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Repórter versus Paulo Coelho

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Terça-feira, 02/06/2015, às 02:10,    O que você salvaria Durante minha estada no castelo alugado por uma revista brasileira em Brissac, França, um jornalista da região vem me entrevistar. No meio da conversa, assistida por outras pessoas, ele quer saber: “qual foi a melhor pergunta que um repórter já lhe fez?” Melhor pergunta? Acho que já me fizeram TODAS as perguntas, menos a que ele acaba de fazer. Peço tempo para pensar, estudo as muitas coisas que queria dizer e nunca quiseram saber. Mas no final, confesso: “Acho que foi exatamente esta. Já tive perguntas que me recusei a comentar, outras que me permitiram falar sobre temas interessantes, mas esta é a única que não tenho como responder com sinceridade”. O jornalista anota. E diz: “Vou lhe contar uma interessante história. Certa vez fui entrevistar Jean Cocteau. Sua casa era um verdadeiro amontoado de bibelôs, quadros, desenhos de artistas famosos, livros. Cocteau guardava tudo, e tinha um profundo amor por cada uma d...

Crimes longe do Brasil... Mas, no Japão a Justiça funciona

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Policiais aprendem português para enfrentar criminalidade brasileira no Japão Ewerthon Tobace De Tóquio para a BBC Brasil Há 8 horas   1 comentários Polícia japonesa oferece aulas de português desde 2003 "Treta", "bagulho" e "mano" são algumas das gírias e expressões ensinadas a policiais japoneses que enfrentam a criminalidade brasileira no Japão. Segundo dados da Agência Nacional de Polícia, os brasileiros foram responsáveis por 1.619 crimes cometidos em 2014, 806 caso a menos do que em 2013. As autoridades acreditam que esta queda esteja relacionada à redução do número de brasileiros no país. Mais de 150 mil decasséguis retornaram ao Brasil desde a crise de 2008. O crime mais cometido por brasileiros no Japão é arrombamentos de veículos; foram 686 casos em 2014. Leia mais: Ascensão social é desafio para segunda geração de imigrantes no Japão Por mais de uma década, os brasileiros ocuparam o segundo lugar no ranking de crimes co...

PT versus PT...

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2/06/2015  às 16:25 \  Opinião    Oliver: Rota de colisão VLADY OLIVER Imaginem um governo pilantra que resolve criar um exército de CENTENAS DE MILHARES de aspones pendurados no serviço público. Uma gente que não tem nada pra fazer além de cacarejar os dogmas, mantras e latidos de uma ideologia picareta que acaba em si mesma, como o câncer e a sífilis. Imagine que eles são a “polícia ideológica” dessa quadrilha, cobrando o pedágio da canalhada para dar sequência aos serviços que o elefante público e sua sanha arrecadadora deveria prestar à sociedade pagadora. Imagine agora que a sociedade, farta dessa vigarice descarada, resolva parar de comer, investir, comprar e apagar as luzes dessa seita de pilantras montados em nosso lombo combalido. O dinheiro acaba. De nada adianta enganar os outros, chamando ministrinhos de mãos levinhas para deflagrar a derrama; sem consumo, não há mais impostos a tungar da sociedade exaurida para pagar a farra feita com nos...

Ensaio sobre moeda forte, inflação, moeda fraca, mistificação, saúde da moeda... / Instituto Ludwig von Mises Brasil

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terça-feira, junho 02, 2015 VOCÊ TEM ÓDIO DO PT? ISSO É POUCO. VOCÊ AINDA NÃO VIU NADA. O texto que segue após este prólogo é um artigo de Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil, que vale muito a pena ser acessado. Retrata de forma impiedosa, nua e crua, a insanidade da política econômica e as mentiras embutidas no discurso desses vagabundos metidos a economistas, mas que apenas são serviçais do PT. Se você tinha ódio do PT, o que é plenamente justificável, lendo com atenção esse artigo você entrará em estado de choque porque entenderá as razões que empobreceram de forma violenta a maioria dos brasileiros. E isso atinge impiedosamente todas as classes sociais, fato que vem sendo comprovado pelas últimas pesquisas que medem a (im)popularidade do governo do PT. Se você bem notou, até agora o famigerado Instituto DataFolha, que vivia fazendo pesquisas o tempo todo deu uma parada, não é mesmo? Isso significa que algo está sendo arran...

"Nós amamos a morte tanto quanto vocês amam a vida"...

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'Nós amamos a morte tanto quanto vocês amam a vida', diz militante do 'EI' 'Nós amamos a morte tanto quanto vocês amam a vida', diz militante do EI 22 maio 2015 Atualizado pela última vez 12:54 (Brasília) 15:54 GMT Com seu mais recente triunfo, envolvendo não só a captura da cidade histórica de Palmira, mas também de um importante campo de produção de gás natural próximo, o grupo autodenominado "Estado Islâmico" agora controla metade do território sírio. A violência dos militantes vem surtindo efeito, paralisando de medo seus inimigos. "Estamos indo atrás de vocês, com homens que amam a morte tanto quanto vocês amam a vida. Vocês nunca estarão seguros enquanto estivermos vivos", diz um integrante do "EI". Palmira, uma cidade de grande valor histórico, agora está indefesa. Quando possível, o 'Estado Islâmico' destrói qualquer vestígio do passado não islâmico de seus alvos. O grupo vem avançando numa velocidade extraordinár...

"O atrevimento de desafiar a moda ideológica que imperava em boa parte do Ocidente" / Mario Vargas Llosa / El País

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PEDRA DE TOQUE A batalha de um homem só  Simon Leys enfrentou uma corrente coletiva de eminentes intelectuais para dissipar um emaranhado de mentiras sobre a "revolução cultural" de Mao, aquela loucura inspirada por um velho déspota Leia mais artigos de Vargas Llosa MARIO VARGAS LLOSA   30 MAY 2015 - 19:00  BRT   Opinião   Intelectuais   Escritores   China   Ásia oriental   Gente   Ásia   Meios comunicação   Comunicação   Sociedade FERNANDO VICENTE Enviar Imprimir Salvar Nos anos setenta teve lugar um extraordinário fenômeno de confusão política e delírio intelectual que levou um setor importante da inteligência francesa a apoiar e mitificar  Mao e a sua “revolução cultural” , ao mesmo tempo que, na China, os guardas vermelhos faziam passar pelas forcas caudinas professores, pesquisadores, cientistas, artistas, jornalistas, escritores, promotores culturais, ...