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Mostrando postagens com o rótulo J R Guzzo

Há uma guerra contra o estado de direito neste país, comandada pelas forças que não podem conviver com ele

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"O TRF-4 pegou você" / J R Guzzo

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O TRF-4 pegou você Segundo Lula, o tribunal que lhe socou 3 a 0 no lombo condenou os brasileiros Por  J.R. Guzzo 27 jan 2018, 07h07 O ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante protesto pela Democracia, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP) - 20/07/2017 (Ricardo Matsukawa/VEJA.com) J.R. Guzzo, publicado no  Blog Fatos Alguma coisa se passa no coração do Sistema Lula de Pensamento quando se cruza a demolição jurídica do ex-presidente com boa parte do noticiário que apareceu logo após a decisão do TRF-4 de Porto Alegre anunciada ontem. Lula saiu esfarinhado do julgamento por uma confirmação unânime, de 3 a 0, de sua condenação à cadeia por corrupção  —  e, ainda por cima, tomou um aumento de sua pena original, dada pelo juiz Sérgio Moro, de nove para 12 anos. Anunciada a decisão dos desembargadores gaúchos, a impressão que se podia ter pela leitura da mídia era de que Lula, ele sim, tinha acabado de condenar por 3 a 0 os seus julgadores.  ...

Policiais militares lutam contra bandidos, ONG's, partidos de esquerda, Direitos Humanos, teólogos, imprensa, leis que protegem o bandido e contra a cultura de 'policial bom e policial morto '

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J.R. Guzzo:  Legítima defesa Batemos, a cada ano, o recorde de policiais assassinados no Brasil. Culpa da polícia, é claro Por  Augusto Nunes 11 jan 2018, 14h00 Soldado do Exército baleado, durante o operação conjunta com a Polícia Militar de combate ao tráfico de drogas, no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro - 26/11/2010 (Marcelo Piu/Agência O Globo/VEJA) Publicado no  Blog Fatos Fecharam, enfim as contas do ano, e ficou definitivamente estabelecido que 134 policiais foram assassinados no Rio de Janeiro em 2017 – quer dizer, um a cada três dias, e se você estiver achando que não existe nada de realmente extraordinário com esses números é bom parar e pensar um pouco. Um policial morto a cada três dias – num total de quase 300 alvejados à bala — numa cidade que não está em guerra aberta com um inimigo estrangeiro armado é uma aberração. Reagir com indiferença a esse fato é uma aberração maior ainda.  E governos estaduais que aceitam passivamen...

Malandragem? / J R Guzzo

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J.R. Guzzo: Malandragem? Não parece, realmente, que o Rio de Janeiro esteja levando lucro com o culto à malandragem Por  Augusto Nunes 28 dez 2017, 07h04 Anitta em cena do clipe 'Vai Malandra' (Reprodução/Divulgação) Publicado no Blog  Fatos Há uma parte da população do Rio de Janeiro que sempre construiu para si própria, e para o restante do Brasil que presta atenção no que se fala ali, uma imagem de sua cidade como o centro nacional e mundial da malandragem. Seria uma grande virtude. Esse “espírito”, na sua maneira de ver as coisas, faz do Rio uma cidade superior às demais. Faz de seus cidadãos pessoas mais inteligentes, mais aptas a lidar com a vida e mais hábeis que os outros brasileiros em conseguir o melhor para si próprias. Imagina-se que essa gente esteja sobretudo nos morros, ou nas “comunidades”, como se deve dizer hoje. Muitos de fato estão, mas não são eles os que mais aparecem, pois sua voz não vai longe. Quem realmente leva adiante esta bande...

"Inimigo do povo"

Inimigo do povo      J.R. GUZZO REVISTA VEJA O afastamento do jornalista William Waack, acusado de 'racismo' pela Rede Globo, é um clássico em matéria de hipocrisia e oportunismo A maior parte dos meios de comunicação do Brasil, com a Rede Globo disparada na frente, está se transformando num serviço de polícia do pensamento livre. É repressão pura e simples. Ou você pensa, fala e age de acordo com a atual planilha de ideias em vigor na mídia ou, se não for assim, você está fora. Os chefes da repressão não podem mandar as pessoas para a cadeia, como o DOPS fazia antigamente com os subversivos, mas podem lhes tirar o emprego. É isso, precisamente, que o comando da Globo acaba de fazer com o jornalista William Waack, estrela dos noticiários da noite, afastado das suas funções por suspeita de racismo. Por suspeita , apenas – já que a própria emissora não garante que ele tenha mesmo feito as ofensas racistas de que é acusado, numa conversa particular ocorrida um an...

Um italiano que faz mal ao Brasil... /

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O ativista Cesare Battisti, condenado por assassinato e novamente preso, Lula, ex-presidente da República, e Luís Roberto Barroso, ministro do STF – muito a ver Por  J.R. Guzzo 6 out 2017, 16h38 Ex-ativista italiano, Cesare Battisti, condenado na Itália à prisão perpétua por 4 homicídios na década de 70, foi solto após sete horas de prisão. Concedido o habeas corpus, Battisti deixou o prédio da Polícia Federal em São Paulo sem falar com jornalistas - 13/03/2015 (Reginaldo Castro/AFP) O público foi informado há pouco que o cidadão italiano Cesare Battisti foi preso por tentar atravessar a fronteira terrestre entre o Brasil e a Bolívia, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, levando consigo 6.000 dólares e 1.300 euros não declarados às autoridades. É ilegal. Chamam a isso de evasão de divisas, crime previsto no Código Penal Brasileiro. Está rigorosamente proibido pelos nossos superiores das repartições alfandegárias, policiais, fiscais, fazendárias e outras ainda mais alar...

"Artigo de imitação" / J R Guzzo

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Artigo de imitação - J. R. GUZZO REVISTA VEJA Em matéria de democracia, como em tantas outras coisas que separam as nações desenvolvidas das subdesenvolvidas, o Brasil ficou só na foto Um rei africano do século XIX, na atual Nigéria: roupas ocidentais que remetem aos trajes do Império Britânico (//Reprodução) A DEMOCRACIA NO BRASIL lembra uma dessas fotos antigas de reis africanos que de vez em quando ilustram livros de história. Muitos deles, ouvindo oficiais do Império Britânico ou outros figurões europeus da época colonial que lhes davam lições de civilização, progresso e bons modos, parecem encantados. Acreditavam, como lhes era dito, que a Europa e as coisas europeias representavam o máximo a ser sonhado por um ser humano — e em geral chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar transformando a si próprios em soberanos civilizados o mais depressa possível. O meio prático de fazer isso, em sua maneira de ver as coisas, era imitar os trajes, jeitos e enfeites dos p...

"A ciência, ao que parece, está a ponto de provar que o poder provoca algum tipo de lesão no cérebro." / J R Guzzo

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J.R. Guzzo: Psicoteste O Brasil d e hoje, essa potência moral que causa cada vez mais espanto na terra Por  Augusto Nunes 8 jul 2017, 15h10 Lula é recepcionado por militantes e apoiadores nos arredores da Justiça Federal em Curitiba antes de depoimento ao juiz Sergio Moro - 10/05/2017 (Vagner Rosário/VEJA.com) A requisitada firma de advogados Dodson & Fogg, na verdade uma dupla de escroques que fornece alguns dos melhores momentos do primeiro livro de Charles Dickens, The Pickwick Papers, tinha um princípio profissional acima de qualquer outro, em sua atuação no baixo mundo judiciário de Londres. “As alegações feitas por nosso cliente podem ser verdadeiras ou falsas”, costumava dizer Mr. Dodson ─ que a exemplo de Mr. Fogg parecia ter quase tanta chance de acabar um dia na forca quanto os seus clientes mais infames. “Não faço a menor ideia se são uma coisa ou outra, e isso, aliás, não tem nenhuma importância. A única questão que nos interessa é a seguinte: vão a...

"O que impressiona é a cegueira de um país em que magistrados acham possível eliminar a corrupção sem reduzir ao mínimo indispensável o tamanho do Estado"

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J.R. Guzzo:   Convite aberto O que impressiona é a cegueira de um país em que magistrados acham possível eliminar a corrupção sem reduzir ao mínimo indispensável o tamanho do Estado Por  Augusto Nunes 5 mar 2017, 15h02 O empreiteiro Marcelo Odebrecht, preso desde junho do ano passado em Curitiba (Heuler Andrey/AFP) Publicado na edição impressa de VEJA O texto que se segue não é uma piada. Também não faz parte de uma conspiração para desmoralizar a Operação Lava-Jato e os seus esforços contra a corrupção no Brasil. Trata-se apenas do relato resumido de alguns fatos da vida como ela é no Brasil de hoje – tão comuns que só aguentaram ficar no noticiário por alguns minutos, logo superados por outros de maior interesse, como a história da mulher acusada de contratar o próprio assassinato ou as instruções para sacar contas inativas do fundo de garantia. Esses fatos consistem no seguinte: durante todo o famoso ano de 2016, imortalizado por diversos dos mais heroic...