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Mostrando postagens com o rótulo The Economist

Mulheres, tenham cuidado com suas escolhas!

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https://www.economist.com/news/china/21730920-local-residents-often-turn-blind-eye-trafficking-demand-wives-china-endangers-women-who?cid1=cust/ednew/n/bl/n/2017112n/owned/n/n/nwl/n/n/la/77921/n Bridal paths Demand for wives in China endangers women who live on its borders Local residents often turn a blind eye to trafficking   Print edition | China Nov 4th 2017 | BEIJING AND LAO CAI HUONG was only 15 when she went out to meet a friend in Lao Cai, a city in northern Vietnam on the Chinese border (see map). She thought she would be gone a few hours, but it was three years before she managed to return home. Her friend had brought with her two acquaintances—young men with motorcycles. They squired the girls around town and took them to a karaoke bar, where their drinks were spiked. When the girls grew drowsy they were hoisted back onto the bikes, each sandwiched between two male riders. They were driven into the hills and across the...

Hora de ir ... The Economist em 24 de março

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Publicado em 24 de março Lula elogia imprensa internacional e diz que ela é fiel aos fatos , informou em 2 de dezembro de 2010 o título da reportagem do  Globo  sobre a entrevista coletiva concedida pelo ainda presidente a correspondentes estrangeiros baseados no Rio e repórteres vindos de outros países. Antes que as perguntas começassem, o entrevistado contemplou os presentes com afagos que sempre negou à imprensa nacional. “Temos acompanhado as informações que têm saído na imprensa internacional e elas têm correspondido exatamente ao que tem acontecido no Brasil”. começou a rasgação de seda com o elogio que cutucava a mídia reacionária, infestada de reacionários a serviço da elite golpista. “A cobertura favorável também é responsável pela boa imagem que o Brasil goza no exterior”, foi em frente o palanque ambulante. Só publicações em outros idiomas, por exemplo, haviam captado o clima de euforia reinante no País do Carnaval. “O otimismo do brasileiro é o ma...

The Economist não critica e sim lamenta a situação do Brasil

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Economic backgrounder Brazilian waxing and waning Mar 31st 2016, 11:04   BY THE DATA TEAM IN THE past few years Brazil’s economy has disappointed, and then some. It grew by 2.2% a year, on average, during President Dilma Rousseff’s first term in office in 2011-­14, a slower rate of growth than in most of its neighbours, let alone in places like China or India. Last year GDP shrivelled by 3.8%, and is expected to shrink by a similar amount in 2015. Household consumption has registered the first drop, year-on-year, since Ms Rousseff’s left-wing Workers’ Party (PT) came to power in 2003. At the same time, public spending has surged. In 2014, as Ms Rousseff sought re-election, the budget deficit doubled to 6.75% of GDP; it has since swelled by another four percentage points. This year is likely to be the third in a row when the government fails to set aside any money to pay back creditors: the target for the primary surplus, which excludes interest owed on debt, has ...

"Festa à beira do precipício." / The Economist

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Brasil está ‘festejando à beira do precipício’, diz ‘The Economist’ Revista aponta confluência de problemas de saúde, político e econômico às vésperas do carnaval 29/01/2016 00:40 O Globo O Brasil voltou a ser assunto de uma reportagem da edição da revista britânica “The Economist” para as Américas. Intitulado “Festejando à beira do precipício”, o texto fala da pausa que a população costuma fazer durante o carnaval. E lembra que os políticos voltarão do recesso de fim de ano poucos dias antes do feriado começar, ou seja, os trabalhos só devem ser de fato retomados após o fim da folia. Queda da economia brasileira (Foto: Arquivo Google) Para a publicação, nem a presidente Dilma Rousseff nem os congressistas vão conseguir relaxar, já que o país enfrenta dois sérios problemas: o vírus zika e a piora das crises econômica e política. “Quando os políticos retornarem ao trabalhos eles podem se arrepender do tempo que passaram sem tentar resolvê-los”, afirma a reportag...

Justiça brasileira tem vergonha ou medo de punir criminosos...

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http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151211_pressreview_economist_lavajato_hb Lava Jato: Justiça brasileira é severa com suspeitos e leniente com condenados, diz 'Economist' Há 4 horas Image copyright AFP Image caption Esquema teria desviado bilhões de reais da Petrobras, segundo a Lava Jato A Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção na Petrobras, trata suspeitos de forma "muito dura" e seus condenados com "leniência demasiada", disse a revista britânica  The Economist  desta semana. Dezenas de empresários e políticos, a maioria da base aliada da presidente Dilma Rousseff, foram condenados ou acusados formalmente por integrarem um esquema bilionário de desvio de verbas na estatal. Outros suspeitos foram presos preventivamente, entre eles o empresário Marcelo Odebrecht, presidente afastado da Odebrecht, maior construtora do país. Vários detidos assinaram acordos de delação premiada e estão col...

The Economist > " ... impeachment de Dilma seria uma má ideia "

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A- Linkedin 0 Facebook 62 Google+ 1 Twitter 127 Imprimir E-mail Como lidar com Dilma THE ECONOMIST - O ESTADO DE S. PAULO 28 Março 2015 | 12h 37 Muitos brasileiros estão fartos de sua presidente. Mas seu impeachment seria uma má ideia Ela está em menos de três meses de seu segundo mandato, mas a maioria dos brasileiros já quer ver Dilma Rousseff pelas costas. Às voltas com uma economia capengando e um escândalo de corrupção estarrecedor na Petrobras, o gigante de petróleo controlado pelo Estado, ela está quase sem amigos em Brasília. Ela já perdeu o controle do Congresso onde, em teoria, sua coalizão tem uma maioria confortável. Mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas em 15 de março para repudiar sua presidente. Os índices de aprovação de Rousseff caíram 30 pontos em seis meses, para 13%, o mais baixo para um presidente brasileiro desde Fernando Collor em 1992, às vésperas de seu impeachment por corrupção. Quase 60% dos entrevistados em ...