Carinhosa despedida...
"Um dia ele apareceu na vilinha, não se sabe de onde. Já chegou adulto, meio labrador, meio lata, com o rabo cortado. Alguns o chamaram, então, “Cotó”. Outros o tinham por “Martim”, jamais consegui saber em razão de que marca..." http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-vira-lata/ "Naquela pequena vila, ele nos dava a ilusão da eternidade e alimentava as nossas esperanças..." "Morreu Cotó, e o tempo nos invadiu. Terei de aprender a amar outra narrativa na mesma paisagem, da qual ele não é personagem..."