Após seis assaltos, escola da zona sul de São Paulo faz alerta a pais
Colégio Marista Arquidiocesano emitiu comunicado para as famílias, pedindo que tomem cuidado ao parar nos semáforos da vizinhança e cobrem providências das autoridades
Agência Estado|
A ocorrência de roubos perto de escolas tem feito colégios emitirem mensagens de alerta aos pais, pedindo para que prestem mais atenção à segurança. Só na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, seis famílias que levavam ou buscavam seus filhos na escola tiveram os carros levados durante assaltos ocorridos nas últimas três semanas.
A situação tem preocupado os pais, que cobram uma atuação mais forte da polícia no combate ao crime e já evitam deixar os filhos voltar para casa a pé, mesmo quando moram perto, para não correr o risco de que sejam assaltados. "Os roubos não acontecem só em volta dos colégios. É um problema crônico da nossa cidade. A gente tenta evitar ao máximo que isso ocorra", disse o empresário Otávio Fernandes, 43 anos, cujos filhos estudam no Colégio Marista Arquidiocesano.
Na terça-feira, a escola enviou carta às famílias dos alunos, pedindo que tomem cuidado ao parar nos semáforos da vizinhança e procurem as autoridades para cobrar providências. "Alguns pais nos procuraram para contar que foram roubados. Acho que a escola deve ser uma caixa de ressonância para discutir problemas da sociedade", diz o diretor do Arquidiocesano, Ascânio Sedrez. "As pessoas não podem se acostumar à ideia de que a situação de insegurança que vivemos é aceitável."
Quatro outras escolas da Vila Mariana procuradas pelo Estado afirmaram não ter informações sobre assaltos envolvendo pais. Mesmo assim, as famílias se mostram preocupadas com o assunto. "Não é possível que nada possa ser feito pela polícia", diz a designer Carla Marchao, de 38 anos, mãe de uma aluna do Colégio Nossa Senhora do Rosário.
Em outros bairros, também há pais receosos. A dona de casa Rosângela Carneiro, 50, redobrou a atenção ao buscar os dois filhos no Colégio Batista Brasileiro, em Perdizes, zona oeste, após saber que um estudante da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) foi baleado em uma tentativa de assalto perto dali, na Rua João Ramalho, na terça-feira à noite. "As ruas são mal iluminadas, a gente fica com medo."
Investigação
A polícia investiga se os seis assaltos da Vila Mariana foram praticados pelos mesmos assaltantes e se foram encomendados. A suspeita foi levantada pela direção do Arquidiocesano, que notou que, uma semana após a localização de um dos veículos roubados, os ladrões levaram um carro de mesmo modelo e cor. Todas as vítimas afirmam que foram abordadas por dois homens a pé, bem vestidos e armados.
Em alguns casos, até o material escolar das crianças foi levado. Os crimes aconteceram nas Ruas Loefgren, Joel Jorge de Melo, Jorge Tibiriçá e Santa Cruz. O policiamento em volta dos colégios deve ser reforçado. "Vamos colocar todos os registros em um mapa para ver onde mais ocorrem e falar com a PM para reforçar o patrulhamento", afirmou o delegado Calixto Calil Filho, do 16.º DP (Vila Clementino).
A PM diz que sua atuação "leva em conta a análise dos índices criminais para distribuição do efetivo". No primeiro trimestre, houve 243 roubos de carros na região do 16.º DP; no mesmo período de 2012, foram 241. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .
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La tiranía socialista sin real oposición RONNY PADRÓN | EL UNIVERSAL miércoles 23 de octubre de 2013 12:00 AM No está demás reiterarlo, hablamos de una realidad que sigue determinando nuestro presente e incluso nuestro futuro como nación. Porque difícil resultará hallar en la actualidad un ejemplo que refleje en mejor manera nuestra inédita sintonía entre gobernantes y gobernados. En la Venezuela de hoy, sometidos a un proceso de esclavitud socialista –el socialismo cuando gobierna lleva tal impronta– que hace de la vida diaria del venezolano promedio una auténtica carrera por sobrevivir, la directiva nacional del principal movimiento demócrata, llamado como está a confrontar y vencer políticamente al régimen en gobierno, inexplicablemente se dedica a garantizar la permanencia del mismo en el poder, pues en lugar de "oponerse" a sus tratativas esclavistas, se afana por cohonestarlas. Entre tales se destaca la legitimación absol...
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