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quinta-feira, 20 de junho de 2013

A PEC 37 é suspeita de provocar os protestos das ruas



  atualizado às 16h34

PEC 37: País 'não quer república de delegados', diz subprocurador



As manifestações ocorridas na segunda-feira em várias capitais do País e que incluíram protestos contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37 repercutiram favoravelmente em encontro do Colégio de Procuradores da República, que está reunido nesta terça-feira em Brasília para debater a proposta. A medida, que retira o poder de investigação do Ministério Público (MP), está em tramitação na Câmara dos Deputados.
O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Alexandre Camanho, disse que as manifestações da população foram resposta a várias questões que provocam insatisfação, entre elas a PEC 37. "Há 25 anos, desde que a Constituição de 1988 deu esse poder ao Ministério Público, a sociedade sempre viu nossa instituição como parceira na defesa dos direitos da população, e por isso o povo saiu para protestar contra a PEC 37."


O procurador classificou a iniciativa parlamentar para retirar o poder de investigação do Ministério Público como "uma farsa para perpetuar a impunidade". Durante dois meses, segundo ele, o Ministério Público procurou negociar com o Congresso Nacional uma solução para a questão. "Depois de ouvir todo tipo de tolices e maluquices, parecia que tudo estava perdido, mas agora, com a mobilização de toda a categoria, há possibilidade de mudar essa situação."
Em defesa das prerrogativas do MP, instituição que os procuradores da República integram, Camanho disse que dados sobre investigação policial mostram que apenas 10% dos crimes são solucionados. "Por isso, não é possível achar que as coisas vão melhorar retirando poder do Ministério Público", justificou. Ele disse ainda que, ao estabelecer o monopólio da polícia sobre a investigação, a PEC 37 também impede a investigação por outras instituições.
Wellington Cabral Saraiva, subprocurador da República e integrante do Conselho Nacional de Justiça, disse que os protestos de ontem tinham vários cartazes dizendo que as pessoas saíram do Facebook para protestar. "Da mesma forma, os procuradores saíram dos seus gabinetes e resolveram lutar contra a PEC 37", alegou. Segundo ele, a população mostrou que é contra a proposta e que o País "não quer uma república de delegados".
Sob a presidência do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o Colégio de Procuradores da República está reunido para ouvir a sociedade e alertar sobre os efeitos que a eventual aprovação da PEC 37 provocaria, se aprovada. A audiência ficou aberta até as 14h para sugestões e, depois do almoço, houve debate para as conclusões. Durante a manhã, houve a apresentação de duas notas técnicas condenando a proposta. Entre os convidados do encontro, está o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto.

Pobre menino rico é identificado como predador de prédio da Prefeitura de SP

20/06/2013 09:08

Filho de empresário depredou Prefeitura

Estudante, que estava de camisa branca e usava máscara, foi preso acusado de quebrar vidros do prédioFILIPE SANSONE 
filipe.sansone@diariosp.com.br
ReproduçãoPierre Ramon coordenou quebra-quebra no Viaduto do CháPierre Ramon coordenou quebra-quebra no Viaduto do Chá
O homem vestido de branco que depredou a porta principal da Prefeitura, quebrou os vidros laterais e desafiou os guardas da GCM (Guarda Civil Metropolitana) na noite de terça-feira, durante protesto pela redução da tarifa do ônibus. foi preso nesta quarta-feira.
Pierre Ramon Alves de Oliveira, de 20 anos, é  filho de um pequeno empresário de transporte de carga e estuda arquitetura na faculdade FMU.
Segundo a polícia, Pierre confessou os atos de vandalismo que incentivaram outros manifestantes a partir para o quebra-quebra na sede da Prefeitura de São Paulo.
O estudante, que também trabalha com o pai na venda de máquinas, foi para a manifestação com quatro amigos.  Segundo o advogado de Pierre, Gerson Dellani, o rapaz ficou nervoso quando levou, segundo ele, uma bomba de gás na cara, o que teria motivado os ataques contra o prédio público. O advogado afirmou, nesta quarta à noite, no Deic  (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), que seu cliente estava arrependido e “chorando”.
O pai de Pierre, que não teve o nome divulgado até o fechamento da edição, também estava presente, mas não falou com os jornalistas.
A prisão/ Nesta quarta à noite, duas versões conflitantes eram divulgadas para esclarecer a prisão de Pierre. Segundo o advogado Gerson Dellani, a polícia foi até a casa do suspeito, na Penha, e teria conversado com a mãe dele. A mulher, então, deu o telefone do estudante, que teria combinado de se entregar em um posto de combustível perto da Marginal Tietê.
Já o delegado titular do Deic, Antonio de Olim, afirmou que Pierre foi preso perto da região do Aeroporto de Congonhas, onde foi reconhecido por um guarda da GCM, ironicamente a corporação que foi o principal alvo do manifestante na terça. A prisão temporária de Pierre  foi pedida.
Entre os presos há ‘pés de chinelo’ e acusados de tráficoOs outros detidos pelos atos de vandalismo e os roubos às lojas do Centro de São Paulo, na terça à noite, foram chamados de ‘mendigos” pelo carcereiro de uma das delegacias para onde parte deles foi levada. “Só tem pé de chinelo preso. Tem gente que roubou TV de 42 polegadas, mas não tem nem onde usar o aparelho”, disse o carcereiro, que não quis se identificar.
Porém, nem só “pés de chileno” foram presos. Segundo o delegado titular de uma das delegacias para onde eles foram levados, que também não quis se identificar, “organizações criminosas participaram dos saques.”
O DIÁRIO apurou que entre os presos há quem responda por tráfico de drogas, homicídio  e furto. Até o fechamento desta edição, a Secretaria da Segurança confirmava que 61 adultos  e oito menores de idade tinham sido detidos, acusados de participação nos saques.

Foto: Marcos Bizzotto/Futura PressNesta quarta,  Pierre Ramon não estava com a máscara que dificultava sua identificação na noite de terça

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Protestos sob nova direção...

SÃO PAULO - 19/06/2013 16h08 - Atualizado em 19/06/2013 16h30
TAMANHO DO TEXTO

Polícia identifica líder de depredações na Prefeitura de São Paulo

Justiça emitiu mandado de prisão temporária para o rapaz, que está sendo procurado pela polícia. Nome não foi divulgado

REDAÇÃO ÉPOCA, COM ESTADÃO CONTEÚDO
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Homem mascarado que foi flagrado ao tentar invadir e depredar a sede da Prefeitura de São Paulo foi identificado pela polícia. Rapaz está sendo procurado (Foto: Reprodução / TV Globo)
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo informou na manhã desta quarta-feira (19), que identificou o rapaz de branco com rosto encoberto que deu início ao tumulto na região central da cidade na noite desta terça (18), no sexto dia de protestos contra o reajuste da tarifa de transporte público. 
O Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) obteve, na Justiça, mandado de prisão temporária para o rapaz, que ainda não foi detido. O rapaz iniciou a depredação do Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura de São Paulo, que teve início no começo da manifestação organizada pelo Movimento Passe Livre (MPL). O grupo se concentrou na Praça da Sé e se dividiu em três caminhos diferentes. O que se dirigiu à Avenida Paulista fez uma manifestação pacífica. Já o que se deslocou para a sede da Prefeitura protagonizou cenas de violência e vandalismo.
Quem ficou no centro, além de tentar invadir a Prefeitura, ateou fogo em veículos, destruiu agências bancárias, saqueou diversas lojas. Ao todo, 29 estabelecimentos comerciais e 189 lixeiras foram depredadas após protesto. A ação forçou uma reação da Tropa de Choque da polícia, três horas após o início do tumulto. 
Segundo balanço atualizado divulgado pelo SPTV, 69 pessoas foram detidas. Elas estão divididos em cinco delegacias: 1º DP (Liberdade), 2º DP (Bom Retiro), 3º DP (Campos Elíseos), 8º DP (Brás) e 78º DP.
Mais quebra-quebra
Manifestantes que participaram da tentativa de invasão à Prefeitura de São Paulo na noite desta terça-feira (18) prometem mais "quebra-quebra" nas próximas manifestações. Um estudante de 18 anos, que estava entre os que atiravam pedras no Edifício Matarazzo, afirma que esse é o único jeito de ser ouvido. "Se não ouvir a gente, se não prestar atenção na gente, vai ter muito mais", disse ele, que não quis se identificar.
"A Dilma foi contra a ditadura. Foi presa. Procura lá na ficha dela os roubos que ela fez. Por que a gente não pode fazer isso?". De acordo com ele, a tarifa é apenas a "faísca" de tudo que vem acontecendo. Entre os partidários do quebra-quebra como instrumento político, há punks e pichadores, entre outros grupos. Os gritos de guerra deles são "Sem moralismo, sem moralismo" e "Se não quebrar, não vai rolar".
Por outro lado, um grupo mais numeroso e menos agressivo tentou conter os atos de vandalismo entre os manifestantes. O corretor de imóveis Gustavo Klis, de 26 anos, foi agredido ao impedir que a bandeira do Brasil fosse queimada, como aconteceu com as da cidade e do Estado de São Paulo. "Nós defendemos essa bandeira durante os seis atos. É uma hipocrisia queimá-la agora", afirma.
Vestido de Super-homem, o artista plástico William Steadille, de 18 anos, fez parte de uma corrente humana para impedir que a porta dos fundos da Prefeitura fosse arrombada com um poste. "Não é de violência que o Brasil precisa. É de voz, de um grito. Isso não é um grito, é uma lesão", disse ele.
Um vendedor de churrasco não se importou com o fato de a Tropa de Choque e manifestantes estarem prestes a entrar em confronto. "Não penso nada disso. Mas já vendi vários churrascos", disse, pouco antes de ter de se retirar devido às bombas de gás jogadas pelos policiais. 

MIAMI vence e força jogo 7 para decidir título da NBA

http://www.nba.com/video/channels/playoffs/2013/06/18/0041200406-sas-mia-recap.nba

Heat Take OT Classic, Force Game 7

Behind LeBron James' triple-double and Ray Allen's clutch trey, Miami tops Spurs in OT to force decisive game. Hang Time: Heat cancel Spurs' 'victory rope' | Spurs aim to forget tough Game 6

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Aviso aos vândalos: já não há vagas porque manifestantes de sangue bom tomaram a grande maioria dos lugares vagos...Menos em Brasília que não soube controlar ou não tem capacitação para absorver situações deste porte

protesto-mpl-sp-2.jpg (612×612)

No momento, pouco mais de 19 horas, diversas capitais enfrentam de maneira diferente as manifestações que, pelo que se vê, foi contaminada por criaturas com viés radical e com ideologia raivosa... 
Em Brasília a Polícia parece ter perdido o poder de sustentar a segurança na capital Federal segundo se vê pelas  TV's que transmitem os incidentes. Tudo isso está sendo mostrada para o mundo por conta dos eventos esportivos que o Brasil organiza. 
Desta vez não está dando certo o aforismo capital dos políticos brasileiros : no final dá tudo certo...!
VEJAM PELAS TV'S

Amostra do jogo cinco na final de NBA > San Antonio 114 x Miami 104

Amanhã Thiago Splitter poderá ser o primeiro brasileiro a conquistar um título de campeão na NBA
Veja na ESPN, DIA 18 as 10 da noite

http://www.nba.com/video/channels/playoffs/2013/06/17/0041200405-mia-sas-play20.nba
Clique acima e veja uma amostra do jogo 5

Uma dose de racionalidade nas cabeças quentes dos vândalos... Ônibus é um barato!

As tarifas de transporte público fora da vista dos brasileiros...
TRANSPORTE PÚBLICO - 14/06/2013 10h32 - Atualizado em 14/06/2013 20h27
TAMANHO DO TEXTO

Gráfico: As tarifas de transporte público pelo mundo

São Paulo e Rio de Janeiro tiveram recentes reajustes nas tarifas de ônibus, o que causou revolta por parte dos usuários. Mas qual o valor do transporte público em outras cidades do mundo?

ÉRIKA KOKAY (TEXTO), MARCO VERGOTTI E RENATO TANIGAWA (GRÁFICO)

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Transporte público de Oslo, na Noruega: o mais caro das 70 cidades pesquisadas (Foto: Wikimedia Commons)
Um aumento de R$ 0,20 nas tarifas de transporte público – tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo – reacendeu a discussão sobre o valor deste serviço no Brasil. Tem causado, inclusive, violentos confrontos entre policiais e manifestantes, em diversos protestos contra o reajuste. Desde o início de junho, as passagens de ônibus, trem e metrô na capital paulistapassaram de R$ 3 para R$ 3,20. No Rio, apenas os ônibus sofreram reajuste neste mês, subindo de R$ 2,75 para R$ 2,95. Além das duas cidades, outras nove capitais brasileiras tiveram aumento do preço do ônibus em 2013.
Quando comparado às tarifas de outros lugares do mundo, o Brasil fica na média. Um levantamento realizado em 2012 pela empresa UBS mostrou os valores de transporte público de 70 grandes cidades ao redor do planeta. Fez uma média entre os preços dos bilhetes de ônibus, trem e metrô, e considerou uma viagem de aproximadamente dez quilômetros ou de pelo menos dez paradas, já que os sistemas são diferentes em cada país. O Brasil, por exemplo, adota um valor único independente da distância percorrida. Já no Japão, o usuário paga um valor de acordo com o número de paradas. Como padrão de comparação, a pesquisa usou ainda o dólar como moeda.
ATUALIZAÇÃO: Este gráfico foi atualizado com uma lista que mostra a relação entre o custo do transporte público mensal em 22 cidades e o salário mínimo nos respectivos países. Foram considerados os gastos em deslocamentos de ida e volta em 20 dias úteis. A cidade de São Paulo fica no topo desse ranking.
Abaixo, confira algumas tarifas de transporte público pelo mundo:

Maduro pode ser um venezuelano 'genérico' conforme oposição de seu governo...

DEPUTADO REVELA DOCUMENTOS QUE COLOCAM EM XEQUE A NACIONALIDADE DE NICOLÁS MADURO. SERIA COLOMBIANO?

Enquanto o governo de Nicolás Maduro procura desesperadamente algo que lhe confira a legitimidade presidencial que segue sendo contestada pela maioria da população venezuelana, surge mais uma denúncia que se for comprovada anula a eleição de 14 de abril deste ano: Maduro teria nascido na Colômbia.
Ao recurso apresentado à Suprema Corte da Venezuela pelo advogado Adolfo Márquez, questionando a nacionalidade de Nicolás Maduro, junta-se agora o deputado à Assembléia Nacional pelo Estado de Táchira, Abelardo Díaz, que vem fazendo uma minuciosa pesquisa que aponta, segundo documentos, que os pais de Nicolás Maduro são colombianos.
Facsímiles desses documentos encontrados pelo deputado Abelardo Díaz e as informações pertinentes, estão publicados no site de notícias ACN - Agencia Carabobeña de Noticias.
De acordo com a Constituição, só podem ser presidente da República e Comandante das Forças armadas os cidadãos nascidos na Venezuela.
Transcrevo no original em espanhol parte da reportagem da agência ACN com link ao final para leitura completa e acesso ao acervo de documentos. Leiam:
Nicolás Maduro: colombiano?
EN ESPAÑOL - Según informó en su cuenta de la red social Twitter el diputado a la Asamblea Nacional por el estado Táchira, Abelardo Díaz, se está llevando a cabo una investigación sobre la nacionalidad del presidente Nicolás Maduro.
El diputado Díaz comentó que siempre ha sentido curiosidad del por qué el presidente Maduro ha ocultado su origen y cuando se le comenta al respecto evade el tema, así mismo dijo que se inició una investigación luego que el gobernador del estado Táchira, José Gregorio Vielma Mora diera unas declaraciones según las cuales Maduro nació en el estado Táchira y que luego de revisar quedó descartado que el presidente haya nacido en este estado.
Debido a que el día de hoy ha estado muy activo en Twitter el Hashtag #MaduroEsCucuteño tomó la determinación de compartir con toda la comunidad tuitera algunos detalles de la investigación sobre el origen del primer mandatario que se está llevando a cabo.
Tal como se puede apreciar en la imagen siguiente, la madre de Maduro nació en Cúcuta, Colombia el 01 de junio del año 1929, La cédula de ciudadanía colombiana de la señora Teresa de Jesús Moros Acevedo es 20.007.077 expedida el 9 de diciembre de 1956 en Bogotá DC Cundinamarca.
Igualmente, el diputado Abelardo Díaz compartió en su cuenta de twitter @abelardo_diaz copia del acta de nacimiento original de la señora Moros con la nota marginal del matrimonio efectuado en Bogotá con el señor Jesús Nicolás Maduro, padre del actual presidente venezolano.
Así mismo compartió parte del árbol genealógico de Nicolás Maduro Moros donde se aprecia que es nieto de Pablo Antonio Moros y Adelina Acevedo, bisnieto de Rafael Moros, Natividad Rodríguez, José María Acevedo y Simona Escalante, todos de nacionalidad colombiana.
La madre de Nicolás Maduro se casó en la parroquia “Nuestra Señora de Fátima” en la ciudad de Bogotá (Colombia) con Jesús Nicolás Maduro el 01 de septiembre de 1956.
Del papá del primer mandatario venezolano se conoció que su vida transcurrió en Colombia ya que estudió en Ocaña, vivió en Bogotá y Cúcuta, se casó en Bogotá y aparece cedulado venezolano en San Cristóbal aunque nunca vivió en esa ciudad ya que establecieron su domicilio en el Barrio Carora, cerca del sector Cerro Bolívar en la ciudad de Cúcuta, departamento Norte de Santander del vecino país.
La primogénita del matrimonio Maduro Moros, María Teresa de Jesús nació en Cúcuta (Colombia) el 21 de diciembre de 1.956 y posee cédula de identidad venezolana.
El diputado también compartió que la investigación no ha terminado y que hay cosas que aún no puede publicar pero hay algunas interrogantes, como son las siguientes:
Nicolás Maduro nace en 1962, dos de sus hermanas nacieron en 1960 y 1961, ellos tres y la madre aparecen cedulados venezolanos por la unidad móvil 52 en Caracas y causa extrañeza que tanto el actual presidente como sus hermanas tuvieran números de cédula consecutivos, María Adelaida V-5.892.462, Josefina V-5.892.463 y Nicolás con el 5.892.464 tal como se puede apreciar en las capturas de pantalla del sistema público del Consejo Nacional Electoral. Hacer CLIC AQUI para acceder a las informaciones y fotos de los documentos

Viajar de ônibus é barato...!!!

INFLAÇÃO - 13/06/2013 17h09 - Atualizado em 15/06/2013 07h45

TAMANHO DO TEXTO

O ônibus está barato!

Nos últimos dez anos, o salário mínimo subiu mais que o dobro da tarifa do transporte coletivo em São Paulo

JOSÉ FUCS

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Passagem de ônibus (Foto: José Fucs)
Não precisa ser um araponga da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, ou da CIA, sua congênere americana, para saber que as manifestações promovidas pelo movimento Passe Livre têm pouco ou nada a ver com o aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus de São Paulo. 
Primeiro, porque muitos dos militantes que provocaram atos de vandalismo e selvageria na cidade, como se estivessem participando de uma operação de guerrilha urbana, nunca trabalharam na vida e jamais dependeram de ônibus e metrô para se deslocar diariamente de casa para o trabalho e vice-versa.
Segundo, porque a ideia de que o aumento é abusivo e tem um custo inaceitável para os pobres não resiste a uma análise que tenha aderência à realidade. Basta dar uma olhada nos números e comparar a evolução da tarifa de ônibus na capital paulista com a do salário mínimo.
Nos últimos 10 anos, entre 2003 e 2013, o preço da passagem avulsa de ônibus em São Paulo aumentou 88,2%, de R$ 1,70 para R$ 3,20. É certo que o aumento foi ligeiramente maior que a inflação medida pelo IPCA, do IBGE, de 82,5%. Só que o salário mínimo subiu mais que o dobro da passagem no mesmo período. Passou de R$ 240 para R$ 678 – um aumento de 182%.
Em 2003, uma passagem de ônibus na cidade equivalia a 0,7% do salário mínimo. Hoje, representa apenas 0,47%. Isso significa que o peso do transporte coletivo em São Paulo no orçamento da população não aumentou, como afirmam os radicais do Passe Livre. Ao contrário. Em termos reais (já descontada a inflação), diminuiu de forma significativa.
Considerando apenas o que aconteceu desde 2011, quando ocorreu o aumento anterior dos ônibus na cidade, a conclusão é a mesma. A inflação alcançou 16,1% no período, enquanto o aumento da passagem ficou em 6,7%.
Se levarmos em conta os benefícios do Bilhete Único, lançado em 2004, essa queda é ainda maior. Além de possibilitar a integração com o metrô e os trens urbanos com um desconto, o Bilhete Único permite ao usuário fazer até quatro viagens em três horas no sistema de ônibus da cidade pagando apenas uma passagem. Também é preciso lembrar que todos os trabalhadores têm o benefício do vale transporte, pelo qual pagam apenas o equivalente a 6% de seus salários brutos por mês – o resto é pago pelos empregadores. Há, ainda, o subsídio concedido pela Prefeitura aos usuários e custeado pelos contribuintes. Calcula-se que, sem ele, o preço da passagem chegaria hoje a R$ 4,35.
Por tudo isso, pode se afirmar, sem medo de errar, que a passagem de ônibus em São Paulo está barata. Se a turba do movimento Passe Livre andasse de ônibus e trabalhasse, em vez de organizar manifestações e quebradeiras generalizadas para ganhar um minuto de fama na TV, provavelmente chegaria à mesma conclusão.