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"Não é só a carne.../ Sponholz

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http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2017/03/sponholz-nao-so-carne-o-brasil-inteiro.html?m=1 Não só a carne. O Brasil inteiro está podre.

O Brasil ccaminha 'voluntariamente' para o abismo?

http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN16O2VZ-OBRBS?feedType=RSS&feedName=businessNews

O Brasil escolheu ser infeliz e o projeto segue célere nas ruas e nas casas legislativas

http://avaranda.blogspot.com.br/2017/03/prevendo-o-desastre-helio-schwartsman.html?m=1 PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO sexta-feira, março 17, 2017 Prevendo o desastre -  HÉLIO SCHWARTSMAN Folha de SP - 17.03 SÃO PAULO - Dezenas de milhares foram às ruas contra a reforma da Previdência. Na ponta do lápis, eu também deveria ser contra. Já passei dos 50 e, portanto, estou "quase lá". É improvável, ainda, que o sistema quebre nos próximos 30 ou 35 anos, de modo que um eventual colapso não me afetaria diretamente. Quanto a meus filhos, que poderiam, sim, ser prejudicados pela inação, estou lhes dando uma educação que permitirá que busquem uma carreira fora do Brasil, se o país insistir em marchar voluntariamente para a inviabilidade. Mas, por motivos que transcendem a pura racionalidade, eu não quero que o Brasil fracasse,...

"Vem aí o caixa zero" / Mary Zaidan

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http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2017/03/vem-ai-o-caixa-zero.html Vem aí o caixa zero 12/03/2017 -  01h25 Caixa oficial de campanha irrigado por propina, caixa dois com e sem propina, propina fora dos períodos eleitorais para garantir maioria parlamentar ou para comprar votações de interesse do pagante, propina para rechear bolsos de amigos, para satisfazer mimos. Sem meias palavras ou tergiversações, crimes. É claro que há diferenças na gravidade, na frequência, na premeditação. É assim para qualquer delito. Roubar é roubar, seja um doce ou um milhão. Mas, assim como ninguém arquiteta o furto de um doce, dificilmente garfa-se um milhão sem planejamento. Quanto mais bilhões.  Não por outra razão, busca-se punir o ato de acordo com o dolo. Na política não deveria ser diferente. Mas é. Ou, pelo menos, tem sido.  Nesta semana, possivelmente amanhã, quando o Supremo receber a segunda lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot,...

Esse Estado não consegue defender o cidadão brasileiro... / Percival Puggina

DESARMAMENTO E MASSACRE DA POPULAÇÃO CIVIL por Percival Puggina. Artigo publicado em  14.03.2017   O mundo do crime declarou guerra ao mundo do trabalho. Nós produzimos e eles tomam nosso ganho - o dinheiro do bolso, o automóvel, a carga do caminhão, o gado no pasto. Guerra na cidade e no campo. Guerra sem dia ou hora de armistício. Não se trava contra o Estado de Direito, que bandido não é doido. Em muitos casos, formam um estado dito paralelo, mas não andam por aí atirando contra quartéis, porque sabem que lá dentro há bala e, de lá, vem bala. Não, eles querem o trabalhador da parada de ônibus, descendo do carro, entrando em casa, saindo do banco. E, não raro, tomam-lhe a vida.  É uma guerra desigual, assimétrica. Enquanto o mundo do crime tem armas, o pessoal do trabalho árduo não dispõe de meios de defesa. Na tese oficial, esse seria encargo prioritário do Estado, mas ele, há muito tempo, jogou no tablado a toalha e a própria vergonha diante de sua imp...

Tá difícil para o Brasil sair do buraco em que se meteu...

‘Quadro de descalabro’ -  ELIANE CANTANHÊDE ESTADÃO - 07/03 Poderes batem cabeça e sofrem profusão de críticas, mas pior do que está não fica O Fórum Estadão, que debateu ontem o “Equilíbrio entre os Poderes”, começou com uma dura crítica do ex-ministro Mailson da Nóbrega à irresponsabilidade fiscal do Judiciário, passou pela avaliação do ex-presidente do BC Gustavo Loyola de que a culpa maior é do Legislativo e fechou com a economista Zeina Latif jogando o Executivo no vendaval das críticas. Mailson, da Consultoria Tendências, sugeriu que os cursos de Direito incluam economia entre as disciplinas obrigatórias e condenou o aumento salarial de magistrados do Rio em meio à grave crise fiscal e a decisão da ministra Cármen Lúcia (que Zeina também criticou) de manter repasses da União para o mesmo inadimplente Rio. A ministra sempre diz que sua liminar foi para estabelecer uma trégua e obrigar as partes, Estado e União, a negociarem. Mas os economistas não se convenceram... L...

Esses caras estão estragando o mundo. ..

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2017-03-16/atentado-franca.html