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O Natal não é comemorado em todo lugar... Alguns países proíbem festas natalinas...

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24/12/2015 10h07 Conheça países que proíbem o Natal e qualquer referência à celebração Redação SRZD O Natal é tradição em muitos lugares do mundo, mas em alguns países a celebração é proibida. Até mesmo qualquer referência à festividade é vetada. É o que acontece no Tajiquistão, na Ásia central, que entrou recentemente para a lista de países que proíbem o Natal. O país faz fronteira com o Afeganistão, China, Quirguistão e Uzbequistão. Nos últimos dias, autoridades vetaram o uso de árvores de Natal, comidas típicas, fantasias de Papai Noel, além de troca de presentes, fogos de artifício e arrecadação de dinheiro. - Vídeo: meninas são surpreendidas com irmão adotivo embaixo de árvore de Natal Em Brunei, no sudeste asiático, é proibido o uso de gorros de Papai Noel em público. As famílias podem celebrar o Natal, mas "às escondidas". O Islã é a religião oficial do paós. Os não muçulmanos podem comemorar a data, desde que não seja em público. A Arábia Saudita tamb...

"Ninguém precisa de ninguém até, claro, precisar...." / Valentina de Botas / na coluna de Augusto Nunes

 23/12/2015  às 22:17 \  Opinião Valentina de Botas: É só nas ruas que mostraremos nosso pulso à escória VALENTINA DE BOTAS Ninguém precisa de ninguém até, claro, precisar. Para continuar a ser o que é, Dilma Rousseff precisa de vigaristas, de equivocados e de vigaristas equivocados que precisam dela e, sem um Eduardo Cunha para chamar de seu, passou a honrar o exercício grotesco do mandato com quem veio a calhar: um Renan do saco de gatunos do PMDB, crédulo na salvação dele e dela nessa novela torpe, tão arrastada que parece refundar o tempo. É o governo na ilegalidade somando vigarices a equívocos e, depois de o lulopetismo estabelecer o Estado mafioso, os governistas erigem o presidente da Câmara o inimigo da nação como se a diferença entre ele e Renan não fosse apenas um Janot equivocado, na hipótese benigna. Entre as cenas da danação do país, a decisão do STF é um nu frontal dessa obra prima do atraso que pune o país com um final infeliz a cada au...

Tarefa para Barbosa... / Charge de Chico Caruso

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HUMOR A charge de Chico Caruso 24/12/2015 -  06h01 TAGS: humor

Crônica de Natal com sete notas dissonantes.../ Carlos Brickmann

23/12/2015  às 14:08 \  Opinião “Natal Tropical” e outras sete notas de Carlos Brickmann Publicado na  Coluna de Carlos Brickmann E eis que, num país muito longe da gelada Lapônia, Mamãe Noela assume o comando do Natal Tropical. Seu trenó voador, puxado por renans que ela sabe direitinho como domesticar, é extremamente seguro: entre um Natal e outro, os renans se mantêm treinados, voando para ir a casamentos de amigos, para visitar as bases, para transplante de pelos há muito perdidos. O peso do trenó é baixo: em vez de carga, transporta cargos, levíssimos papéis com nomeações, indicações, autorizações high-tech para fazer boas transações ─ documentos que, cumprida sua função de autorizar o negócio, se autodestroem em segundos. Pixuleco é coisa feia, fora do espírito de Natal, não deve e não pode deixar nem vestígios. Confiabilíssimo, o trenó de Mamãe Noela. Pois precisa voar diuturnamente e noturnamente, enfrentando perigosos ventos estocados. Tem de ...

E NAS DEMAIS ELEIÇÕES ... São 4 palavras que podem decidir o futuro do ministro Barroso e do impeachment de Dilma... / Augusto Nunes

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22/12/2015  às 20:37 \  Direto ao Ponto O vídeo desmonta a vigarice protagonizada por Barroso para barrar o impeachment Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente. ─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a possibilidade de vota...

O ministro irrelevante... / Alexandre Schwartsman na Folha de São Paulo

Barbooosa (ou O ministro irrelevante) - ALEXANDRE SCHWARTSMAN FOLHA DE SP - 23/12 A ascensão e a queda de Joaquim Levy são prova eloquente de que até mesmo um ministro da Fazenda bem-intencionado e tecnicamente preparado está longe de ser suficiente para levar a cabo o ajuste requerido pela economia brasileira após anos de maus-tratos (dos quais Barbosa participou ativamente, mas deixemos isso de lado por um instante). Se sua trajetória à frente da Fazenda teve algum propósito, foi o de demonstrar que nenhum economista sério teria como aceitar o cargo em circunstâncias semelhantes. A verdade é que faltam condições objetivas para produzir o ajuste, que não se resume ao Orçamento do ano que vem nem às necessárias reformas fiscais (previdência e vinculações, por exemplo), mas se estende a temas como tributação, relações trabalhistas e integração comercial entre outros. Não há, para começar, convicção por parte da presidente, um tanto pelo seu parco entendimento do problema, out...

Faça sua escolha ... entre Realidade e Ficção / Roberto Damatta em O Globo

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O fato e o processo - ROBERTO DAMATTA O GLOBO - 23/12 Na intimidade, traía-se o reino, e barões e duques eram vistos recebendo e dando o que Jurubeba chamava de pixuleco. Apurou-se que era tudo verdade! O s especialistas em sexualidade dizem que quanto mais preocupação com a técnica, menos prazer. Dito isto, vou à minha história. O reino de Jurubeba era enorme e, talvez por isso, tivesse o gosto de acasalar opostos. Daí a adoção de um regime republicano em meio a uma semimonarquia. Para muitos foi um avanço, para outros, um passo em falso. Como conciliar ideais monárquicos com valores republicanos? Estes queriam distribuir renda pela necessidade e pelo mérito, aqueles pelo mérito e pela necessidade. O novo regime tinha afeição pela ambiguidade, sempre resolvida com muito formalismo jurídico e bate-boca. Um dia ficaram sabendo que a mais fina realeza jurubebiana era traidora. Em público a nobreza dominante dizia ser contra Corrução, um reino inimigo, pequeno, mas forte, que...