Postagem em destaque

Ferreira Gullar no blog de Ricardo Noblat

POEMA DA NOITE Traduzir-se Ferreira Gullar 04/12/2016 -  23h00 Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é nin...

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Carta Aberta de mais de 100 cientistas de Harvard e Oxford ao COI sobre a Olimpíada do Rio e vírus Zika...

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/05/virus-zika-cientistas-de-harvard-e-oxford-dizem-que-olimpiada-do-rio-deveria-ser-transferida-ou-adiada.html?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

27/05/2016 16h11 - Atualizado em 27/05/2016 16h12

Vírus Zika: Cientistas de Harvard e Oxford dizem que Olimpíada do Rio 'deveria ser transferida ou adiada'

Especialistas dizem que descobertas recentes sobre o zika tornam 'antiética' a manutenção dos jogos no Rio.

Da BBC
Em carta aberta enviada à OMS (Organização Mundial da Saúde), um grupo formado por mais de 100 cientistas internacionais afirma que os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro deveriam ser transferidos ou adiados em decorrência do surto de vírus Zika.
Os especialistas dizem que descobertas recentes sobre o zika tornam "antiética" a manutenção dos Jogos no Rio. Na carta, os cientistas também pedem que a OMS reveja com urgência suas recomendações sobre o Zika, um vírus relacionado a uma série de problemas no nascimento, incluindo microcefalia.
A carta ainda diz que o adiamento ou a transferência dos Jogos também "diminui outros riscos trazidos por uma turbulência história na economia, governança e na sociedade do Brasil - que não são problemas isolados, mas que fazem parte de um contexto que tornam o problema do Zika impossível de resolver com a aproximação dos Jogos".
Em maio, o Comitê Olímpico Internacional disse que não vê razões para atrasar ou transferir os Jogos por causa da doença. No Brasil, a explosão da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes aegypti aconteceu há um ano - hoje mais de 60 países e territórios são afetados pela doença.
A carta afirma que o Zika está relacionado à microcefalia (crescimento do crânio abaixo da média) em recém-nascidos e que pode trazer síndromes neurológicas raras e às vezes fatais a adultos.
O documento é assinado por 125 cientistas, médicos e especialistas em ética médica de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos.