"O advogado é o juiz inicial da causa. Não pode agir como comparsa de cliente bandido."
Brasil Sobral Pinto pulveriza a conversa fiada dos bacharéis do Petrolão O advogado é o juiz inicial da causa. Não pode agir como comparsa de cliente bandido Por Augusto Nunes access_time 30 dez 2016, 16h49 - Atualizado em 30 dez 2016, 16h53 Publicado em 19 de janeiro Os mentores do manifesto dos advogados a favor da bandidagem do Petrolão deveriam ter promovido a primeiro signatário, in memoriam , o mestre Márcio Thomaz Bastos, morto em novembro de 2014. Todos sempre foram discípulos do jurista que transformou o gabinete de ministro da Justiça em fábrica de truques concebidos para eternizar a impunidade dos quadrilheiros do Mensalão. Todos são devotos do criminalista que, desde que o freguês topasse pagar os honorários cobrados em dólares por hora trabalhada, enxergava filhos extremosos até em parricidas juramentados. Coerentemente, o manifesto dos bacharéis, na forma e no conteúdo, é uma sequência de exumações da fórmula aperfeiçoada por Márcio para defe...