas da Revolução ou homologando os atos do governo em aquiescente silêncio. O tal “compañero” jamais mencionará três tópicos essenciais à compreensão da natureza antiética da realidade política em Cuba. O primeiro ponto obscurecido é o fator geográfico. Num ambiente insular, o totalitarismo potencializa seus malefícios, notadamente quando a institucionalidade jurídica é tão primitiva que...

"POR QUE NÃO EXISTE UM PARTIDO CONSERVADOR NO BRASIL? " / Percival Puggina

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POR QUE NÃO EXISTE UM PARTIDO CONSERVADOR NO BRASIL? por Percival Puggina. Artigo publicado em  05.02.2018  Embora registremos um número excessivo de partidos políticos, nenhum se apresenta ou pode ser definido como conservador. O fato surpreende por dois motivos. Primeiro porque o eleitorado que se diz conservador constitui parcela expressiva e crescente da sociedade brasileira. Segundo porque, no Império, tivemos um Partido Conservador cuja contraparte era o Partido Liberal. Apesar de haverem respondido pela estabilidade política do período, os dois foram extintos após a proclamação da República. Ao longo dos anos, a cada eleição para o Congresso Nacional, torço pelo sucesso de candidatos comprometidos com aquilo que, para simplificar o entendimento, chamo de conservadorismo nos valores e de liberalismo nas concepções políticas e econômicas. No detalhe, não é bem assim, sei. Em ampla proporção, os conservadores são, também, liberais. O que os distingue não é o liberali...

"Os dobbermann" / Percival Puggina

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OS DOBBERMANN por Percival Puggina. Artigo publicado em  27.01.2018  Comportam-se como coquetéis-molotoff ambulantes. Semeiam tempestades para colher catástrofes. Estimulam saques e invasões de propriedade. Pregam desobediência civil. Constroem frases que instigam o ódio e a agressividade e consideram isso adequado às ações revolucionárias que gostariam de ver em curso. No geral, não acreditam em Deus nem no céu, mas creem no inferno e no demônio a quem recomendam seus adversários. No exterior, falam mal do Brasil, espalham intrigas e boatos entre companheiros que os multiplicam por lá e, depois, repercutem essas informações aqui como se fossem produto de analistas internacionais. Revolucionário de esquerda, não tem pátria. Sua pátria é qualquer lugar onde possam viver sem trabalhar, sustentados por alguma instituição interessada em lero-lero e rastilhos de pólvora. Diante de toda a adrenalina lançada sobre o ambiente político nacional, não vivêssemos num curto...

"O mal exemplo da vez" / Percival Puggina

O MAU EXEMPLO DA VEZ por Percival Puggina. Artigo publicado em  20.01.2018  Na minha coluna de ontem, “Da mentira com torcida ao esplendor da verdade”, afirmei que certas formas desconsideradas ou toleradas de corrupção destroem o caráter e preparam o indivíduo para condutas mais graves. O sujeito começa mentindo e acaba na lista da Odebrecht, com grana e apelido. No aludido texto, arrolei entre as manifestações toleradas de desonestidade e corrupção o ato de jogar as próprias culpas sobre aqueles a quem se pretende derrotar nos debates e confrontos políticos. Atingir indevida e deliberadamente a imagem de outrem pode ser crime em certos casos; e, em todos os casos, é evidência de mau caráter. O campo do discurso político não é um compartimento estanque onde não penetrem as exigências comuns da vida moral. Bem ao contrário! Se atribuirmos à política a integralidade de seu compromisso com o bem comum, mais incisivas se tornam as exigências éticas sobre o discurso e a...

"Não mintam sobre a minha geração..." / Percival Puggina

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NÃO MINTAM SOBRE A MINHA GERAÇÃO   por Percival Puggina.   Artigo publicado em 30.12.2017      Há poucos dias fiz aniversário. Embora costume brincar sobre o tema da minha idade dizendo que tenho 73 anos, mas "de banho tomado fico como novo", o fato é que algumas coisas mudaram na percepção que tenho da minha realidade existencial. Assim: quando eu era jovem, contemplava o futuro como um horizonte móvel. Ele se ampliava e se distanciava a cada passo dado. Agora, eu o percebo fixo. A distância entre mim e ele encurta a cada velinha soprada.      Um dos fascínios da vida, aqui de onde eu a vejo, é a possibilidade de ouvir o que os jovens falam e o que alguns dizem aos jovens. Nessa tarefa instigante de ouvir, comparar e meditar volta e meia me deparo com a afirmação de que os anos 60 e 70 produziram uma geração de jovens alienados. Milhões de brasileiros teriam sido ideologicamente castrados em virtude das restrições impostas pelos gove...

Quem quer defender a razão, a verdade, os limites de tolerância ?

O SENADOR MAGNO MALTA ESTÁ FALANDO POR MIM por Percival Puggina. Artigo publicado em  20.10.2017  É da natureza da tolerância a existência de limites. Questão de pura racionalidade: na ausência de quaisquer balizas, a tolerância que abrangesse o impossível de tolerar abraçaria, inclusive, a mais odienta intolerância, tornando-se autodestrutiva. Por isso, é importante a construção de consensos mínimos, em torno de algumas verdades e direitos em torno dos quais se constroem leis e preceitos constitucionais. Com eles se elimina a subjetividade em relação a algumas determinações de certo e errado, justo e injusto, permitido e proibido. Conta-se que um professor, interpelado por aluno que afirmou ser subjetivo e relativo o conceito de justiça, apontou-lhe a porta e ordenou-lhe, em alta voz, que se retirasse da sala. Diante da surpresa de todos, o professor perguntou à classe: "O que estou fazendo lhes parece justo?" Como a resposta foi negativa, esclareceu: "Ele acha ...

A crise que vive o Estado do Espírito Santo é pedagógica para o Brasil

Artigos do Puggina Voltar para listagem LIÇÕES DO ESPÍRITO SANTO por Percival Puggina. Artigo publicado em  08.02.2017   Enquanto assistia às cenas de ladroagem e faroeste à solta nas principais cidades do Espírito Santo, vieram-me à mente artigos que li ao longo das últimas décadas. Eram textos de inumanos defensores de direitos humanos. Digo-os inumanos porque o nível de zelo e compaixão que dedicam a bandidos de toda espécie os coloca acima dos umbrais da santidade. Se um dia entrassem numa igreja sairiam como fumaça pelos telhados e sentariam à cumeeira qual anjos góticos. Sim, sua compaixão se derrama como mel sobre qualquer um que caia nas malhas da lei, contanto que não seja um corrupto de direita, para os quais não há perdão. Se for de esquerda vira, imediatamente, injustiçado herói do povo brasileiro, vítima dos "facínoras e canalhas" da Lava Jato.  Há muitos anos esses cavalheiros afirmam que prender não resolve e que é preferível construir e...