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Sobre o estado das arenas de futebol .../ Vlady Oliver

Vlady Oliver: I’m being a live As pessoas pensam que uma guerra é um videogame, com um pouco  mais de ação. A guerra é estúpida, meus caros Por:  Augusto Nunes     03/11/2016 às 2:22 Nunca tenho o costume de requentar textos velhos meus e quase nunca volto pra lê-los, mas este despertou minha atenção, depois que li que o Itaquerão pode deslizar como aquele monte de lama da barragem de Mariana. É de 2013, ainda antes da Copa. Eu já sabia.  – O que mais me incomodava era o cheiro. O cheiro da morte. A morte tem um cheiro muito característico, sabia? – dizia o Mariner, relembrando a cena. ─ Cheguei a acordar várias vezes, com a respiração ofegante, sempre com aquele cheiro me envolvendo as narinas. As pessoas pensam que uma guerra é um videogame, com um pouco mais de ação. Se acostumam a ver corpos dilacerados e sangue jorrando, mas não fazem ideia do asco e da perdição que tudo aquilo representa, quando está acontecendo bem ao seu lado. A gue...

Um alerta de Contardo Calligaris sobre segundo casamento / Folha de São Paulo

quinta-feira, novembro 03, 2016 Que tal cada um entrevistar os ex-parceiros do outro?   CONTARDO CALLIGARIS FOLHA DE SP - 03/11 O filme de Tate Taylor, "A Garota no Trem", é adaptado de um bom romance de Paula Hawkins (Record). É difícil comentar a história sem estragar o prazer dos futuros espectadores. Então apenas apresentarei meus pensamentos na saída do cinema. 1) Poucas coisas são tão chatas quanto o casamento com um parceiro ou uma parceira alcoolistas. É chato subjetivamente, por razões narcisistas. Quem não bebe é levado a acreditar em uma das duas: a) o outro bebe porque a convivência comigo deve ser insuportável; b) não sei por que o outro bebe, mas, para ele/ela, conviver comigo não é uma razão suficiente para ele/ela ficar sóbrio/a. É chato objetivamente. Imagine o sexo com alguém que pode adormecer no meio de uma transa. E imagine as catástrofes sociais que a bebedeira do outro pode produzir quando você se aventura a compartilhar a vida social com ...

O passeio da astronauta Kate Rubins pelo céu a bordo do Destiny

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Esta nave nada formosa passeando no céu e acomodando cientistas que nem sabemos o que fazem por lá pode nos trazer novidades sobre o clima do planeta, de reações de temperaturas e nos desvendar um monte de dúvidas sobre tanta coisa que desconfiamos ...?  Seu passeio pode ser útil para a humanidade? Bom, pelo menos, o sorriso de Kate Rubins demonstra que a nave tem charme para encantar seus ocupantes em meio ao caos de ferramentas, instrumentos, fios, aparelhos de precisão e outras peças que não identificamos...  Mandamos um recado : ela pode continuar tranquila e sorridente; aqui embaixo ninguém está com inveja dela e de seus companheiros de voo

629 mulheres baianas estão diretamente sob os cuidados da Major Denice da PM de Salvador para fugir da violência do marido...É a lei Maria da Penha sem teoria !

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A major que protege 629 mulheres ameaçadas por homens na Bahia Victor Uchôa De Salvador para a BBC Brasil Há 1 hora Compartilhar Image copyright LORENA VINTURINI Image caption Denice Santiago comanda a Ronda Maria da Penha, unidade da Polícia Militar baiana que acompanha mulheres vítimas de violência doméstica O celular de trabalho de Denice Santiago tocou em plena tarde de domingo em Salvador. Do outro lado da linha, uma mulher dizendo que o ex-marido, proibido pela Justiça de se aproximar dela, estava a caminho de sua casa. "Nessas horas não posso simplesmente dizer que estou de folga. Tenho que resolver", diz. A necessidade de solução imediata se explica: na Bahia, 629 mulheres vítimas de violência doméstica estão diretamente sob os cuidados de Denice. Fardada ou não, ela é a major Denice, de 45 anos, comandante da Ronda Maria da Penha (RMP), unidade da Polícia Militar baiana criada em março de 2015 para acompanhar mulheres sob medida protetiva judici...