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"O imposto sindical tem de acabar" ... Almir Pazzianotto / blog de José Fucs / Época

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http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-fucs/noticia/2015/06/o-imposto-sindical-tem-de-acabar.html “O imposto sindical tem de acabar” Para Almir Pazzianotto, ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e ex-ministro do Trabalho, os sindicatos e as centrais sindicais devem viver do dinheiro de seus associados e não dos repasses compulsórios do Estado JOSÉ FUCS 10/06/2015 - 11h28 - Atualizado 12/06/2015 17h27 Pazzianotto, em seu escritório, na região da avenida Eng. Luís Carlos Berrini, na zona sul de São Paulo (Foto: Roberto Setton/ÉPOCA) O ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e ex-ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, conhece como poucos o movimento sindical. Ex-advogado do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema nos anos 1970 e 1980, quando Lula estava à frente da entidade, Pazzianotto diz que o “sindicalismo chapa-branca” contaminou o movimento sindical nos governos do PT. Segundo ele, Lula e o PT abandonaram ...

Contas 'salgadas' que deverão chegar em sua casa...ou no seu bolso

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http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/02/dolorosa-bsobrou-para-voceb.html A publicitária paulistana Olivia Carrera, de 33 anos, sócia de uma produtora de som, depende do carro para trabalhar e realizar suas tarefas pessoais e domésticas. Dona de um Honda Fit 2009, Olivia conta que, embora leve apenas cinco minutos para ir de sua casa em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, para sua empresa, no bairro vizinho de Vila Madalena, usa o veículo diariamente para ir a reuniões e visitar clientes em diferentes regiões da cidade. Ela diz que costuma encher o tanque, cuja capacidade é de 42 litros, com gasolina comum, e calcula em R$ 300 seu gasto mensal com combustível. Agora, com a volta da cobrança da Cide, a Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico, sobre a gasolina, que estava suspensa desde 2012, o gasto de Olivia aumentará. Ela deverá ter uma despesa extra de cerca de R$ 30 por mês, o equivalente a 10% do que gasta hoje. À primeira vista, pode parecer um aumento pequeno,...

Ações da política financeira de Dilma se tornam bumerangue para si mesma... // The Economist

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Economist: "Herança de Dilma para si mesma é problemática" Em nova reportagem sobre as eleições no Brasil, a revista britânica diz que presidente reeleita tem de nomear ministro da Fazenda competente e deixá-lo trabalhar sem inferferências JOSÉ FUCS 31/10/2014 15h25  - Atualizado em  31/10/2014 15h37 Depois de declarar seu apoio a Aécio Neves numa reportagem de capa sobre as eleições no Brasil, a britânica  The Economist , a bíblia dos investidores globais, publicou na edição desta semana, que chegou nesta quinta-feira às bancas, uma reportagem sobre a vitória da presidente Dilma Rousseff. Com o título Duro de Matar Dilma (Diehard Dilma), o artigo aborda as limitações e os desafios que ela terá pela frente para tirar o Brasil do limbo no segundo mandato. “Seu desempenho no primeiro mandato não justificou sua vitória. A herança que ela deixou para si mesma é problemática”, afirma a reportagem. “Ela inclui recessão, inflação acima da meta do Banco ...

A volubilidade da confiança na política // José Fucs

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O Frankenstein de Dilma e a volta da confiança perdida Depois de tantas intervenções na produção e no consumo, é difícil imaginar que tudo mudou e que agora o governo é a favor do mercado JOSÉ FUCS 26/08/2013 19h58  - Atualizado em  27/08/2013 08h23 O ator Boris Karloff como Frankenstein, em filme de 1935. As intervenções de Dilma na economia foram tantas que o governo acabou criando um Frankenstein, gerando insegurança nos empresários e nos consumidores (Foto: Universal Studios) O dramaturgo irlandês Bernard Shaw (1856-1950), um dos fundadores da London School of Economics, uma das mais respeitadas faculdades de economia do mundo, era cético em relação à capacidade de os economistas construírem um consenso em torno de qualquer questão. “Se todos os economistas fossem colocados lado a lado, nunca chegariam a uma conclusão”, afirmava Shaw. Se vivesse no Brasil de hoje, Shaw provavelmente ficaria surpreso com o grau de concordância existente e...