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"Que bom era ser comunista, desde que fora de um país comunista." // Roberto Pompeu de Toledo

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Roberto Pompeu de Toledo   Sob proteção Que bom ser comunista, desde que fora de um país comunista Por  Augusto Nunes 2 dez 2017, 14h33 Grupo de comunistas marcha rumo ao Mausoléu de Vladimir Lênin, em Moscou. Se estivesse vivo, Lênin completaria 140 anos. (veja.com/AP) Publicado na edição impressa de VEJA As comemorações do centenário da Revolução Russa enfatizaram o fracasso do comunismo nos países em que ele exerceu o poder. Faltou conferir igual ênfase ao sucesso obtido nos países em que ele esteve fora do poder — sua capacidade de mobilização, os vultuosos eleitores que reuniu, sua atração sobre os jovens de talento. Tome-se o caso do historiador francês Paul Veyne, um dos maiores especialistas em Antiguidades do nosso tempo. Em 1951, aos 21 anos, recém-admitido na prestigiosa Escola Normal, ele ingressou, com direito à correspondente carteirinha de sócio, no Partido Comunista Francês (PCF). Seu entusiasmo era moderado. Veyne não acreditava nos “aman...

Roberto Pompeu de Toledo na coluna de Augusto Nunes / Veja

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/roberto-pompeu-de-toledo-hora-do-recreio/

"Dilma Rousseff não carecia de vontade, nem de interesse, nem de saúde para governar..." Roberto Pompeu de Toledo

Roberto Pompeu de Toledo: A outra tigrada Dilma Rousseff não carecia de vontade, nem de interesse, nem de saúde para governar. Ao contrário, seu problema era querer governar demais. Governando em excesso, acabou por igualar-se a João Figueiredo Por:  Augusto Nunes     11/06/2016 às 10:48 Publicado na versão impressa de VEJA Inflação em disparada, PIB em queda, dívida externa asfixiante ─ e a nau às cegas, sem rumo e sem comandante. Esse é o retrato do governo Figueiredo que A Ditadura Acabada, o quinto e último livro da série do jornalista Elio Gaspari sobre a ditadura militar, nos traz de volta. A palavra “governança” não estava em circulação, naqueles idos da primeira metade dos anos 1980, muito menos a palavra “narrativa”. Mesmo sem elas, ninguém duvidaria que a adequada narrativa para o período é que a governança entrara em colapso. Dizia em 1983 o general Golbery do Couto e Silva, que até dois anos antes fora o chefe da Casa Civil: “Figueiredo é uma pe...

Pequena história do Brasil contada por uma caderneta... / Senhor Custódio e Roberto Pompeu de Toledo

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10/01/2016  às 0:15 \  Opinião ‘Alerta de Ano-Novo’, um texto de Roberto Pompeu de Toledo Foto de O Tempo (ilustração) Publicado na versão impressa de  VEJA  O senhor Custódio está preocupado. Ele é um veterano de inflações. Quando jovem, viveu os 81,99% de 1963 e os 86,46% de 1964. Já maduro, tendo de arcar com as próprias contas, lembra dos 220,6% de 1984 e dos 235,13% de 1985. E os primeiros anos 1990 então? Lá foi o índice para taxas astronômicas. Em 1990 foi de 1 475,71%; em 1992, de 1 158%; em 1993, de 2 780,6%. Em corrida desenfreada, o Brasil passou, nessas três décadas, das dezenas para as centenas, e das centenas para os milhares. O sr. Custódio está preocupado com a inflação de dois dígitos e as notícias de suspeitas reorientações da política econômica do governo e, como teme que muitos brasileiros, especialmente os 40% nascidos depois de 1990, não tenham ideia do que é viver com altas taxas, franqueou ao colunista seus registros de despesas...

Um recorte da coluna de Augusto Nunes

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29/11/2015  às 21:19 \  Opinião “O nome da crise” e outras seis notas de Carlos Brickmann Publicado na  Coluna de Carlos Brickmann A prisão do senador Delcídio chamou a atenção. Mas outra prisão, realizada ao mesmo tempo, envolve um personagem muito mais importante: o banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual. Banqueiro ─ e acionista do  UOL , da área de Comunicações; banqueiro ─ e sócio da Petrobras na exploração de petróleo na África; banqueiro ─ e dono de uma imensa rede nacional de farmácias, a Brasil Farma; banqueiro ─ e sócio de uma grande empresa que fornece plataformas à Petrobras. Banqueiro ─ e, principalmente, dono de um moderno jatinho intercontinental Falcon, da francesa Dassault, bem do tipo sugerido por Delcídio para que Nestor Cerveró voasse sem escalas, direto, refugiando-se em Madri. » Clique para continuar lendo Tags:   André Esteves ,  BTG Pactual ,  Carlos Brickmann ,  Delcídio do Amaral , Dilma Roussef...

Roberto Pompeu de Toledo em 'Notas pré-Copa

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17/05/2014  às 12:55 \  Opinião ‘Notas pré-Copa’, um artigo de Roberto Pompeu de Toledo Publicado na edição impressa de VEJA ROBERTO POMPEU DE TOLEDO 1. Copa do Mundo seria melhor com um pouco menos de patriotadas. No México havia (ainda há?), pouco antes da competição, a cerimônia de “embandeiramento” do time nacional. Nesse momento o time passava a representar a nação. No Brasil, sem a mesma pompa de Estado, mas presente ao fundo uma enorme bandeira nacional, o anúncio dos jogadores convocados procurou igual efeito. O técnico Luiz Felipe Scolari, antes de desfiar a lista, pediu que todos – “comissão técnica, direção da CBF, imprensa, torcedores” – nos unamos em torno do mesmo “norte”, ainda que discordando desta ou daquela convocação. Mais tarde, ao vivo no Jornal Nacional, disse que era hora de todos os brasileiros vestirem a “camisa amarela”. À sua maneira, embandeirou a seleção. 2. Copa do Mundo também seria melhor sem intoxicação publicitária. Mais...