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quarta-feira, 14 de março de 2012

A guerra civil da Síria e sua rotina de ódio e insanidade...

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120313_siria-minas_hrw_pai.shtml

Síria está colocando minas terrestres em rotas de refugiados, diz ONG

Atualizado em  13 de março, 2012 - 11:58 (Brasília) 14:58 GMT
Refugiados sírios da cidade de Homs
ONU diz que conflito sírio forçou o deslocamento de 230 mil pessoas
O regime sírio está colocando minas terrestres em locais próximos às fronteiras com a Turquia e o Líbano, em rotas usadas por refugiados para escapar da violência no país, afirmou nesta terça-feira a ONG Human Rights Watch.
As acusações da ONG foram feitas com base em relatos de testemunhas e pessoas que dizem ter desmontado minas.
Ao mesmo tempo, o enviado especial da ONU, Kofi Annan, está na Turquia, onde espera, ainda nesta terça, uma resposta da Síria à sua proposta para pôr fim à crise, que já deixou 8 mil mortos no no país, segundo a organização.
Em um ano de confrontos entre tropas do regime e opositores, calcula-se que 230 mil sírios tenham sido a forçados a deixar suas casas. Segundo a agência de refugiados da ONU, 30 mil deles viajaram ao exterior e 200 mil estão deslocados dentro da própria Síria.
A Human Rights Watch instou a Síria a interromper a instalação de minas terrestres, qualificando os artefatos de "militarmente ineficientes", ressaltando que provavelmente matarão e irão ferir principalmente civis ao longo de anos.
A ONG relatou ter recebido informações de um ex-removedor de minas do Exército sírio, que disse ter desmontado, com colegas, cerca de 300 artefatos na região de Hasanieh (rota usada para ir à Turquia) apenas no início deste mês.
Há relatos de que um menino de 15 anos teria perdido uma perna após a explosão de uma mina nas proximidades da fronteira com o Líbano.
"Eu estava a 50 ou 60 metros da fronteira quando a mina explodiu", disse o garoto, em depoimento ao HRW.

Tratado contra minas

"Não há nenhuma justificativa para o uso dessas armas por nenhum país, em nenhum lugar, por nenhum propósito", criticou Steve Goose, diretor da HRW.
A Síria - que não está entre os 159 países signatários do tratado de 1997 banindo a produção, o uso e o estoque de minas terrestres - não respondeu publicamente às acusações da ONG.
A Human Rights Watch diz que não estão claros o tamanho e a origem das minas usadas pela Síria, mas acredita-se que a maioria seja de fabricação russa, da era soviética.
Em novembro, uma autoridade do regime sírio já havia admitido à agência Associated Press que a instalação de minas terrestres estava entre as medidas adotadas pelo país árabe para "controlar suas fronteiras".
O correspondente da BBC no lado turco da fronteira, Jonathan Head, relata ter visto refugiados que perderam partes do corpo em explosões dos artefatos.
Ele informa também que o campo de refugiados de Hatay, comandado pelo Crescente Vermelho, está recebendo cerca de 200 pessoas por dia, fugindo da ofensiva do regime contra a cidade síria de Idlib e arredores.

Proposta de paz

No lado turco, o enviado Kofi Annan disse aguardar uma resposta de Damasco às "propostas concretas" apresentadas ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

A área de conhecimento da saúde está cada vez mais detalhista... A cada dia acontece uma informação nova e extravagante.

http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/o-espaco-deforma-os-olhos-dos-astronautas-1537659

Saúde profissional

O espaço deforma os olhos dos astronautas

13.03.2012 - 16:47 Por PÚBLICO
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As grandes missões espaciais acarretam riscos de saúde para os astronautasAs grandes missões espaciais acarretam riscos de saúde para os astronautas (AFP/NASA (arquivo))
 Primeiro o problema era a perda de massa óssea e a diminuição dos músculos, agora são os olhos. Ser astronauta é uma profissão de risco, isso não é novidade, mas os cientistas verificaram que o espaço também pode alterar a forma dos olhos, do nervo óptico e da hipófise, três estruturas que existem no cérebro. A descoberta, explicada num artigo publicado na revista Radiology, aumenta a lista de preocupações sobre a saúde humana durante missões espaciais de longo termo, como o caso de uma viagem a Marte.
As conclusões foram obtidas depois de 27 astronautas serem analisados ao cérebro através de exames de ressonância magnética. Em média, os profissionais tinham passado 108 dias no espaço, cerca de três meses e meio. Oito deles voltaram ao espaço por mais um período médio de 39 dias e foram examinados de novo. Os profissionais tinham feito missões nos vaivéns espaciais ou tinham ficado na Estação Espacial Internacional durante mais tempo.

“Os exames revelaram uma combinação variada de anormalidades após uma exposição cumulativa à microgravidade tanto de longo como de curto prazo”, explicou Larry Kramer, médico radiologista e investigador da University of Texas Medical School, Houston, e líder do estudo.

A situação é muito semelhante à hipertensão intracraniana, uma condição médica rara que ainda não está explicada e que ocorre quando aumenta a pressão dentro do crânio, o que faz pressionar tanto o cérebro como a parte interior dos olhos.

“Estas mudanças que ocorrem durante a exposição à microgravidade podem ajudar os cientistas a compreender melhor os mecanismos responsáveis pela hipertensão intracraniana em pacientes que não fazem viagens espaciais”, sugeriu Kramer em comunicado.

O estudo aconteceu depois de alguns astronautas queixarem-se de alterações na visão, alguns para melhor outros para pior, depois das viagens ao espaço. Dos 27 astronautas observados, nove tinham um expansão do fluído espinal à volta do nervo óptico, seis tinham a parte de trás do olho achatada, quatro tinham o nervo óptico inchado e três tinham alterações na hipófise, uma glândula que segrega várias hormonas.

Uma das alterações provocadas pela microgravidade é uma mudança na distribuição dos fluidos corporais que migram das pernas para a parte anterior do corpo. Este fenómeno faz inchar a cara dos astronautas e apaga as rugas da pele. Mas uma potencial alteração no cérebro dos astronautas será uma novidade caso se confirmar.

“Se é produzido mais fluído espinal, ou se é menos reabsorvido, aumenta-se a pressão dentro do cérebro. Já que o crânio é osso, não há nada que deixe a tensão libertar, com uma excepção, os olhos. Isso leva a um achatamento do olho, e por isso a visão altera-se”, disse Volker Damann, citado pelo Guardian. O especialista é responsável pelo departamento médico da Agência Espacial Europeia, em Colónia, Alemanha. 

“Há enormes ramificações políticas, sociais e individuais só em relação a esta ideia”, disse Kramer, citado pelo Guardian. “Considere-se o impacto possível de uma proposta para uma missão humana a Marte ou até o conceito de turismo espacial. Podem estes riscos serem mitigados? Será que as anomalias detectadas podem ser completamente revertidas? O próximo passo é confirmar estas descobertas, definir uma causa e trabalhar para se encontrar uma solução baseada em provas sólidas.”

terça-feira, 13 de março de 2012

Ecad tem suspeita de favorecimento pelo Ministério da Cultura. A ministra Ana de Holanda foi convocada pelo Senado para falar sobre essa suspeita

Julia Duailibi 

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou hoje convite para a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, falar sobre denúncia de suposto favorecimento ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), segundo matéria publicada pelo jornalista Jotabê Medeiros. O requerimento foi proposto pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
Apesar de a aprovação ocorrer num dia após a troca do líder do governo na Casa, mostra a ausência de uma articulação no próprio PT para poupá-la. Ana de Hollada deve ser substituída. Carla Camurati, presidente da Fundação Theatro Municipal, do Rio, que conta com o entusiasmo do PMDB carioca, Danilo Miranda, diretor regional do Sesc de São Paulo, que conta com o apoio de setores do PT paulista, e Antonio Grassi, presidente da Funarte, são cotados para o posto.

Aurora astral fotografada por astronauta....

 Atualizado em terça-feira, 13 de março de 2012 - 13h28

Aurora austral é registrada do espaço

Foto foi tirada pelo astronauta holandês Andre Kuipers a bordo da Estação Espacial Internacional
A aurora austral ocorre somente no polo sul do planeta / Reuters / Andre Kuipers / ESA / Nasa / DivulgaçãoA aurora austral ocorre somente no polo sul do planetaReuters / Andre Kuipers / ESA / Nasa / Divulgação
 O astronauta holandês Andre Kiupers registrou, no último dia 10, uma aurora austral entre as regiões da Antártica e a Austrália. O registro foi feito a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional), no momento em que a Terra era bombardeada por ondas de radiação, oriundas de uma das maiores tempestades solares já vistas.

O fenômeno é causado pela interação entre ventos, partículas solares e o campo magnético dos planetas. Na semana passada, a Terra recebeu um imenso volume de radiação solar por conta da tempestade na estrela e, em contato com a atmosfera, este material provoca reações luminosas.

As auroras podem ainda interferir no funcionamento de satélites e de outros sistemas de comunicação. O fenômeno já foi registrado também em Marte e Júpiter, enquanto que na Terra é possível encontrá-lo nas regiões dos polos. 

Uma viagem por baixo de Nova York



Ozier Muhammad/The New York Times
Jimmy Diamond, a sandhog, or tunnel worker, helped the conductor of the Mantrip, a train that carries workers through the tunnel, navigate safely toward Grand Central Terminal.
Some 19 stories under the streets of Manhattan on Thursday, the driver of a 640-ton telescopic tunnel-boring machine stood in a tiny windowless metal cubicle before a pair of small computer screens and an array of buttons and gauges.
“No windshield? Don’t need one,” said the driver (or operator, as he prefers), Anthony Spinoso.
Over several months he has driven the machine 7,700 feet, from a spot deep under Second Avenue and 63rd Street, through the bedrock, to the depths beneath Grand Central Terminal, where the tunnel he has helped dig will someday bring Long Island Rail Road trains to the East Side of Manhattan.
Now he is backing the machine up several hundred feet to a point where it will begin boring a parallel tunnel. Another thing that Mr. Spinoso does not have is a steering wheel. Instead, he guides the movement of the machine with buttons in front of him, striving to hold a green dot (his machine) on the computer screen at the center of a narrow yellow line that represents his programmed course. He must keep the 22-foot-tall, 360-foot-long behemoth on track without varying more than 2 inches in any direction.
“You just push the buttons, it’s like a video game,” said Edward Kennedy, an engineer helping to supervise the work. “The guy has a screen with a yellow line on it, the yellow brick road. All he has to do is keep on the yellow brick road.”
The digging began last fall for the new Long Island Rail Road tunnels — there will ultimately be eight tunnel sections feeding into an immense new station below Grand Central. There are two machines working simultaneously on separate tunnel sections (the second one, which started later, has reached 48th Street). They can cut through 100 feet of rock a day but often move much slower. The tunneling and the excavation of a huge cavern under Grand Central to house the new station are expected to be completed in 2012, but the entire project will not be finished until at least 2015.
The boring is being done for the Metropolitan Transportation Authority by Dragados Judlau, a joint venture of large construction firms. The cost of the tunneling is $428 million, but the entire project, which includes building out the station and laying the tracks, is expected to cost $7.2 billion. The new tunnels will connect to an existing tunnel under the East River and from there (via more tunneling) to Long Island Rail Road tracks in Queens.

Você tem ideia do que faz um prefeito?

http://blogs.estadao.com.br/tragico-e-comico/2012/03/12/o-que-faz-um-prefeito-nao-pergunte-ao-tiririca/

O que faz um prefeito? Se você não sabe, é melhor continuar não sabendo do que votar no Tiririca. Mas acho que esse enorme exercício mental não será necessário, pois, pelo que parece, essa suposta candidatura é apenas forçação de barra do PR para vender mais caro a aliança ao PT.
Se bem que, de todos os abestados que se candidataram até agora, Tiririca seria apenas mais um, então não faria muita diferença…

Bom Dia Brasil - Investigação da polícia mostra como age uma milícia no Rio de Janeiro


Os ex-vereadores Jonas Gonçalves da Silva, Jonas Enóis, e Sebastião Ferreira da Silva, o Chiquinho Gradão, seriam os chefes da quadrilha.


Uma investigação da polícia do Rio mostra, em detalhes, como age a milícia que controla 15 bairros da Região Metropolitana. Os criminosos queriam lucrar até com um cemitério.
Apesar das prisões, os moradores ainda têm medo. Desde 2010, policiais e ex-policiais impõem regras e amedronta ou até matam quem desobedece.
Foi o que houve com o sargento reformado da PM Nelson Franco Coutinho, assassinado em janeiro de 2010. Imagens feitas por câmeras de monitoramento e só divulgadas agora pela polícia, mostram o momento em que um carro encosta ao lado do veículo do sargento e dispara vários tiros.
A quadrilha já tinha sido presa no fim de 2010, na Operação Capa Preta. Mas em novembro do ano passado, o desembargador Marcus Quaresma Ferraz concedeu habeas corpus a 25 acusados. Desde então, houve outras seis mortes.
O promotor de Justiça, que acompanhou os trabalhos da polícia, conta que 10 testemunhas foram assassinadas. Apenas duas continuam vivas. A milícia de Caxias surpreende até quem está habituado a combater esse tipo de crime.
“Ela apresenta um grau de violência exacerbado, que passa qualquer marca que já havíamos constatado”, afirmou o promotor de Justiça Décio Alonso Gomes.
As investigações apontaram que os ex-vereadores Jonas Gonçalves da Silva - o Jonas Enóis e Sebastião Ferreira da Silva, o Chiquinho Gradão, que já estão presos, são os chefes da milícia que atua em cinco bairros de Duque de Caxias.
Na hierarquia do crime, abaixo deles estão o ex-PM Eder Fabio Gonçalves, o Fabinho e o policial militar Angelo Sávio Lima Caxias. Outros 9 PMs também estão envolvidos, segundo a polícia. Além de um fuzileiro naval e um sargento do Exército.
Já se sabia que as milícias do Rio cobravam pelo gás, pelo sinal de TV à cabo, pela segurança e transporte, mas os bandidos dessa região fazem ainda pior, obrigam os moradores a fazer compras na venda indicada pelos criminosos, com preços absurdos. E mais, toda a vizinhança tem de pagar mensalidade para a milícia até da água encanada - sob pena de ter o fornecimento cortado.
Outros braços da milícia continuam agindo na região. A mais recente descoberta do Ministério Público e dos investigadores é que a quadrilha tinha planos de dominar o cemitério da cidade.
Uma empresa estaria sendo montada pelos criminosos para entrar no ramo da administração do cemitério e receber da prefeitura uma verba mensal pelo serviço. Tudo aparentemente dentro da lei, não fosse a pressão violenta para que os donos da atual empresa que administra o lugar deixassem o negócio.
”O que chama a atenção é o apetite voraz dessas pessoas em relação a qualquer atividade que possa gerar lucro para a quadrilha no município de Caxias”, ressaltou o delegado Alexandre Capote.
“O morador fica ali acuado. Não tem ajuda de ninguém. Todo mundo desesperado querendo ajuda. mas ninguém pode ajudar. Enquanto isso, eles continuam lá”, completou um morador.
 

Former Murdoch Editor Is Said to Be Arrested - NYTimes.com

LONDON — Rebekah Brooks, the former chief executive of Rupert Murdoch’s News International, was arrested early Tuesday on suspicion of obstruction of justice, according to a person with knowledge of the arrests. Her husband, Charlie, a decades-long friend of Prime Minister David Cameron from their days at Eton, was also arrested, the person said.
Leon Neal/Agence France-Presse — Getty Images
Rebekah Brooks, the former chief executive of News International, in 2011.
World Twitter Logo.

In a statement, the police said that a total of six people in and outside of London had been arrested on Tuesday as part of Operation Weeting, the criminal investigation into phone hacking and other illegal activities at the News of the World and other newspapers.
Following standard procedure, police did not name the suspects, but said that they had been arrested between 5 a.m. and 7 a.m. and were being interrogated at different police stations on suspicion of “conspiracy to pervert the course of justice,” as the British call obstruction of justice. This could relate to activities like destroying e-mails, computers and other evidence, people with knowledge of the investigation said.
Ms. Brooks, 43, is a confidante of Mr. Murdoch and erstwhile friend of Mr. Cameron. She also worked as the editor of the now-defunct News of the World and the editor of The Sun tabloid before being named chief executive of News International, the British newspaper arm of Mr. Murdoch’s media empire.
So far, the police have arrested more than two dozen people in Operation Weeting and two other ancillary investigations: Operation Tuleta, which is looking into allegations of computer hacking, and Operation Elveden, which is looking into allegations that journalists paid police officers and government officials for information.>>>