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quinta-feira, 22 de março de 2012

Merah, assassino de Toulouse, morre atirando contra policiais franceses...

Toulouse: um cerco de mais de 30 horas antes do assalto

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Por Christopher Cornevin , Jean-Marc Leclerc , Raim Laura , de Delphine Mallevoüe , Tristan VeyAtualizado | Publicado  Reações (832 )
Os homens que retornam do assalto ataque eles só levar para derrubar Mohamed Merah sua casa.
Os homens que retornam do assalto ataque eles só levar para derrubar Mohamed Merah sua casa. Créditos das fotos: Pascal Parrot / Reuters

Mohamed Merah, os alegados assassínios de Montauban Toulouse e morreu quinta-feira durante um assalto pela polícia no prédio onde se refugiou para um dia e meio.

13:20: O presidente propõe a criminalizar quem consultar locais que defendem ideologias extremistas , de infracções que agora será "criminalmente punível" .Da mesma forma, os franceses vão para o exterior para programas de treinamento de doutrinação também pode ser processado criminalmente . Ele finalmente pediu a seu ministro da Justiça um estudo sobre a propagação do fundamentalismo na prisão.
Nicolas Sarkozy já havia quis recordar que " a nossa muçulmanos não têm nada a ver com as motivações de um terrorista louco . " Ele também disse que "tudo foi feito" para Mohamed Merah "é levado à justiça", mas que "era inconcebível para expor vidas para alcançar esse objetivo."
P.m. 1:13: Uma fonte policial disse à Agence France-Presse que o suposto assassino foi "morto" pela polícia quando ele pulou da sacada . Claude Gueant tinha apenas disse que "foi encontrado morto no chão" e que "ele estava morto quando chegou ao chão", sem dar mais detalhes.
12:55: Jean-Luc Mélenchon , quinta-feira expressou "alívio" a morte dos assassinatos de supostos Montauban e Toulouse, criticando a "falta de decência" de Marine Le Pen .
24:42: Francois Bayrou elogiou o ataque do Raid contra Mohamed Merah, sublinhando que "era necessário que a força continua a ser a lei" e que "ele é feito.""O desfecho do drama de Toulouse é um alívio para todos aqueles que viveram essa barbárie e todos os que sentiram a dor ea angústia", acrescentou, manifestando o seu apoio para as forças "da polícia e inteligência "que conduziu a operação.
24:37: François Hollande, saudou "a coragem ea determinação do Raid e todas as forças de segurança, depois de uma operação altamente arriscada ", que terminou em" uma ansiedade insuportável. " PS para o candidato, "este evento lembra que a luta contra o terrorismo é uma luta em todos os momentos. Ele não pode admitir qualquer fraqueza. A República é sempre o mais forte. "
12:05: Claude Gueant fornece detalhes da operação :


A história completa do ministro : "Na noite passada, o nosso último contato com o assassino revelou seu extremo perigo. Ele nos disse que queria ir até às 22h45. Em 10:45 a conversa foi retomada com ele e ele disse que não iria se entregar, ele não se permitiria fazer, e que se for pego, ele iria matar policiais. Esta manhã, a decisão foi tomada para tentar prendê-lo. Às 10:30, granadas foram enviados como outros tinham sido no início da noite no apartamento. Nenhuma reacção era evidente. Funcionários Raid, em seguida, começaram a entrar no apartamento. Para entrar na porta, removendo a primeira porta, em seguida, entrar pelas janelas, onde as janelas foram removidas naquela noite. "
"Sabíamos que o perigo ea ameaça do assassino, meios técnicos de vídeo foram introduzidas para inspecionar diferentes partes do apartamento. Na fachada nenhum presença foi detectada, a inspeção de instalações sanitárias não revelou qualquer presença. Ele saiu do banheiro. Isto é, quando um instrumento de investigação foi introduzida no banheiro que o assassino é liberado puxando com extrema violência . As rajadas eram freqüentes, áspero, um funcionário do Raid que ainda não utilizados para este tipo de coisas que me dizem que nunca tinha visto uma tempestade de violência. Raid funcionários tentavam proteger-se, é claro, de lutar para trás. No final, Mohamed Merah pulou a janela com uma arma na mão de continuar a disparar. Ele foi encontrado morto no chão . "(Trduçõ Google) >>>
http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2012/03/22/01016-20120322ARTFIG00379-toulouse-le-raid-utilise-la-strategie-de-l-epuisement.php  


ÉPOCA – Blog de Guilherme Fiuza | Política e tudo mais » A propina e o governo fantástico » Arquivo



A propina e o governo fantástico


A corrupção continua surpreendendo o governo Dilma. A reportagem do “Fantástico” mostrando uma rede de propinas entre fornecedores de hospitais públicos chocou a presidente e seus ministros.
A imprensa vive dando notícia ruim para o governo popular.
Dilma e seus companheiros nem desconfiavam dos superfaturamentos no Dnit. Não faziam idéia da máfia das ONGs nos Esportes e no Trabalho. Não supunham que o Turismo tinha virado fábrica de convênios piratas. Não podiam imaginar o tráfico de influência na Agricultura e nas Cidades.
Graças a Deus, sempre aparece um repórter para contar tudo a eles.
Aí a turma da faxina entra em ação. A denúncia do esquema de fraudes na Saúde ressuscitou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Não se ouvia falar nele desde que anunciou a criação de UPPs pelos quatro cantos do país (projeto que continua firme na literatura governamental).
Agora Cardozo ressurge, indignado. Diante dos holofotes, em tom grave, anunciou que as denúncias são intoleráveis e precisam ser apuradas.
Eis aí uma boa notícia: o ministro da Justiça assiste ao “Fantástico”.
Aloísio Mercadante, ministro da Educação, também gritou. Disse que “o MEC está à disposição” da UFRJ para a investigação das denúncias no hospital universitário. Não precisava ser tão corajoso assim.
Para moralizar as compras na saúde, Mercadante também anunciou a criação da empresa brasileira de serviços hospitalares. Perfeito. Todos sabem que, diante da corrupção no Estado, o melhor a fazer é criar mais uma estatal.
O novo ninho de companheiros há de aprender rápido a “ética do mercado”, revelada pela microcâmera do “Fantástico”.
Chega a ser comovente a capacidade do governo popular de se indignar com o fisiologismo que patrocina.
A imagem-síntese é Dilma Rousseff, de braço dado com José Sarney, anunciando um basta ao toma lá, dá cá no Congresso.
O Brasil acredita nisso. E o coelhinho da Páscoa vem aí (se o “Fantástico” não desmascarar).

Marajó global: a ilha da fantasia | Lúcio Flávio Pinto - Yahoo! Notícias Brasil

Cartas da Amazônia 

Marajó global: a ilha da fantasia

 

A cena se deu faz poucos anos.
O jornalista chega a uma fazenda na ilha de Marajó, o centro de um arquipélago situado na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará, com outros três milhares de ilhas de todos os tamanhos. A maior, com 50 mil quilômetros quadrados, supera, sozinha, em tamanho, quatro dos 27 Estados brasileiros.
É a maior ilha marítimo-fluvial do mundo. O emaranhado de água e terra é a teia de um labirinto a induzir mistério: o continente se esfrangalha ou a ilha é que volta a se agregar ao território continental?
O repórter conversa com um velho vaqueiro e seu filho, também vaqueiro. Ambos descendem de escravos africanos que chegaram à ilha com a pecuária, quase três séculos atrás. Faz pergunta ao pai, de quase 70 anos.
Mas o pai não responde ao jornalista. Responde ao filho, que repassa a resposta ao inquiridor, sob o olhar vigilante do pai, atento a qualquer desvio na "tradução" do que disse, à sua maneira, cantada e alegórica, muito viva.
É uma cena surrealista. Os três personagens falam a mesma língua, mas o vaqueiro mais novo age, convicto e cioso das suas prerrogativas, como intérprete do patriarca, envelhecido de tanto amansar gado. Antes eram animais das raças brancas, nos últimos tempos búfalos asiáticos.
É o maior plantel bubalino do Brasil. O animal mais cria do que é criado pelo homem, livre pelos campos gerais ou chafurdando na lama e nos alagados da época das chuvas pesadas. Quase anfíbio como o caboclo, que, na época das águas grandes, toca o rebanho não sobre um cavalo, mas na montaria dos rios amazônicos, a canoa.
O repórter pergunta ao vaqueiro ancestral onde, afinal, é o limite da fazenda sem fim visível, em cujas demandas curtiu a pele ao sol e perdeu o viço da expressão. As fazendas marajoaras se medem por milhares de hectares. A maior tinha 100 mil hectares antes de ser retalhada e vendida pelos herdeiros, como está acontecendo em ritmo incrementado na maioria delas.
As 30 famílias originais, que sucederam os religiosos no poder, quando o marquês de Pombal expulsou da Amazônia os incômodos jesuítas, estão deixando de ser as donas de toda a ilha, das suas riquezas, da sua gente. Mas ainda são os coronéis, os doutores, quase como senhores de baraço e cutelo, como numa Sicília tropical, isolada e fechada em si mesma.
— O limite da nossa fazenda é onde o nosso gado empurra o gado do vizinho — responde o vaqueiro, com a naturalidade de quem vê limites dessa maneira secular, sem cercas ou pontos astronômicos.
Como se os primeiros marajoaras mal tivessem se acomodado de uma inacreditável viagem pelos mares, entre continentes, sem passar pelo estreito de Bhering, há milhares de anos, em percurso direto, sem escala nas possessões de incas, maias, astecas e, pela força da tecnologia, espanhóis, do outro lado do mundo.
Não é essa a ilha do Marajó que a TV Globo exibe todos os dias da semana, às 18 horas, em sua telinha da fantasia. O Marajó platinado tem mais décor, mais gente bonita, de fala arrebitada (e decorada), de gestos olímpicos e andar cosmopolita. O Marajó das cenas da novela é perene como perfume barato e autêntico como uma nota de mil reais.
Não que seus produtores precisassem voltar ao passado e cultivar o naïf, tosco e primitivo. Como sempre, a Amazônia é o que sobre ela projeta seus desejos, preconceitos e instintos aquele que, do centro para a periferia, de cima para baixo, diz o que ela precisa ser, deve ser para ser aceita como a região tardia do Brasil, mal assimilada, mal aculturada.
O Marajó, esse pedaço de terra esmagado pelo maior rio do mundo e um oceano de águas fortes, não é mais aquele, como na música carnavalesca dúbia (pleonasmo em se tratando de carnaval). E não se sabe ainda o que será quando "aquele" for apenas memória, daqui a pouco.
Depois de muitos anos esquecido pelos seus conterrâneos continentais, o Marajó receberá um "grande projeto", como os que têm mudado a feição da Amazônia. Se tudo der certo, ainda neste ano a ilha receberá energia firme e abundante da hidrelétrica de Tucuruí.
A energia chegará através de uma linha de transmissão com mais de 1.100 quilômetros de extensão, ao custo de 490 milhões de reais. Concluída, colocará o Marajó dentro do Sistema Integrado de Energia, que se espalha por todo país. Fim de uma era. Início de outra.
Pode-se esperar uma grande transformação, embora ainda seja incerta a sua qualidade. Hoje, 40% dos 437 mil habitantes do Marajó vivem abaixo da linha da pobreza. O Índice de Desenvolvimento Humano da ilha é de 0,627 (o índice máximo é um), bem abaixo da média nacional, de 0,792.
Só 41% dos habitantes recebem energia, 80% desse mercado concentrado nas sedes municipais. É uma energia inconstante, fornecida por velhas usinas geradoras a óleo diesel, que exigem 32 milhões de litros de combustível a cada ano, ao custo de R$ 90 milhões. Além de poluírem o ar.
A chegada de energia segura e suficiente deverá ser a maior novidade dos últimos tempos no Marajó, capaz de tirá-lo da estagnação (ou mesmo da decadência) que o tem caracterizado.
Mas pode também agravar os seus problemas se desde agora não houver uma política conseqüente para o melhor uso da energia e a correção dos problemas que inevitavelmente acarretará.
O primeiro vem com a própria linha, aberta à base de novos desmatamentos e de eventual destruição de recursos naturais, arqueológicos e sociais no seu percurso, que constituem o maior patrimônio da ilha.
A economia do Marajó sofre distorções e interferências políticas que nada têm a ver com o interesse público. A dependência do governo é quase absoluta nos municípios mais pobres, talvez justamente por isso.
Dos 2.158 empregos no município de Portel, em 2008, 1.173 eram no serviço público; em 2006 eles somavam apenas 310. A relação em Curralinho era de 753 dos empregos totais para 709 do governo.
O crescimento da presença do governo nos últimos anos é mediada por clientelismo político e desvio de recursos públicos, a partir de programas de transferência de renda ou de apoio a atividades tradicionais. O caso mais exemplar é o da pesca,
O seguro/defeso, que visa proteger os cardumes na época da reprodução, remunerando o pescador durante esse período de quatro meses de inatividade, se tornou o maior instrumento político-eleitoral da ilha, além de possibilitar outros desvios.
Em Muaná, por exemplo, de 13 mil habitantes do município, oito mil foram cadastrados como pescadores para receber o seguro. A maior parte do peixe consumido no local, porém, vem de fora. De fora também chegaram muitos moradores urbanos para se metamorfosear em pescadores e receber o seguro.>> Leia mais >Marajó global: a ilha da fantasia | Lúcio Flávio Pinto - Yahoo! Notícias Brasil

Todoprosa - VEJA.com / Companhia das Letras anuncia reestruturação....

16/03/2012
 às 12:33 \ MercadoVida literária
Principal editora de literatura do país, a Companhia das Letras anunciou há pouco – neste texto assinado pelo editor Luiz Schwarz em sua coluna no blog da casa – a criação escalonada, entre o mês que vem e março de 2013, de quatro novos selos que tornarão a empresa um “grupo editorial”. Os novos selos terão autonomia, “como se fossem novas editoras”, e para eles serão desviados inclusive autores que hoje são publicados pela Companhia. Os selos são Paralela (ficção comercial), Boa Companhia (antologias temáticas), Seguinte (infanto-juvenil) e Portfolio Penguin (negócios).
*
Não duvido que as fascinantes esculturas (como a da foto acima) do artista americano Brian Dettmer, que conheci no ótimo blog de Almir de Freitas, sejam a prova mais irrespondível de que, embora o mundo digital tenha muitos encantos, existem coisas que só um livro físico pode fazer por nós.
*
Momento egopress: meu romance “Elza, a garota” (Nova Fronteira, 2009) vai virar filme, anuncia hoje em primeira mão no “Globo” o colunista Ancelmo Gois. Os direitos de adaptação foram adquiridos pelo diretor e produtor Dodô Brandão, autor de “Dedé Mamata”, uma ficção que tem pontos de contato com a temática de “Elza”, e do documentário “3 Antônios e 1 Jobim”. Também publicado em 2010 em Portugal pela editora Quetzal, o romance conta a versão romanceada de uma tragédia política real: Elza era o codinome de Elvira Cupello Calônio, jovem militante do PCB que, sob suspeita de traição, foi assassinada pelos próprios companheiros em 1936, na esteira do fiasco da Intentona. A decisão final da execução foi de Luiz Carlos Prestes.

NO URUGUAI OS COMUNISTAS DO FORO DE SÃO PAULO ESTÃ...

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: NO URUGUAI OS COMUNISTAS DO FORO DE SÃO PAULO ESTÃ..
.Terça-feira, Março 20, 2012

NO URUGUAI OS COMUNISTAS DO FORO DE SÃO PAULO ESTÃO PRENDENDO OS MILITARES QUE LUTARAM CONTRA O COMUNISMO. QUEREM FAZER A MESMA COISA NO BRASIL!

Oficiais militares uruguaios de até mais de 80 anos de idade, muitos dos quais doentes, estão sendo julgados e condenados até 25 anos de cadeia sob a acusação de crimes que teriam cometido nos anos 70 do século passado. É que lá no Uruguai, os comunistas conseguiram derrubar a lei de anistia, como desejam fazer aqui no Brasil os revanchistas do PT.
Tanto os militares uruguaios como os brasileiros lutaram bravamente para evitar que ambos os países se transformassem em repúblicas do tipo cubana. Não fosse a ação militar contra a horda de assassinos comunistas vagabundos o Brasil e o Uruguai seriam hoje duas republiquetas bananeiras comandadas por esbirros do regime de Fidel Castro. 
Uruguaios e brasileiros viveriam numa grande prisão, como existe em Cuba, onde ninguém pode viajar, ninguém tem liberdade e todos vivem de chapéu na mão mendigando comida para sobreviver. Os alimentos em Cuba são racionados. Cuba é um país zumbi e que possui calabouços cheios de presos políticos que vivem morrendo em sucessivas greves de fome, enquanto Fidel Castro, seus familiares e áulicos moram em mansões e tem do bom e de melhor.
Enfim, esta é a América Latina que continua dominada pela vagabundagem da idiotia comunista. Hoje o continente é a sede do movimento comunista internacional onde os tiranetes do Foro de São Paulo lambem o saco de Fidel Castro e perseguem e assassinam dissidentes. 
E tem mais: utilizam os mecanismos democráticos para solapar a democracia e transformam em réus os heróis da luta contra o comunismo.
E já vou avisando para a cambada comunista que perderá tempo se tentar destilar o seu ódio assassino aqui nos comentário dos blog. Serão liminarmente deletados.
Não venham quer dizer aqui que nos anos 60 e 70 do século passado estavam lutando por liberdade e democracia, pois isto é mentira.
Vocês queriam era implantar um regime comunista do tipo cubano. Como todos os comunistas vocês são assassinos. O cérebro de vocês destila apenas o ódio. 
Vocês, comunistas, são belzebus fantasiados de humanos. 
Vade retro!

Juca Kfouri: “Aos que não viram Pelé (e falam tanta bobagem sobre ele…)” | Ricardo Setti - VEJA.com

20/03/2012
 às 19:00 \ Tema Livre

Juca Kfouri: “Aos que não viram Pelé (e falam tanta bobagem sobre ele…)”

pele-messi-gol
Pelé comemora gol na Copa do México, em 1970 (Foto: Lemyr Martins) e Messi celebra mais um do Barça (Foto AP): falta muito para o craque argentino chegar perto do Rei
Amigos, incontestáveis os dados — e há muitos mais — apresentados porJuca Kfouri em seu blog, na segunda, 12, sobre a enorme supremacia de Pelé sobre Messi, que já muita gente contesta. (Eles precisariam pelo menos assistir ao DVD Pelé Eterno para opinar — e não fazer como o próprio Messi, que, conhecido pela modéstia pessoal, num momento de arroubo proferiu a seguinte e monumental bobagem: “Não vi Pelé jogar, mas para mim Maradona foi melhor”.
Leia o texto de Juca:
Quem pega Pelé?
Sim, Lionel Messi pode até ficar maior que Pelé. Mas terá uma longa caminhada pela frente.
PELÉ É AINDA incomparável.
Por mais que seja uma tendência quase invencível não há como comparar o extraordinário Lionel Messi, candidato a Atleta do Século XXI, com o Atleta do Século XX.
Basta dizer que, aos 24 anos, em sua oitava temporada, Pelé já havia marcado 675 gols, contra 252 do argentino com a mesma idade e o mesmo número de temporadas.
O Rei ganhara 21 títulos contra 19 do craque do Barcelona e havia marcado seis gols em duas Copas do Mundo, das quais saiu campeão, contra as mesmas duas de Messi, com apenas um gol e nenhum pódio.
Mas o que importa aqui é menos comparar aquilo que é coletivo. Porque, se o Barcelona de Messi já está no mesmo patamar do Santos de Pelé – e em matéria de títulos em clubes é bem possível que o hermano ultrapasse o Rei-, a seleção brasileira de 1958/62 era muito superior à argentina defendida pelo Pulga.
Veja, no entanto, que a diferença no número de gols é abissal. Pelé marcou 675 gols em 571 jogos, média de 1,18, contra 252 em 379, média de 0,66.
E que não se diga, por mentira histórica, que era mais fácil fazer gols nos tempos de Pelé e que mais fácil ainda era marcá-los no Campeonato Paulista, não só porque times como os da Ferroviária, do Guarani, da Ponte Preta, eram melhores que os atuais do Racing Santander, do Zaragoza, do Villarreal, como porque Pelé vivia fazendo gols nos campeões europeus nas estrepitosas excursões do Santos, assim como os fez na Copa do Mundo.
Basta dizer que, só no Benfica, nos dois jogos que decidiram o Mundial de Clubes de 1962, ele fez cinco dos oito gols praianos nas vitórias por 3 a 2, no Maracanã, e por 5 a 2, no Estádio da Luz. E que, três anos antes, fizera dois na goleada (5 a 1) sobre o Barcelona, campeão espanhol, no Camp Nou.
E que fique claro que nenhum saudosismo move tais constatações, até porque aqui se dá de barato que Messi poderá superar Pelé.
E que nem precisará ser mais campeão que ele para tanto, mas, apenas (?!!!) manter por mais 13 anos este pique admirável, além de crescer em sua já fabulosa eficácia.
No quesito títulos, Messi já deixou para trás Maradona, que não ganhou nada de importante até os 24 anos. E já quase empata com ele na média de gols, que é de 0,68, fruto de 182 gols em 264 jogos. Diego, como Garrincha, era mais espetacular.
Mas todos ainda são súditos do Rei.
*Texto publicado na coluna de hoje da “Folha de S.Paulo e excepcionalmente reproduzido aqui.

Imagens do suspeito matador de 4 pessoas em Toulouse...

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2012/03/21/01016-20120321ARTFIG00721-la-video-de-mohamed-merah-lors-d-un-rodeo-en-voiture.php 

Les premières images du tueur présumé

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Par lefigaro.frMis à jour  | publié  Réactions (116)
Capture d'image d'une vidéo dans laquelle apparaît Mohamed Merah. Crédits photo : France 2
Capture d'image d'une vidéo dans laquelle apparaît Mohamed Merah. Crédits photo : France 28

VIDÉO - France 2 a diffusé mercredi soir les premières images de l'auteur présumé des tueries de Toulouse et Montauban, où on le voit effectuer un rodéo en voiture.


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Tuerie de Toulouse


quarta-feira, 21 de março de 2012