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A saga da bolsista Michele durante seu curso de Direito na PUC São`Paulo

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seções ‘Fui protagonista’: bolsista que fez discurso duro sobre preconceito na formatura rejeita 'papel de vítima' Fernanda Odilla Da BBC Brasil em Londres Há 3 horas Compartilhe este post com Facebook   Compartilhe este post com Twitter   Compartilhe este post com Messenger   Compartilhe este post com Email   Compartilhar Image caption Diante de um auditório lotado, Michele Alves discursou pela resistência, contra o preconceito em nome dos alunos bolsistas | Foto: Michele Alves/Cortesia No terceiro dia de aula na PUC São Paulo, Michele Alves ouviu uma professora de Direito Civil dizer aos alunos que não se preparassem para as provas apenas com base nos pequenos resumos que estão no início dos livros acadêmicos porque "até a filha da empregada que faz Direito na 'Uniesquina' estuda por sinopse". Michele, que é filha de empregada doméstica, saiu da sala para chorar no banheiro. Ligou para a mãe, Celma, de 40 anos...

"PT, 38, já tem idade para não saber muita coisa..." / Josias de Souza

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PT, 38, já tem idade para não saber muita coisa 15 Josias de Souza 22/02/2018  06:05 Compartilhe Ainda moço, o PT já não tem carne, apenas osso. Ainda assim, encontrou ânimo para celebrar seu aniversário de 38 anos. Recomenda-se aos convidados que evitem a bebida servida na festa. Num partido que vai da mocidade à indignidade, sem um estágio qualquer para chamar de maturidade, a água já não vira vinho, vira direto vinagre . O convite anuncia uma festa “com Gleisi e Lula”. Nem sinal de Dilma. É como se a legenda tivesse desligado da tomada a “guerreira do povo brasileiro”. Importa agora denunciar o “golpe da eleição sem Lula”. A pregação anti-impeachment também virou vinagre. Em maio de 2014, ao discursar na convenção em que o PT aclamou Dilma como  recandidata  ao Planalto, Lula parecia farejar o que estava por vir. Comparou o PT que ele fundara em fevereiro de 1980 com o partido que ocupava a Presidência da República havia 12 anos: “Nós criam...

"Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, em 2018, o Brasil tirou nota 7,7 no quesito “saúde fiscal”, em 100 pontos possíveis. Sim, você leu certo "

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Ajuste fiscal: o debate necessário na campanha eleitoral ADOLFO SACHSIDA GAZETA DO POVO - PR - 22/02 Não podemos repetir 2014, quando uma “presidenta” que jurava não ser necessário o ajuste fiscal conduziu o país à maior crise econômica de sua história “O fato de que muitos políticos de sucesso são mentirosos não é exclusivamente reflexo da classe política, é também um reflexo do eleitorado. Quando as pessoas querem o impossível, somente os mentirosos podem satisfazê-las.” (Thomas Sowell) De acordo com o Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, em 2018, o Brasil tirou nota 7,7 no quesito “saúde fiscal”, em 100 pontos possíveis. Sim, você leu certo: o Brasil não conseguir chegar a míseros dez pontos em 100 possíveis nesse item. O Rio de Janeiro é o carro-chefe da situação fiscal brasileira, já atrasa salários e só não está insolvente graças a recursos do Tesouro Nacional. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte caminham para a mesma situação. Div...

Cora Ronai > 'Ruim com ela... pior sem ela... É uma cartada perigosa, um band-aid em cima de uma ferida que só uma longa cirurgia resolverá. / O Clobo

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quinta-feira, fevereiro 22, 2018 Ruim com ela, pior sem ela  CORA RÓNAI O GLOBO - 22/02  A incompetência do Estado é justificativa para comportamento coletivo cada vez mais selvagem no Rio Como quase todo mundo da minha geração, eu também cresci sem saber nada sobre a Índia. As escolas pouco ou nada ensinavam sobre o outro lado do mundo; cada qual que descobrisse por si o que lhe interessava. Passei a maior parte da vida familiarizada com os clichês habituais — pobreza, yoga, gurus, vacas sagradas. Por causa do movimento da não agressão de Gandhi, e da sua figura ascética, imaginava uma terra de grande paz, e levei um choque quando comecei a ler a sério sobre o país. Como assim, mais de um milhão de mortos durante a partição? Como assim, intolerância religiosa? E estupros? E assassinatos? Onde ficava a não violência nisso? Eu não tinha parado para pensar que é preciso muita violência para dar origem a um movimento de não violência: não seria numa aldeia dina...