quinta-feira, 18 de abril de 2013

FBI procura dois suspeitos das explosões na Maratona de Boston // Fotos

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fbi-divulga-imagens-de-suspeitos-pelo-atentado-em-boston
tarja Terror na maratona de Boston

Estados Unidos

FBI divulga imagens de suspeitos do atentado em Boston

Dois homens aparecem nas imagens. Polícia federal pediu ajuda da população para encontrá-los

FBI divulga imagem dos suspeitos de participar do atentado durante a Maratona de Boston na segunda feira, (15)
FBI divulga imagem dos suspeitos de participar do atentado durante a Maratona de Boston na segunda feira, (15) - Shannon Stapleton/Reuters
















O FBI divulgou nesta quinta-feira imagens - fotos e um vídeo - de dois suspeitos de envolvimento com o atentado em Boston. A polícia federal pediu ajuda à população para localizá-los. “Alguém lá fora conhece esses indivíduos”, disse o agente especial Richard DesLauriers, chefe do escritório do FBI em Boston, em uma entrevista coletiva.
Ele advertiu que os dois homens podem ser considerados armados e extremamente perigosos. Ressaltou que ninguém “deve tomar nenhuma atitude” por conta própria ou abordá-los. “Se você vir esses homens, contate a polícia”, alertou.
DesLauriers disse ainda que “não há nenhum perigo iminente adicional do qual tenhamos conhecimento neste exato momento”.
Ele acrescentou que não daria outros detalhes sobre as investigações, porque a “prioridade agora é encontrar os suspeitos”.
Ao descrever o processo que levou aos dois suspeitos, o agente disse que foi feita "uma análise muito detalhada de fotos, vídeos e outras provas". Explicou ainda que os dois homens estão sendo tratados pelo FBI, por enquanto, como suspeito 1 e suspeito 2. "Eles parecem estar associados. O suspeito 1 está usando um boné preto, o suspeito 2 está usando o boné branco. O suspeito 2 deixa uma mochila no local da segunda explosão”, disse. "Os suspeitos 1 e 2 aparentam estar andando juntos no meio da multidão que acompanhava a maratona na rua Boylston, em direção à linha de chegada".
Duas explosões quase simultâneas, perto da linha de chegada da Maratona de Boston, deixaram três mortos e mais de 170 feridos na última segunda-feira. As vítimas fatais foram a estudante chinesa Lu Lingzi, de 23 anos, Krystle Campbell, de 29 anos, e o garoto Martin Richard, de oito anos.

Atentados nos Estados Unidos

1 de 7

Nova York, 1975


29 de dezembro de 1975 – Um atentado com bomba no saguão principal do aeroporto La Guardia, em Nova York, matou onze pessoas e deixou outras 75 feridas. Os explosivos foram colocados próximos a uma das esteiras de bagagem da companhia Trans World Airlines. A polícia chegou a trabalhar com suspeitos ligados a diversos grupos extremistas, mas nunca encontrou os reais responsáveis pelo atendado, que segue sem solução até hoje.
O FBI também investiga provas encontradas no local das explosões. Essa parte da investigação se concentra em fragmentos de nylon preto que podem ser de uma mochila usada para colocar explosivos, e partes de uma panela de pressão, que também teria sido usada no atentado. Os itens estão sendo analisados no laboratório do FBI em Quantico, na Virgínia.
Homenagem – Mais cedo nesta quinta, o presidente Barack Obama participou de uma cerimônia em homenagem às vítimas do atentado. “Eu estou aqui em nome do povo americano com uma simples mensagem: Todos ficamos tocados com essa tragédia, estamos todos com vocês”, disse o presidente.
"Uma bomba não pode nos destruir, nos atingir. Por isso a gente não se acovarda em medo, por isso nós continuamos na maratona”, continuou, falando sobre os responsáveis pelo ataque. “Sim, nós o encontraremos, e sim, nós encontraremos justiça. Mas, mais do que, isso, nossa fidelidade ao nosso modo de vida, nosso espírito de liberdade e democracia, continuará intacto. Nós terminaremos a corrida”.
mapa do local das explosões na maratona de Boston

Trabalhar com verdade é perigoso....


quinta-feira, 18 de abril de 2013


Jornalista pode ter sido demitido por perseguição política.

LUIZ GONZAGA NETO - INTER-TV/REDE GLOBO - CAMPOS DOS GOYTACAZES

QUINTA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2013


AIC repudia demissão de jornalista da Inter TV


A Associação de Imprensa Campista repudia com veemência a demissão do jornalista Luiz Gonzaga Neto, que até a última terça-feira (16/04/13) respondia pela edição e apresentação da edição noturna jornal local da Inter TV e trabalhava há quatro anos na empresa.

Há consistentes evidências de que a demissão foi motivada pela veiculação de matéria que mostrou o fato de a Prefeitura de Campos dos Goytacazes adquirir de uma empresa privada, por meio de licitação, materiais didáticos que são oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Antes mesmo de a matéria ter ido para o ar, na noite da segunda-feira (15/04/13), houve reunião entre representantes da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos e a direção da Inter TV, onde a pauta foi discutida, sem a presença do jornalista.

No dia seguinte à exibição, na terça-feira (16/04/13), outra reunião entre a direção da TV e a Secom de Campos foi realizada, também sem a presença do jornalista. Na edição da noite da própria terça-feira, uma longa nota de resposta feita pela Secom foi lida pelo apresentador, que, em seguida, fez o comentário editorial de que, em resumo, o material escolar era fornecido pelo MEC, mas a Prefeitura de Campos havia escolhido fornecer outro de melhor qualidade aos alunos da rede pública.

Na quarta-feira (17/04/13), o jornalista foi demitido, sem nenhuma justificativa formal por parte da empresa.

A Associação de Imprensa Campista vai enviar ofícios para a direção da Inter TV e para a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos dos Goytacazes para cobrar explicações sobre a demissão.

Na tarde de hoje, os VTs com a matéria e a nota de resposta da Prefeitura de Campos não estavam mais disponíveis no Portal G1.

A AIC entende que veículos de comunicação que prezam pela prática de um jornalismo de qualidade não podem se dobrar diante de pressões de fontes que são alvos de denúncias, muito especialmente quando estas fontes são do poder público. O papel de cobrar, e até mesmo a liberdade de opinar, são garantias constitucionais inegociáveis.

A entidade manifesta ainda toda a sua solidariedade ao jornalista Luiz de Gonzaga Neto e se coloca à disposição da categoria e da sociedade para prosseguir no debate e no acompanhamento deste caso.

Campos dos Goytacazes, 18 de Abril de 2013

Diretoria da AIC

Tony Benet & Thalia & Ana Carolina... Em novo Duets


Aproveitem e durmam bem...!!!

Viver é perigoso......

18/04/2013 04h51 - Atualizado em 18/04/2013 09h58

Testemunha capta explosão no Texas 



em vídeo


Explosão surpreende pai e filha que observavam à distância o incêndio em fábrica de fertilizantes próxima a Waco.

Da BBC
Testemunha capta explosão no Texas em vídeo (Foto: BBC)
Imagens captadas por uma testemunha de dentro de um carro mostram a severidade daexplosão da noite de quarta-feira em uma fábrica de fertilizantes na pequena cidade de West, perto de proximidades de Waco, no Texas. (VEJA O VÍDEO.)
Dentro do carro, um homem e sua filha observavam o incêndio a uma distância aparentemente segura quando houve a explosão.
A partir daí, as imagens se perdem, mas os sons captados de dentro do carro são de pânico. 'Você está bem?', pergunta repetidamente o pai à filha, que pede: 'Por favor, papai, sai daqui'. A filha fala ainda repetidamente que não conseguia escutar nada.
A explosão provocou danos em dezenas de construções no entorno da fábrica, incluindo uma casa de repouso para idosos que ficou totalmente destruída.
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Testemunha capta explosão no Texas em vídeo (Foto: BBC)
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Viver é perigoso... (iodo, tireoide, poluição, lobby) // Claudia Collucci

cláudia collucci

 

17/04/2013 - 03h00

Sobre iodo, tireoide, poluição e lobby


Enquanto a redução dos teores de iodo no sal aprovada pela Anvisa divide a opinião de pesquisadores, uma outra questão, tão polêmica quanto, permanece intocada: a tireoidite provocada por poluentes industriais.
Ano passado, um dos periódicos mais conceituados sobre imunologia, o "Journal of Clinical Immunology", publicou uma pesquisa brasileira sobre o aumento de casos de tireoidite crônica autoimune na divisa entre Santo André, Mauá e São Paulo, onde estão instaladas indústrias do setor petroquímico.
O resultado sugere a descoberta do novo tipo de doença, a tireoidite química autoimune, ligada a fatores ambientais, principalmente à poluição por agentes químicos.
A hipótese é que a poluição seja o gatilho para desencadear a formação de anticorpos antitireoideanos, que são substâncias que agridem a glândula tireoide ocasionando a tireoidite crônica autoimune.
O estudo, da professora de endocrinologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em Santo André (SP), Maria Angela Zaccarelli Marino, analisou 6.306 pacientes, com idade entre 5 e 78 anos, durante 15 anos que moram na capital paulista e em quatro cidades do Grande ABC.
Entre 1989 e 2004, os moradores estudados foram acompanhados em consultas médicas e exames laboratoriais de sangue com dosagens dos hormônios tireoidianos.
De acordo com a pesquisadora, os pacientes foram divididos em dois grupos segundo o local de moradia. Na região próxima ao parque industrial petroquímico estavam 3.356 pacientes do grupo 1. O grupo 2 foi composto por 2.950 de uma região afastada de área industrial.
Os resultados mostraram que, em 1992, somente 2,5% da população do grupo 1 sofriam de tireoidite crônica autoimune. Em 2001, o mesmo grupo já apresentava taxa de 57,6%.
Já a população que vivia longe da área químico-industrial não teve aumento significativo no período. Na comparação geral dos 15 anos, o grupo 1 apresentou 905 pacientes com a doença, contra somente 173 do grupo 2.
A região que concentra as indústrias petroquímicas tinha cinco vezes mais casos de tireoidite crônica autoimune na comparação com a área residencial estudada.
A pesquisadora alerta que a tireoidite crônica autoimune está relacionada com outras doenças autoimunes, como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, diabetes tipo 1, hepatite crônica autoimune, vitiligo e lúpus eritematoso sistêmico.
Nessa polêmica do iodo, cujo teor de sal já foi mudado três vezes nos últimos 15 anos, pelo menos em uma oportunidade houve um claro lobby da indústria salineira. Foi em 1998, quando uma resolução da Anvisa aumentou a proporção de iodo no sal de 40-60 microgramas por quilo para 40-100.
Na época, o setor reclamava que o limite mínimo de 40 e o máximo de 60 de sal eram muito próximos, o que levava a erros de dosagens e, consequentemente, a multas. A alteração foi feita sem o aval de assessores técnicos.
Espero que, no caso dos poluentes químicos, essa falta de repercussão do estudo da professora Maria Ângela seja só desatenção das autoridades em saúde pública. Mas não custa nada lembrar o tamanho e o poder do setor que está na outra ponta.
Avener Prado/Folhapress
Cláudia Collucci é repórter especial da Folha, especializada na área da saúde. Mestre em história da ciência pela PUC-SP e pós graduanda em gestão de saúde pela FGV-SP, foi bolsista da University of Michigan (2010) e da Georgetown University (2011), onde pesquisou sobre conflitos de interesse e o impacto das novas tecnologias em saúde. É autora dos livros "Quero ser mãe" e "Por que a gravidez não vem?" e coautora de "Experimentos e Experimentações". Escreve às quartas, no site.

"Sou do século do rádio, da revista semanal, do bonde e de uma praia onde o banho de mar era obrigatório..." / Roberto daMatta

Roberto Damatta
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Como descobri o rádio

17 de abril de 2013 | 2h 11


Roberto Damatta - O Estado de S.Paulo
Pertenço ao século do rádio, da revista semanal, do bonde e de uma praia onde o banho de mar era obrigatório. Íamos só de "calção de banho" e não comíamos nada. As "meninas" levavam as "barracas" que os mais bem apanhados "armavam" vendo de perto o espetáculo gracioso e "casual" de observar como elas despiam as suas "saídas de praia", revelando corpos impecáveis. A praia parava para ver a chegada de certas moças, como a irmã do Nilton. Ou a mãe do Manuão, especialista - diziam - em freudianamente desvirginar os amigos do filho.
A ponte entre a fantasia do sexo real e a irrealidade do romance ideal, que invariavelmente terminava na confissão arrependida, era preenchida pelo rádio no canto de um Tony Bennett quando ele entoava Stranger in Paradise (Estranho no Paraíso). O paraíso representado pelo corpo desejado, mas ainda desconhecido de uma mulher - esse outro do qual saímos e ao qual, numa hora encantada, voltamos inventando a nossa masculinidade. Lembro que a belíssima canção era uma versão americanizada das Danças Polovitisianas, da ópera Príncipe Igor, de Alexander Bodorin, popularizada num musical da Broadway chamado Kismet, que os mais grosseiros chamavam de "quis meter", numa falta de gosto que feria a sensibilidade dos mais cultos e puros de coração.
Tudo era construído pelo rádio e foi pelo rádio lá de casa que testemunhei o poder do drama no choro aberto de mamãe e nas lágrimas contidas de meu pai ao ouvirem religiosamente a novela O Direito de Nascer. Desse mesmo rádio, ouvi o fim da 2.ª Guerra Mundial, o suicídio de Vargas e aprendi a imaginar campos de futebol e seus jogos maravilhosos pela voz de Oduvaldo Cozzi. Ao lado de suas pilhas chorei quando vencemos a Copa em 1958 e ouvi o programa humorístico Balança mas não Cai, que os mais velhos censuravam com o eterno "este mundo está perdido", no que eu, hoje mais velho que eles, reitero que sempre esteve e vai estar. O rádio era o meio e o mundo brasileiro (falado, ouvido e cantado), a mensagem.
Naquele Brasil de "80% de analfabetos de pai e mãe", conforme era banal dizer com um certo gosto e, às vezes, superioridade, quem não tinha rádio não estava no mundo.
Jaz aqui na minha frente a caixinha retangular de um velho rádio Sharp de duas bandas e dez transistores que comprei em Marabá no dia 3 de outubro de 1961, quando - em meio ao meu trabalho de campo com os índios Gaviões - me alienei dos acontecimentos políticos nacionais deflagrados pela renúncia de Jânio Quadros. O comerciante sírio-brasileiro que me vendeu o aparelho disse que o "bichinho pegava tudo". As estruturas eletrônicas do rádio iam me tirar das tais "estruturas sociais" tocadas a Lévi-Strauss que eu perseguia com tanto ardor.
Voltamos para a aldeia com o rádio. Queríamos notícias, mas os nossos constrangidos anfitriões - pois fomos nós que nos intrometemos autoritariamente em suas vidas - queriam música. E música sertaneja, naquela época representada pelo baião.
Uma noite, quando ouvíamos o noticiário político, o nosso mais dedicado instrutor, Aproronenum - conhecido entre os sertanejos pelo nobre apelido de Zarolho -, pediu música. Girei o indicador para satisfazê-lo e em torno do rádio formou-se uma alegre plateia.
Logo descobri que a novidade não era bem a música, mas o fato de ouvir e ver uma caixa cheia falante. Quando a música terminou, um índio que eu mal conhecia, um sujeito mal encarado, demandou exprimindo o desejo do grupo:
- Manda ele cantar de novo!
- Não posso - respondi atônito, diante do radiozinho falante, mas surdo diante do meu problema.
- Mas como não pode? Se ele fala, ele ouve!, disse o Gavião que havia chegado à aldeia durante os dias que estive em Marabá.
Recordando muito mal o que sabia de transmissores, tentei explicar o rádio. Esse rádio que havia permeado a minha vida e que eu descobria não saber sobre como ele funcionava. Vi, então, que sabia pouco do meu próprio mundo. Eu simplesmente, como Weber denunciou faz tempo no seu A Ciência como Vocação, era moderno. Nada sabia das entranhas dessas entidades mágicas que constituíam o meu mundo.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Lupa financeira alcança mentiras de Cristina Kirchner sobre inflação

17/04/2013
 às 20:34 \ Vasto Mundo

A FALTA QUE FAZ A LIBERDADE DE IMPRENSA: reportagem crítica de VEJA ao governo Cristina Kirchner cai na web e milhares de leitores argentinos visitam o blog — para concordar com o que publicamos

(CLIQUE NA IMAGEM PARA VÊ-LA EM TAMANHO MAIOR)
(CLIQUE NA IMAGEM PARA VÊ-LA EM TAMANHO MAIOR)
Amigas e amigos, o blog está sendo visitado por milhares de leitores da Argentina — até agora, mais de 30 mil –, atraídos por reportagem de VEJA mostrando as tramoias econômicas do governo da presidente Cristina Kirchner e reproduzida neste espaço no dia 29 de março.
Num país em que a liberdade de imprensa está cada vez mais restrita pela prepotência do kirchnerismo, e em que poucos veículos de imprensa têm coragem de publicar verdades que o governo detesta, foi só ser publicada nota a respeito no site do tradicionalíssimo jornal La Nación (fundado em 1870) na segunda-feira, 15, que a reportagem se espalhou para todo lado: o próprio jornal voltou ao assunto no dia seguinte, e o tema foi reproduzido também no Yahoo argentino e, entre outros, no site urgente24.
Abaixo, uma amostra dos comentários de leitores argentinos que confirmam o retrato triste que VEJA fez da situação da Argentina, seu governo e sua economia, e elogiam a revista e o blog. Os leitores estão identificados com o nome com que se apresentaram e os textos são reproduzidos da forma como vieram. Alguns, num português canhestro, utilizaram o Google Tradutor para enviar suas mensagens.
Confiram:
Dito – “Lastimoso que la realidad de Argentina la conozcan mejor en el exterior que en el propio país… Estamos como cuando teníamos que escuchar radios de otros países para saber cómo iba la guerra de Malvinas…”
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Fabian — “lo que dice este articulo es totalmente cierto y cualquier argentino que aparezca aqui diciendo lo contrario es un amigo del gobierno que quiere seguir haciendo creer la mentira en la que nos tienen desde hace tiempo. La prueba son las innumerables empresas extranjeras que cerraron y se fueron, y ni hablar de las empresas argentinas que se fundieron!!!”
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Francisco — “Hola gente, soy argentino. Excelente nota, coincido 100 % con lo dicho por Valentina Ponce.
Por suerte en Argentina existe un periodismo que bajo altísima presión de los medios oficiales sigue mostrando las barbaridades que hace el gobierno K. El gobierno K está desesperado por demostrar de cualquier manera que la verdad mostrada y demostrada, documentada legalmente, es mentira. Existe una máquina de decir barbaridades, que permite obrar con prepotencia inusual a los mismos funcionarios políticos para imponer “su” verdad. Es como si estuvieran viviendo en Argentina y mirando la calidad de vida en Mónaco. A principio de semana se anunció el congelamiento de los precios de los combustibles por 6 meses. En las últimas 48 horas YPF (petrolera oficial) ya lo aumentó más del 10 %. Está prohibida la compra de moneda extranjera y se castiga al que la vende; por la peatonal Florida del centro porteño hay un vendedor cada tres metros que anuncia a viva voz la venta de dólares, euros, etc. Éstos son amigos K y no se los castiga. Espero, por ser ARGENTINO que pronto toda esta miseri y decadencia podamos dejarla atrás y volver al país civilizado que habíamos empezado a disfrutar.”
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Px — “Soy argentino, vivo en Argentina. CFK es la peor presidente desde el 1983. Es un gobierno de mafiosos, estafadores, asesinos. Nada de lo que yo pueda decir les va a dar una idea de lo mal que se vive. No espero nada, a esta altura. Quiero que se vayan del gobierno.”
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Mario — “Hola, la nota dice la verdad al 100%. Agradezco que nuestros vecinos los brasileros lean la verdadera realidad de lo nefasto que es este gobierno…la corrupcion es elevadisima, impunidad es una palabra habitual hoy en dia. Seguimos asi sin que nadie haga nada, Argentina lamentablemente esta siendo enferma de un Kancer que, sin la ayuda externa, no podremos salir… el problema que veo es que de a poco la region (sudamerica) se va contagiando del mismo mal…primero Venezuela, ahora Argentina, en poco tiempo Bolivia, despues Paraguay, Ecuador y vaya uno a saber que pasa… entiendo que Brazil esta fuera de este peligro por el momento pero no se olviden que lamentablemente seremos vecinos de por vida y, si una manzana se pudre, el cajon entero se pudre.
Un abrazo y ojala ustedes brasileros hagan algo coherente por la region.”
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Mrs. Afrodita. — “Soy Argentina y lo dicho en este articulo es 100% real. Me da verguenza ajena mi pais corrupcion a gran escala en todas las esferas! Al final el presidente de Uruguay tenia razon, esta vieja es peor que el tuerto! Gracias por reflejar nuestra actualidad!”
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Tigrao – “En Argentina un grupo mafioso sustenta el poder político. Como son mafiosos utilizan métodos gansteriles para mantenerse en el poder, desde la manipulación de datos públicos, intimidación y represión a los disidentes utilizando diversas metodologías, compra de votos, prácticas populistas de distribución de fondos públicos, distorsión de los valores y premisas constitucionales y sobre todo el vaciamento permanente y constante de dinero público y proveniente de negociados corruptos, evadiéndolos a traves de paraísos fiscales. La falta de liderazgos dentro de la oposición allanan el camino fácil de estos delincuentes. Como consecuencia, la división social creó dos grupos antagónicos: los favorecidos contra el grupo que los sustenta. Gracias por ocuparse de los problemas argentinos, porque en nuestro país la libertad de prensa está restringida.”
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GAVINO — “…totalmente cierto Ricardo lo que escribis,.pero no hace falta que te lo diga, lo sabes. La mayoria de los que comentan en contra de esta nota son blogueros pagados a tal fin por el gobierno..”
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Sebastian – “Lamentablemente el daño que los KK hicieron a la sociedad tardará no menos de 20 años en revertise, y eso es si se hacen las cosas bien desde ahora… Lamentablemente, como no se dé un giro de 180°, Argentina es una causa perdida.”
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Aldo Escudero – “Muchas gracias por la nota. Refleja la realidad argentina. Una mafia llamada peronismo esta enquistada en el poder de Argentina desde hace décadas, y ha logrado pervertir el sistema democrático y republicano, de modo tal que por un mecanismo ilegal y corrupto, extraen fondos del presupuesto nacional, usandolo parte para un enriquecimiento personal y parte para financiar campañas políticas que pervierten a grandes masas populares, convirtiendolas en “clientes politicos”, acostrumbrandolos a recibir beneficios sin trabajar, y sumergiendolos en la ignorancia y la miseria, ya que tampoco acceden a una educacion que les permita decidir libremente su futuro. Peron decia ‘zapatillas si, libros no’”.
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Tabano – “Oi Galera! Es asim. Pero muchos argentinos no compartimos en absoluto su gestión, su visión de país, ni su proyecto absolutista. No nos juzguen a todos por la idiotez de algunos! Um forte abraço pra os irmãos do Brasil! Un fuerte abrazo también para ti y para el pueblo hermano de Argentina. Su país y su pueblo son mucho más grandes que los políticos.”
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Roberto — “Esto que esta en esta nota es 100% verdad. Argentina se parece cada dia mas a nuestra madre patria Venezuela.
Gracias y un afectuoso saludo desde Argentina.”
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Ama – “Estamos muy mal Yo no confio en vos CRISTINA!!!”Eu NO confio em voce CRISTINA!!!”
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Valentina Ponce — “Muy buen articulo. Los felicito por la mirada de la realidad de mi pais. Por otro lado, como argentina estoy de acuerdo con los comentarios de mis compatriotas. Pero me gustaria agregar un par de variables a la situacion: educacion y trabajo. 10 años de asistencialismo KK mediante Planes de ayuda economica, deja como herencia dos generaciones de ignorantes y vagos. La ignorancia de los derechos basicos los vivimos diariamente con por ejemplo los cortes de ruta o la toma ilegal de tierra y la vagancia de los que no trabajan porque el estado les paga un subsidio … por no trabajar. Aun cuando en las proximas elecciones el movimiento KK se retire del gobierno, el daño ya esta hecho. Triste realidad.”
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Eugenia — “Sou Argentina, a semana passada eu estive em Brasil e foi triste demais ouvir palavras muito fortes sobre meu pais. Nossa situacon e terrible… sento muita mágoa…”
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José Ignacio Bettolli — “Como argentino, me duele la nota,que por cierto describe con claridad nuestra realidad.
Es lamentable que un país con la potencialidad del nuestro esté siendo llevado al desastre por una banda de ladrones y corruptos que se han enriquecido a costillas del pueblo.”