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"O criminoso sempre volta ao local do crime"... / José Nêumanne

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24/02/2016  às 15:44 \  Opinião José Nêumanne: O talento número 1 de João  Patinhas Publicado no  Estadão  Na semana passada, a literatura universal perdeu um dos mais eruditos entre seus exegetas e também um dos mais bem-sucedidos de seus criadores com a morte de Umberto Eco. Este, contudo, não levou para o túmulo um célebre axioma universal do romance policial, seja o mais popular, seja o mais sofisticado: o criminoso sempre volta ao local do crime.  O grande mestre, porém, desapareceu sem ter tido a oportunidade de conhecer uma contribuição, dada pelo grupo de criminosos que promoveu no Brasil o maior assalto ao patrimônio público de todos os tempos e que, de certa forma, parodia esse truísmo: o novo tesoureiro sempre volta a cometer o crime do antigo. Foi assim que o ex-tesoureiro do partido que manda na Repúblicoca há 13 anos (por coincidência, o número com que está inscrito na Justiça Eleitoral) Delúbio Soares, condenado na Ação Penal (...

Fronteiras entre a realidade e a ficção...

La realidad como la conocemos Umberto Eco  ~  Octubre 29, 2012 Sin duda que ya lo dije antes, pero lo volveré a decir:  uno de mis deseos es ponerle fin a esta columna , al menos en su actual encarnación. Cada tantas semanas tengo que conjurar un tema que aparente ser de actualidad, aun si lo que realmente quisiera hacer es volver a leer la obra de Píndaro y escribir (con bastante retraso) una reseña de sus poemas.  En otras palabras, me gustaría hablar de libros que quizá se hayan olvidado , pero que pienso que sería “de actualidad” volver a leerlos.  Podrían ser libros de hace siglos, aunque también me gustaría tratar obras contemporáneas que me he tardado en leer . Después de todo, no siempre se puede estar al día. Hace poco leí  L’Imaginaire , por Jean Jacques Wunenburger, que se publicó en Francia en 2003, y explora la idea de la imaginación individual y colectiva. Es difícil decir lo que la imaginación colectiva es, pero, con base en este libr...