No centro de Campos há um espaço, ao lado da Catedral, em que aparece uma situação metafórica. Ela evoca o encontro de justiças que pertencem ao inconsciente coletivo dos campistas. De um lado, da Catedral, a Justiça de Deus e do outro lado, no Palácio da Justiça, a Justiça dos Homens. As duas distribuem respeito por suas tradições. Produzem normas de condução de vidas. Mas, a leitura que se pode fazer diante das vagas que seus agentes ocupam naquele espaço nos leva à focalizar as duas como próximas em seus fins. Elas são instituições milenares. Têm carisma, distribuem princípios, ocupam a mente dos cidadãos onde se encontram disponíveis, têm rituais para seus atos de julgamento e de resoluções. Seus regulamentos são observados em rogativas próprias. Mas, são seguidas de modo diferente por seus assistidos. Na Justiça dos Homens eles são julgados e depois de punidos ou inocentados. Se ganham atenuantes podem ficar marcados na sociedade como pouco confiáve...