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"Somos um país sob anestesia, mas sem cirurgia"...

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Ano novo, vida nova? 14 de janeiro de 2014 | 2h 06 Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo Vivemos um momento histórico em que tudo parece desabar, o que pode nos levar ao chamado "delírio de ruína", como chamam os psiquiatras. No entanto, 2013 foi um ano didático e creio que as deficiências seculares de nossa formação estão vindo à tona. Assim, estamos evoluindo de costas, aprendendo com os horrores. Dos porões do atraso já surgem luzes, em nossa 'jornada de imbecis até o entendimento'. Isso. O título de uma peça de Plínio Marcos serve bem para descrever o caminho que trilhamos em 2013. Temos razões até para um desconfiado otimismo. Qual será a lista de nossas esperanças? Por exemplo, finalmente a família Sarney está servindo para alguma coisa: o horror do Estado (que possuem há 50 anos) está vindo a furo, como um tumor. O povo do Maranhão está menos iludido em sua desgraça. A prisão dos mensaleiros já tinha alertado sobre o estado de nossas penitenciár...

"Minha reação emocional diante do nacionalismo é nula"... / Hélio Schwartsman

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hélio schwartsman O que faz um povo? 07/03/2014   03h30 Mais opções SÃO PAULO -  A crise na Ucrânia tem como pano de fundo uma mistura de geopolítica com elementos econômicos, mas o que lhe dá combustível são os nacionalismos. A essa altura, é difícil evitar que ao menos a Crimeia passe para as mãos dos russos. Mas será que isso é um mal? Assim como me parece irracional fazer uma guerra para juntar povos, creio que é igualmente estúpido ir às vias de fato para evitar que parte de um país se desmembre, mas admito que sou atípico nessa matéria: minha reação emocional diante do nacionalismo é nula. Penso até que pessoas que se dizem dispostas a morrer por sua pátria têm um parafuso a menos. Entre as muitas abstrações pelas quais não faz sentido sacrificar-se está a ideia de nação, um conceito para lá de artificial do qual tiranos e mesmo dirigentes democráticos abusam bastante. O que, afinal, constitui uma nação ou um povo? E a resposta é basic...

Uma visão da crise da Crimeia vista por 'Voz da Rússia" / Já é sexta-feira na Rússia, pouco mais de meia-noite

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Crimeia se prepara para fazer parte da Rússia O Parlamento da Crimeia aprovou a adesão desta região autônoma à Rússia. É verdade que a legislação russa ainda não permite que esse plano seja executado, mas na Duma de Estado já foi apresentado um projeto de lei que pode permitir remover esse obstáculo. Já os peritos avisam que os custos políticos de um passo dessa dimensão podem ser demasiado elevados. Neo-otomanos apostam na Crimeia A Turquia tenta desempenhar um papel cada vez mais ativo na evolução da situação em torno da Ucrânia. Os interesses de Ancara estão em primeiro lugar focados na Crimeia, onde os tártaros representam cerca de 12%, na ordem dos 250 mil habitantes, segundo o recenseamento da população de 2001. Quem na Ucrânia continuará cooperação militar-técnica com a China? A companhia de construção naval ucraniana More enviou com urgência à China um navio pequeno de desembarque Bizon a partir do porto de Teodósia, na Crimeia. ...