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Os possíveis destinos do Brasil após o impeachment ... / BBC

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Três visões sobre o impeachment Há 4 horas Compartilhar Image copyright AG SENADO O impeachment da presidente Dilma Rousseff, que está sendo decidido nesta semana no Senado, enfraquece ou fortalece a democracia brasileira? A BBC Brasil entrevistou três especialistas com visões diferentes sobre as consequências do processo, que deve ser concluído até quarta-feira. Os argumentos dizem respeito ao impacto do processo nas instituições brasileiras, na polarização do país, nos partidos políticos e nos eleitores. Uma das visões, da especialista em Teoria do Direito Margarida Lacombe, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), considera que a aprovação do impeachment significaria a perda da "boa política" e o aumento da "intolerância" no país. Leia mais sobre a visão de que o impeachment é afronta à democracia Ela defende ainda a cassação do mandato de Dilma seria "uma afronta brutal a nossa democracia", porque representaria um des...

Lindbergh Farias tenta dar aula ao procurador Julio Marcelo

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Coitado do  Brasil...!

Frases / Percival Puggina

Percival Puggina Ao medir-se com a régua de Cunha, ao se comparar com ele, a senhora - Dilma - do banco dos réus não se homenageia. Bem ao contrário, escolhe um parâmetro terrível. Mais um passo e comparará seu governo com o Comando Vermelho

"Na ordem das razões, a vida tende à inércia do medo e da insegurança " /Luiz Felipe Pondé

segunda-feira, agosto 29, 2016 Na ordem das razões, a vida tende à inércia do medo e da insegurança -   LUIZ FELIPE PONDÉ FOLHA DE SP - 29/08 Todos já ouvimos falar do princípio da inércia. Vamos entendê-lo aqui, primeiramente, como a tendência das coisas a continuarem como estão, contra outra tendência, que seria a de mudança. Mais abaixo, o veremos como um princípio negativo de ação que pode ser implodido por "paixões alegres" (parafraseando Espinosa, filósofo do século 17) como o amor e o encanto. A primeira imagem que vem à cabeça pode ser aquela da política. Identificamos a atitude conservadora como sendo a inercial e a atitude progressista como sendo a de mudança. Em que pese a aparente semelhança, não acho que pensamento conservador em filosofia política seja idêntico a inércia, mas esse tema pouco me interessa hoje. Como sempre, me atormenta mais a moral do que a política. E por moral aqui quero dizer hábitos, costumes, afetos, obsessões, "humores...

O Brasil tem mais de 620 mil presidiários ... atrás de EUA, China e Rússia

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OPINIÃO TRIBUNA Perdas e danos Em dez anos, Lei de Drogas superlotou presídios e foi incapaz de reduzir as redes de tráfico Otros Guardar Enviar a notícia por email Imprimir Militares na entrada da Vila do João, no Rio de Janeiro.  TASSO MARCELO   AFP JESSICA CARVALHO MORRIS E HENRIQUE APOLINÁRIO Twitter Google Plus 23 AGO 2016 - 16:28 BRT Há dez anos o Brasil aprovava um novo marco legal para o combate às  drogas . A Lei 11.343/2006 nascia com a perspectiva de intensificar penas para o crime de tráfico e reduzir a criminalização dos usuários. Seu efeito, porém, mostrou-se desastroso: cadeias superlotadas, mais mulheres nas prisões e criminalização da população negra e pobre. Por outro lado, não há nenhum indicador de que as redes de tráfico tenham sido coibidas. De 2005 até dezembro de 2014, segundo dados do Ministério da Justiça, a população carcerária  teve um salto vertiginoso de 111,4%, ultrapass...

Quando a verdade é afastada da conversa... / Valentina de Botas

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Valentina de Botas: A moralização segundo a GH do Petrolão A contínua defesa do indefensável por meios vis faz o sofrimento ensaiado dessa Gleisi Hoffmann reafirmar a substância autoritária da súcia lulopetista e respectivos discípulos Por:  Augusto Nunes     28/08/2016 às 21:30 Quando Gleisi Hoffmann questionou a moral do Senado para julgar Dilma Rousseff e admitiu que é investigada, me lembrei de que, no organograma da operação Custo Brasil deflagrada pela Polícia Federal, a senadora acusada de receber 1 milhão de reais em propina do petrolão é designada pelas inicias GH. Então, pensei na mulher que ousou desequilibrar-se de si e experimentou a massa repugnante expulsa da barata espremida na porta do armário do quarto da empregada e, então, saber de si. Atenção, o si não é eu: eu é somente – sem ser pouco – a moldura limitante do si. Frequentemente, nos livros de Clarice Lispector, o banal deflagra acontecimentos internos que transformam as perso...

15 canções da história do Jazz / Revista Bula

http://www.revistabula.com/5433-as-15-maiores-cancoes-da-historia-do-jazz/ Clique, veja e ouça as músicas selecionadas AS 15 MAIORES CANÇÕES DA HISTÓRIA DO JAZZ Os sites Jazz24 e NPR Música fizeram uma enquete mundial para eleger as melhores canções de jazz em todos os tempos. Mais de 1500 canções foram citadas por cerca de 10 mil participantes. No topo da lista aparece “Take Five”, composição escrita por Paul Desmond e apresentada pelo The Dave Brubeck Quartet, no álbum “Time Out”, de 1959. “Take Five” foi o primeiro single de jazz da história a vender 1 milhão de cópias. O segundo lugar da lista ficou com “So What”, de Miles Davis, gravada no álbum “Kind of Blue”, também de 1959. Em terceiro lugar aparece “Take The a Train”, composta por Billy Strayhorn e gravada por Duke Ellington, no álbum “Uptown”, de 1952. A cantora brasileira Astrud Gilberto aparece na 9º posição com a canção “The Girl from Ipanema”, do álbum “Getz/Gilberto”, lançado em 1964 pelo violonista bra...